SÃO PAULO/SP - O São Paulo está na final do Campeonato Paulista após 13 anos. Na tarde deste domingo o time enfrentou o Palmeiras no Allianz Parque, onde jamais venceu, e, apesar de não ter conseguido quebrar o longo tabu, saiu de campo com a tão sonhada classificação após novo empate sem gols no tempo regulamentar e a vitória nos pênaltis por 5 a 4.
A última vez que o Tricolor havia disputado o título do Estadual foi em 2003, quando perdeu por 3 a 2 para o Corinthians no jogo de ida e também no jogo de volta.
Agora, o São Paulo espera o vencedor do confronto entre Santos e Corinthians, que acontece nesta segunda-feira, às 20h (de Brasília), no estádio do Pacaembu, para saber quem será seu adversário na grande final do Paulistão. Independentemente de quem avançar, o Tricolor joga a primeira partida no Morumbi, no próximo domingo.
O jogo – O primeiro tempo foi bastante agitado no Allianz Parque. Com o domínio dos 45 minutos iniciais, o Palmeiras buscou pressionar o rival assim que a bola rolou, mas foi o São Paulo quem chegou com perigo pela primeira vez. Aos sete minutos, Antony deu passe em profundidade para Everton, que, dentro da área, chegou a desviar, mas Fernando Prass ficou com a bola.
Daí em diante o Verdão não deu sossego para os visitantes. Aos 12 minutos, Dudu recebeu na ponta direita e bateu cruzado, rasteiro, forçando Tiago Volpi a fazer a defesa. No rebote, Ricardo Goulart chegou batendo, mas Luan apareceu na hora “h” para travar o arremate. Dois minutos depois, em cobrança de escanteio, foi a vez de Deyverson deixar a torcida com o grito de gol entalado na garganta. Após cobrança de escanteio, o atacante ficou com a sobra e bateu na saída do goleiro são-paulino, mas mandou para fora.
Por conta da enorme pressão do Palmeiras nos primeiros 30 minutos, o time comandado por Luiz Felipe Scolari acabou tendo uma queda de intensidade na reta final do primeiro tempo, permitindo ao São Paulo jogar mais. Desta forma, o Tricolor, com mais liberdade, criou a principal chance da etapa inicial. Aos 43 minutos, Everton deu passe açucarado para Antony, deixando o garoto na cara do gol, porém, Fernando Prass apareceu bem e fez grande defesa para manter o 0 a 0 no placar.
Segundo tempo
No segundo tempo o VAR teve que entrar em ação logo aos três minutos. Igor Gomes deixou Everton na cara do gol, dentro da área, e o atacante estufou as redes. O árbitro auxiliar prontamente marcou impedimento, mas Flavio Rodrigues de Souza fez questão de consultar o vídeo para saber se, de fato, o tento tricolor havia sido irregular. Após alguns minutos, ele acabou invalidando a jogada. O Palmeiras procurou responder pouco depois. Dudu recebeu na esquerda e tocou para Deyverson, que desviou levemente na bola e obrigou Tiago Volpi a afastar de manchete.
O Palmeiras voltou a assustar aos 11 minutos de jogo. Após erro cometido por Bruno Alves na saída de bola, Gustavo Scarpa recebeu na direita, se livrou da marcação já dentro da área e bateu rasteiro, no cantinho, carimbando a trave. Já o Tricolor por pouco não balançou as redes com Antony aos 16, quando o atacante bateu cruzado e mandou rente à trave esquerda de Fernando Prass, porém, o jogador são-paulino estava impedido.
De tanto martelar, o Palmeiras, enfim, conseguiu abrir o placar aos 32 minutos. Diogo Barbosa, que substituiu Victor Luis, fez boa jogada individual pela esquerda e cruzou à meia altura para Deyverson, que, dentro da área, dominou e bateu sem chances para Tiago Volpi. No entanto, após nova consulta ao VAR, o árbitro anulou o tento alviverde, levando a decisão para os pênaltis
Penalidades
Nos pênaltis, melhor para o São Paulo, que mesmo desperdiçando a cobrança decisiva com Tiago Volpi, acabou superando o Palmeiras nos chutes alternados por 5 a 4.
*Por:Marcelo Baseggio/GAZETA ESPORTIVA
BRASÍLIA/DF - Depois do estrago que o Supremo produziu há cerca de dez anos em Roraima, acabando com a produtiva simbiose entre índios e arrozeiros, na reserva Raposa Serra do Sol, a inconsistência do regime chavista de Maduro ajuda aquele estado. A retirada dos arrozeiros que serviam de sustento aos índios fez mal a todos, inclusive à produção de alimentos. A capital, Boa Vista, viu crescer a periferia com pessoas, sem trabalho, aumentou o alcoolismo, a mendicância, a prostituição, a droga. Além disso, Roraima carecia, de infraestrutura para criar trabalho e riqueza.
Maduro e os que fugiam de seu regime acabaram por atrair a necessária atenção do governo federal brasileiro para os problemas de Roraima. O primeiro deles, eletricidade. Agora apressam planos de transmissão de energia, para deixar de depender da eletricidade venezuelana, cheia de apagões. Além do linhão Manaus-Boa Vista, a topografia e o clima do estado são excelentes para aproveitar o sol e o vento, além da possibilidade de projetos hidrelétricos binacionais com a Guiana.
Isso demonstra que há males que vêm para o bem. Mas a recíproca também acontece. Há bem aparente que vêm para o mal. Há 30 anos caía o Muro de Berlim e dois anos depois acabava a União Soviética. Veio a liberdade econômica, política, individual para milhões de pessoas e isso foi um bem, sem dúvida. Mas pelo mundo inteiro, os que sonham com a utopia da ditadura do proletariado, ficaram desarvorados, sem matriz. Por um mecanismo que Sigmund Freud chamou de sublimação e por outro que ele chamou de transferência, os sonhadores buscaram em Gramsci um substituto para o falido Marx. Nas américas, descobriram como ídolos Fidel, Guevara, Chavez e outros.
Nada disso afetaria as liberdades se não fosse, pela sublimação e pela transferência, a adoção de outras bandeiras, como a ditadura do politicamente correto. Ou o enfraquecimento dos direitos de propriedade e da legítima defesa, a luta de classes via racismo e o combate à economia de mercado – não pela força das armas, caminho em que foram derrotados em 1935 e 1964, mas pela conquista das mentes, via escola. Isso vem sendo praticado há anos na formação de “militantes contra o status quo opressor” como me confessou um professsor da Universidade de Brasília, há 25 anos. Os frutos estão aí, gerando desagregação e ódio, enfraquecendo o país. Em tempos de Guerra Fria, era tudo mais claro: simplesmente pegavam em armas e jogavam bombas, sequestravam, assaltavam e matavam, faziam guerrilha no Araguaia.
*Texto escrito Por: Alexandre Garcia.
Alexandre é jornalista, apresentador e colunista político brasileiro.
SÃO CARLOS/SP - Macarrão tem tudo a ver com almoço de domingo, não é mesmo? Que tal inovar na próxima refeição preparando uma macarronada com almôndegas de calabresa? O preparo é fácil e vai deixar a família toda com água na boca!
Ingredientes da macarronada com almôndegas de calabresa
Almôndega
Molho
Modo de preparo
Para as almôndegas, umedeça o pão com água e aperte para sair todo o líquido. Esfarele em uma tigela e adicione o ovo, a carne, a linguiça, sal e pimenta. Amasse até formar uma massa homogênea e modele almôndegas pequenas com as mãos, recheando com o Catupiry®.
Para o molho, junte o tomate com a água no liquidificador e bata até formar um molho. Aqueça uma panela grande, em fogo médio, com o azeite e refogue a cebola e o alho até dourar. Abaixe o fogo, adicione o molho batido e cozinhe por 10 minutos. Acrescente as almôndegas reservadas e cozinhe por mais 15 minutos ou até o molho encorpar e as almôndegas cozinharem. Desligue e tempere com sal e pimenta.
Cozinhe o macarrão conforme as instruções da embalagem, escorra e transfira para uma travessa grande. Cubra o macarrão com o molho de tomate e almôndegas e sirva em seguida, polvilhado com manjericão e parmesão.
*Por: Juliana Garcia/GUIA DA COZINHA
BROTAS/SP - O Circuito Sesc de Artes foi realizado em Brotas neste último sábado (06),e centenas de pessoas participaram do evento. As atividades aconteceram na Praça Amador Simões, no centro da cidade.
Várias atrações e interações com o público como dança, circo, artes visuais, cinema e música, ou seja, manifestações culturais para todos os gostos, foram apresentadas. O prefeito Leandro Corrêa (PSB), esteve presente e falou com a Rádio Sanca da importância do evento na cidade.
“É com muito carinho, maior honra receber o circuito SESC em Brotas. A população vai chegando e interagindo com o cinema, circo, dança e tudo que o SESC trouxe pra nós. Eu só tenho a agradecer ao SESC e ao SINCOMERCIO na pessoa do Paulo Gullo, que nos da essa alegria” afirmou prefeito.
Por: Ivan Lucas
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fotos e vídeo: Maicon Ernesto e Ivan Lucas
https://www.facebook.com/radiosancawebtv/videos/565673593952531/
SÃO CARLOS/SP - Uma semana inteira em regime de internato (com hotel e alimentação) e em contato diário (das 07h00/21h00) com cientistas e professores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP). Aulas expositivas e experimentais, palestras sobre temas atuais de física, visitas monitoradas às oficinas e aos laboratórios de ensino e pesquisas do Instituto – que é considerado um dos maiores centros de pesquisa multidisciplinar da América Latina -, além da possibilidade de conhecer indústrias de tecnologia de ponta que nasceram dentro dos laboratórios do IFSC/USP.
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Enquanto a maioria dos estudantes do ensino médio aproveita o período para curtir as férias, um vasto lote de alunos talentosos oriundos de todos os estados do país decide mergulhar nos laboratórios do IFSC/USP, decifrar enigmas, lançar e resolver problemáticas, encarar as complexidades propostas pela Ciência. Este é, sucintamente, o desafio lançado aos alunos do ensino médio do país pela Escola de Física Contemporânea (EFC), que desde 2001 é organizada pelo Instituto de Física de São Carlos e que este ano ocorrerá entre os dias 30 de junho e 06 de julho. A EFC tem sido para muitos alunos a porta de entrada que deu acesso a uma formação superior de grande qualidade não só em Física, como também em muitas outras áreas do conhecimento, transformando-os em quadros altamente qualificados e transportando-os para áreas profissionais de excelência no Brasil e no resto do mundo. Pela EFC já passaram jovens que hoje são cientistas nas mais variadas áreas do conhecimento e que estão ao serviço de instituições públicas e privadas; engenheiros, biólogos, farmacêuticos, químicos, profissionais nas mais diversas áreas da medicina, profissionais da área financeira, físicos, cientistas de dados, cientistas da área petrolífera, nanomedicina, defesa e aeroespacial, isto só para dar alguns exemplos.
A Escola de Física Contemporânea (EFC), criada em 2001 com a designação de Escola Avançada de Física (EAF), nasceu através de uma parceria de sucesso entre o IFSC/USP e a Associação Paulista de Professores de Física (APROFI).
Procurado inicialmente - e nesse mesmo ano - por um representante dessa Associação, com o objetivo de realizar as provas da Olimpíada Paulista de Física, o IFSC/USP foi convidado a realizar a Escola Avançada de Física, seguindo o exemplo de sucesso alcançado pelo ITA com uma iniciativa idêntica, ou seja, uma atividade acadêmica realizada em tempo de férias, voltada para estudantes do Ensino Médio. Foi nesse momento que entrou a figura do Prof. Dr. Luiz Antônio de Oliveira Nunes, docente e pesquisador do IFSC/USP, que entusiasticamente se disponibilizou totalmente em coordenar esse evento, com o apoio dos então diretor e vice-diretor do Instituto, Professores Horacio Carlos Panepucci e Luiz Nunes de Oliveira.
Em paralelo com o entusiasmo de lançar a EAF, havia também o receio de que esse entusiasmo não contagiasse os alunos, atendendo a que os objetivos da Escola eram muito direcionados: Luiz António de Oliveira Nunes, fundador desta iniciativa, queria mostrar o funcionamento do mundo da pesquisa e dos principais grupos de pesquisa do país a partir de aulas expositivas e experimentais, abordando tópicos de Física Clássica e Física Moderna, realização de palestras e de visitas monitoradas às oficinas e aos laboratórios do Instituto, bem como a indústrias de alta tecnologia da cidade de São Carlos. O foco era exatamente mostrar possibilidades de desbravar um futuro promissor para os jovens, fosse na área acadêmica, fosse como empreendedor, no mundo da Física. “Hoje, mas muito menos que antigamente, as pessoas ainda não sabem onde um Físico pode atuar e isso deve ficar cada vez mais claro”, comenta o fundador da EAF.
A primeira edição da EAF logrou ter 150 inscritos, tendo sido selecionados 40 para ingressar na Escola. O critério de seleção dos alunos priorizou medalhistas de olimpíadas científicas e com excelentes médias escolares, sendo que nessa época não havia muito interesse por parte de professores para ingressar no projeto, mas a resposta de sucesso no segundo ano foi motivadora. Em 2002, a Escola ganhou mais visibilidade e notoriedade, muito por conta do interesse da media regional e nacional que, de repente, viram o quanto era importante o fato de um Instituto congregar, a tempo inteiro e em regime de internato, cerca de 40 jovens estudantes mergulhados em livros, fórmulas e experimentos laboratoriais em pleno período de férias, quando todo mundo estava nas praias ou assistindo à etapa final da Copa do Mundo de Futebol de 2002.
Após os sucessos da edição da EAF no IFSC/USP, outras instituições de grande prestígio nacional iniciaram a reprodução do modelo da iniciativa, até porque ela era uma forte motivação para os alunos.
O ano seguinte (2003) foi marcado por novas conquistas, com a inscrição de 250 alunos e a seleção de 61 jovens participantes - um aumento de 21 alunos, em relação a 2001, o que catapultou a EAF para um conceito extraordinário, que foi confirmado por uma comissão de avaliação internacional que, entretanto, visitou o Instituto e que ficou maravilhada com a filosofia da Escola, com seus objetivos e sua excelência.
Com a saída – por motivos profissionais - do Prof. Luiz Antônio de Oliveira Nunes da coordenação da Escola após a terceira edição, veio também a mudança de nome. O IFSC/USP passou a assumir o projeto de forma integral, mudando a designação da EAV para Escola de Física Contemporânea (EFC), já sob a coordenação do Prof. Eduardo Ribeiro de Azevedo, nos anos de 2003 e 2004, durante os mandatos diretivos dos professores Roberto Mendonça Faria e Glaucius Oliva, respectivamente.
Embora dedicada a alunos do ensino médio, a EFC é e continuará a ser uma antecâmera para um futuro promissor, principalmente no que diz respeito às expectativas dos jovens em ingressarem no mercado de trabalho, com formação de excelência. “A EFC é uma forma de desmistificar conceitos negativos que alguns alunos ainda têm sobre a Física, atendendo a que essa área do conhecimento está intrinsecamente relacionada com todas as outras – engenharias, computação, etc., obrigando os jovens a saírem de um estado de meros espectadores e colocando-os como intervenientes diretos, ou seja, obrigando-os a meterem as mãos na massa”, sublinha Eduardo Ribeiro de Azevedo. Visitas a empresas de tecnologia de ponta sediadas na cidade de São Carlos, incentivar os alunos a abordarem temas de seu interesse, atrair pais e restantes familiares a conhecerem o Instituto, são algumas das ações que Eduardo Ribeiro de Azevedo defende para a continuação exitosa da EFC. “Esta iniciativa é muito importante para os alunos do ensino médio, principalmente para terem uma visão mais ampla sobre o que é a Universidade e, principalmente, o que é a ciência como um todo e sua importância social. A Escola de Física Contemporânea tem contribuído muito para trazer alunos de excelência para o nosso Instituto e, principalmente para a USP, particularmente para o Campus de São Carlos que, com isso, promove igualmente o conhecimento da própria cidade”, conclui.
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Raquel Gama, residente em Governador Valadares (MG), descobriu, na 5ª Série, a Olimpíada Brasileira de Matemática e tentou vencer esse obstáculo, mas não conseguiu chegar lá. Tudo parecia complicado demais, inatingível, mesmo. Embora muito nova, refletiu sobre esse “insucesso”, investigou o que tinha feito errado e tentou novamente no ano seguinte: resultado – uma medalha de bronze. E não parou por aí. Já na 7ª Série conquistou nova medalha de bronze na competição e na 8ª Série levou uma de prata para casa. A matemática começou a ser para a jovem uma espécie de companheira de todos os dias, algo que começou a fazer parte integrante de sua vida. Quanto às olimpíadas do conhecimento, essas competições começaram a mostrar a ela um mundo diferente, já que além do prazer em ganhar medalhas, as olimpíadas facultaram à jovem uma relação com muitas pessoas, entre alunos, professores e pesquisadores, além do fascínio e da descoberta proporcionadas na realização de inúmeras viagens por um país (o seu) até aí desconhecido para ela.
E a paixão por participar em olimpíadas, sua luta para ser “algo”, apareceu inexoravelmente no ensino médio, com participações em diversas olimpíadas do conhecimento – Física, Química, Matemática, Astronomia, etc. -, até que, subitamente, a jovem ouviu falar de uma iniciativa que prendeu sua atenção: A Escola de Física Contemporânea (EFC).
Candidatou-se e foi selecionada para a edição de 2014, onde, durante oito dias, em regime de internato, mergulhou a fundo na temática, trabalhou exaustivamente nos laboratórios junto com seus colegas, trocou ideias e sanou suas dúvidas com pesquisadores e docentes da USP:
“Participar da EFC foi muito importante e decisivo na minha vida. Antes de participar eu não tinha certeza do que cursar na graduação, gostava de exatas e por isso achava que devia cursar Matemática. Na EFC me foi introduzido aspectos da Física, além dos que aprendemos no Ensino Médio, e me fez perceber que Física era o que eu realmente gostaria de estudar. Além das palestras e aulas, o que mais gostei foi ir ao laboratório e fazer experimentos de Física Moderna pela primeira vez. Senti-me uma cientista!! E, quando voltei da Escola, decidi me tornar uma de verdade”. Embora sua decisão de fazer Física remontasse ao 3º ano do Ensino Médio, Raquel confessa que a EFC foi decisiva para sua escolha definitiva: “Depois de ter conhecido o IFSC, através da EFC, não hesitei: lancei-me nos braços do Instituto de Física de São Carlos, em 2015, através do vestibular, um instituto de nível internacional com uma infraestrutura fantástica e com docentes e pesquisadores de alto nível”.
Raquel Gama concluiu seu Bacharelado em Física em janeiro do corrente ano e durante seu percurso acadêmico conquistou os seguintes prêmios:
SIFSC – (2017) Prêmio de Mérito Científico “Profa. Dra. Yvonne Primerano Mascarenhas” – Projeto de Iniciação Científica;
“Prêmio AUREMN” (2018) Melhor trabalho de Iniciação Ciêntífica.
Fernando Fernandes Paiva, docente e pesquisador do IFSC/USP, assumiu as edições da EFC correspondentes aos anos de 2014/2015/2016. Logo em 2014, a prioridade da equipe do docente foi fazer um levantamento de todo o processo do evento, mantendo intocável a inclusão do Laboratório de Física Moderna como o principal destaque da Escola, fazendo com que ela girasse em torno dessa estrutura que se assumia como a derradeira etapa para os alunos apresentarem seus seminários finais, depois de inúmeras aulas teóricas e experimentais que equilibradamente ocorriam na semana da EFC. Além da riquíssima “prata da casa”, constituída por docentes e pesquisadores do IFSC/USP, que se disponibilizaram a enriquecer os conhecimentos dos jovens alunos, a equipe de Fernando Paiva começou a convidar docentes externos ao IFSC/USP, como foram os casos de H. Moysés Nussenzveig e Gerardo Adesso, da Universidade de Nottingham (UK), que foram duas das mais notáveis colaborações na EFC.
Com figuras proeminentes nas aberturas dos eventos – Sérgio Mascarenhas e Vanderlei Bagnato, entre outras – e com outras tantas nos encerramentos, constituindo bancas de avaliação exigentes, a EFC é para Fernando Paiva o único evento de extensão no país que oferece uma qualidade ímpar em termos de aprendizado e de um contato direto dos alunos com o que se faz na ciência, principalmente na física. “É um formato que não estressa o aluno e que lhe dá, no final, um sentimento de felicidade extrema. É a chance que qualquer jovem tem de ver ao vivo as grandes pesquisas que se fazem no Brasil e que inevitavelmente muitas delas passam pelo IFSC/USP”, comenta Fernando Paiva, acrescentando que todo esse trabalho desencadeado na EFC é importante para o futuro dos jovens alunos, para as escolhas que eles fazem em relação a uma profissão, já que eles são os melhores do ensino médio nacional. “A EFC é inteiramente dedicada aos melhores alunos, independente de suas escolhas futuras ou de suas preferências profissionais, sendo também dirigida aos alunos de excelência que escolhem a USP São Carlos para se formarem, quer devido a questões geográficas, quer por alguma atração à física, em particular”, salienta Fernando Paiva, enfatizando o fato de se ter feito um grande esforço na divulgação do evento, principalmente na cidade de São Carlos e região, com a finalidade de atrair os melhores alunos. “Ao longo dos três anos em que estivemos comandando a EFC, desenvolveu-se uma ação de divulgação intensa junta das escolas, com a participação ativa da Diretoria de Ensino de São Carlos, o que resultou num apreciável acréscimo de alunos desta região. Em 2016, por exemplo, dos trinta alunos selecionados para participarem do evento, dez eram de escolas públicas de São Carlos, o que foi uma marca muito positiva. A EFC é, de fato, um trabalho de extensão cujo resultado verte diretamente para a sociedade”, conclui.
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Comissão-Organizadora-EFC-2019-–-Professores-Renato-Vitalino-Gonçalves-Luiz-Antônio-de-Oliveira-Nunes-Sebastião-Pratavieira-e-Diogo-Boito.[/caption]
Sebastião Prativeira, Diogo Boito, Renato Vitalino Gonçalves e Luiz Antônio de Oliveira Nunes são os docentes do IFSC/USP que assumiram a organização da EFC-2019, com o compromisso de manter o evento como um dos mais importantes no capítulo de extensão da Universidade de São Paulo, inteiramente dedicado aos mais proeminentes alunos do ensino médio do país. Luiz Antônio de Oliveira Nunes – o criador da EFC e que agora regressa, auxiliando o grupo organizador com sua dinâmica e experiência - enfatiza que o IFSC/USP é de fato uma das Unidades mais produtivas da Universidade de São Paulo e um dos melhores Institutos, não só em termos nacionais como internacionais, motivo pelo qual se pretende que os alunos do ensino médio do país conheçam essa extraordinária infraestrutura, até para auxiliá-los na escolha de uma área de conhecimento que os lançará numa profissão de prestígio. Diogo Boito e Renato Gonçalves sublinham, por sua vez, que a EFC busca sempre oferecer um equilíbrio entre as atividades teóricas e práticas que são oferecidas aos participantes da Escola, algo que este ano será mais aprofundado e com uma maior integração entre as áreas. Por último, Sebastião Pratavieira destaca, para a edição deste ano da EFC, a realização de uma nova atividade que certamente irá despertar a atenção dos alunos, consubstanciada na visita a uma das empresas de alta tecnologia sediadas na cidade de São Carlos, por forma a que os jovens alunos tenham igualmente conhecimento sobre a ciência que se faz fora da Academia.
Em suma, tudo está praticamente preparado para a seleção final dos trinta alunos que irão compor a EFC – 2019, num esforço do IFSC/USP para abrir as portas do futuro a jovens que encaram a ciência como algo que transformará suas vidas para sempre, rumo ao desenvolvimento do País.
Você, jovem estudante do ensino médio, faça sua inscrição e participe desta fantástica Escola, acessando o link abaixo:
BRASÍLIA/DF - Uma pesquisa do Ministério da Saúde indica que 53% da população brasileira estão com excesso de peso e 45,8% praticam uma atividade física insuficiente. Os valores foram registrados na Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel).
Feito em 2017, o estudo envolve entrevistas feitas por meio do telefone, com participação da Associação Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Os números estão longe da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) que pretende reduzir a inatividade física em 15% até 2030, em todo o mundo.
Segundo pesquisa da OMS em 2018, o número de pessoas que faziam atividades insuficientes totalizava 1,4 bilhão de pessoas. “Acredita-se que um em cada cinco adultos e quatro em cada cinco adolescentes não praticam atividade física de forma suficiente”, disse o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Rogério Scarabel.
Neste fim de semana, quando se comemoram o Dia da Atividade Física (6) e o Dia Mundial da Saúde (7), a ANS lança o projeto Movimentar-se É Preciso. Por meio do seu Programa de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos de Doenças (Promoprev), a agência está estimulando as operadoras de saúde a realizarem programas voltados a atividades físicas para seus beneficiários nestes dois dias.
Crescimento
Atualmente, existem 1.822 programas Promoprev cadastrados junto à ANS, contemplando cerca de 2,25 milhões de beneficiários de planos de saúde. O número de programas cresceu 432% em sete anos. Das 743 operadoras médico-hospitalares ativas com beneficiários, 394 –53% do total – têm programas desse tipo na ANS. Das 394 operadoras exclusivamente odontológicas ativas com beneficiários, somente 15 (4,27%) têm programas na ANS.
Para apoiar os esforços dos países e comunidades em atingir a meta de redução de sedentarismo, a OMS lançou, no último ano, um plano de ações que incentiva as pessoas a estar mais ativas todos os dias. As operadoras que quiserem saber mais detalhes podem acessar o portal da OMS ou entrar em contato com a ANS por meio do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Prevenção
O diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS enfatizou que a atividade física regular é fundamental para prevenir e tratar doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), entre as quais se incluem as doenças cardiovasculares, diabetes e câncer, além das doenças mentais.
Segundo a ANS, essas enfermidades são responsáveis por 71% de todas as mortes no mundo, incluindo as mortes de 15 milhões de pessoas por ano entre 30 e 70 anos. Além de constituir um desafio para a saúde, a inatividade física custa cerca de US$ 54 bilhões em todo o mundo em assistência médica direta, dos quais 57% são incorridos pelo setor público.
O Promoprev quer reduzir os índices elevados de obesidade no país. A ANS elaborou um manual de diretrizes de enfrentamento da obesidade na saúde suplementar nacional e procura incentivar as operadoras a desenvolver projetos para beneficiar os consumidores. O guia está disponível na página da agência: www.ans.gov.br.
*Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil
BARRINHA/SP - Em parceria com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e a Polícia Militar Rodoviária, a AB Triângulo do Sol realizará uma nova edição do Pedestre na Via, em Barrinha, na próxima segunda-feira (8). A atividade ocorrerá no dispositivo do km 101,200 da Rodovia Carlos Tonani (SP-333) – em frente à Vila Recreio, das 16h30 às 17h30.
O objetivo do Pedestre na Via é conscientizar as pessoas quanto à importância de usar a passarela para evitar atropelamentos. Durante a ação de segurança viária, equipes da concessionária instruem os participantes sobre travessia segura e distribuem folhetos educativos sobre o tema. Os pedestres ganham ainda um delicioso lanche.
Não são só motoristas que precisam ficar atentos. Os pedestres também precisam assumir comportamentos seguros para evitar acidentes. De acordo com relatórios atualizados pelo Infosiga, em 2018, 1.461 pedestres morreram em acidentes de trânsito no Estado de São Paulo, em vias municipais e rodovias.
Serviço:
Pedestre na Via em Barrinha
Data: 8 de abril (segunda-feira)
Horário: das 16h30 às 17h30
Local: na passarela do km 101,200 da Rodovia Carlos Tonani (SP-333), em frente à Vila Recreio, em Barrinha
AB Triângulo do Sol I Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo
A concessionária AB Triângulo do Sol é responsável pela administração de 442 quilômetros de rodovias que compreendem o Lote 9 do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo:Rodovia Washington Luís (SP-310), entre São Carlos e Mirassol; Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), de Matão a Bebedouro; e Rodovia Carlos Tonanni / NemésioCadetti / Laurentino Mascari / Dr. Mario Gentil (SP-333), entre Sertãozinho e Borborema.
MATÃO/SP - Neste último sábado (06), a Polícia Militar foi acionada para ir até a Rua José Gonçalves, no Residencial João Vital (Cohab) na cidade de Matão, para atender uma ocorrência onde um idoso era agredido.
De acordo com informações, o agressor de 28 anos espancava seu pai de 59 anos e foi necessário o uso de força Policial para conter o criminoso. Na delegacia, o pai agredido disse aos Policiais que seu filho é usuário de entorpecentes e que saiu da cadeia há pouco tempo, estando preso por ter esfaqueado sua sogra.
Diante dessas informações o jovem foi preso em flagrante por agressão, sendo encaminhado para a cadeia pública de Santa Ernestina-SP.
*Por: Marcelo Bonholi/PORTAL MORADA
PORTO FERREIRA/SP - Inaugurado em 10 de dezembro do ano passado, o novo Escritório Regional da Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo) em Porto Ferreira já está em pleno funcionamento.
A unidade, que funciona junto à Casa do Empreendedor, à rua Francisco Prado, 396, no Centro, passou por um período de instalação e desde segunda-feira (01/04) está apta a oferecer todos os serviços para os quais foi credenciada.
O Escritório Regional é uma parceria entre a Prefeitura de Porto Ferreira, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, com o Sescon/SP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis) e a Jucesp.
A Junta Comercial é responsável pelo registro, fé pública e publicidade dos documentos arquivados pelos empresários, sociedades empresárias e sociedades cooperativas no Estado. Tem ainda como principais atribuições processar a habilitação e a nomeação dos tradutores públicos e intérpretes comerciais, além da matrícula e fiscalização de leiloeiros e armazéns gerais.
A autorização para a instalação da unidade no município foi dada pelo secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jânio Francisco Benith, em julho de 2018. O Termo de Convênio e o Plano de Trabalho foram assinados em novembro.
*Por: Cléber Fabbri/PMPF
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