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Radio Sanca Web TV - Quinta, 22 Setembro 2022

SÃO PAULO/SP - A candidata a deputada federal por São Paulo Patrícia Zanella (Rede-SP) afirmou nesta quinta-feira (22) que o Brasil deve ter, por lei, um Congresso Nacional com paridade de gênero, refletindo o eleitorado do país. Disse também que a temática será objeto de seu primeiro projeto de Lei, caso eleita.

Zanella também afirmou que não basta lançar candidaturas femininas, sendo necessárias ações, pelos partidos, de formação política para mulheres, providenciando estrutura de campanha e cargos dentro da própria hierarquia das legendas.

A candidata, que concorre pela segunda vez ao cargo no Legislativo, disse também que foca a educação, a saúde e a temática ambiental como temas prioritários caso seja eleita, dizendo que seu eleitor pode ser qualquer brasileiro que acredita em um país justo e sustentável.

Perguntada sobre a possível revogação de reformas em um eventual governo do ex-presidente Lula (PT), Zanella diz que não é preciso revogar toda a reforma trabalhista, mas que se devem adicionar novas temáticas, como a possibilidade de ações afirmativas nas empresas. Ela declarou, porém, ser favorável à revogação da emenda constitucional que criou o teto de gastos.

Também declarou-se a favor da permanência do auxílio emergencial como um recurso permanente e diz ser necessário um aumento do valor para algo além dos R$600.

Sobre educação, disse que é muito difícil ser acadêmico no Brasil pelas dificuldades financeiras e pelos cortes de gastos em pesquisa e desenvolvimento. Assim, afirmou que possui como prioridade propor o aumento das bolsas providas pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e o aumento do investimento na temática na totalidade.

Abordada sobre a mudança climática, Zanella ressaltou que as comunidades mais afastadas e mais vulneráveis socioeconomicamente sofrem mais com os eventos extremos do clima, e afirmou que o Congresso Nacional não tomou nenhuma ação na atual legislatura, mesmo com o que já era mapeado pelos acadêmicos.

Afirmou, portanto, ser necessário um suporte do Estado e especialmente do Poder Legislativo, a fim de mudar a legislação, frear o desmatamento e atuar mais eficientemente no tema, com maiores investimentos em saneamento básico. Também disse ser a favor de uma reforma agrária e a demarcação de terras indígenas.

 

 

MATHEUS TUPINA / FOLHA de S.PAULO

Publicado em Política

BRASÍLIA/DF - A Petrobras anunciou ontem (22) nova redução no preço de venda de gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha.

A partir de hoje (23), o preço médio de venda do quilo de GLP para as distribuidoras cairá de R$ 4,0265 para R$ 3,7842, equivalente a R$ 49,19 por botijão de 13kg. A redução média será de R$ 3,15 por 13kg.

Segundo informou a Petrobras, essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da empresa, “que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

Outros ajustes

Essa é a segunda redução do preço médio de venda do GLP da Petrobras para as distribuidoras em setembro e a terceira do ano. No último dia 13, o preço médio de venda do gás de cozinha passou de R$ 4,23/kg para R$ 4,03/kg, equivalente a R$ 52,34 por 13kg, com redução média de R$ 2,60 por 13 kg.

Em 9 de abril, houve redução de R$ 4,48/kg para R$ 4,23/kg, equivalente a R$ 54,94 por 13kg. A redução média refletida foi de R$ 3,27 por 13kg.

Já em março, houve variação, mas para cima. No dia 11 daquele mês o preço médio de venda do GLP para as distribuidoras passou de R$ 3,86/kg para R$ 4,48/kg, equivalente a R$ 58,21 por 13kg e refletindo reajuste médio de R$ 0,62 por kg.

 

 

Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil 

Publicado em Economia

RÚSSIA - Os referendos de anexação pela Rússia começaram na sexta-feira (23) em regiões da Ucrânia controladas total ou parcialmente por Moscou, num processo denunciado por Kiev e o Ocidente. As votações, consideradas um “simulacro” pelo governo ucraniano, são o prenúncio de uma provável escalada do conflito.

Os referendos começaram às 7h no horário local e poderão ser realizados até 27 de setembro nas regiões separatistas pró-Rússia de Donetsk e Lugansk (leste), e em áreas sob ocupação russa nas regiões de Kherson e Zaporíjia (sul). As votações são idealizadas há meses por Moscou, mas o calendário parece ter sido acelerado após a contra-ofensiva ucraniana, que obrigou o Exército russo a recuar no nordeste do país.

As consultas populares foram anunciadas pelo presidente Vladimir Putin no início da semana, que chegou a ameaçar com ataques nucleares para defender o que considera ser territórios russos.

De antemão, não há qualquer dúvida sobre o resultado destes referendos, organizados às pressas. O pleito foi criticado com veemência pelo governo ucraniano e seus apoiadores ocidentais, que acusam Moscou de repetir a estratégia utilizada na península da Crimeia em 2014, para assumir o controle de faixas inteiras de território ucraniano.

"Realizar este referendo é um passo histórico. Estamos voltando para casa", celebrou o líder da região separatista pró-Rússia de Donetsk, Denis Pushilin, em um vídeo publicado na manhã de sexta-feira no Telegram.

Os separatistas encarregados dos procedimentos eleitorais em Donetsk indicaram que, "por razões de segurança", já que os combates permanecem, a votação seria organizada principalmente de porta em porta durante quatro dias. As seções de votação abrirão "apenas no último dia", ou seja, em setembro 27.

Serão 450 e 461 seções nas regiões de Donetsk e Lugansk, respectivamente, 394 em Zaporíjia e 198 em Kherson. Vários locais de votação também foram abertos na Rússia para permitir o voto de "refugiados" que fugiram dos combates, segundo agências de notícias russas.

 

Aceleração dos planos

Os moradores das regiões separatistas pró-Rússia de Donetsk e Lugansk, que já declararam "independência", devem decidir se querem ou não fazer parte da Rússia. Já em Kherson e Zaporíjia, parcialmente ocupadas pelas forças russas, a pergunta feita é: "Você quer se separar da Ucrânia, criar estados independentes e se tornar parte da Rússia?"

O presidente da câmara baixa do Parlamento russo, Vyacheslav Volodin, exortou na sexta-feira seus "compatriotas" – os pró-russos da Ucrânia – a "escolher integrar a Rússia". "Nós vamos apoiá-los", disse.

Mesmo que a anexação dessas quatro áreas não seja reconhecida pela comunidade internacional, ela marcará um ponto de virada na ofensiva que a Rússia lidera na Ucrânia desde 24 de fevereiro. Na quarta-feira, o presidente Vladimir Putin decretou uma mobilização parcial de russos em idade de combate, que envolverá pelo menos 300 mil pessoas.

Acusando os ocidentais de querer "destruir" a Rússia, Putin também ameaçou usar "todos os meios", incluindo os nucleares – declarações que foram fortemente condenadas pelos Estados Unidos e a União Europeia.

 

"Combustível no fogo" 

Até a China, próxima de Moscou, tomou distância da Rússia após o anúncio dos referendos, pedindo “respeito à integridade territorial dos Estados”. A Rússia também se viu isolada no Conselho de Segurança da ONU, onde o secretário de Estado americano, Anthony Blinken, liderou acusações nesta quinta-feira.

"O fato de o presidente Putin ter escolhido esta semana, quando a maioria dos líderes mundiais se reúne na ONU, para adicionar combustível ao fogo que ele começou demonstra seu total desrespeito à Carta da ONU", disse Blinken, que se recusou a se encontrar com seu colega russo, Sergei Lavrov.

"A ordem internacional que tentamos salvar aqui está sendo destruída diante de nossos olhos. Não podemos deixar o presidente Putin se safar", adicionou ele, na reunião convocada pela presidência francesa.

Lavrov, presente na sala do conselho, onde também discursou, não estava sentado na mesma mesa dos demais ministros, sendo substituído por um deputado.

 

(Com informações da AFP)

RFI

Publicado em Guerra na Ucrânia

PEQUIM - Com quedas recentes do valuation da holding do Tik Tok, a ByteDance, bem abaixo dos US$ 300 bilhões (chegou a US$ 275 bilhões), a empresa ofereceu para os investidores a compra de US$ 3 bilhões das próprias ações, como opção para os que querem uma saída agora — ao oferecer US$ 177 por ação, o valuation voltaria para a casa dos US$ 300 bilhões.

Os planos de IPO da empresa sediada em Pequim estão paralisados. O valor de mercado já chegou a US$ 400 bilhões, mas começou a cair em julho. A companhia, no entanto, ainda segue como promessa de grande retorno.

 

(Nota publicada na edição 1292 da Revista Dinheiro)

 

 

Victor Marques - ISTOÉ DINHEIRO

Publicado em Economia

HONG KONG - Hong Kong anunciou nesta sexta-feira o fim da quarentena obrigatória por covid-19 para os estrangeiros que chegam ao território, uma decisão que acaba com dois anos e meio de isolamento.

"Com este dispositivo, o sistema de quarentena em um hotel será cancelado", afirmou o chefe de Executivo, John Lee, à imprensa.

Nos últimos dois anos e meio, Hong Kong adotou a mesma política da China de 'covid zero', o que provocou problemas para este centro financeiro porque as cidades concorrentes reabriram antes para os estrangeiros.

O anúncio deixa a China continental como a única grande economia que mantém a quarentena para as chegadas internacionais.

O chefe do Executivo de Hong Kong afirmou que o atual sistema de quarentena de três dias em um hotel acabará para aqueles que chegam a Hong Kong do exterior e de Taiwan.

Os viajantes serão submetidos a um teste PCR na chegada e não poderão frequentar bares e restaurantes nos primeiros três dias, de acordo com um sistema denominado "0+3" pelas autoridades.

 

 

AFP

Publicado em Política

SÃO PAULO/SP - Com dez dias de intervalo entre a vitória sobre o Santos, no último domingo, e o próximo compromisso, contra o Atlético-MG, na próxima quarta-feira, o técnico Abel Ferreira trabalha para definir os substitutos de Danilo e Zé Rafael no meio de campo do Palmeiras.

Com ambos suspensos, a tarefa de quem os substituí-los contra o Galo passará por manter a solidez que os titulares oferecem. Sem ambos, o Palmeiras perde dois dos seus principais ladrões de bola no Campeonato Brasileiro.

Zé Rafael é o jogador que lidera a estatística de desarmes dentro do elenco palmeirense no Brasileirão. Segundo dados do Footstats, o camisa oito tem 48 desarmes corretos nos 26 jogos que disputou. Já Danilo, que atua como primeiro volante, tem 39 em 24 jogos, e é o terceiro melhor do plantel no quesito.

Em outras estatísticas defensivas, a dupla de volantes do Palmeiras também carrega boas médias, garantindo a solidez da equipe no setor de meio de campo. Zé Rafael soma dez interceptações no campeonato, enquanto Danilo tem nove. Já em rebatidas, o camisa 8 aparece com 29, atrás da Cria da Academia, que é quarto do elenco no quesito, com 51.

Gabriel Menino poderia ser um dos substitutos, mas também cumpre suspensão após levar o terceiro cartão amarelo contra o Santos. Assim, as vagas seguem indefinidas pela comissão técnica de Abel Ferreira. Uma delas deve ter Atuesta, que já disputou 41 jogos na temporada. Fabinho, do sub-20, também pode receber uma oportunidade depois da final do Brasileiro da categoria, no domingo, contra o Corinthians.

Outra opção é ter o zagueiro Luan improvisado como volante, com Kuscevic na vaga do convocado Gustavo Gómez, ou ainda uma linha de três zagueiros, com ambos ao lado de Murilo.

Abel Ferreira, que também cumpre suspensão, tem mais quatro treinos para definir a sua equipe. Nesta sexta-feira, o elenco do Palmeiras tem folga e não comparece à Academia de Futebol. A reapresentação acontece no sábado, e o Verdão treina ainda no domingo, na segunda e na terça-feira, antes de embarcar para Belo Horizonte.

 

 

GAZETA ESPORTIVA

Publicado em Esportes

JAPÃO - A brasileira Bia Haddad garantiu presença nas quartas de final da do WTA 500 de Tóquio (Japão) após a japonesa Naomi Osaka desistir, nesta quinta-feira (22), da partida da segunda rodada ao alegar problemas médicos.

Após a confirmação de sua desistência da partida, a WTA publicou uma mensagem de Osaka agradecendo o apoio de todos: “Este foi e sempre será um torneio especial para mim e eu gostaria de ter entrado na quadra hoje, mas meu corpo não me deixa. Obrigado por todo o seu apoio esta semana e nos vemos no próximo ano”.

Agora, Bia Haddad, atual 16ª colocada do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês), medirá forças com a russa Veronika Kudermetova por uma vaga nas semifinais.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Publicado em Esportes

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