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AUSTRÁLIA - Uma sequência incomum de ataques de tubarão voltou a colocar a Austrália em estado de alerta nos últimos dias. Em menos de 48 horas, ao menos quatro pessoas foram atacadas no estado de New South Wales, três delas enquanto surfavam, em diferentes pontos da costa.

O caso mais recente ocorreu na manhã de terça-feira (20), no horário local, em Point Plomer Beach, no litoral norte do estado. Um surfista de 39 anos foi mordido enquanto estava na água e precisou ser levado ao hospital. Apesar do susto, ele não sofreu ferimentos graves. A prancha apresentava marcas evidentes de dentes, indicando o ataque.

Segundo Steve Pearce, diretor executivo do Surf Life Saving NSW, a região é conhecida por registrar atividade frequente de tubarões. “A região é conhecida pela presença de tubarões. Ele teve muita sorte por não ter sofrido ferimentos graves”, afirmou à ABC.

Outros ataques
O episódio se soma a outros três ataques registrados em um curto intervalo de tempo. O primeiro envolveu uma criança, mordida enquanto nadava no porto de Sydney.

Pouco depois, um garoto de 11 anos foi atacado durante uma sessão de surfe em Dee Why, praia marcada por um episódio trágico recente, onde o surfista Mercury Psillakas morreu após um ataque de tubarão-branco, em setembro do ano passado.

Na sequência, um homem na casa dos 20 anos foi gravemente ferido enquanto surfava em North Steyne Beach. Ele permanece em estado crítico.

Um dos voluntários que ajudaram no resgate relatou o desespero do momento, descrevendo a grande quantidade de sangue e a tentativa de manter a vítima consciente até a chegada à areia. “Um amigo o colocou em cima da prancha e começou a empurrá-lo em direção à praia. Havia sangue na prancha, e eu tentava puxá-los para ajudar. Ele estava em silêncio por causa da dor, mas permanecia consciente. Eu só repetia para ele não olhar para a perna”, contou.

Evitar o mar
Diante da escalada de ocorrências, autoridades locais reforçaram os alertas de segurança e chegaram a recomendar que a população evite entrar no mar. De acordo com Pearce, as condições ambientais atuais favorecem a presença de tubarões-touro, espécie conhecida por frequentar águas costeiras e de baixa visibilidade.

“A qualidade da água está muito ruim, o que é um fator que atrai esse tipo de tubarão. Temos duas pessoas gravemente feridas no hospital. Neste momento, a recomendação é clara: as praias não são seguras”, disse Pearce à ABC.

A Austrália convive historicamente com a presença de tubarões, mas a concentração de ataques em um intervalo tão curto chama atenção e reacende o debate sobre segurança, monitoramento e protocolos em áreas muito frequentadas por surfistas e banhistas.

 

 

por Folhapress

AUSTRÁLIA - Os dois atiradores que mataram 15 pessoas na Austrália e feriram outras 40 agiram sozinhos no ataque, disse a Polícia Federal do país nesta terça (30) em um comunicado.

Segundo a comissária Krissy Barrett, a investigação inicial indica não haver evidências de que os agressores fizessem parte de uma célula terrorista maior ou tenham sido instruídos por terceiros a realizar o ataque.

Autoridades australianas analisavam um possível treinamento de Naveed Akram e seu pai, Sajid Akram, que foi morto pela polícia no dia do ataque, com o grupo terrorista Estado Islâmico em Manila, nas Filipinas. Os dois estiveram no país em novembro.

"Mas não estou sugerindo que eles estavam lá como turistas", afirmou Barrett.
Na casa dos dois em Sydney, policiais encontraram bandeiras que remetiam ao grupo islâmico.

Análise inicial das imagens do circuito interno do hotel da capital filipina mostra que ambos raramente saíram de lá. Mas a Polícia Federal australiana ainda trabalha com autoridades filipinas para avaliar todas as filmagens da visita.

"Continuo preocupado com adultos e jovens vulneráveis, suscetíveis à manipulação de extremistas religiosos ou de outro tipo que incentivam a violência ou banalizam o uso da força", disse a comissária. "A radicalização e o extremismo podem servir como uma linha de recrutamento para grupos terroristas dispostos a usar a violência para promover suas causas".

O ATAQUE

No dia 14 de dezembro, Naveed Akram e Sajid Akram abriram fogo na praia de Bondi, em Sydney, durante uma celebração judaica no local. Os dois mataram 15 pessoas e feriram outras 40. Foi o pior ataque terrorista em décadas na Austrália.

Pelo menos uma criança morreu no atentado. Um cidadão de Israel também foi morto. As vítimas tinham de 10 a 87 anos, e não há informações sobre outros estrangeiros.

Uma das praias mais famosas do mundo, Bondi costuma ficar lotada de moradores e turistas. Vídeos que circularam na internet registraram centenas de pessoas correndo em pânico durante o tiroteio.

 

 

por Folhapress

AUSTRÁLIA - Milhares de caranguejos-vermelhos iniciaram sua migração anual na Ilha Christmas, território australiano no Oceano Índico. O fenômeno, que transforma as paisagens da ilha em um tapete vermelho em movimento, começou com a chegada das chuvas de verão no hemisfério sul.

“Algumas pessoas podem achar que eles são um incômodo, mas a maioria de nós considera um privilégio poder conviver com eles”, afirmou Alexia Jankowski, gerente interina do Parque Nacional da Ilha Christmas, à Associated Press.

Segundo ela, os crustáceos atravessam tudo o que encontram pela frente para chegar à costa e não fazem distinção entre casas, ruas ou jardins. “Se você deixar a porta da frente aberta, pode voltar para casa e encontrar vários caranguejos-vermelhos na sala de estar. Há quem precise usar um ancinho para conseguir tirar o carro da garagem sem feri-los”, contou.

A população de caranguejos na ilha é estimada em cerca de 200 milhões, e até metade deles deve deixar suas tocas na floresta rumo ao mar para se reproduzir. Durante o percurso, os animais buscam sombra nas horas mais quentes, mas caminham lentamente por estradas, trilhas e quintais ao amanhecer e ao entardecer.

Quando chegam à costa, os machos cavam tocas onde as fêmeas permanecem por cerca de duas semanas para pôr e incubar os ovos. A liberação das ovas está prevista para ocorrer durante a maré alta de 14 ou 15 de novembro. Após a eclosão, as larvas passam cerca de um mês no oceano antes de retornar à ilha já como minúsculos caranguejos.

Jankowski explicou que, nessa fase, o cuidado com os filhotes é redobrado. “Quando são muito pequenos, com menos de meio centímetro, não dá para recolhê-los com um ancinho. Então usamos sopradores de folhas para tirá-los das estradas e evitar que sejam atropelados. É uma cena curiosa, com pessoas carregando sopradores nas costas para proteger os caranguejinhos”, descreveu.

 

 

por Notícias ao Minuto

AUSTRÁLIA - Robert e Anne Margaret Geeves, ambos com 64 anos, foram considerados inocentes do assassinato de Amber Haigh, uma adolescente de 19 anos que desapareceu em 2002, em New South Wales (NSW), na Austrália. O casal tinha sido acusado há dois anos de matar a jovem para poder ficar com a guarda do seu filho, de apenas cinco meses, fruto de um caso com o acusado.

O casal esteve preso durante mais de dois anos e o julgamento decorreu ao longo de nove semanas no Supremo Tribunal de NSW. A jovem, que tinha uma deficiência intelectual, tinha 19 anos quando desapareceu de New South Wales Riverina em junho de 2002. Segundo o tribunal, deixou para trás o seu filho de cinco meses que adorava e "nunca perdia de vista".

Desde as acusações de que tinham matado Haigh para ficar com o bebê, Robert e Anne negaram ter ligação com o desaparecimento da jovem. Contaram que a última vez que a viram foi na noite de 5 junho, quando a levaram até à estação ferroviária de Campbelltown para ir visitar o pai, e que a jovem tinha deixado o bebê com eles de forma voluntária.

Esta segunda-feira, a juíza Julia Lonergan considerou que "o Sr. e a Sra. Geeves não são culpados e devem ser libertados do banco dos réus".

Para a juíza, a vida de Amber Haigh foi "marcada por perturbações e desvantagens", tendo sido "atacada fisicamente e maltratada" por pessoas em quem confiava. "Amber andou para trás e para a frente entre lugares e pessoas, à procura de amor e consolo. Nunca o encontrou. Ainda estava à procura disso quando desapareceu", acrescentou.

Após o veredito, segundo o The Guardian, uma pessoa que acompanhava a audiência saiu do tribunal aos gritos e os familiares de Amber Haigh foram vistos em lágrimas.

 

 

POR RAFAEL DAMAS

AUSTRÁLIA - O governo australiano anunciou hoje um pacote de assistência militar para a Ucrânia no valor de aproximadamente 250 milhões de dólares australianos (925 milhões de reais para ajudar na resistência à invasão russa.

Esta ajuda, a maior contribuição individual da Austrália desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, inclui mísseis de defesa ar-terra e ar-ar, conforme declarado pelo ministro da Defesa australiano, Richard Marles, que está atualmente em Washington para a cúpula da NATO.

Além dos mísseis, a assistência australiana também envolve armamento antitanque, munições de artilharia, morteiros, canhões, armas leves e um carregamento de botas para as forças armadas ucranianas.

"O fornecimento de capacidades de defesa aérea avançada e munições de precisão ar-terra representa o maior pacote de apoio já oferecido pela Austrália à Ucrânia e contribuirá significativamente para os esforços para resolver o conflito em seus próprios termos", afirmou Marles.

Ele também condenou a invasão russa como "ilegal e imoral", um ataque ao direito internacional e à ordem baseada em regras, reafirmando o apoio da Austrália à NATO na defesa contra a agressão russa à Ucrânia.

Durante sua estadia em Washington, Marles se encontrou com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e com os membros do grupo IP4, composto por Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul e Japão, todos parceiros importantes da NATO na região estratégica do Indo-Pacífico.

Além disso, Marles assinou um memorando de entendimento para facilitar a entrega de um milhão de drones a Kiev, destacando que a Austrália já havia prometido 30 milhões de dólares australianos (111 milhões de reais) para esta causa.

A Austrália, juntamente com o Japão, é um dos maiores contribuintes não membros da NATO para a Ucrânia, tendo atribuído um total de 1,3 bilhão de dólares australianos (3,85 bilhões de reais), principalmente em assistência militar.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

AUSTRÁLIA - A Autoridade do Parque Marinho da Grande Barreira de Coral, no nordeste da Austrália, divulgou hoje que o ecossistema está enfrentando o pior episódio de branqueamento já registrado.

Segundo eles, o impacto acumulado neste verão superou os anos anteriores.

Este é o quinto episódio de branqueamento maciço nos últimos oito anos, atribuído ao aumento da temperatura da água devido às mudanças climáticas.

Estendendo-se por mais de 2.300 quilômetros ao longo da costa de Queensland, a Grande Barreira de Coral é considerada a maior estrutura viva do mundo, abrigando uma diversidade biológica incrível, com mais de 600 espécies de corais e 1.625 espécies de peixes.

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Observações aéreas revelaram que aproximadamente 730 dos mais de mil recifes observados estão sofrendo branqueamento.

Esse fenômeno ocorre quando a temperatura da água aumenta, expulsando as algas simbióticas que dão aos corais sua coloração vibrante. Se as temperaturas altas persistirem, os corais ficam brancos e morrem.

A Autoridade destacou que, em várias áreas do Parque Marinho, os corais têm sido expostos a níveis recordes de calor.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

AUSTRÁLIA - Os moradores de uma residência em Queensland, na Austrália, foram surpreendidos ao descobrir um par de cobras altamente venenosas tendo um "encontro amoroso" à sua porta.

Os especialistas em répteis da Sunshine Coast Snake Catchers 24/7, chamados ao local, enviaram Stuart McKenzie para lidar com a situação. Ao chegar, McKenzie deparou-se com as cobras emaranhadas, realizando sua atividade reprodutiva comum.

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Um vídeo compartilhado mostra o especialista cuidadosamente removendo as cobras entrelaçadas pelas caudas e as colocando em um saco. As cobras castanhas orientais, uma das espécies mais venenosas do mundo, foram devolvidas à vida selvagem.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

AUSTRÁLIA - Gabriel Medina deu show na estreia em Bells Beach, a quinta parada do Circuito Mundial da WSL. Nesta segunda, na abertura da janela, o paulista venceu a sua bateria com direito a melhor nota do dia (9.00). O triunfo diante de Liam O'Brien e Cole Houshmand faz o tricampeão mundial avançar direto ao round 3. Mesma situação viveu Miguel Pupo, Yago Dora e Italo Ferreira, que também se classificaram sem precisar disputar o round 2. Já Caio Ibelli, Samuel Pupo e Deivid Silva terão de passar pela repescagem.

Após o round 1 masculino, a WSL colocou as mulheres na água. A repesagem masculina acontece na sequência.

Medina dá show

A primeira onda da bateria foi um 6.50 de Liam O'Brien. Gabriel, por sua vez, tratou de responder com uma bela onda de nota 8.00. O australiano não deixou por menos. Minutos depois, ele surfou para um 7.50, assumindo a liderança com 14.00. Pressionado, Cole Houshmand só foi pontuar quase na metade da bateria ao conseguir um modesto 2.00. Naquele momento, Medina já tinha 9.80 de somatório graças a um 1.80 surfado minutos antes.

Mas o show ainda estava por vir. A 10 minutos do fim, Gabriel Medina pegou a melhor onda do dia, levantando o público em Bells Beach. A nota foi um 9.00, que levou o tricampeão mundial à liderança com 17.33 de pontuação. Com 14.00 de somatório, Liam tratou de administrar a vantagem para Cole, que não passou de 5.67 pontos. Com isso, o brasileiro e o australiano avançaram direto ao round 3, empurrando o americano à repescagem.

Miguel Pupo avança

Miguel Pupo não teve muita dificuldade para avançar direto ao round 3. Competindo na bateria 2, o brasileiro conseguiu ondas de 6.67 e 3.43 (total de 10.10 pontos), vencendo o confronto com Barron Mamiya e Deivid Silva. Com apenas de 7.03, o paulista terminou em terceiro e foi mandado para a repescagem. Já o surfista do Havaí somou 7.74 e avançou em segundo.

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Caio Ibelli vai à repescagem

Assim como Deivid Silva, Caio Ibelli também terá de passar pela repescagem. Competindo na bateria 7, o paulista ficou em terceiro em confronto vencido pelo sul-africano Jordy Smith. O havaiano Ian Gentil, que terminou em segundo, também avançou direto ao round 3. Enfrentando dois adversários difíceis, Caio teve como melhores ondas um 6.07 e um 5.23, totalizando 11.30. O somatório não foi suficiente para superar Jordy (15.94) e Ian (12.06).

Samuel Pupo também perde

Duas baterias depois, foi a vez de Samuel Pupo também ser mandado para a repescagem. Enfrentando o japonês Connor O'Leary e o australiano Ryan Callinan, o brasileiro ficou em terceiro com 5.10 (4.33 e 0.77). O vencedor foi o surfista da Austrália, que fez 13.67 (7.17 + 6.50), seguido por Connor O'Leary, com 11.66 (5.83 + 5.83).

Yago e Italo avançam

No último confronto do round 1, Yago Dora e Italo Ferreira fizeram bonito, avançando juntos ao round 3. Yago venceu a bateria com 10.23 (5.33 + 4.87). Italo passou em segundo com 10.00 de somatório (6.00 + 4.00). Quem terá de disputar repescagem será o português Frederico Morais, que ficou em terceiro com 9.33 (5.33 + 4.00).

Resultados do round 1

  1. Kanoa Igarashi (JAP) 10.50 x Ramzi Boukhiam (MAR) 11.84 x Kade Matson (EUA) 4.80
  2. Barron Mamiya (HAV) 7.74 x Miguel Pupo (BRA) 10.10 x Deivid Silva (BRA) 7.03
  3. John John Florence (HAV) 10.84 x Seth Moniz (HAV) 5.00 x Kelly Slater (EUA) 11.67
  4. Jack Robinson (AUS) 12.33 x Rio Waida (IND) 10.50 x Morgan Cibilic (AUS) 12.17
  5. Ethan Ewing (AUS) 9.90 x Matthew McGillivary (AFS) 9.57 x George Pittar (AUS) 8.10
  6. Griffin Colapinto (EUA) 12.00 x Jacob Wilcox (AUS) 10.40 x Tully Wylie (AUS) 10.33
  7. Jordy Smith (AUS) 15.84 x Ian Gentil (HAV) 12.06 x Caio Ibelli (BRA) 11.30
  8. Leonardo Fioravanti (ITA) 12.00 x Imaikalani deVault (HAV) 10.07 x Eli Hanneman (HAV) 9.90
  9. Connor O'Leary (JAP) 11.66 x Ryan Callinan (AUS) 13.67 x Samuel Pupo (BRA) 5.10
  10. Gabriel Medina (BRA) 17.33 x Liam O'Brien (AUS) 14.00 x Cole Houshmand (EUA) 8.00
  11. Jake Marshall (EUA) 10.90 x Crosby Colapinto (EUA) 11.33 x Callum Robson (AUS) 6.97
  12. Italo Ferreira (BRA) 10.00 x Yago Dora (BRA) 10.20 x Frederico Morais (PRT) 9.33

 

 

Por Redação do ge

HAVAÍ - A Austrália dominou a segunda etapa do Circuito Mundial de Surfe, disputada em Sunset Beach, praia que fica na costa norte da ilha de Oahu, no Havaí. Molly Picklum e Jack Robinson brilharam na decisão da competição, disputada na noite da última quarta-feira (21). Entre os brasileiros os destaques foram Italo Ferreira, que parou nas quartas de final na disputa masculina, e Tatiana Weston-Webb e Luana Silva, que alcançaram as oitavas no feminino.

Molly Picklum, que fez a final da etapa com a havaiana Bettylou Sakura Johnson, afirmou que a confiança foi fundamental para garantir o título: “O mar hoje esteve em sintonia comigo e estou muito, muito feliz por isso. Cada evento o sentimento é diferente, então estou apenas aceitando o que realmente acontece e tentando encontrar pequenos momentos divertidos nisso tudo. Definitivamente, eu não estava tão confiante neste evento. Mas sempre mantive a confiança e acho que esse é um dos meus pontos fortes”.

Já Jack Robinson garantiu o lugar mais alto do pódio na disputa masculina ao superar o japonês Kanoa Igarashi. A próxima etapa do Circuito Mundial terá como palco a praia dos Supertubos, em Peniche (Portugal), entre os dias 6 e 16 de março.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

AUSTRÁLIA - Ninguém conseguiu viajar no tempo, mas a sua capacidade teórica ainda é um tema instigante para cientistas de todo o mundo. Esta noção, popularizada por filmes como “O Exterminador do Futuro” e “De Volta para o Futuro”, levanta questões fundamentais sobre as leis do Universo.

Germain Tobar, estudante de física da Universidade de Queensland, na Austrália, fez um avanço há alguns anos. Ele conseguiu formular uma solução que concilia a viagem no tempo com a ausência de paradoxos.

A perspectiva de Tobar em relação à dinâmica clássica sugere que a compreensão do estado de um sistema em um determinado momento pode revelar toda a sua trajetória. No entanto, isto contrasta com a relatividade geral de Einstein, que permite a possibilidade de loops temporais, alterando fundamentalmente o estudo da dinâmica.

A viagem no tempo sem paradoxos

Os cálculos de Tobar indicam que o espaço-tempo poderia se adaptar para evitar paradoxos. Se, por exemplo, um viajante do tempo previne uma doença no passado, a doença ainda pode se propagar por outra via, o que resolveria o paradoxo.

A pesquisa de Tobar examina processos determinísticos em diferentes áreas do espaço-tempo, sugerindo que os loops temporais podem existir com o livre arbítrio e os princípios da física clássica. Fabio Costa, físico da Universidade de Queensland e supervisor de pesquisa de Tobar, destaca a importância dessas descobertas.

A sua investigação sugere que, embora a viagem no tempo possa permitir a manipulação de acontecimentos passados, o Universo se autocorrigiria para evitar paradoxos. Esta hipótese indica que a viagem no tempo, embora permita liberdade de ação, impede inerentemente a criação de paradoxos.

Embora a base matemática para a viagem no tempo pareça sólida, os aspectos práticos de dobrar o espaço e o tempo continuam a ser um desafio. Os modelos científicos atuais de máquinas do tempo existem apenas em cálculos teóricos.

A possibilidade de viajar no tempo atual, uma noção que até Stephen Hawking considerou viável, implica um futuro onde poderíamos interagir com o passado sem medo de criar inconsistências.

Costa destaca que qualquer tentativa de criar um paradoxo nas viagens no tempo seria naturalmente resolvida pelo Universo, mantendo a consistência. A descoberta abre novos caminhos para a compreensão da viabilidade lógica da viagem no tempo no nosso Universo sem paradoxos.

A pesquisa, publicada na revista Classical and Quantum Gravity, baseia-se numa versão anterior de setembro de 2020, marcando um marco significativo na física teórica e na nossa compreensão do tempo.

 

 

Júlia Mazuco (Via N-Experts)

TecMundo

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