AUSTRÁLIA - A Austrália vai indenizar em US$ 75 mil (cerca de R$ 390 mil) indígenas australianos que foram removidos à força de suas famílias quando eram crianças, anunciou o primeiro-ministro Scott Morrison nesta quinta-feira (5), a fim de reparar o que ele descreveu como "vergonhoso" período da história do país.
Milhares de jovens indígenas e das ilhas do Estreito de Torres foram levados de suas casas e colocados com famílias adotivas brancas como parte das políticas de assimilação da cultura oficial que continuaram até a década de 1970.
"O que aconteceu é um capítulo vergonhoso em nossa história nacional", declarou Morrison ao Parlamento sobre a "geração roubada" de australianos indígenas.
"Já enfrentamos isso com um pedido de desculpas nacional, mas nossas ações devem continuar a corresponder às nossas palavras", acrescentou. As histórias do sofrimento causado “não são apenas histórias do passado, mas histórias que continuam a reverberar através das gerações", afirmou o premiê.
Os defensores dos direitos dos indígenas australianos, que continuam gravemente desfavorecidos em termos de saúde, renda e educação, saudaram o anúncio, ao mesmo tempo em que enfatizaram que este já deveria ter sido feito há muito tempo.
Morrison anunciou que US$ 378,6 milhões serão alocados para reparar os danos humanos causados pela política de assimilação. Os pagamentos serão destinados às pessoas que viviam nos territórios administrados pela Commonwealth na época do deslocamento forçado - o Território do Norte, o Território da capital australiana, onde está Canberra, e a região da Baía de Jervis.
“Ajuda de cura”
O programa oferece aos sobreviventes um pagamento único de US$ 75 mil em reconhecimento ao dano causado, mais uma "ajuda de cura" de US$ 7 mil, e a oportunidade de contar sua história a um alto funcionário do governo e receber um pedido de desculpas pessoalmente ou por escrito.
Outros estados australianos implementaram sistemas de reparação, mas o governo federal até agora ainda não tinha seguido o exemplo. Os pagamentos federais são parte de um plano de US$ 1 bilhão para reduzir as graves desigualdades enfrentadas pelos australianos indígenas.
O termo "geração roubada" se refere a milhares de crianças aborígenes que foram separadas à força de suas famílias de 1910 até a década de 1970, e levadas para instituições ou famílias brancas com fins de assimilação. Muitas vítimas nunca voltaram a encontrar seus pais ou irmãos.
Em 1997, um relatório intitulado "Levados de casa", resultado de uma investigação nacional, reconheceu que os direitos destas crianças foram violados e recomendou uma série de medidas de apoio. Uma das propostas do relatório era que a Austrália apresentasse um pedido nacional de desculpas, o que já foi realizado.
(Com informações da AFP)
AUSTRÁLIA - A Austrália processou oficialmente a China perante a Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa das tarifas impostas por Pequim sobre seus vinhos, anunciou o governo neste último sábado (19).
O processo foi aberto após consultas com produtores de vinho australianos, informou o governo, declarando-se aberto a negociações diretas com a China para resolver o problema.
Austrália e China vivem um conflito comercial. O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, já havia alertado que seu governo responderia a todos os países que tentassem usar "coerção econômica" para punir produtores australianos.
A medida foi anunciada dias depois da cúpula dos sete países mais industrializados, o G7, no Reino Unido, onde a Austrália defendeu uma atuação mais firme contra as práticas comerciais da China.
Nos últimos meses, Pequim impôs sanções econômicas a vários produtos australianos, como tarifas sobre produtos agrícolas, carvão ou vinhos, bem como medidas contra o turismo.
Muitas vozes na Austrália acreditam que trata-se de uma retaliação contra a rejeição australiana a investimentos chineses em setores considerados estratégicos, assim como contra o pedido da Austrália para que sejam investigadas as origens da pandemia de coronavírus, iniciada na China no final de 2019.
A Austrália já entrou com um processo contra a China na OMC sobre tarifas sobre suas exportações de cevada.
*Por: AFP
AUSTRÁLIA - Um enorme dinossauro, cujos fósseis foram descobertos na Austrália em 2006, foi identificado como uma nova espécie, chamado Australotitan cooperensis, sendo um dos maiores animais conhecidos a ter vivido na terra.
Ele pertence ao grupo titanosaur, que viveu há quase 100 milhões de anos. Foram encontradas espécies desse grupo de dinossauros de pescoço longo e herbívoros em todos os continentes.
Estima-se que tenham tido 5 a 6,5 metros de altura e 25 a 30 metros de comprimento.
"Se as comparações do tamanho dos membros são alguma coisa, esse novo titanossauro está entre os cinco maiores do mundo", disse Robyn Mackenzie, do Museu de História Natural de Eromanga no estado de Queensland (nordeste).
Os ossos fossilizados foram descobertos em 2006 na quinta de uma família, a cerca de mil quilômetros a oeste de Brisbane, na Bacia de Eromanga, e o esqueleto recebeu o nome de "Cooper" em homenagem a um rio daquele estado.
A descoberta foi inicialmente mantida em segredo, pois os pesquisadores trabalharam pacientemente na escavação. O esqueleto foi exposto pela primeira vez ao público em 2007.
Scott Hocknull, paleontólogo do Museu de Queensland, explicou que confirmar que Cooper era uma nova espécie foi o resultado de um "processo muito longo e enfadonho".
O trabalho, que envolveu comparações em 3D dos ossos de "Cooper" com os dos seus primos mais próximos, foi publicada na revista científica PeerJ.
Muitos outros ossos de dinossauro foram encontrados na mesma área, disse Hocknull, acrescentando que era necessária mais escavação. "Descobertas como essas são apenas a ponta do iceberg", disse.
O maior dinossauro conhecido até a data é o Patagotitan mayorum, o "Titã Patagônico", descoberto na Argentina em 2017.
Os paleontólogos estimaram que poderia pesar cerca de 70 toneladas, o equivalente a cerca de dez elefantes africanos, e medir cerca de 37 metros de comprimento e oito metros de altura.
*Por RTP
AUSTRÁLIA - A China considerou nesta quinta-feira que a anulação, por parte da Austrália, de um acordo sobre o projeto chinês "Novas rotas da seda", em um momento de tensão entre Pequim e Canberra, constitui um "dano grave" para as relações bilaterais.
"A parte chinesa se reserva o direito de adotar medidas complementares a respeito", advertiu Wang Wenbin, porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores.
Na quarta-feira, a ministra australiana das Relações Exteriores, Marise Payne, anunciou que revogaria o acordo assinado entre o estado australiano de Victoria e a China para participar na iniciativa, por considerar que é incompatível com a política externa do país, em um momento de crise nas relações entre Canberra e Pequim.
O projeto "Novas rotas da seda", anunciado em 2013 pelo presidente chinês, Xi Jinping, tem a meta de melhorar as conexões entre Ásia, Europa, África e outras áreas com a construção de portos, ferrovias, aeroportos e centros industriais.
As obras são financiadas com investimentos chineses ou empréstimos de milhões de dólares.
Vários países ocidentais e rivais regionais da China encaram a iniciativa com receio, pois consideram uma tentativa da China de aumentar sua influência política e econômica.
"O governo federal australiano, de forma irracional, impôs o veto ao acordo de cooperação", declarou o porta-voz da diplomacia chinesa.
"Trata-se de uma interferência arbitrária em cooperações normais. Isto representa um dano grave para as relações entre Austrália e China e para a confiança mútua entre ambos países", completou Wang Wenbin.
As relações bilaterais entraram em crise em 2018, quando a Austrália decidiu que não teria o grupo chinês de telecomunicações Huawei na construção de sua rede 5G, alegando que a decisão pretendia proteger a segurança nacional.
A relação ficou ainda mais tensa quando o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, pediu no ano passado uma investigação internacional sobre a origem da pandemia de covid-19.
Pequim adotou nos últimos meses várias medidas de represália econômica contra vários produtos australianos, como cevada, carne bovina e vinho.
*Por: AFP
AUSTRÁLIA - Três brasileiros continuam na disputa do título da terceira etapa do World Surf League Championship Tour 2021, que acontece em Narrabeen, na Austrália. Nesta segunda-feira (19), Gabriel Medina, Yago Dora e Tatiana Weston-Webb bateram seu adversários e chegaram às quartas de final. Com a derrota de Ítalo Ferreira e vitória de Gabriel nas oitavas de final, o bicampeão mundial assumiu a liderança do circuito.
Medina passou por outro brasileiro, Caio Ibelli, com a maior nota da competição: 9,00, por um aéreo com giro completo no ar e aterrissagem perfeita. "Feliz por conseguir pegar boas ondas nas baterias. Estou me divertindo e focado, porque eu quero chegar na final", disse o líder do ranking à assessoria da World Surf League (WSL). "Muito feliz pelas minhas notas e, agora, é esperar o último dia, que vai ser irado. Graças a Deus está dando tudo certo até agora e esse evento aqui em Narrabeen está sendo incrível. Tem dado altas ondas, o lugar é maneiro e estou feliz por estar aqui".
.@gabrielmedina launches his way to a 9.00 and the @boostaus Wave of the Day.
— World Surf League (@wsl) April 19, 2021
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O catarinense Yago Dora fez a melhor apresentação do evento contra o paranaense Peterson Crisanto. Com dois aéreos completos, Yago somou notas 8,83 e 7,50 e fez o maior placar até agora: 16,33 pontos. "Ontem (domingo) tinha aquele vento maral fechando as ondas. Hoje, mesmo um pouco menor, o vento terral deixa as ondas mais limpas e melhores para surfar", analisou Yago Dora. "Eu caí em alguns aéreos no início, mas quando completei o primeiro, fiquei mais confiante e logo depois acertei o segundo. O Peterson é um dos meus surfistas favoritos no Tour. Lembro que no meu primeiro campeonato, ele tinha uns 15 anos e tirava duas notas 10 em cada bateria. Ganhava tudo e eu queria ser como ele, então estar neste grupo é incrível".
Weston-Webb nas quartas
A gaúcha Tatiana Weston-Webb enfrentou a australiana Nikki Van Dijk e se destacou com a variação de manobras, batidas e rasgadas. A vitória veio por 14,00 a 6,23. "É sempre bom começar a bateria com boas notas", disse a brasileira. "A última bateria que eu tinha disputado foi bem tensa, contra a Tyler Wright e a Laura Enever. Nessas condições é muito complicado com três pessoas na bateria. Contra apenas outra oponente, é mais fácil controlar a bateria e eu me senti mais confiante. Eu fiquei feliz com meu surfe hoje".
Além de Ítalo Ferreira, Peterson Crisanto e Caio Ibelli, outros brasileiros foram eliminados nas oitavas: Alex Ribeiro, Adriano de Souza, Jadson André e Filipe Toledo.
A etapa de Narrabeen está sendo transmitida ao vivo e de graça no site da WSL.
Quartas de final
Masculino
Frederico Morais (POR) x Ethan Ewing (AUS)
Gabriel Medina (BRA) x Morgan Cibilic (AUS)
Kanoa Igarashi (JPN) x Conner Coffin (EUA)
Yago Dora (BRA) x Griffin Colapinto (EUA)
Feminino
Carissa Moore (HAV) x Keely Andrew (AUS)
Sally Fitzgibbons (AUS) x Tatiana Weston-Webb (BRA)
Caroline Marks (EUA) x Johanne Defay (FRA)
Stephanie Gilmore (AUS) x Courtney Conlogue (EUA)
*Por Agência Brasil
AUSTRÁLIA - A Liga Mundial de Surfe (WSL, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira (1) que as ondas irregulares na praia de Merewether, em Newcastle (Austrália), levaram ao adiamento da segunda etapa do Circuito Mundial de Surfe.
A próxima chamada será no próximo sábado, a partir das 18h15 (horário de Brasília). E a primeira bateria do dia terá a participação do campeão mundial Adriano de Souza, que disputará a repescagem com os australianos Owen Wright e Matt Banting.
Disputa feminina
Se na disputa masculina o Brasil conta com 11 representantes, no feminino o país conta apenas com uma surfista, Tatiana Weston-Webb. Na madrugada desta quinta, a gaúcha radicada no Havaí passou em segundo na sua bateria, que foi vencida pela australiana Isabella Nichols e que também contou com a participação da havaiana Malia Manuel.
*Por Agência Brasil
NOVA DELHI - Líderes dos Estados Unidos, Índia, Austrália e Japão concordaram em reunir financiamento, produção e capacidade de distribuição para enviar 1 bilhão de vacinas contra o coronavírus pela Ásia até o final de 2022, disse o secretário de Relações Exteriores da Índia na sexta-feira.
O chamado grupo “Quad” de quatro nações quer expandir as vacinações globais e combater a crescente diplomacia de vacinação da China no sudeste asiático e em todo o mundo. A Índia é o maior fabricante mundial de vacinas.
A colaboração foi “mais urgente e valiosa”, disse o secretário de Relações Exteriores, Harsh Vardhan Shringla, em entrevista coletiva na capital da Índia, Nova Delhi, após a cúpula virtual de quatro participantes.
“Os quatro países concordaram com um plano para reunir seus recursos financeiros, capacidades e capacidades de fabricação e vantagens logísticas para aumentar a fabricação e distribuição das vacinas COVID-19 na região do Indo-Pacífico”, disse ele.
“Acreditamos que isso irá acelerar o processo de recuperação pós-pandemia e permitir que famílias e empresas superem a crise do COVID-19.”
A Índia usará sua capacidade de fabricação para fabricar vacinas dos EUA, com financiamento proveniente da Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos EUA e do Banco do Japão para Cooperação Internacional.
A Austrália financiará o treinamento e fornecerá apoio logístico de última milha para a distribuição de vacinas, acrescentou, que irão predominantemente para as ilhas do Pacífico, sudeste da Ásia e países do Oceano Índico.
A iniciativa, no entanto, pode ser prejudicada pelas restrições de exportação dos EUA de matérias-primas essenciais para a cadeia de fornecimento de vacinas da Índia.
Shringla disse que a questão é bilateral com os Estados Unidos e foi levantada pelo embaixador da Índia em Washington.
“Este ponto muito importante está sendo considerado”, disse ele, sem dar mais detalhes.
A união não afetará a produção de vacinas para 1,4 bilhão de indianos, acrescentou Shringla.
*Reportagem de Alasdair Pal e Euan Rocha / REUTERS
SYDNEY - O Facebook Inc encerrou um blecaute de uma semana de notícias australianas em seu popular site de mídia social na sexta-feira e anunciou acordos comerciais preliminares com três pequenas editoras locais.
As medidas refletiram o alívio das tensões entre a empresa norte-americana e o governo australiano, um dia depois que o parlamento do país aprovou uma lei obrigando o Google e a Alphabet Inc a pagar empresas de mídia locais pelo uso de conteúdo em suas plataformas.
A nova lei torna a Austrália a primeira nação onde um árbitro do governo pode definir o preço que o Facebook e o Google pagam à mídia nacional para mostrar seu conteúdo se as negociações privadas falharem. O Canadá e outros países demonstraram interesse em replicar as reformas da Austrália.
“Os gigantes globais da tecnologia estão mudando o mundo, mas não podemos deixá-los comandar o mundo”, disse o primeiro-ministro australiano Scott Morrison na sexta-feira, acrescentando que a Big Tech deve prestar contas aos governos soberanos.
O Facebook, cuja proibição de 8 dias na mídia australiana chamou a atenção global, disse que assinou acordos de parceria com a Schwartz Media, Solstice Media e Private Media. O trio possui um mix de publicações, incluindo jornais semanais, revistas online e periódicos especializados.
O Facebook não divulgou os detalhes financeiros dos acordos, que entrarão em vigor em 60 dias se um acordo completo for assinado.
“Esses acordos trarão uma nova vaga de jornalismo premium, incluindo algum conteúdo anteriormente pago, para o Facebook”, disse a empresa de mídia social em um comunicado.
Os acordos não vinculativos acalmam alguns temores de que as pequenas editoras australianas sejam deixadas de fora dos acordos de participação nos lucros com o Facebook e o Google.
“Nunca foi mais importante do que agora ter uma pluralidade de vozes na imprensa australiana”, disse Rebecca Costello, diretora-executiva da Schwartz Media.
O Facebook fechou na terça-feira um acordo semelhante com a Seven West Media, dona de uma rede de televisão aberta e o principal jornal metropolitano da cidade de Perth.
A Australian Broadcasting Corp disse que também está em negociações com o Facebook.
O diretor-gerente do Google Austrália, Mel Silva, disse em um comunicado publicado na sexta-feira que a empresa encontrou um “caminho construtivo para apoiar o jornalismo”.
Ela agradeceu aos usuários australianos do mecanismo de pesquisa por “ter paciência enquanto enviamos mensagens sobre esse assunto”.
O Facebook e o Google ameaçaram por meses retirar os principais serviços da Austrália se as leis de mídia, que alguns participantes do setor afirmam ser mais sobre como apoiar a mídia local em dificuldades, entrassem em vigor.
Enquanto o Google fechava acordos com várias editoras, incluindo a News Corp, à medida que a legislação chegava ao parlamento, o Facebook tomou a medida mais drástica de bloquear todo o conteúdo de notícias na Austrália.
Essa postura levou a emendas às leis, incluindo dar ao governo o poder de isentar o Facebook ou o Google da arbitragem obrigatória, e o Facebook na sexta-feira começou a restaurar os sites de notícias australianos.
Reportagem de Renju Jose e Jonathan Barrett
AUSTRÁLIA - Defensor do título, Novak Djokovic se declarou em forma para disputar a final do Aberto da Austrália depois de encerrar a campanha incrível de Aslan Karatsev, russo vindo do qualifier (classificatório), com a "melhor partida" do torneio nesta quinta-feira (18).
O sérvio e número um do mundo chegou à sua nona decisão em Melbourne Park com uma vitória de 6-3, 6-4 e 6-2, e disputará o título com Stefanos Tsitsipas ou Daniil Medvedev.
From qualifying to the semis...
— ATP Tour (@atptour) February 18, 2021
What an amazing run from @AsKaratsev ? #AusOpen pic.twitter.com/104ZKduSAf
A campanha de Djokovic pareceu estar por um fio quando ele sofreu uma lesão abdominal durante a partida de terceira rodada contra Taylor Fritz menos de uma semana atrás. Mas ele deixou isso para trás e terá dois dias para se recuperar até a final de domingo.
"Nunca me senti tão bem durante o torneio inteiro", disse ele a Jim Courier na quadra. "Eu me senti ótimo, passeei com a bola, sem dor, simplesmente a melhor partida até agora, chegou no momento certo e estou entusiasmado de me sentir assim". "A recuperação é a prioridade neste momento. Estou sentindo a bola bem, estou jogando bem, tive tempo de partida suficiente, treino suficiente, então neste momento é só reunir toda a energia necessária para a partida mais importante do Aberto da Austrália", disse.
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Djokovic nunca perdeu o torneio após chegar às semifinais, e será o franco favorito à conquista de um nono título que ampliaria um recorde em seu Grand Slam predileto.
AUSTRÁLIA - O sérvio Novak Djokovic superou alguns altos e baixos para vencer Alexander Zverev por 3 sets a 1, com parciais de 6-7 (6-8), 6-2, 6-4 e 7-6 (8-6) e assegurar um lugar entre os semifinalistas do Aberto da Austrália nesta última terça-feira (16).
Serbian delight ???@DjokerNole advances to his 9️⃣th #AusOpen semifinal.#AO2021 pic.twitter.com/59WWPzThwB
— #AusOpen (@AustralianOpen) February 16, 2021
O tenista número um do mundo se recuperou após perder um equilibrado set inicial no tiebreak, e ficou atrás no terceiro e no quarto set antes de virar as parciais e encaminhar a vitória.
O alemão Zverev certamente irá se arrepender de ter desperdiçado um 4-1 a seu favor no terceiro set, e um 3-0 no quarto.
For the 3️⃣9️⃣th time, @DjokerNole is sending you Grand Slam semifinal vibes ? #AusOpen | #AO2021 pic.twitter.com/HyYXxyBXQP
— #AusOpen (@AustralianOpen) February 16, 2021
Djokovic mais uma vez usou uma fita em sua região abdominal, um resquício da lesão sofrida em sua vitória sobre Taylor Fritz na terceira rodada.
Mas isso não pareceu incomodá-lo, já que chegou à sua 39ª semifinal de Grand Slam na carreira, onde enfrentará um adversário improvável nas semis do Aberto da Austrália, o qualifier russo Aslan Karatsev.
?? ? ??@AsKaratsev earned the distinction of the first man in the Open Era to reach the semifinals in a Slam debut.#AusOpen | #AO2021 pic.twitter.com/LUQN6WEqCY
— #AusOpen (@AustralianOpen) February 16, 2021
*Por Martyn Herman / REUTERS
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