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SYDNEY - O Facebook Inc encerrou um blecaute de uma semana de notícias australianas em seu popular site de mídia social na sexta-feira e anunciou acordos comerciais preliminares com três pequenas editoras locais.

As medidas refletiram o alívio das tensões entre a empresa norte-americana e o governo australiano, um dia depois que o parlamento do país aprovou uma lei obrigando o Google e a Alphabet Inc a pagar empresas de mídia locais pelo uso de conteúdo em suas plataformas.

A nova lei torna a Austrália a primeira nação onde um árbitro do governo pode definir o preço que o Facebook e o Google pagam à mídia nacional para mostrar seu conteúdo se as negociações privadas falharem. O Canadá e outros países demonstraram interesse em replicar as reformas da Austrália.

“Os gigantes globais da tecnologia estão mudando o mundo, mas não podemos deixá-los comandar o mundo”, disse o primeiro-ministro australiano Scott Morrison na sexta-feira, acrescentando que a Big Tech deve prestar contas aos governos soberanos.

O Facebook, cuja proibição de 8 dias na mídia australiana chamou a atenção global, disse que assinou acordos de parceria com a Schwartz Media, Solstice Media e Private Media. O trio possui um mix de publicações, incluindo jornais semanais, revistas online e periódicos especializados.

O Facebook não divulgou os detalhes financeiros dos acordos, que entrarão em vigor em 60 dias se um acordo completo for assinado.

“Esses acordos trarão uma nova vaga de jornalismo premium, incluindo algum conteúdo anteriormente pago, para o Facebook”, disse a empresa de mídia social em um comunicado.

Os acordos não vinculativos acalmam alguns temores de que as pequenas editoras australianas sejam deixadas de fora dos acordos de participação nos lucros com o Facebook e o Google.

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“Nunca foi mais importante do que agora ter uma pluralidade de vozes na imprensa australiana”, disse Rebecca Costello, diretora-executiva da Schwartz Media.

O Facebook fechou na terça-feira um acordo semelhante com a Seven West Media, dona de uma rede de televisão aberta e o principal jornal metropolitano da cidade de Perth.

A Australian Broadcasting Corp disse que também está em negociações com o Facebook.

O diretor-gerente do Google Austrália, Mel Silva, disse em um comunicado publicado na sexta-feira que a empresa encontrou um “caminho construtivo para apoiar o jornalismo”.

Ela agradeceu aos usuários australianos do mecanismo de pesquisa por “ter paciência enquanto enviamos mensagens sobre esse assunto”.

O Facebook e o Google ameaçaram por meses retirar os principais serviços da Austrália se as leis de mídia, que alguns participantes do setor afirmam ser mais sobre como apoiar a mídia local em dificuldades, entrassem em vigor.

Enquanto o Google fechava acordos com várias editoras, incluindo a News Corp, à medida que a legislação chegava ao parlamento, o Facebook tomou a medida mais drástica de bloquear todo o conteúdo de notícias na Austrália.

Essa postura levou a emendas às leis, incluindo dar ao governo o poder de isentar o Facebook ou o Google da arbitragem obrigatória, e o Facebook na sexta-feira começou a restaurar os sites de notícias australianos.

 

Reportagem de Renju Jose e Jonathan Barrett

AUSTRÁLIA - Defensor do título, Novak Djokovic se declarou em forma para disputar a final do Aberto da Austrália depois de encerrar a campanha incrível de Aslan Karatsev, russo vindo do qualifier (classificatório), com a "melhor partida" do torneio nesta quinta-feira (18).

O sérvio e número um do mundo chegou à sua nona decisão em Melbourne Park com uma vitória de 6-3, 6-4 e 6-2, e disputará o título com Stefanos Tsitsipas ou Daniil Medvedev.

A campanha de Djokovic pareceu estar por um fio quando ele sofreu uma lesão abdominal durante a partida de terceira rodada contra Taylor Fritz menos de uma semana atrás. Mas ele deixou isso para trás e terá dois dias para se recuperar até a final de domingo.

"Nunca me senti tão bem durante o torneio inteiro", disse ele a Jim Courier na quadra. "Eu me senti ótimo, passeei com a bola, sem dor, simplesmente a melhor partida até agora, chegou no momento certo e estou entusiasmado de me sentir assim". "A recuperação é a prioridade neste momento. Estou sentindo a bola bem, estou jogando bem, tive tempo de partida suficiente, treino suficiente, então neste momento é só reunir toda a energia necessária para a partida mais importante do Aberto da Austrália", disse.

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Djokovic nunca perdeu o torneio após chegar às semifinais, e será o franco favorito à conquista de um nono título que ampliaria um recorde em seu Grand Slam predileto.

AUSTRÁLIA - O sérvio Novak Djokovic superou alguns altos e baixos para vencer Alexander Zverev por 3 sets a 1, com parciais de 6-7 (6-8), 6-2, 6-4 e 7-6 (8-6) e assegurar um lugar entre os semifinalistas do Aberto da Austrália nesta última terça-feira (16).

O tenista número um do mundo se recuperou após perder um equilibrado set inicial no tiebreak, e ficou atrás no terceiro e no quarto set antes de virar as parciais e encaminhar a vitória.

O alemão Zverev certamente irá se arrepender de ter desperdiçado um 4-1 a seu favor no terceiro set, e um 3-0 no quarto.

Djokovic mais uma vez usou uma fita em sua região abdominal, um resquício da lesão sofrida em sua vitória sobre Taylor Fritz na terceira rodada.

Mas isso não pareceu incomodá-lo, já que chegou à sua 39ª semifinal de Grand Slam na carreira, onde enfrentará um adversário improvável nas semis do Aberto da Austrália, o qualifier russo Aslan Karatsev.

 

 

*Por Martyn Herman / REUTERS

AUSTRÁLIA - Djokovic brilhou novamente nesta segunda-feira (8) ao arrasar o francês Jeremy Chardy por 6-3, 6-1 e 6-2 na primeira rodada do Aberto da Austrália, que também contou com as classificações de Dominic Thiem, Alexander Zverev e Diego Schwartzman.

Após duas semanas de quarentena na cidade de Adelaide, o número um do mundo deixou seu talento falar por si e conquistou sua 297ª vitória em um torneio de Grand Slam.

Djokovic conquistou oito de seus 17 títulos de Grand Slam na quadra principal do Melbourne Park e, embora tenha jogado com menos público do que o normal na segunda-feira, o sérvio se sentiu muito confortável na quadra azul.

"Há uma história de amor permanente entre mim e está quadra", disse o sérvio para o aplauso dos torcedores.

Já Thiem superou um primeiro set fraco antes de vencer Mikhail Kukushkin por 7-6 (7-2), 6-2 e 6-3 para chegar à segunda rodada. O austríaco, que foi derrotado na final por Novak Djokovic no ano passado, recuperou o ritmo após o primeiro set e depois partiu para a vitória sem problemas.

Zverev também superou um início inconsistente e venceu o norte-americano Marcos Giron por 6-7 (8-10), 7-6 (7-5), 6-3 e 6-2.

 

 

*Por Nick Mulvenney / REUTERS

MUNDO - Mais dois tenistas do Aberto da Austrália testaram positivo para o novo coronavírus (covid-19), afirmou uma autoridade nesta quarta-feira (20), no momento em que o governo e a Tennis Australia discutem sobre o custo da quarentena.

A ministra de segurança do Estado de Vitória, Lisa Neville, disse que dois atletas e um participante do Aberto da Austrália eram os três novos casos registrados nesta última quarta-feira (20).

Um total de dez pessoas associadas ao Grand Slam, incluindo quatro tenistas, já testou positivo para o vírus.

Tem havido confusão sobre os números exatos, com vários resultados de testes posteriormente reclassificados pelas autoridades como "excreção viral" de infecções anteriores.

Mais de 70 jogadores e seus acompanhantes estão confinados em seus quartos de hotel por 14 dias e não podem treinar para o Aberto da Austrália, que ocorre de 8 a 21 de fevereiro, depois que passageiros em três voos fretados tiveram testes positivos.

As autoridades desembolsaram enormes recursos para transportar mais de 1.200 jogadores, técnicos e autoridades em 17 voos fretados para a Austrália para realizar o primeiro Grand Slam do ano.

O chefe da Tennis Australia, Craig Tiley, disse à estação de rádio 3AW que os custos da quarentena podem exceder 40 milhões de dólares australianos, parte dos quais seria coberta pelo governo estadual de Vitória.

 

 

*Por Ian Ransom / REUTERS

MUNDO - O Grande Prêmio da Austrália será adiado para o final da temporada de Fórmula 1, com Bahrein substituindo-o como corrida de abertura em março, disse à Reuters o proprietário da equipe Aston Martin, Lawrence Stroll.

A medida, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19) e às restrições de quarentena, foi amplamente divulgada na mídia, mas ainda não foi confirmada pela Fórmula 1 ou pelos organizadores locais.

"Melbourne está - não foi oficialmente anunciado, mas será – adiada, não cancelada. Iremos para lá em algum momento do outono (no hemisfério norte) e a primeira corrida será no Bahrein", disse o bilionário canadense.

Ele fez o comentário antes do anúncio de um novo patrocínio para a equipe com a empresa de TI Cognizant. As equipes de Fórmula 1 concordaram com a mudança em uma reunião virtual com o novo presidente-executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali, na última segunda-feira (4).

Fontes disseram que a mesma reunião também deixou acertada a mudança dos testes de pré-temporada do Circuito da Catalunha, em Barcelona (Espanha), para o Barein, sem definir uma data.

O calendário de corridas da última temporada teve que ser reformulado devido à pandemia, com 17 provas na Europa e no Oriente Médio, e alguns circuitos, incluindo Bahrein, recebendo dois grandes prêmios.

 

 

*Por Alan Baldwin / REUTERS

MUNDO - As autoridades australianas pediram a moradores e visitantes de Happy Valley, em Fraser, a maior ilha de areia do mundo, que abandonem imediatamente o local, alertando que o incêndio que atinge a região se tornou "demasiado perigoso" e "ameaça vidas".

Os Serviços de Incêndios e Emergência de Queensland, no Nordeste da Austrália, informaram em comunicado que pouco antes das 2h desta segunda-feira (7), em Lisboa, as chamas se dirigiam para Happy Valley, uma das duas cidades da ilha, que tem menos de 200 habitantes permanentes e foi declarada Patrimônio da Humanidade.

Com a ajuda de aviões-tanque, os bombeiros tentaram criar uma área de contenção para mitigar o impacto do incêndio, que ocorre na Ilha de Fraser desde meados de outubro, embora admitam que "muito em breve não conseguirão deter o avanço" das chamas.

Os bombeiros em Queensland também avisaram os moradores e visitantes do Kingfisher Bay Resort and Village para deixar o local.

O incêndio, cujo foco principal está na parte leste de Fraser, já queimou mais de 82 mil hectares, uma área que representa mais da metade do território desse destino turístico, popular pelas suas dunas de areia e riquezas naturais, incluindo dingos (cães selvagens).

Segundo os peritos, as alterações climáticas agravam os incêndios na Austrália, principalmente no Sul e Leste do país, que no ano passado sofreu os piores incêndios em décadas, com 24 milhões de hectares queimados e 33 mortes.

 

 

*Por RTP

MUNDO - O Google retirou a Austrália da lista de países incluídos em parceria que pagará a empresas por conteúdo jornalístico –o Google News Showcase, lançado em 1º de outubro.

A big tech argumenta não ter certeza se o programa seria viável no país por causa de 1 projeto de lei, proposto em 31 de julho, que determina o pagamento a veículos de mídia por conteúdo reproduzido no Google e no Facebook.

A vice-presidente do Google na Austrália, Melanie Silva, disse que o “sistema de arbitragem” proposto no texto é “impraticável”.

“Não nos opomos a 1 código e a 1 sistema para resolver disputas entre as partes. Mas o sistema de arbitragem delineado no projeto é impraticável. Temos preocupações sobre suas condições de pagamento injustas e definições e obrigações pouco claras”, afirmou.

A decisão pode ser revista, segundo Melanie. No texto, a vice-presidente afirma que as condições “podem ser alteradas” para tornar o projeto “justo e viável“.

CONTEXTO

O ministro das Finanças da Austrália, Josh Frydenberg, determinou em abril que Google e Facebook negociassem a porcentagem de remuneração por material de empresas de jornalismo.

Como explicou o articulista Mario Cesar Carvalho em artigo no Poder360, a Austrália quer 1 produto mais profundo de regulamentação. Investigação do governo concluiu que Google e Facebook cometem violações que vão desde a invasão de privacidade ao monopólio.

O que a Austrália defende, em suma:

  • publicidade e usuários comerciais – já que Facebook e Google atuam como agências e também intermediadores de negócios;
  • mídia – objetivo seria esclarecer o que pode ou não nas redes sociais como veículos de comunicação e distribuidores de notícias;
  • relação comercial e monetização de notícias – intenção é gerar renda para jornais e outros meios de comunicação que têm seu material veiculado no Facebook –e que não recebem nada por isto.

GOOGLE NEWS SHOWCASE

O novo acordo da empresa com veículos em vários países (Alemanha, Argentina, Brasil, Canadá e Reino Unido) para pagar por conteúdo jornalístico apresenta cláusula controversa: impede que as companhias de mídia, que aderirem ao projeto, cobrem algum tipo de reparação judicial pelo uso que considerarem indevido de seu material na plataforma da big tech.

É como se jornais impressos ou digitais, revistas ou qualquer veículo jornalístico renunciassem ao direito de cobrar do Google por alguma irregularidade cometida com uso impróprio de conteúdo. A empresa de jornalismo que buscar alguma reparação judicial terá seu contrato com o Google imediatamente rompido –o que pode tornar muitos negócios de comunicação ainda mais dependentes dos serviços da big tech.

A controvérsia foi apontada de maneira bem direta e crítica numa nota do Conselho Europeu de Publishers, publicada em 1º de outubro de 2020.

A crítica que os europeus fazem é sobre a tentativa do Google de se antecipar a legislações nacionais que estão em fase de implantação e que pretendem impor à big tech pagamentos muito mais pesados pelo uso de conteúdo jornalístico de terceiros.

 

 

*Por: PODER360

A resposta da Austrália ao surto do coronavírus está entre as mais bem-sucedidas do mundo. Mas como o país conseguiu evitar o pior da pandemia e até quando?

 

MUNDO - Dois dígitos. O estado de Victoria, no sul da Austrália, voltou a impor restrições após o número de casos permanecer nos dois dígitos, por seis dias consecutivos. Mas mesmo com os números de Victoria, o cenário nacional não mudou e a Austrália continua sendo um dos melhores exemplos de contenção do coronavírus.

Do primeiro caso registrado no dia 25 de janeiro (um homem vindo de Wuhan), ao pico de 460 novos casos registrados em um único dia (28 de março) há quase três meses a média nacional é de 20 novos casos por dia em um país de 25 milhões de habitantes. 

O país conta atualmente com um total de 7474 infectados e 102 mortos. Dos oito estados australianos, seis estão sem registrar um novo caso de Covid-19 há três semanas.

Os estados mais populosos do país, Victoria (capital Melbourne) e New South Wales (capital Sydney) são os responsáveis por todos os novos casos de Covid-19 na Austrália.

O estado de Victoria registrou nesta segunda-feira (22) 13 novos contaminados, New South Wales, 5 e os demais estados australianos (South Australia, Western Australia, Território do Norte, Território da Capital, Queensland e Tasmânia), zero.

As razões por trás da estratégia bem sucedida australiana são complexas e o sucesso ainda pode ser temporário, mas alguns fatores foram e continuam sendo importantes na luta contra o vírus.

A coordenação da resposta política entre governos estaduais e federal, o rápido fechamento das fronteiras, a imposição da quarentena, distanciamento social, isolamento e rastreamento do vírus foram, todos, fatores fundamentais para o controle do vírus.

Diferenças culturais

Mas se essas regras e medidas são semelhantes aos protocolos mundiais de contenção ao vírus, o que difere na Austrália?  A diferença talvez seja cultural. Apesar da imagem de um povo jovem, mais relaxado, o australiano se mostrou, em tempos de Covid, um povo acima de tudo, obediente.

É fato que nenhuma das medidas mencionadas teriam funcionado sem o comprometimento da população. O governo agiu de maneira relativamente rápida.

No dia 20 de março, o primeiro-ministro Scott Morrison declarou o fechamento das fronteiras e institui na quarentena obrigatória de duas semanas para todas as chegadas internacionais. Em seguida veio a ordem para as pessoas ficarem em casa e só saírem para irem ao médico, farmácia, supermercado, e ao trabalho (caso não pudessem trabalhar de casa).

Os australianos adotaram essas medidas de isolamento e distanciamento social quase que imediatamente. O australiano “sumiu” das praias, das ruas, do transporte público, academias de ginástica, escolas, igrejas e locais de culto, bares e restaurantes, isto e, fez o que lhe foi pedido - ficou em casa.

Lembrando que, mesmo no auge da crise, os parques públicos foram os únicos que permaneceram abertos para as pessoas se exercitarem. O australiano teve esse ‘respiro’ de poder ir ao parque, mas ninguém podia sentar nos bancos, playgrounds infantis foram fechados e os equipamentos de exercício ao ar livre bloqueados para uso.

Talvez marcados por imagens do sistema de saúde da Itália, à beira do colapso, o número de contágios na Espanha, França, muitos habitantes começaram a reduzir suas atividades antes mesmo que as restrições fossem impostas.

Apesar de as leis restritivas na Austrália terem sido menos rigorosas do que em alguns outros países, como a França e a vizinha Nova Zelândia, que entrou em um lockdown completo — e que conseguiu, por pelo menos alguns dias, chegar a zero em número de casos de infectados pelo coronavírus —, a conformidade dos australianos resultou no baixo número de transmissões comunitárias.

Governo reagiu mais rápido do que na crise dos incêndios

O primeiro-ministro australiano Scott Morrison decepcionou muitos australianos ao lidar com a terrível crise dos incêndios florestais no início do ano. A resposta foi lenta e confusa. E ele jamais cedeu aos especialistas em mudança climática.

Desta vez, porém, o premiê mudou a linha de ação completamente. O governo colocou especialistas médicos no centro da resposta à crise da Covid. Um gabinete nacional, presidido por Morrison, mas incluindo premiês estaduais dos partidos Trabalhista e Liberal, foi formado. Até o movimento sindical recebeu um papel inesperado na criação de políticas para a contenção do coronavírus. O ministro das Relações Industriais, por exemplo, se declarou o "melhor amigo" de líderes sindicais.

Morrison também fechou boa parte da economia e aumentou benefícios da assistência social, como seguro desemprego e o famoso JobKeeper, que paga aos empresários para que mantenham seus funcionários empregados durante a crise. Ele também anunciou que o país entrou em recessão pela primeira vez em 29 anos.

Segundo o premiê, os gastos relacionados ao coronavírus foram até agora de cerca de 214 bilhões de dólares australianos (ou € 135 bilhões).

A crise não abalou a confiança do australiano no governo que continua mais forte do que nunca.

Fronteiras não devem abrir

De acordo com o governo, não há previsão para a reabertura das fronteiras esse ano.

Uma situação que prejudica milhares de pessoas, entra elas, os brasileiros que estudam na Austrália. Estudantes internacionais do mundo inteiro que têm visto temporário ainda não conseguiram retornar ao país e estão pedindo desesperadamente ajuda ao governo.

Muitos estudantes brasileiros resolveram ficar na Austrália, mas com o fechamento da economia estão recorrendo a doação de comida para conseguirem economizar algum dinheiro e pagarem o aluguel e a mensalidade da escola, que atualmente é online.

O governo fala agora em erradicar a doença na Austrália, ao invés de apenas retardar sua propagação. O sucesso semelhante ou ainda maior do que na Nova Zelândia gerou um plano de criar um corredor entre os dois países, ou uma "bolha" na qual tanto a Austrália quanto a Nova Zelândia reabririam suas fronteiras uma para a outra, mas elas ficariam fechadas para o resto do mundo.

 

 

*Por: Luciana Fraguas, correspondente da RFI, em Melbourne, na Austrália

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