SÃO CARLOS/SP - Danila Maria de Oliveira, 26 anos, foi cruelmente morta pelo companheiro na tarde de sábado (22), na área rural de São Carlos.
Segundo consta, o 190 e o 192 foram acionados após ação criminosa, quando os agentes de segurança pública e de saúde chegaram, se depararam com José de Oliveira Matos (acusado pelo crime), sentado na frente da casa. Ao ser questionado de imediato confessou o crime e que fez o que fez pela esposa ter lhe traído.
A USA (Unidade de Suporte Avançado), ai ver a vítima apenas constatou o óbito com várias perfurações pelo corpo. Os filhos do casal de 11 e 10 anos, estavam em estado de choque, pois teria visto o pai golpear a mãe com a faca.
A Polícia Civil e Cientifica estiveram na fazenda e realizaram os trabalhos que lhes competem.
O corpo foi levado ao IML, e o sujeito conduzido à Central de Polícia Judiciária de São Carlos, onde permaneceu preso.
SÃO CARLOS/SP - Uma mulher registrou uma queixa-crime na Central de Polícia Judiciária de São Carlos após cair no golpe da “falsa filha”.
De acordo com a filha da vítima, a estelionatária entrou em contato com sua mãe e conversa vai e conversa vem, a bandida pediu um PIX e como a vítima achava que era sua filha, o PIX foi realizado no valor de R$ 1,5 mil.
Quando a verdadeira filha chegou afirmou que estava trabalhando, então mãe e filha perceberam que a genitora foi alvo de golpe e decidiram registrar a ocorrência.
CHILE - O Congresso chileno aprovou, nesta quarta-feira (5), a lei "Naín-Retamal", também conhecida como "gatilho fácil", que estabelece a "legítima defesa privilegiada" para agentes das forças de segurança, em meio ao aumento dos crimes no país.
O assassinato, na semana passada, da sargento dos carabineiros (polícia militarizada) Rita Olivares, que foi baleada ao sair de uma viatura policial enquanto atendia uma ocorrência, acelerou a tramitação do projeto, que estabelece que, caso um policial ou militar utilize suas armas de serviço, se presumirá que estas "foram empregadas corretamente" quando os agentes atuarem em legítima defesa, similar ao que se conhece como excludente de ilicitude no Brasil.
Após um acordo entre o governo e o Senado, vários dos pontos mais polêmicos do projeto foram retirados. O debate no Congresso se deu em clima de forte atrito, com a presença de vítimas da repressão policial e de familiares de policiais assassinados.
"Concordamos em deixar de fora algumas ideias francamente aberrantes que tentaram introduzir neste projeto [...] Não é verdade que a polícia tem apoio quando lhe é dada carta branca", disse no Congresso a ministra do Interior, Carolina Tohá.
O acordo com o governo também eliminou a cláusula que permitia o uso de armas quando um policial é atacado por duas ou mais pessoas desarmadas, assim como a isenção de responsabilidade dos comandos policiais e militares por eventuais crimes protagonizados por seus subordinados.
"O que este projeto faz é que, quando um policial usa uma arma em legítima defesa, ou de terceiros porque sua vida está em risco, deve se presumir que o policial deveria ter agido de acordo com os princípios profissionais, mas uma investigação pode provar o contrário", explicou a ministra Tohá após a aprovação da lei.
"Carabineiros morreram para que este projeto viesse à tona [...] a proteção de nossos policiais, dando-lhes maiores poderes, devolve a esperança aos chilenos", destacou o deputado opositor Andrés Longton, autor da iniciativa.
O projeto original, que durante os trâmites foi apelidado de "gatilho fácil", foi criticado por criminalistas e pelas Nações Unidas.
"Não está em conformidade com a lei internacional de direitos humanos", criticou o representante regional para o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (Acnudh) na América do Sul, Jan Jarab.
De acordo com as pesquisas, a segurança pública é a principal preocupação dos chilenos e seu aumento pressionou o governo e o Congresso a tramitarem uma série de leis de combate ao crime.
Considerado um dos países mais seguros da América Latina, o Chile vivência um aumento recente da criminalidade.
Segundo a Subsecretaria de Prevenção ao Crime, os homicídios cresceram 33,4% em 2022, em comparação com o ano anterior, a segunda maior variação na América Latina depois do Equador, que registrou aumento de mais de 80%.
BRASÍLIA/DF - O ministro Alexandre de Moraes fixou nesta segunda-feira (27) competência do STF (Supremo Tribunal Federal) para processar e julgar crimes praticados nos atos golpistas do dia 8 de janeiro, independentemente de os investigados serem civis ou militares.
Ele também autorizou a instauração de procedimento investigatório, pela Polícia Federal, de eventuais crimes cometidos por integrantes das Forças Armadas e Polícias Militares relacionados "aos atentados contra a democracia que culminaram com os atos criminosos e terroristas do dia 8 de janeiro de 2023".
Havia dúvidas se, nesses casos, quem julgaria os militares seria o Supremo ou a Justiça Militar.
"O Código Penal Militar não tutela a pessoa do militar, mas sim a dignidade da própria instituição das Forças Armadas competência ad institutionem, conforme pacificamente decidido por esta Suprema Corte ao definir que a Justiça Militar não julga 'crimes de militares', mas sim 'crimes militares'", diz o ministro em sua decisão.
por JOSÉ MARQUES / FOLHA de S.PAULO
Ação conjunta das polícias Civil e Militar resultou na prisão de cinco homens
BARRETOS/SP - Policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Barretos, com apoio da Polícia Militar e de outras delegacias especializadas, prenderam nesta quarta-feira (14), quatro homens envolvidos na morte de uma jovem, de 17 anos, ocorrida na última sexta-feira (09) em Barretos.
Os agentes da DIG com apoio de policiais da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE), da Central de Polícia Judiciária (CPJ) e do Grupo de Operações Especiais (GOE), em conjunto com a Polícia Militar de Barretos e Guaíra cumpriram nesta quarta-feira (14), mandados de prisão temporárias expedidas pelo Poder Judiciário.
Três suspeitos foram presos na cidade de Barretos e um na cidade de Olímpia. No último domingo (11), um outro indivíduo foi capturado. A ação contou com o efetivo de 20 policiais civis e 18 militares.
Diligências seguem em andamento para a localização do sexto envolvido.
SÃO CARLOS/SP - Um homem foi baleado e morto na noite de ontem, 06, na Rua Paulino dos Santos, no bairro Antenor Garcia, em São Carlos.
Segundo informações, Adriano Freitas de Souza, 33 anos, caminhava pela rua, quando foi baleado. O SAMU foi acionado e a USA (Unidade de Suporte Avançado), foi ao local e o médico constatou que a vítima já estava sem vida.
A Polícia Militar e Civil esteve no local do crime e a delegada Dra. Beatriz Mendes Pereira Lopes, deu inicio as investigações de quem cometeu o assassinato.
A ocorrência foi registrada na Central de Polícia Judiciária. O corpo foi levado para o IML de São Carlos.
SÃO CARLOS/SP - Na última segunda-feira, 29, uma comerciante foi alvo de dois indivíduos que passaram notas falsas na Avenida Sallum, Vila Prado, em São Carlos.
De acordo com a empresária, alguns colegas já foram vítimas da dupla. Imagens de câmera de segurança flagrou a ação dos criminosos que aparentam ter entre 18 a 20 anos, onde um fica pelo lado de fora do estabelecimento e o outro fica vigiando. O que entra no comércio ele pede para trocar o dinheiro ou para comprar alguma coisa.
De acordo com a comerciante, outros estabelecimentos caíram no mesmo golpe.
Se alguém tem informações sobre estes dois homens ligue para Polícia Militar 190, ou para Guarda Municipal 153.
SÃO CARLOS/SP - Na última quarta-feira, 24, o jovem Bruno Carneiro de Souza, de 21 anos, foi assassinado na Avenida Antônio Migliato, no bairro Cidade Aracy.
A Polícia Civil está investigando o caso, mas o São Carlos no Toque e a Rádio Sanca obtiveram imagens de uma câmera de segurança no exato momento em que o crime aconteceu.
Bruno estava sentado em um estabelecimento comercial com sua namorada e as filhas da jovem, quando dois indivíduos aparecem em uma motocicleta e o garupa desce atirando contra o jovem.
A vítima ainda consegue empurra o sujeito da moto, mas o assassino efetua mais disparos em direção ao Bruno que cai no chão e morre. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu.
Caso você tenha alguma informação sobre o caso ligue para DIG 16 3374-1984.
Assista ao vídeo, cuidado as imagens são fortes.
CIDADE DO MÉXICO - Centenas de soldados mexicanos foram enviados a Ciudad Juárez, na fronteira com os Estados Unidos, após um confronto na prisão entre membros de dois cartéis rivais causar uma rebelião e tiroteios que causaram a morte de 11 pessoas, a maioria delas civis, disseram autoridades.
O grupo Los Chapos, membros do infame Cartel de Sinaloa antes liderado por Joaquin "El Chapo" Guzmán, e o grupo local Los Mexicles entraram em conflito na tarde de quinta-feira, afirmou o vice-ministro de Segurança, Ricardo Mejia.
Uma rebelião então estourou, deixando dois mortos e quatro feridos por tiros, disse Mejia, que falou ao lado do presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, em uma entrevista coletiva. Outros 16 ficaram feridos no conflito, disse.
Autoridades não disseram o que causou o incidente.
Após a rebelião, os Mexicles assolaram a cidade, segundo as autoridades, matando nove civis. Entre eles estavam quatro funcionários de uma estação de rádio, incluindo um locutor, disse Mejia.
Do outro lado da cidade, lojas de conveniência foram alvejadas e incendiadas. A FEMSA, empresa que controla a rede de lojas Oxxo, disse em nota que um de seus funcionários e uma mulher que tentava arrumar emprego em uma loja foram mortos no episódio de violência.
Por volta da 1h (horário local) desta sexta-feira, seis supostos membros dos Mexicles foram presos pela polícia local, com ajuda do Exército e da Guarda Nacional, disse Mejia.
Até a tarde desta sexta, cerca de 300 soldados do Exército chegaram a cidade, com mais 300 a caminho.
Reportagem de Kylie Madry; Reportagem adicional de Tomas Bravo / REUTERS
SÃO CARLOS/SP - Um assalto foi registrado na Central de Polícia Judiciária de São Carlos, após sofrer um assalto na região central do município.
De acordo com a vítima, ele e sua companheira estavam caminhando na Rua Aquidaban, quando foram abordados por dois bandidos e com uma faca em mãos e sob ameaças de morte foram obrigados a dar o que tinham, um valor de R$136,00.
Após o crime fugiram.
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