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EUA - As quedas dos índices S&P 500 e Nasdaq causadas pela guerra entre Rússia e Ucrânia têm levado gestores de investimentos a alertar seus clientes de que as perdas podem aumentar se a situação se agravar. Muitos, porém, ainda estão convencidos de que a pressão será de curta duração – pelo menos é o que a história indica.

A ação militar da Rússia contra a Ucrânia “intensificou a pressão” sobre as bolsas e “exacerbou significativamente” o ambiente cauteloso que abalou os mercados este ano, disse Dan Ives, analista da Wedbush, na quinta-feira (24), quando o Nasdaq operou 20% abaixo do seu recorde de novembro.

A “reação imediata é sempre muito assustadora”, mas choques geopolíticos no mercado “não são motivo para entrar em pânico”, disse Ives. Ele acrescentou que, desde 2000, quedas semelhantes têm apresentado uma boa oportunidade de compra para ações de tecnologia, como Microsoft, Apple e Adobe – um posicionamento que foi compartilhado pelos analistas do Bank of America no início desta semana.

Outros concordam. Embora um grande conflito entre a Rússia e a Ucrânia possa ser “devastador”, as ações provavelmente serão capazes de resistir às tensões geopolíticas, diz o estrategista-chefe de mercado da LPL Financial, Ryan Detrick, observando que as ações normalmente se recuperam dentro de algumas semanas.

Após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, o S&P 500 recuou quase 12% ao longo de 11 dias, mas recuperou as perdas após um mês.

Choques semelhantes também resultaram em liquidações de curta duração. O S&P caiu quase 7% em um único dia após a crise dos mísseis cubanos em 1962, mas recuperou as perdas em quatro dias. E embora tenha caído 4% após rebeldes militares atacarem uma das principais refinarias da Aramco em 2019, o índice voltou ao patamar anterior 41 dias depois.

O maior choque geopolítico para os mercados norte-americanos aconteceu quando o Japão atacou Pearl Harbor, em dezembro de 1941, e empurrou os EUA para a Segunda Guerra Mundial. O S&P caiu 19,8% no acumulado de seis meses após o ataque e se recuperou em 307 dias, mas o conflito se arrastou por quatro anos.

“A geopolítica historicamente agita os mercados, e as ações provavelmente estarão no limite nas próximas semanas”, disse Lindsey Bell, estrategista-chefe de mercados da Ally Invest, em comentários na quinta-feira. “A boa notícia é que o impacto tende a ser de curta duração, de um a três meses. Historicamente, 12 meses após um evento como esse, as bolsas tendem a subir.”

 

Pano de fundo

O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou uma “operação militar especial” na Ucrânia na quinta-feira, em um anúncio assustador que foi imediatamente seguido por relatos de explosões em toda a Ucrânia. Pelo menos 40 pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas, segundo autoridades ucranianas.

Os futuros do mercado de ações caíram imediatamente com as notícias, enquanto os três principais índices de Wall Street abriram com perdas de 2%.

Com o Federal Reserve diminuindo os estímulos monetários da pandemia que levaram as ações a máximas históricas, a sensibilidade do mercado ao choque geopolítico aumentou, segundo o analista Adam Crisaffuli, da Vital Knowledge Media.

“A história oferece pistas, mas certamente não dá garantias do que provavelmente acontecerá”, diz Sam Stovall, da CFRA Research, apontando que, em 83% das vezes, os mercados se recuperaram após 60 dias. “Se as bolsas mostrarem sinais de recuperação nos próximos dias e semanas, a correção já pode ter terminado. Se não, o pior ainda está por vir… Não temos como saber se isso resultaria em um novo período de perdas.”

 

 

Jonathan Ponciano e Sergei Klebnikov / FORBES

BRASÍLIA/DF - A partir de hoje (25), o acesso ao Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC) terá o nível de segurança aumentado. Quem usa o login único do Portal Gov.br só poderá acessar o e-CAC com contas nível prata ou ouro, que têm mais recursos de proteção.

Em nota, a Receita Federal explicou que a mudança faz parte de um processo de melhoria no acesso aos serviços digitais do órgão. Segundo o Fisco, o aumento na segurança permitirá que serviços do e-CAC atualmente acessíveis apenas com certificado digital (tipo de assinatura eletrônica vendida a pessoas físicas e empresas) possam ser fornecidos a mais usuários.

Além da conta gov.br, pessoas físicas que declaram Imposto de Renda e empresas optantes pelo Simples Nacional podem acessar o e-CAC usando o código de acesso, espécie de chave eletrônica renovável a cada dois anos. As demais empresas podem acessar o e-CAC por meio do certificado digital, caso não queiram usar o login gov.br.

Níveis de segurança

Identificação segura para acessar serviços públicos digitais, a conta gov.br está disponível a todos os cidadãos brasileiros. O login tem três níveis de segurança: bronze, para serviços menos sensíveis; prata, que permite o acesso a muitos serviços digitais; e ouro, que permite o acesso a todos os serviços digitais.

As contas cadastradas exclusivamente com informações do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) são consideradas nível bronze. Também tem esse nível o cadastro feito presencialmente nas unidades do INSS ou do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

As contas nível prata têm validação de uma dessas três fontes: biometria facial da carteira de motorista, cadastro Sigepe (no caso de servidores públicos) ou dados bancários de um dos sete bancos conveniados ao Portal Gov.br (Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, BRB, Caixa Econômica Federal, Santander e Sicoob).

Por fim, as contas validadas com biometria facial da Justiça Eleitoral ou por certificado digital compatível com ICP-Brasil passam a ter nível ouro de segurança.

Os contribuintes com contas nível bronze podem elevar o nível de segurança do login, ao fazer as validações que conferem níveis superiores. Clique aqui para obter mais informações sobre o procedimento. 

 

 

 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil 

EUA - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu um pouco mais do que o esperado na semana passada, indicando que a recuperação do mercado de trabalho está ganhando força.

Nos EUA, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 17 mil, para 232 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 19 de fevereiro, informou o Departamento do Trabalho ontem (24). Economistas consultados pela Reuters previam 235 mil solicitações para a última semana.

Os pedidos haviam subido na semana encerrada em 12 de fevereiro, o que economistas atribuíram à volatilidade semanal nos dados e ao impacto atrasado de tempestades de inverno vistas no início do mês nos Estados Unidos.

Com 10,9 milhões de vagas de emprego em aberto no final de dezembro, as demissões são poucas e economistas esperam que as solicitações de auxílio caiam abaixo de 200 mil nas próximas semanas. Elas chegaram a ficar abaixo desse nível no início de dezembro passado.

Os pedidos de auxílio-desemprego caíram ante um patamar máximo recorde de 6,149 milhões atingido no início de abril de 2020. As condições mais apertadas do mercado de trabalho estão impulsionando o crescimento salarial, o que contribui para a inflação alta.

Um relatório separado do Departamento de Comércio confirmou que o crescimento econômico dos Estados Unidos acelerou no quarto trimestre, já que a pressão negativa desencadeada por um salto nas infecções por Covid-19 no verão (nos EUA) diminuiu.

O PIB (Produto Interno Bruto) cresceu a taxa anualizada de 7,0% no último trimestre do ano passado, disse o governo em sua segunda estimativa do PIB. Isso foi um pouco acima do ritmo de 6,9% relatado anteriormente. A economia cresceu 2,3% no terceiro trimestre.

O ímpeto econômico, no entanto, pareceu ter desaparecido em dezembro em meio à forte onda de infecções por coronavírus, alimentadas pela variante Ômicron. Mas a atividade se recuperou desde então com a redução de casos no país.

 

 

REUTERS

FORBES

SÃO PAULO/SP - A Caixa registrou lucro líquido de R$ 17,3 bilhões em 2021, o que corresponde a um crescimento de 31,1% na comparação com 2020, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (24).

Considerado apenas o quarto trimestre do ano passado, o lucro do banco estatal totalizou R$ 3,2 bilhões, um pequeno aumento de 0,3% em relação ao terceiro trimestre.

A carteira de crédito do banco encerrou dezembro em R$ 867,6 bilhões, crescimento de 10,2$ em 12 meses.

Apenas no quarto trimestre, foram concedidos cerca de R$ 114,7 bilhões em crédito, aumento de 5,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

As receitas provenientes da carteira de crédito totalizaram R$ 19,8 bilhões no quarto trimestre, aumento de 15,8% em relação ao mesmo período de 2020.

"Destacam-se nas receitas com operações de crédito os crescimentos, em 12 meses, de 187,9% em crédito ao agronegócio, de 43,5% em saneamento e infraestrutura, de 21,8% em crédito para pessoa jurídica e 14,4% em crédito para pessoa física", informa a Caixa no relatório.

O banco reportou ainda um volume de R$ 140,6 bilhões em contratação de crédito imobiliário durante 2021, o maior da série histórica, e uma evolução de 20,8% na comparação com 2020.

A inadimplência fechou o ano em 1,95%, redução de 0,21 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre.

O ROE recorrente, indicador que mede a rentabilidade da operação do banco, foi de 12,2%, crescimento de 1,6 ponto percentual em 12 meses.

A Caixa também destacou em seu balanço a aprovação no dia 29 de dezembro de 2021 da conclusão do processo de extinção da Caixa Participações S/A (CaixaPar).

"A extinção da CaixaPar está em linha com o planejamento estratégico da Caixa, encerrando participações onerosas, incompatíveis com seus objetivos, e que sofreram ressalvas em seus balanços e/ou apontamentos do TCU/CGU", diz o banco.

 

 

LUCAS BOMBANA / FOLHA

EUA - Os mercados asiáticos e os futuros de ações dos EUA despencaram nesta quinta-feira (24), quando o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou uma operação militar na Ucrânia.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 3,2%. O Kospi da Coréia caiu 2,7%. O Nikkei 225 do Japão perdeu 2,4% depois de voltar de um feriado. O Shanghai Composite da China caiu 0,9%.

Os futuros de ações dos EUA também caíram. Os futuros da Dow caíram até 780 pontos, ou 2,4%. Os futuros do S&P 500 e do Nasdaq caíram 2,3% e 2,8%, respectivamente.

As perdas amplas seguiram um declínio acentuado em Wall Street na quarta-feira. O Dow fechou mais de 464 pontos, ou 1,4%, registrando seu quinto dia consecutivo de perdas. O S&P 500 e o Nasdaq caíram 1,8% e 2,6%, respectivamente.

A Bolsa de Moscou anunciou que suspendeu as negociações em todos os seus mercados até novo aviso.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

SÃO PAULO/SP - O número de pedidos de seguro-desemprego voltou a subir no começo deste ano. Foram registrados 529.826 requerimentos em janeiro, um aumento de 10% em relação ao mesmo mês de 2021, em que houve 463.834 solicitações, e também a dezembro, com 481.481.

No acumulado do ano, porém, houve uma queda de 10,2%. De janeiro a dezembro de 2021 foram registrados 6,08 milhões de pedidos ante 6,78 milhões em 2020. Mas o recorde de requerimentos foi registrado em maio de 2020, com 960.308, a maior marca da série histórica, no início da pandemia de coronavírus.

Outro índice que antecipa os rumos do mercado de trabalho iniciou 2022 com queda pelo terceiro mês seguido, indo em janeiro ao menor nível em quase um ano e meio, apontando dificuldade de recuperação, de acordo com a FGV (Fundação Getulio Vargas).

O Indicador Antecedente de Emprego do Brasil teve queda de 5,3 pontos em janeiro, a 76,5 pontos, retornando ao menor nível desde agosto de 2020 (74,8 pontos).

“A piora mais acentuada no início de 2022 decorre da combinação da desaceleração econômica iniciada no quarto trimestre com o surto de Ômicron e Influenza, que afeta principalmente o setor de serviços, o maior empregador, tornando no curto prazo difícil vislumbrar uma alteração no curso do indicador”. RODOLPHO TOBLER, ECONOMISTA DA FGV IBRE

O Brasil abriu 2.730.597 empregos com carteira assinada entre janeiro e dezembro de 2021, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Previdência Social. Já a taxa de desemprego recuou para 11,6%, no trimestre finalizado em novembro, nível mais baixo desde o início de 2020, de acordo com dados do IBGE.

No entanto, a renda real dos trabalhadores chegou à mínima da série histórica. Nesta semana, o será divulgado o desemprego de dezembro com os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), fechando o ano de 2021.

Segundo o Ministério do Trabalho e Previdência, a explicação para o crescimento do seguro-desemprego em janeiro é porque mais pessoas foram demitidas em dezembro. "Historicamente, este número sempre sobe nesse mês, pois é quando as contratações temporárias para as festas de fim de ano são encerradas. Esse aumento faz parte da sazonalidade natural da dinâmica econômica", afirma a pasta em nota.

A questão da sazonalidade para o aumento de pedidos de seguro-desemprego em janeiro também é destacada pelo economista Josilmar Cordenonssi, professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

“Apesar de janeiro de 2022 estar 10% acima do mesmo mês no ano passado, o acumulado dos últimos 12 meses teve um recuo de mais de 8,34% nos pedidos. Assim, de uma forma geral, este número de requerimentos (529.826) não indica nenhuma piora nem melhora no mercado de trabalho”. Josilmar Cordenonssi, economista e professor da Universidade Mackenzie

Para Cordenonssi, os dados de desemprego retratam melhor as condições do mercado de trabalho do que o seguro-desemprego. "Você pode ver que ao longo dos anos 2000, em que o Brasil teve um crescimento econômico razoável, os pedidos de seguro-desemprego eram crescentes. Mas a partir do final de 2014, os pedidos de seguro-desemprego caíram junto com a recessão de 2015-2016. Então, o aumento de pedidos de seguro-desemprego nem sempre é uma má notícia", avalia.

Um dos pontos defendido pelo governo para evitar maior queda dos empregos durante a pandemia de Covid-19 foi a criação do BEm (Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda), que permitiu que empresas firmassem acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão de contratos de trabalho. O programa vigorou até agosto do ano passado, beneficiando 10 milhões de trabalhadores em 2020 e 2,5 milhões em 2021.

 

 

Ana Vinhas, do R7

EUA - A divulgação de novos recordes de inflação nos Estados Unidos só confirmou o que os americanos já perceberam há alguns meses: é preciso gastar mais do que antes para comprar comida, renovar o aluguel e pagar a conta de energia.

Desde o final de 2021, Denise Gregory vai a pelo menos quatro mercados para tentar fechar a compra do mês com o dinheiro disponível. "Carne? Não tenho conseguido comprar nem mesmo hambúrguer", diz.

O que mudou não foi sua renda, mas o valor dos produtos. "Com o dinheiro para quatro bananas, agora compro duas", garante a moradora de Washington.

Para contornar a inflação - que em janeiro atingiu o patamar de 7,5% em 12 meses, o maior desde fevereiro de 1982 - os americanos estão trocando a marca de seus produtos preferidos por opções mais baratas. Também houve busca por mercados de menor custo.

Uma análise do PWBM, instituição ligada à Universidade da Pensilvânia, aponta que a inflação do ano passado fez uma família média americana gastar US$ 3,5 mil a mais, em comparação com 2019 e também 2020, para consumir a mesma quantidade de bens e serviços.

O impacto foi um pouco maior para as famílias de baixa renda. Enquanto famílias de alta renda precisaram gastar 6% a mais, a alta foi de 7% para os grupos de menor renda.

Isso ocorre porque as famílias de alta renda gastam mais em serviços, que tiveram menor alta. Itens como comida e energia representam fatia maior na cesta de consumo das famílias de baixa renda.

O preço da energia subiu 27% em 12 meses. O dos alimentos em casa cresceu 7,4%. O maior aumento foi registrado em carnes, aves, peixes e ovos, com alta de 12,2%.

 

Preocupação

As pesquisas de opinião mostram que a inflação entrou no topo das preocupações dos americanos. Cerca de três em cada dez americanos citam as contas do dia a dia (15% de aumento) ou a inflação (14%) como a maior preocupação no momento. Isso supera a preocupação com a covid-19, segundo pesquisa da Monmouth University.

A avaliação de especialistas é de que a persistência da inflação em alto patamar não só corrói o poder de compra como pode alterar os hábitos das famílias no longo prazo e pressionar ainda mais a economia.

"Efeitos de longo prazo virão apenas se a inflação persistir", avalia Michael Klein, ex-integrante do Tesouro americano durante o governo Obama e professor da Tufts University, em Massachusetts. "A maioria dos economistas acham que a inflação diminuirá à medida que os problemas da cadeia de suprimentos forem resolvidos e à medida que as pessoas gastarem o dinheiro que podem ter economizado durante a pandemia, por causa do apoio do governo, mas também porque as oportunidades de compra eram limitadas", afirma.

Durante a maior parte do ano passado, o governo Biden argumentou que a inflação seria temporária. A mensagem estava alinhada com a que vinha sendo passada pelo Fed, o banco central americano, que tratava a alta de preços como transitória. O tom mudou a partir de novembro.

"Vemos uma inflação mais alta persistindo e temos que estar em posição de lidar com esse risco, caso ele se torne realmente uma ameaça", afirmou o presidente da instituição, Jerome Powell, no fim do ano passado.

 

Prateleira vazia

O desequilíbrio entre oferta e demanda é estimulado pela quebra nas cadeias de suprimentos durante a pandemia, incluindo a falta de trabalhadores em alguns setores. O desarranjo geral tem gerado prateleiras vazias nos supermercados, e preços elevados quando há abastecimento.

"Cheguei a encontrar asas de frango, mas o pacote grande custava US$ 20. Há poucos meses, custaria US$ 10", reclama a engenheira aposentada Janet Jones Berry.

"A inflação vai ser uma questão política enorme em novembro", diz o economista e professor da Universidade de Michigan Daniil Manaekov, sobre a eleição legislativa que pode tirar os democratas da maioria na Câmara e no Senado.

A disparada nos preços já tem sido um empecilho para Biden, que vê a inflação usada como justificativa oficial, no Senado, para barrar um pacote considerado crucial por seu governo: o Build Back Better (reconstruir melhor, em tradução livre). O projeto de US$ 1,7 trilhão está parado no Congresso desde que o senador democrata Joe Manchin disse que não apoiaria o texto por preocupações fiscais e com a alta nos preços.

Daniil Manaekov estima que a inflação vai atingir o pico no final do primeiro semestre. Até lá, a aposentada Janet Berry diz ter assumido um novo lema: "Busco no mercado só o que preciso e não mais o que quero."

 

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

SÃO PAULO/SP - Se você fez a sua aposta no sorteio da Mega-Sena que aconteceu neste sábado (19), saiba que nenhuma aposta realizada atingiu a pontuação máxima, fazendo com que o prêmio acumule novamente.

Os números sorteados foram os seguintes:

21 - 38 - 50 - 53 - 56 - 59.

Assim, o próximo concurso da loteria acontece na terça-feira (22), por conta da Mega-Semana de Carnaval. O prêmio principal está estimado agora em R$ 37 milhões para quem entrar na disputa.

BRASÍLIA/DF - Depois de registrar lucro recorde de R$ 469,6 bilhões em 2020, o Banco Central (BC) lucrou R$ 85,9 bilhões em 2021. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou na quinta-feira (17) o balanço do órgão no ano passado.

Do lucro total de R$ 85,9 bilhões, R$ 14,2 bilhões referem-se a operações cambiais, como swap (venda de dólares no mercado futuro) e ganhos com as reservas internacionais. Os R$ 71,7 bilhões restantes correspondem ao lucro operacional (ganhos com o exercício da atividade) e serão repassados ao Tesouro Nacional até 7 de março.

Por causa da nova legislação que regulamenta a relação entre o Banco Central e o Tesouro, a destinação dos lucros da autoridade monetária mudou. Os lucros cambiais vão para uma reserva interna do BC que aumentará o patrimônio líquido do banco e será usada para abater prejuízos futuros com as operações cambiais, caso o dólar caia no futuro.

Os lucros não cambiais são destinados ao Tesouro. Até o primeiro semestre de 2019, todo o lucro (cambial e não cambial) do Banco Central era repassado ao Tesouro.

Em nota, o BC informou que, em 2021, adotou novas operações “alinhadas às modernas práticas internacionais”. Entre elas, estão os depósitos remunerados a prazo, que totalizavam R$ 7 bilhões em 31 de dezembro. Por meio desses depósitos, as instituições financeiras deixam dinheiro voluntariamente no Banco Central em troca de uma remuneração, em vez de apenas deixarem depósitos compulsórios (obrigatórios) na conta da autoridade monetária.

ALEMANHA - A inflação ultrabaixa vista na zona do euro até recentemente não deve retornar mesmo após o término da pandemia, disse o economista–chefe do BCE (Banco Central Europeu), Philip Lane, citando mudanças na economia global entre outros fatores.

Lane havia descartado a noção de uma nova era para a inflação até recentemente, mas ele vem revisando seu entendimento, preparando o terreno para uma mudança de política monetária no BCE após quase uma década de taxas de juros ultrabaixas e compras maciças de títulos.

“Existem vários fatores que indicam que o ambiente de inflação excessivamente baixa que prevaleceu de 2014 a 2019 (período em que a inflação anual média foi de apenas 0,9%) pode não ressurgir mesmo após o término do ciclo da pandemia”, disse Lane em evento do provedor de notícias MNI.

Ele creditou isso ao apoio econômico sem precedentes implantado pelos governos da zona do euro e pelo próprio BCE em resposta à pandemia de coronavírus, mas também a mudanças estruturais, como menos exportações da China.

O BCE está sob pressão do mercado para aumentar as taxas dos depósitos bancários, atualmente em -0,5%, em face da inflação teimosamente alta da zona do euro. A taxa de alta dos preços atingiu 5,1% em janeiro, bem mais que o dobro da meta de 2% do BCE.

Lane disse que o ritmo de qualquer mudança de política monetária dependeria da perspectiva do BCE sobre se a inflação vai se estabilizar acima ou abaixo de 2%.

“O tamanho e a frequência dos movimentos das taxas de juros dependem do tipo de regime em que você acha que está”, disse Lane. “Não estou dizendo que (25 pontos-base) é um incremento ruim, mas há outros incrementos possíveis.”

Como ele não prevê uma inflação fora de controle, Lane disse que o “gradualismo” faria sentido nas atuais circunstâncias — um ponto também feito anteriormente por seu colega de BCE e presidente do Banco da Espanha, Pablo Hernández de Cos.

O FMI (Fundo Monetário Internacional) apoiou a postura monetária estimulativa do BCE em um post de blog ontem (17), prevendo que a inflação cairia abaixo da meta do banco central após “aumentos transitórios” decorrentes de problemas de oferta que podem se estender até o próximo ano.

O BCE publicará suas próprias projeções em 10 de março, quando também deverá traçar um caminho para encerrar seu programa de estímulo via compra de títulos — o que seria um precursor de juros mais altos.

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