SÃO CARLOS/SP - Um homem perdeu dois mil e quinhentos reais ao fazer a compra de um veículo, cuja propriedade não era do “vendedor”.
De acordo com boletim de ocorrência (B.O), a vítima ficou sabendo que M.V.G. estava vendendo um Fiat Uno, ano 2001, cor verde, e foi conversar com o “proprietário” do veículo.
Diante de um bate-papo e de ver o carro, onde alguns reparos seriam necessários serem feitos, tanto mecânicos quanto de funilaria, chegaram a um acordo em relação ao valor do automóvel, valendo R$ 3.500,00, pagos R$ 2.500,00 de entrada e mais duas parcelas de quinhentos reais. O carro estava em nome de uma mulher.
De imediato, a vítima pagou a entrada e ficou com o veículo, onde inclusive teria feito alguns reparos, gastando cerca de R$ 500,00.
Um certo tempo depois, a vítima tentou contato com o antigo “proprietário”, indo até o local onde o mesmo trabalhava, mas foi informada de que ele tinha sido demitido. Porém, o comprador conseguiu o telefone do sujeito e da mulher que está com nome no documento do carro.
A vítima descobriu que a mulher é a verdadeira dona do automóvel e que ela havia vendido parceladamente o carro para M.V.G., mas como ele não estava pagando as parcelas, ela não transferiu o documento no nome dele.
Diante desse imbróglio, o comprador devolveu o carro para a verdadeira dona, e como não encontrou o indivíduo, resolveu registrar o B.O na delegacia.
SÃO CARLOS/SP - Uma mulher queria levantar uma graninha vendendo o seu estimado vestido de noiva pela internet, e acabou perdendo dinheiro.
De acordo com o boletim de ocorrência (B.O), a mulher postou nas redes sociais a venda do vestido de noiva e pediu a bagatela de R$ 550,00.
Certo tempo depois, uma mulher interessada na vestimenta entrou em contato via WhatsApp e, depois da negociação, teria pedido para a vítima confirmar o pagamento clicando em três links.
Nessa hora, foi que o golpe aconteceu, pois um link era para desbloquear a venda, o outro link era de aquisição de uma caixa e o frete e a última operação de saque. Nesses links clicados, a vítima perdeu R$ 1.700,00.
No último link, a mulher viu que estava escrito “crédito para plataforma de jogos e/ou apostas”, ou seja, entrou num golpe de estelionato.
O boletim de ocorrência foi registrado como estelionato.
ARARAQUARA/SP - Na quinta-feira (6), uma idosa moradora do Jardim Brasil, em Araraquara, procurou a delegacia depois de cair em um golpe da falsa central de atendimento bancário.
Segundo a vítima, durante uma ligação telefônica, um homem se identificou como sendo funcionário do Banco Bradesco e a convenceu de que precisava atualizar a chave do aplicativo referente à sua conta bancária.
A vítima então abriu o aplicativo do banco em seu celular e seguiu a orientação do indivíduo.
Após a realização dos procedimentos indicados pelo estelionatário e encerramento da ligação, a idosa percebeu que R$ 2.540,00 foram retirados de sua conta através de diversas operações.
A vítima forneceu os dados das transações bancárias para a Polícia Civil, que se encarregará das investigações.
Ed Junior / PORTAL MORADA
SÃO CARLOS/SP - E mais um golpe do PIX foi aplicado em uma cidadã e registrado boletim de ocorrência (B.O) como estelionato.
Segundo consta, a vítima teria recebido uma mensagem de uma amiga solicitando emprestado R$ 690,00 via link. Porém, a mulher não conseguiu entrar no link e fazer a transferência. Diante da dificuldade, os malandros enviaram uma chave PIX, onde a vítima fez a transferência de R$ 600,00, que era o que ela tinha.
A mulher até então achava que havia feito uma boa ação ajudando uma amiga, porém, um certo tempo depois, a verdadeira amiga postou nas redes sociais que seu número de telefone havia sido clonado, ou seja, a mulher caiu em um golpe.
SÃO CARLOS/SP - Várias notícias nós já publicamos em relação ao estelionato em São Carlos e na região, porém ainda muitas pessoas acabam caindo na lábia dos golpistas.
Na quarta-feira, 05 de junho, uma mulher disse ter perdido R$ 43 mil em uma “compra” de um veículo que ela pagou, mas não levou.
Segundo a vítima, ela teria ido até uma concessionária de veículos e se interessou por um carro zero km, e disse que na segunda-feira, 03 de junho, daria prosseguimento no negócio. Mas, quando chegou a segunda-feira, a compradora teria recebido uma mensagem de WhatsApp, onde uma mulher lhe ofereceu um carro da mesma marca num valor bem baixo. A mulher ainda teria dito que um veículo teria colidido contra seu carro e a perícia da seguradora teria avaliado como perda total e, desta forma, ela seria reembolsada.
A golpista disse à vítima para ligar na suposta empresa para negociação do veículo, mas que ela precisava pagar R$ 43 mil para totalizar o valor integral do automóvel, e assim a vítima fez as transferências.
Na última quarta-feira, a vítima entrou em contato com a concessionária para saber do carro, mas o vendedor disse que não sabia de nada e pediu para ela ir até a concessionária, onde ela ficou sabendo que caiu num golpe.
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de São Carlos e será investigado.
SÃO PAULO/SP - O contribuinte está apreensivo com a proximidade do fim do prazo para envio do Imposto de Renda 2024 e, de repente, chega um email informando que ele precisa baixar um programa para enviar os dados ao fisco e evitar ser multado ou até preso.
Essa é uma das iscas que golpistas podem usar para aproveitar a reta final da entrega do IR e instalar programas maliciosos para roubar senhas, dados pessoais ou usar o dispositivo para realizar invasões a outros locais.
O uso de emails, mensagens de SMS ou no WhatsApp e até ligações telefônicas são armas que os criminosos utilizam para alcançar os seus objetivos.
O prazo de envio acaba nesta sexta-feira (31), às 23h59, e quem atrasar terá de pagar uma multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido.
Um dos métodos mais conhecidos para o golpe é um email com um logotipo parecido da Receita Federal, informando que a pessoa precisa clicar em um determinado link ou instalar um programa anexo para resolver uma pendência com o fisco.
O golpe da malha fina foi um dos alertas enviados pelo órgão desde 15 de março, quando começou o prazo de entrega do IR.
No email, os golpistas costumam recorrer a títulos com as frases "urgente", "corrija agora" ou "malha fina" para despertar a atenção da vítima. Em seguida, o email solicita que a pessoa clique em um link, instale algum programa ou baixe um documento para a suposta correção do problema.
Na tentativa de dar maior veracidade, os criminosos usam o logotipo da Receita Federal, a sigla IRPF (alusivo à Imposto de Renda da Pessoa Física), chamam o destinatário de "contribuinte", que é o termo comumente usado pela instituição em suas comunicações, e citam a legislação federal e o Código Civil para enganar quem recebe o email.
"Eles usam métodos simples como um email falso e para que a pessoa acredite, não precisa ser tudo verdadeiro. Basta você acreditar em uma parte. Por isso, usam o logotipo, citam alguma lei, algum termo específico para que a pessoa possa cair. É o phishing, um dos métodos mais aplicados pelos golpistas", afirma Paulo Trindade, gerente de inteligência de ameaças cibernéticas da ISH Tecnologia.
A partir do "phishing" (técnica para "pescar" o contribuinte), o golpista pode instalar um malware (software malicioso projetado para danificar sistemas, roubar dados e causar lentidão no computador ou celular) ou até "sequestrar" o dispositivo e só liberar o uso após o pagamento de resgate, que é chamado de ransomware.
Após o ataque, o usuário pode estar exposto a qualquer tipo de situação como lentidão, uso da máquina para responder a comandos do invasor, utilização dos dados pessoais para criar contas digitais falsas para pedir empréstimos ou até invasão da conta bancária e retirada de toda a quantia.
"Se a pessoa cai no phishing, ela pode permitir qualquer um desses ataques, vai depender da finalidade que o agente malicioso queira fazer", afirma Trindade.
A Receita informa que não envia comunicações por email e avisos por aplicativos de mensagens (como WhatsApp ou Telegram) ou SMS pelo celular para solicitar a correção de erros em declarações. O órgão também não manda links ou pede a instalação de programas.
"Nunca é pedida alguma informação como CPF, senha, conta bancária. As comunicações oficiais da Receita Federal orientam o contribuinte a entrar na página oficial da instituição, se autenticar e consultar suas pendências", diz o fisco.
De acordo com o órgão, a comunicação normalmente é feita por meio de carta e, por isso, solicita ao contribuinte que atualize o endereço.
APLICATIVO FALSO
Outra tática usada pelos criminosos nesta campanha do IR 2024 foi simular que era a loja de aplicativo oficial, chamado de Meu Imposto de Renda. Os golpistas utilizam as mesmas lojas de aplicativos da Receita (PlayStore e App Store) e com logotipos parecidos com o da instituição.
Porém, é preciso que o usuário fique atento com o desenvolvedor antes de baixar o programa. O desenvolvedor do app Meu Imposto de Renda e do aplicativo da Receita se chama Serviços e Informações do Brasil, que é o responsável pelas plataformas do governo federal.
Os aplicativos oficiais podem ser baixados neste link, na PlayStore (para Android), e neste link, na App Store (para iOS). É preciso também ter a conta ouro ou prata no portal Gov.br para preencher a declaração usando o app. Clique aqui para saber como criar a conta e atingir o nível exigido.
Já a declaração online pode ser feita por meio do portal e-CAC (Centro de Atendimento Virtual), clicando neste link (https://mir.receita.fazenda.gov.br/portalmir/pagina-inicial).
COMO CHECAR SE ESTOU NA MALHA FINA
Para checar se há alguma pendência com o fisco, o contribuinte deve acessar o portal e-CAC (Centro de Atendimento Virtual) da Receita. Normalmente, a instituição informa no dia seguinte ao envio da declaração se ela caiu ou não na malha fina.
VEJA PASSO A PASSO
O contribuinte precisa ter um login e senha no Gov.br e estar com o nível prata ou ouro.
Informe o CPF e a senha gov.br. Feito o login, vá na opção "Meu Imposto de Renda". Em seguida, será aberta uma tela informando as situações das declarações do IR. Caso a mensagem seja "Processada", ela foi aprovada e, em caso de restituição, a mensagem que será gerada é "em fila de restituição". Se a mensagem for "em processamento" ou "recepcionada", a declaração ainda não foi avaliada pela Receita. Já se a mensagem for "pendência de malha", o contribuinte caiu na malha fina.
Se o contribuinte parou na malha fiscal, ele deve clicar no item "Pendências de Malha" e a Receita informará o motivo da retenção. O contribuinte precisa corrigir e enviar uma declaração retificadora. Não há prazo para envio da retificadora, mas enquanto não houver a correção, a declaração continuará na malha fina e o contribuinte não entrará na fila de restituição, caso tenha esse direito.
"Desconfie de emails ou mensagens de origem desconhecida que solicitam informações pessoais, especialmente relacionadas à declaração do Imposto de Renda. Nunca clique em links suspeitos ou desconhecidos, pois podem direcioná-lo a sites maliciosos ou baixar programas prejudiciais em seu dispositivo", alerta a Receita.
COMO SE PROTEGER CONTRA GOLPES
Trindade afirma que o usuário deve se prevenir com a atualização constante de um programa antivírus e do sistema operacional do dispositivo (seja computador, tablet ou celular) e evitar compartilhar o aparelho que será usado para a declaração do Imposto de Renda com crianças.
"Quando você tem um dispositivo usado por crianças, eles costumam instalar tudo. Isso não é o ideal. A criança está em um jogo, pode instalar um aplicativo que tem um malware, que pode controlar aquele dispositivo e elas não sabem. O recomendado é não compartilhar o dispositivo que você usa para declarar o Imposto de Renda, fazer operações bancárias e acessar outros dados sigilosos", afirma Trindade.
Outra dica é evitar usar os sites de busca para baixar programas ou acessar informações, pois os golpistas criam sites maliciosos parecidos com os oficiais, inclusive com o endereço da URL parecido. A recomendação é que o usuário sempre digite a URL no navegador e evite clicar nos disponibilizados em mecanismos de busca.
"Evite também usar dispositivo de amigos para esse fim [declaração do IR], pois você não sabe se esse dispositivo está contaminado sem que o dono saiba", diz.
"Outra recomendação é evitar o uso de redes wifi em locais públicos e de grande circulação de pessoas, como shoppings.
Os agentes maliciosos podem simular um wifi e ter acesso à sua comunicação e seus dados. A dica é desconfiar sempre", resume o especialista em cibersegurança.
POR FOLHAPRESS
SÃO CARLOS/SP - Uma empresária perdeu cerca de R$ 10 mil ao tentar vender uma máquina de bronzeamento artificial pelas redes sociais.
De acordo com a vítima, ela anunciou a venda da máquina em uma rede social e de imediato recebeu uma mensagem de um homem querendo comprar o produto. Após a negociação, a mulher e o “comprador” entraram num acordo.
O “comprador” combinou que um homem com caminhão passaria no endereço dela para pegar a máquina e levar para São Paulo e já faria o pagamento. O caminhoneiro passou e pegou a máquina, porém até o momento o PIX não caiu na conta dela.
A empresária tentou contato com o golpista, mas até o momento não conseguiu, onde ele inclusive a bloqueou nas redes sociais.
O caso foi registrado e será investigado pela polícia civil.
ARARAQUARA/SP - Uma idosa de 77 anos foi enganada por estelionatários na manhã desta terça-feira (7), na cidade de Araraquara, e perdeu mais de R$ 7 mil no golpe do “falso Mecânico”.
A vítima relatou que estava com seu veículo Renault/Sandero pela Avenida Pio Lourenço Corrêa, na Vila Nice, quando o motorista de um outro veículo sinalizou com a mão informando um suposto problema com o carro dela.
A idosa estacionou na via e repentinamente outro homem apareceu e disse que poderia ajudá-la. Ele abriu o capô do Sandero e notou uma fumaça preta. O homem disse para a idosa que o problema estaria na tampa do óleo e na sequência disse que conhecia um mecânico.
Cerca de três minutos depois, a idosa relatou que o suposto mecânico apareceu. O homem verificou o carro e disse que precisou colocar uma nova tampa do óleo. Em seguida, ele disse que precisaria testar o Sandero. O homem entrou no carro e dirigiu até a Rua Carlos Gomes (Rua 6), tendo a vítima como passageira.
Posteriormente, a idosa perguntou o valor do serviço e o homem disse que teria ficado R$ 58,00. A vítima tentou pagar com uma nota de R$ 100,00, mas o indivíduo disse que não tinha troco e que poderia passar o valor no cartão.
A idosa então passou seu cartão bancário diversas vezes na maquininha oferecida pelo indivíduo, pois ele disse que a mesma estaria sem sinal de internet.
Por fim, o homem disse que aceitaria o dinheiro, mas ficaria devendo o troco. Feito isso, a idosa pagou e foi para casa. Posteriormente, ela entrou em seu aplicativo do banco e percebeu diversas movimentações em sua conta que batiam com o horário do ocorrido com o suposto mecânico.
A vítima teve um prejuízo de R$ 7.774,00 (incluindo os R$ 100,00 em dinheiro).
O caso foi registrado na delegacia como Estelionato e deve ser investigado.
Ed Junior / PORTAL MORADA
SÃO CARLOS/SP - Um estabelecimento comercial teve o número do telefone trocado em um site de buscas e com isso estava sendo usado para golpes.
Segundo informações, um cliente da loja, localizada na Vila Monteiro, foi pessoalmente até o estabelecimento comercial após pedir um orçamento e desconfiar do preço. Ao chegar na loja de materiais de construção, os funcionários notaram que o número do telefone e do CNPJ para realização do PIX estavam trocados.
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de São Carlos e será investigado.
ARARAQUARA/SP - Uma dentista de Araraquara, foi a mais nova vítima do golpe do “falso filho”. O prejuízo, que foi relatado em Boletim de Ocorrência na quarta-feira (17), foi de R$ 1.890,00.
A dentista disse que recebeu mensagens no WhatsApp de um perfil que tinha a foto de seu filho. Nas mensagens, a pessoa pedia para a mulher salvar o número novo.
Para confirmar a situação, a dentista chegou a ligar para seu filho e perguntou se ele realmente havia trocado de telefone. O rapaz respondeu que o número era o mesmo, porém, o outro número seria do celular corporativo da empresa em que ele trabalha.
Na sequência, a dentista recebeu outras mensagens onde a pessoa disse que precisava pagar uma conta, mas não estava conseguindo. Acreditando que estava conversando com o filho, a mulher perguntou se a conta que ele se referia era o aluguel e a pessoa respondeu que sim.
A dentista foi então convencida a enviar um PIX de R$ 1.890,00, com a promessa que o valor emprestado seria devolvido. Ela recebeu a chave PIX que seria supostamente do dono do apartamento e fez a transferência.
Após os fatos, a mulher descobriu que tinha caído em um golpe. O caso foi registrado como estelionato e deve ser investigado.
Ed Junior / PORTAL MORADA
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