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SÃO CARLOS/SP - O Superintendente do Hospital Universitário da UFSCar (HU-UFSCar), Fábio Neves, apresentou em encontro realizado na última semana, o trabalho que o HU tem realizado e investimentos destinados a aprimorar as condições do atendimento prestado à população de São Carlos e região. A apresentação se deu em reunião na Santa Casa de São Carlos, com participação de representantes da Prefeitura Municipal e do Departamento Regional de Saúde 3 e a convite da Comissão de Saúde da Câmara Municipal. A pauta principal foi a superocupação das unidades de pronto atendimento (UPA)  e dos prontos-socorros hospitalares conveniados ao SUS (Sistema Único de Saúde).

No encontro, o Superintendente relembrou que todos os atendimentos do HU-UFSCar são regulados pela Secretaria Estadual de Saúde, abrangendo 24 municípios da região, com uma média de 3000mil pessoas atendidas por mês. Os pacientes são encaminhados ao HU-UFSCar de acordo com as especialidades previstas em contrato, com base no sistema Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde (CROSS).

Na ocasião, Neves esclareceu que o Hospital tem atendido, inclusive, um número de pacientes acima do previsto em contrato com a Secretaria Municipal de Saúde. O instrumento prevê 130 internações mensais e, nos últimos dois meses, o HU-UFSCar tem atendido o dobro disso, o que gera déficit financeiro para o Hospital.

"Reconhecemos os desafios orçamentários e estamos sempre em busca de mais recursos para o HU. Nós temos a infraestrutura e mais leitos para ampliar o número de internações, mas precisamos que o contrato seja ajustado, para termos a viabilidade financeira para manter esses leitos em funcionamento. Já vimos informando a Secretaria Municipal de Saúde, da necessidade de conversarmos e rever o contrato, adequando-o para a necessidade atual de atendimentos. Este encontro é importante justamente para apontarmos os pontos que precisam ser aprimorados e, juntos, buscar a solução para a ampliação dos leitos nas unidades de saúde pública do Município", ressaltou o Superintendente na reunião.

Fábio também enfatizou que o maior problema é a insuficiência de leitos clínicos para dar suporte à Rede de Urgência e Emergência regional. Com a falta de leitos, não há vazão dos pacientes que estão em observação nas UPAs e nos prontos-socorros hospitalares, gerando superlotação. A partir do cenário atual apresentado pelas unidades de atendimento em saúde, ficou acordado que será feito estudo para que seja viabilizada pelo Município a ampliação do número de leitos no convênio com o HU-UFSCar.

Investimentos
Recentemente, o HU-UFSCar abriu quatro novos leitos para atendimento de pacientes com dengue; em 2023, inaugurou novas áreas assistenciais (Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica e Unidade de Internação Pediátrica), com 29 leitos, e administrativas (Apoio Operacional e Central de Resíduos); além da Unidade de Pesquisa Clínica (UPC), com infraestrutura adequada e uma equipe qualificada e especializada na realização de estudos clínicos para o desenvolvimento de novos medicamentos e insumos para a saúde.

O Hospital conta também com leitos para atendimento em saúde mental, que recebem pacientes de São Carlos, Ibaté, Dourado, Ribeirão Bonito, Descalvado e Porto Ferreira. Durante pandemia da Covid-19, a unidade de saúde teve um papel fundamental no atendimento a pacientes de São Carlos e região, registrando uma das menores taxas de mortalidade na UTI Covid em nível nacional, 30%, ante 52,9% da média nacional, segundo a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).

As melhorias, mesmo diante do cenário de restrições orçamentárias, têm sido resultado de uma gestão administrativa atenta às necessidades da população e às oportunidades de captação de novos recursos.

SÃO CARLOS/SP - A Rádio Sanca publicou uma matéria sobre o registro de um boletim de ocorrência (B.O), feito pelos servidores do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), onde relataram que o Hospital Universitário (HU) estaria demorando para liberar as macas das ambulâncias.

Diante de tal atitude, a prefeitura municipal de São Carlos resolveu solicitar uma auditoria sobre a ocupação dos leitos no referido hospital.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Município, após o resultado, uma reunião será marcada para diagnosticar o problema da demora da liberação das macas do SAMU.

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Já o Hospital Universitário informou que não recebeu oficialmente nenhum pedido de auditoria e disse ainda que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) manda toda segunda-feira auditores para acompanhar as ocupações na unidade hospitalar.

Como já falamos em outra oportunidade, existe uma lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), que proíbe a retenção de macas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiro por hospitais públicos e privados.

O projeto que deu origem à Lei 17.620/23 é de autoria dos deputados Coronel Telhada (PP) e Márcio Nakashima (PDT) e foi aprovado pelo Plenário da Alesp em dezembro de 2022.

SÃO CARLOS/SP - Na tarde do último domingo, 19 de maio, funcionários do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), compareceram na Central de Polícia Judiciária (CPJ), para registrar um boletim de ocorrência, devido às macas das viaturas estarem demorando muito para serem liberadas do Hospital Universitário (HU) de São Carlos.

Os servidores resolveram ir à delegacia e registrar o B.O, pois com a demora da liberação das macas fazem com que o serviço prestado por eles demore um pouco mais, ou seja, a população quando solicitava a urgência teria que aguardar até a maca ser liberada do hospital.

Um enfermeiro, que pediu anonimato, nos disse que foi registrar em boletim de ocorrência para mostrar à população que eles não são culpados pela demora em atender o chamado.

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O governo estadual sancionou, em fevereiro de 2023, a lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo que proíbe a retenção de macas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiro por hospitais públicos e privados.

O projeto que deu origem à Lei 17.620/23 é de autoria dos deputados Coronel Telhada (PP) e Márcio Nakashima (PDT) e foi aprovado pelo Plenário da Alesp em dezembro de 2022.

Por enquanto, o hospital não se manifestou.

Confirmações, cancelamentos ou reagendamentos podem ser feitos por SMS

 

SÃO CARLOS/SP - O Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar) informa que implantou um novo sistema de mensagem para consultas e solicita que os usuários realizem a confirmação respondendo às mensagens pelo telefone celular.

O serviço de envio de mensagem foi adotado pelo HU-UFSCar para melhorar o fluxo de tempo, comunicação e recursos entre Hospital e paciente. As mensagens enviadas por SMS passam a ser utilizadas para agendamento de consultas, exames e cirurgias no Hospital. Na mensagem enviada, o usuário recebe seu nome completo, data e horário agendado. Ele deve responder ao SMS com o número 1 para confirmação; 2 para não confirmar; e 3 para reagendar. 

É importante reforçar que os atendimentos e procedimentos ofertados pelo HU são totalmente gratuitos, inseridos no Sistema Único de Saúde (SUS). Caso o usuário receba mensagem cobrando algum valor pelo serviço prestado, deverá denunciar na Ouvidoria do Hospital, através do portal www.falabr.cgu.gov.br.

Material educativo auxilia os cuidadores dos pacientes sobre preparo, manuseio e administração da dieta enteral em casa

 

SÃO CARLOS/SP - Um vídeo educativo que orienta cuidadores e pacientes em terapia nutricional enteral (alimentação por sonda) domiciliar tem melhorado a qualidade de vida e a adesão ao tratamento. O material didático é fruto de uma pesquisa de iniciação tecnológica desenvolvida em parceria com o Grupo de Orientação de Terapia Nutricional Enteral (Gotne) do Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar), instituição vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
"Essa orientação multiprofissional é diferenciada dentro da rede de saúde do município de São Carlos e é extremamente importante para garantir uma assistência segura, porque consegue qualificar o cuidado em nível domiciliar ao paciente, minimizando os eventos adversos da terapia nutricional enteral por sonda desde a indicação, preparo e manuseio até a administração da dieta", explica a orientadora da pesquisa e professora do Departamento de Enfermagem (DEnf) da UFSCar, Fernanda Berchelli Girão.
A pesquisa, intitulada "Paciente em terapia nutricional enteral domiciliar: vídeo educativo sobre os cuidados e manutenção com a sonda enteral", foi desenvolvida pela estudante Beatriz Fernandes Wada, com apoio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Pibiti) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Com imagens e linguagem simples, o vídeo facilita o entendimento sobre a terapia nutricional enteral domiciliar e aborda temas como os materiais, os cuidados no preparo, fixação da sonda, administração de medicamentos, dentre outras informações. "A ideia do vídeo surgiu a partir da nossa vivência com a equipe do Gotne e da necessidade de reforço das orientações aos cuidadores e pacientes que recebem alta hospitalar para casa e solicitam materiais para consulta. Após a elaboração, o vídeo foi validado por profissionais da área, como enfermeiros e nutricionistas, além dos cuidadores", destaca Fernanda Girão.

Atuação do Gotne
O Grupo de Orientação de Terapia Nutricional Enteral foi implantado há seis anos com o objetivo de orientar pacientes, familiares e cuidadores sobre os cuidados da alimentação de pacientes com sonda. "É um grupo que conta com a participação de uma equipe multiprofissional (da Enfermagem, Nutrição, Fonoaudiologia e Farmácia)", explica a nutricionista do HU-UFSCar e integrante do Gotne, Erika Barbosa Lagares.
Os cuidadores dos pacientes recebem um treinamento prático com simulador associado à apresentação de vídeo explicativo e, ao final, a equipe do Gotne esclarece dúvidas. "Cada paciente recebe uma cartilha impressa com essas orientações no momento da alta. Essa atuação do Gotne permite a preparação dos familiares e cuidadores para garantir uma alta responsável gerando a adesão e a participação deles no tratamento dos pacientes no pós-alta hospitalar", completa Erika Lagares.
O vídeo está disponível gratuitamente no canal YouTube do HU-UFSCar (https://youtu.be/ORJnI_Toq5w).

Foram ofertadas 40 vagas para atividades sobre Suporte Avançado de Vida e Saúde

 

SÃO CARLOS/SP - Compartilhando conhecimentos e boas práticas, o Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar), instituição ligada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), promoveu capacitações para profissionais vinculados à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Carlos. As formações fazem parte do convênio entre a Prefeitura e o Hospital que estabelece a realização de treinamentos para os trabalhadores da rede de saúde local. Os cursos foram ofertados entre os meses de outubro e novembro, na Unidade de Simulação em Saúde (USS) da UFSCar.
Para a idealização dessa ação, foram mapeadas as principais necessidades formativas para os servidores que atuam no atendimento de emergência do município e todos os participantes foram indicados pelo Departamento de Gestão do Cuidado Hospitalar da SMS. Ao todo, foram ofertadas 40 vagas, distribuídas em dois cursos, com atividades de tele-educação e práticas presenciais. O primeiro, tratou sobre "Suporte Avançado de Vida (SAV) para a equipe de Enfermagem: teoria e atendimento simulado", ministrado por Fernanda Berchelli Girão, docente do Departamento de Enfermagem (DEnf) da UFSCar, e Ricardo Luis Correia, enfermeiro especialista em Urgência e Emergência e pós-graduando em Enfermagem na UFSCar. O segundo curso ofertado foi o de "Suporte Avançado de Saúde", conduzido pelo superintendente do HU-UFSCar, Fábio Fernandes Neves, e Rodrigo Aguilar, médico vinculado à Unidade de Clínica Médica e Cirúrgica do HU.
Leticia Pancieri, Chefe do Setor de Gestão do Ensino do HU-UFSCar, expressou que essa iniciativa reforça os pilares de assistência, ensino e pesquisa que alicerçam o Hospital, sendo também uma contribuição para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). "A organização dos cursos pelo HU-UFSCar reafirma o compromisso da Instituição na formação de recursos humanos para saúde, capacitando os profissionais da rede de atenção à saúde de acordo com as suas fragilidades e necessidades, e qualificando o atendimento no SUS", declarou.
A Diretora do Departamento de Gestão do Cuidado Hospitalar (DGCH) da Secretaria Municipal de Saúde, Daniele Robles, comentou que os resultados dessas aulas foram muito positivos, com reflexos no serviço prestado ao público. "Nosso intuito, em parceria com o HU, foi de ofertar os cursos porque, com o profissional capacitado, o atendimento será de melhor qualidade para os nossos pacientes", ressaltou.
Uma das participantes da primeira formação, Natália Hernandes Nunes, enfermeira responsável técnica da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vila Prado, disse que a capacitação agregou conhecimento para sua prática. "Foi muito produtivo para todos nós, porque foi da teoria à pratica nas situações que podemos nos deparar no dia a dia". Assim como Nunes, todos os concluintes receberam certificado. Mais temáticas serão ofertadas em 2024, de acordo com as necessidades apontadas pela Secretaria de Saúde do Município.
A realização pelo HU-UFSCar conta com apoio, além da USS, do Setor de Gestão do Ensino e da Unidade de e-Saúde, do DEnf da UFSCar, e da Liga Acadêmica de Urgência e Emergência em Enfermagem (LAUEE).

Sobre a Ebserh
O Hospital Universitário da UFSCar faz parte da Rede Ebserh desde 2015. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do SUS ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais da Saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.
Iniciativa reforçou a importância do diagnóstico precoce e da reabilitação para a qualidade de vida do paciente

 

SÃO CARLOS/SP - Com o objetivo de conscientizar a população sobre a doença, realizar o diagnóstico precoce para tratamento correto e traçar estratégias de reabilitação para melhorar qualidade de vida desses pacientes, foram realizadas no dia 21 de novembro, no Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar), atividades em alusão ao Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).
O evento está relacionado à atividade de extensão "Pulmões saudáveis para toda a vida", proposta pela professora do Departamento de Fisioterapia da UFSCar, Renata Mendes, e foi destinado a adultos com fatores de risco para doença pulmonar (hábito tabágico e sintomas da DPOC como dispneia, tosse, fadiga) e àqueles já diagnosticados com DPOC. A programação contou com orientações, triagem e rastreio da saúde pulmonar, identificando pacientes com a doença. Também foram realizados exames de espirometria, além de um café de convivência e conversa, em que os organizadores ensinaram um pouco mais sobre a doença. Por fim, foi entregue cartilha educativa a todos os participantes.
A fisioterapeuta respiratória do HU-UFSCar, Tathyana Emilia Neves de Figueiredo, salienta a relevância da iniciativa, que foi uma parceria com a UFSCar. "As professoras Renata Mendes e Valéria Di Lorenzo encabeçaram a ação e, nas dependências do HU-UFSCar, promoveram este dia de conscientização sobre a doença. O encontro possibilitou a promoção da saúde e orientação à população sobre este tema tão importante", complementa Figueiredo. 
José Luís Rodrigues Martins, 65 anos, participou das atividades e foi encaminhado para realizar o exame de espirometria no HU-UFSCar. "Já faço acompanhamento na UFSCar, com a equipe de Fisioterapia e hoje vim fazer este exame, para ver se está tudo bem com meu pulmão", explica.
Renata Gonçalves Mendes, professora da UFSCar, enfatiza que a DPOC é a terceira causa de morte no mundo, em nosso País é subdiagnosticada e, consequentemente, não tratada. "Por isso, esta atividade tem grande importância para a comunidade ao fornecer informação sobre a doença e fatores de risco, principalmente aqueles passíveis de serem evitados. Também é uma oportunidade de realizar o exame que possibilita identificar a doença para que seja tratada o quanto antes, reduza as limitações decorrentes e resulte em melhor qualidade de vida", afirma.
Além de todo o benefício à comunidade, a ação tem grande relevância acadêmica, uma vez que possibilitou o contato de alunos e pesquisadores com equipamentos, técnicas e pacientes com DPOC, favorecendo a formação de profissionais e futuros profissionais/pesquisadores.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
Consiste em uma doença pulmonar que obstrui as vias aéreas, tornando a respiração difícil. Dentre os principais sintomas da doença, estão a falta de ar ao fazer esforços; pigarro, tosse crônica e tosse com secreção.O principal fator de risco para DPOC é o tabagismo e sua origem é fortemente ligada ao efeito da fumaça de cigarro nos pulmões. A inalação da fumaça de fogão a lenha e poluição também são riscos. A DPOC não tem cura, porém os tratamentos disponíveis retardam a progressão da doença, controlando os sintomas e reduzindo as complicações. A fisioterapia também é uma aliada do paciente com DPOC.
São cinco vagas e as inscrições podem ser feitas até 20 de novembro

 

SÃO CARLOS/SP - Foi publicado o edital para o Processo Seletivo Público Simplificado, realizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), para contratação temporária de médicos para atuarem no Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh). Ao todo, foram abertas cinco vagas nas especialidades médicas de Pediatria, Anestesiologia, Medicina Intensiva e Medicina Intensiva Pediátrica. A carga horária semanal será de 24 horas e a remuneração é de R$ 10.463,79, mais benefícios.
As inscrições devem ser realizadas por este link (https://bit.ly/3SL1Qac) e as informações completas do processo seletivo estão no edital (https://bit.ly/3uq1E5N). 
Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral foi celebrado domingo

 

SÃO CARLOS/SP - No dia 29 de outubro, domingo, foi celebrado o Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral (AVC), com o objetivo de alertar a população sobre o AVC, que é uma das principais causas de morte de brasileiros, segundo o Ministério da Saúde. Por isso, Milena Libardi, neurologista do Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh), explica os sinais da ocorrência de um AVC e os tratamentos garantidos para a população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
O AVC acontece quando há uma interrupção do fluxo sanguíneo no cérebro e isso se dá por duas razões, conforme explica a médica: "pela obstrução total ou parcial dos vasos que levam sangue, privando as células do acesso ao oxigênio e nutrientes, o chamado AVC isquêmico; ou pelo rompimento do vaso causando uma hemorragia cerebral, razão da nomenclatura AVC hemorrágico, também popularmente conhecido como 'derrame'".
A principal causa desse problema é a alta pressão arterial, além de situações como aneurisma, má formação arterial e uso de medicamentos que afinam o sangue sem orientação médica. "Hoje, nós vemos na prática clínica que em cerca de 70% de pessoas que têm o AVC, seja isquêmico ou hemorrágico, a causa principal é o descontrole dessas doenças, principalmente a hipertensão arterial", relata Libardi. Por isso, o principal meio de prevenção é o controle da pressão e de outros fatores, como o diabetes e o colesterol alto. "Dessa forma, manter uma rotina saudável, com alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos, consumo moderado de bebida alcoólica, não fazer uso de cigarro e manter a qualidade do sono são medidas para o bem-estar geral do corpo humano e prevenção do acidente vascular cerebral", enumera.

Sinais do AVC
Os principais sintomas de que um paciente está tendo um AVC são a paralisia em um dos lados do corpo, alteração da fala, perda de visão e de orientação da consciência, tudo isso de maneira súbita. A sigla SAMU é utilizada para identificar os sinais de que uma pessoa está tendo um AVC, ao sugerir os seguintes comandos: S de sorriso, para perceber se a boca está torta; A de abraço, verificando se a pessoa é capaz de levantar os dois braços; M de música, para que, ao tentar cantar ou falar alguma frase, seja observada a articulação das palavras, se está embolada ou não; e U de urgência, sinalizando que o paciente seja imediatamente direcionado a um serviço de assistência ao ligar para o SAMU, no número 192.
É de extrema importância que o socorro seja feito de forma imediata para que a intervenção médica ocorra a fim de ampliar as chances de sobrevivência e reduzir as sequelas que podem ocorrer no paciente. "Atualmente, com o tratamento medicamentoso trombolítico (diluir o coágulo), podemos fazer com segurança a infusão até 4h30 do tempo que o paciente foi visto bem", explica Libardi. O tratamento inicial consiste na diminuição do trombo (obstrução) com medicamento. Após as medidas imediatas, o tratamento também consiste na reabilitação com fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia, conforme necessidade clínica.
O Hospital Universitário da UFSCar possui o único ambulatório da região que oferece cuidado especializado à doença. São atendidos pacientes que tiveram AVC, de forma leve e mais aguda. O tratamento de reabilitação é realizado na Unidade Saúde Escola (USE) da UFSCar e engloba as áreas de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. "É muito importante fazer o tratamento correto após o AVC, pois isso previne novos eventos cárdio e cerebrovasculares, além de possibilitar a descoberta da causa, prevenindo novas ocorrências", destaca Libardi.
Projeto do Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde do Hospital é apresentado em congresso nacional nesta semana

 

SÃO CARLOS/SP - O trabalho realizado pelo Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde (NATS) do Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar), intitulado "Análise do Impacto Orçamentário na Incorporação do Transplante de Microbiota Fecal para Tratamento de Infecções Recorrentes por Clostridioides difficile", foi apresentado em 19/10, durante a IV edição do Congresso da Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde (Rebrats). O trabalho ficou entre os doze melhores do eixo Sustentabilidade dos Sistemas de Saúde. O evento aconteceu em Brasília com o tema "O papel da ATS no enfrentamento dos desafios contemporâneos em Saúde".
A pesquisa realizada pelo NATS-HU diz respeito a uma avaliação econômica do tipo de impacto orçamentário para determinar a viabilidade da incorporação do transplante de microbiota fecal no Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de tratar infecções recorrentes causadas pelo microrganismo denominado Clostridioides difficile. O transplante consiste na introdução da microbiota do intestino de um doador saudável para um paciente com o quadro da infecção recorrente. O material transplantado é preparado a partir das fezes do doador. 
No Brasil, o tratamento de infecções por esse microrganismo é realizado principalmente com metronidazol e vancomicina. Entretanto, conforme atualizações das diretrizes americana e inglesa, o metronidazol não é indicado para infecções recorrentes. Já a vancomicina utilizada no cenário brasileiro é preparada a partir do medicamento injetável, para a administração oral, visto que não há registro da formulação oral no País. Dessa forma, o Brasil possui limitações para o adequado tratamento das infecções recorrentes por esse patógeno. Considerando que o transplante é uma alternativa mais efetiva, com taxa de cura superior ao tratamento realizado no País, a técnica pode ser um recurso de grande relevância no cenário brasileiro. 
De acordo com Tatiane Garcia do Carmo Flausino, farmacêutica do HU e integrante do NATS, os resultados do estudo apontaram o transplante como uma alternativa capaz de gerar economia ao SUS, frente às técnicas utilizadas. "A incorporação do transplante ao SUS, além de factível, poderia contribuir para a sustentabilidade do sistema de saúde, redução do consumo de antimicrobianos sistêmicos e acesso a uma tecnologia eficiente pelos pacientes com infecção recorrente causada pelo microrganismo", destaca. 
Flausino também ressalta que a presença do NATS-HU-UFSCar no Congresso Rebrats terá relevância ímpar, pois vai fortalecer internamente o Núcleo e as relações externas com demais NATS, instituições e pesquisadores da área de Avaliações de Tecnologias em Saúde (ATS) e saúde baseada em evidências.   
Além de Tatiane Garcia do Carmo Flausino (NATS-HU-UFSCar), os autores do trabalho são Elene Paltrinieri Nardi (NATS-UNIFESP Diadema), Bárbara Martins Lima (NATS-HU-UFSCar), Fábio Ricardo Carrasco (HU-UFSCar), Gerhard Da Paz Lauterbach (NATS-HU-UFSCar), Rosely Moralez de Figueiredo (UFSCar) e Daniela Oliveira de Melo (NATS-UNIFESP Diadema).

NATS-HU-UFSCar
O Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde do HU foi instituído pela Portaria 325, de 29 de novembro de 2021. Em setembro de 2022, passou a integrar formalmente a Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde (REBRATS) e núcleo possui caráter consultivo, sendo composto por uma equipe multiprofissional.
As principais atividades desenvolvidas pelo NATS-HU-UFSCar englobam as Avaliações de Tecnologias em Saúde a fim de auxiliar o gestor na tomada de decisão a respeito da incorporação de novas tecnologias no HU ou exclusão de tecnologias já obsoletas. O NATS também tem o importante papel de introduzir, difundir e divulgar a Prática Baseada em Evidências (PBE) na rotina dos profissionais. Além disso, o Núcleo produz notas técnicas, capacitações (internas e abertas) e publicações.

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