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SÃO PAULO/SP - Com um gol do garoto Marquinhos, o São Paulo bateu o Santo André por 1 a 0, nesta quarta-feira (9) no estádio do Morumbi, alcançando a sua primeira vitória na atual edição do Campeonato Paulista. Com este resultado o Tricolor fica na terceira posição do Grupo B com 4 pontos.

Mesmo jogando contra a equipe alternativa do Ramalhão, o time comandado pelo técnico Rogério Ceni encontrou muitas dificuldades, e só conseguiu vencer no final, graças a um gol de uma cria da Cotia, o atacante Marquinhos, que entrou no gramado já aos 39 minutos da etapa final. Seis minutos depois ele recebeu de Eder e garantiu o triunfo do Tricolor.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

ABU DHABI - O Palmeiras está na final do Mundial do Clubes! Nesta terça-feira, em Abu Dhabi, o Alviverde bateu o Al Ahly, do Egito, por 2 a 0, e garantiu sua vaga para disputar o tão sonha título. Com belos gols de Raphael Veiga e Dudu, a equipe de Abel Ferreira fez uma partida segura, abriu vantagem e jogou com inteligência. Agora a próxima etapa será no sábado, às 13h30 (de Brasília), contra o vencedor do duelo entre Chelsea e Al Hilal, da Arábia Saudita.

O jogo começou como se esperava, com o Palmeiras com a posse de bola, enquanto o adversário se mantinha no campo de defesa. Com isso, o time de Abel Ferreira passou a adotar uma marcação alta, que durante os 15 primeiros minutos dificultou muito a saída do Al Ahly. Um lance perto de se tornar uma chance foi um cabeceio travado de Raphael Veiga, mas nada mais do que isso.

A partir dali, já sem o ímpeto inicial, o Alviverde começou a sofrer com algumas bolas mal passadas no campo de ataque, viravam contragolpe do egípcios, mas apesar de alguns vacilos individuais, o sistema defensivo palmeirense foi seguro e neutralizo o perigo. Weverton não precisou fazer suas defesas. Veiga, de novo, quase teve uma chance, mas teve chute travado dentro da área.

Depois de variar entre marcar alto e circular a bola na defesa, o Palmeiras voltou a deixar a bola com o Al Ahly. Em um desses lances, aos 38 minutos, Zé Rafael recuperou a posse no campo de ataque e Danilo tocou rápido para Dudu, que por sua vez deu um passe genial para Raphael Veiga sair cara a cara com o goleiro e finalizar para fazer mais um gol em partida decisiva.

A abertura do placar era justa e ele poderia ter sido ampliado em seguida, caso não houvesse tanta ansiedade para resolver as jogadas. Depois de boa tabela, Rony recebeu em profundidade com liberdade, mas não olhou para cruzar e deu no pé do adversário. No término do primeiro tempo, o Verdão tinha o jogo à sua feição, com vantagem e podem explorar os contra-ataques do rival.

 

Golaço de Dudu, ajuda do VAR e vaga na final garantida

A segunda etapa, como era previsto, começou do jeito que o Palmeiras gosta, com o Al Ahly tentando o ataque e o time de Abel Ferreira esperando. Não demorou muito e o Verdão ampliou o placar com um golaço. Rony tocou rápido para Veiga, que deixou um belo passe de calcanhar para Dudu. O camisa 7 arrancou do meio-campo, entrou na área e bateu forte para marcar o 2 a 0.

Com alterações, o Al Ahly passou a ter mais volume de ataque, enquanto o Palmeiras insistia em jogadas que atraíam o adversário para o seu campo. Apesar de não conseguir concluir com sustos, as chegadas preocupavam. Até que em mais uma perda de bola no meio, os egípcios avançaram e Mohamed arriscou, Weverton falhou e deu rebote para Sherif marcar. No entanto, havia impedimento na origem do chute e o VAR anulou o que seria o 2 a 1.

No último terço do segundo tempo, já com a vantagem administrada, o Al Ahly ainda teve um jogador expulso após Ashraf fazer falta violenta em Rony. O lance foi revisado pelo VAR, já que o árbitro de campo deu apenas amarelo. Mesmo com algumas tentativas no ataque, o Palmeiras não conseguiu o terceiro gol, mas por pouco não levou um, graças a Weverton e o travessão.

 

 

Alexandre Guariglia / LANCE!

YAOUNDÉ - O duelo entre estrelas do Liverpool na decisão da Copa Africana de Nações terminou melhor para o senegalês Sadio Mané, que foi decisivo na vitória por 4 a 2, na disputa de pênaltis, sobre o Egito de Mohamed Salah, neste domingo (6) no estádio Olembe, em Yaoundé (Camarões).

Porém, Mané não começou bem a final, pois desperdiçou uma cobrança de pênalti logo aos 7 minutos de partida. Depois, o placar permaneceu inalterado no restante do tempo regulamentar e na prorrogação.

Na disputa de pênaltis, Senegal contou com a ótima atuação do goleiro Mendy, do Chelsea, que defendeu duas cobranças. E coube a Mané cobrar o pênalti que confirmou o primeiro título da Copa Africana de Nações do seu país.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

POLÔNIA - A produtora de videogames CD Projekt está trabalhando em uma nova versão para um jogador do jogo de cartas GWENT, disse um representante da empresa.

"Sim, estamos trabalhando em um novo título de GWENT para um jogador, que será lançado este ano", disse o chefe de comunicações de GWENT, Pawel Burza, à Reuters. "No momento, não podemos especificar a data de lançamento", acrescentou.

A CD Projekt, mais conhecida por suas produções de alto orçamento "The Witcher" e "Cyberpunk 2077", lançou uma versão completa de "GWENT: The Witcher Card Game" em 2018.

O analista da Ipopema Securities, Michal Wojciechowski, disse que, embora o jogo de cartas não tenha um impacto significativo nos resultados da empresa, foi uma "surpresa ligeiramente positiva".

As ações da CD Projekt fecharam na segunda-feira em alta de 8,3%. Nesta terça-feira tinham queda de 0,3%.

 

 

Por Patrycja Zaras e Adrianna Ebert / REUTERS

BELO HORIZONTE/MG - O Brasil jogou bem e goleou o Paraguai por 4 a 0, nesta terça-feira (1) no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, pela 16ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo.

Sem Neymar, que está em processo de recuperação de uma lesão no tornozelo esquerdo, o grande destaque da partida foi o atacante Raphinha, autor de um gol e das principais jogadas da seleção brasileira.

Com o Brasil já classificado para a Copa, Tite teve tranquilidade para realizar alguns testes diante dos paraguaios. Em comparação à formação que empatou por 1 a 1 com o Equador na última quinta-feira (27), na capital equatoriana Quito, o treinador realizou seis mudanças.

Porém, mesmo com tantas alterações, o Brasil começou muito bem, com Raphinha superando o goleiro Antony Silva com menos de dois minutos de bola rolando. Porém, o atacante acabou tocando a bola com a mão no lance e o gol foi anulado pelo juiz com auxílio do VAR (árbitro de vídeo).

O Brasil continuou a mandar na partida e teve nova oportunidade de abrir o marcador com Raphinha aos 16 minutos, quando Matheus Cunha lançou Vinícius Júnior, que avançou pela ponta esquerda e cruzou rasteiro para o camisa 19, que acabou falhando na hora da finalização.

Porém, aos 27 minutos Raphinha conseguiu finalmente comemorar um gol. O jogador do Leeds United (Inglaterra) recebeu lançamento longo de Marquinhos na entrada da área, avançou, se livrou de um adversário com um bonito drible e bateu firme para abrir o marcador. Este foi o terceiro gol do jogador em sete jogos pela seleção.

O quarto gol de Rapinha pelo Brasil quase saiu no início da etapa final, quando o atacante acertou a trave com um chute de primeira após cruzamento de Vinícius Júnior.

Assim, o Brasil só conseguiu ampliar o marcador aos 16 minutos, em jogada que começou novamente com Marquinhos. O zagueiro encontrou Philippe Coutinho, que bateu de direita, da entrada da área, para colocar uma curva na bola e marcar um golaço.

Já no finalzinho do confronto, aos 40 minutos, a seleção brasileira chegou ao terceiro e ao quarto gols. O primeiro veio com uma finalização de canhota de Antony, que entrou no decorrer da etapa final. O placar foi fechado por Rodrygo, que marcou após boa jogada coletiva. Com a vitória o Brasil mantém a liderança das Eliminatórias, agora com 39 pontos.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SALVADOR/BA - Cinquenta anos depois, o torcedor do Atlético-MG pode, enfim, comemorar o título brasileiro. Nesta sexta-feira (2), o Galo derrotou o Bahia por 3 a 2 na Arena Fonte Nova, em Salvador, assegurando o bicampeonato nacional por antecedência. Os cinco gols da noite saíram em um segundo tempo eletrizante, com destaque ao atacante Keno, que balançou as redes duas vezes e decretou a virada do campeão.

O Alvinegro foi a 81 pontos e não tem mais como ser alcançado pelo vice-líder Flamengo, que tem 70 pontos e ainda pode chegar a 79. O Esquadrão de Aço permanece com 40 pontos, abrindo a zona de rebaixamento.

Da primeira conquista (em 1971) para cá, os mineiros bateram cinco vezes na trave na busca pelo bi. Em 1977, 1980 e 1999, o Atlético foi à final do Brasileiro, mas foi superado, respectivamente, por São Paulo (nos pênaltis), Flamengo e Corinthians. Em 2012 e em 2015, já na era dos pontos corridos, o Galo foi vice, na ordem, para o Fluminense e novamente para o Timão. Ídolos históricos como Reinaldo (maior artilheiro do clube, com 255 gols) ou Ronaldinho Gaúcho (principal nome da conquista da Libertadores, em 2013) tentaram, mas não conseguiram tirar o Alvinegro da fila.

A espera acabou sob comando do mesmo treinador que levou o time ao título da Libertadores: Cuca. O Atlético assumiu a ponta do Brasileirão na 15ª rodada, ao derrotar o Juventude por 2 a 1, fora de casa, e de lá não saiu mais. Dono do segundo melhor ataque, com 60 gols, atrás somente do Flamengo (67), o Galo ainda tem a defesa menos vazada da competição, com apenas 27 gols sofridos em 36 jogos disputados.

Como esperado, o Atlético se lançou ao ataque diante do Bahia desde os primeiros minutos. Aos quatro, Keno bateu da entrada da área e obrigou Danilo Fernandes a trabalhar. Aos 17, o atacante soltou a bomba de longe, mas o goleiro novamente salvou. Aos 39 minutos, quando o lateral Matheus Bahia errou o tempo de bola, Nacho Fernández invadiu a área pela esquerda e chutou cruzado, parando em outra intervenção de Danilo Fernandes. O Tricolor, mais preocupado com a marcação, aventurou-se pouco à frente. Até finalizou tanto quanto os mineiros (cinco), mas sem perigo à meta do goleiro Everson.

O Esquadrão voltou do intervalo com mais disposição ofensiva e equilibrou a partida, saindo na frente. Aos 16 minutos, o zagueiro Luiz Otávio, de cabeça, aproveitou cobrança de escanteio pela direita e marcou. Quatro minutos depois, Matheus Bahia cruzou rasteiro pela esquerda e o atacante Gilberto completou para as redes, ampliando a vantagem.

Os gols acordaram o Atlético, que voltou a marcar pressão e rapidamente conseguiu o empate. Aos 26, Eduardo Sasha foi derrubado por Luiz Otávio na área. O também atacante Hulk bateu e converteu a penalidade. No minuto seguinte, Keno dominou na entrada da área pela esquerda, levou para dentro e finalizou para vencer Danilo Fernandes. Não parou por aí. Aos 32, o meia Nathan achou Keno na meia-lua. O atacante chutou com a bola no ar e mandou no canto do goleiro tricolor, decretando a virada. Desordenado, o Bahia tentou reagir, mas não o suficiente para estragar a festa alvinegra em Salvador.

MANAUS/AM - A seleção brasileira conquistou na quarta-feira (1) o Torneio Internacional de Futebol Feminino, disputado em Manaus, ao derrotar o Chile por 2 a 0 na Arena da Amazônia. Foi o primeiro título da era Pia Sundhage, iniciada em agosto de 2019.

O triunfo levou o Brasil a nove pontos na competição em solo manauara, contra seis das chilenas. Antes, a seleção derrotou Índia (6 a 1) e Venezuela (4 a 1). O terceiro lugar ficou com as venezuelanas, que, mais cedo nesta quarta, superaram as indianas por 2 a 1, também na Arena da Amazônia, encerrando o torneio com três pontos. A meia Kerolin, com quatro gols, foi a artilheira do evento amistoso.

A competição foi a sexta com participação canarinha desde a chegada de Pia. No primeiro ano, o Brasil foi vice-campeão deste mesmo torneio, à época em São Paulo, superado pelo próprio Chile na final, nos pênaltis. Em seguida, a seleção foi à decisão do Torneio Internacional da China, perdendo o título para as anfitriãs, também nas penalidades. Em 2020, as brasileiras disputaram outro evento amistoso, desta vez na França, ficando na terceira posição entre quatro equipes (as francesas levaram o título).

Em fevereiro deste ano, o Brasil competiu no Torneio She Believes, nos Estados Unidos, ficando com o vice-campeonato, atrás das donas da casa. Em julho, a seleção disputou o único campeonato oficial da era Pia, a Olimpíada de Tóquio (Japão), caindo nas quartas de final, nos pênaltis, para o futuro campeão Canadá.

As brasileiras iniciaram o jogo tentando impor uma postura mais ofensiva, mas encontraram dificuldades na bem postada defesa chilena. Na primeira chance, aos 12 minutos, a meia Ary Borges foi lançada na ponta direita da área por Kerolin e tentou encobrir a goleira Christine Endler, mas mandou por cima. A segunda investida só foi possível aos 34, depois da zagueira Antônia (atuando como lateral-direita) quebrar a linha de marcação ao encontrar Debinha próxima à pequena área. A camisa 9 arrematou cruzado, com perigo, à direita da meta.

A pressão deu resultado no começo do segundo tempo. Aos três minutos, Ary Borges foi lançada pela esquerda pela lateral Tamires e cruzou rasteiro para Kerolin concluir no contrapé de Endler, abrindo o placar. As substituições diminuíram o ritmo da partida, mas o Brasil seguiu ligado. Aos 38 minutos, a atacante Giovana aproveitou o erro no domínio de bola da zagueira Fernanda Ramírez e chutou na saída da goleira, definindo o marcador em Manaus.

A vitória sobre as chilenas foi a décima do Brasil em 16 jogos nesta temporada, que também teve quatro empates (durante os 90 minutos) e duas derrotas. Foram 40 gols marcados e 14 sofridos.

CUIABÁ/MT - Jogando com uma equipe reserva após a conquista da Taça Libertadores, o Palmeiras derrotou o Cuiabá por 3 a 1, na noite desta terça-feira (30) na Arena Pantanal, em partida da 36ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A vitória deixou o Verdão com 62 pontos, na 3ª posição. Já o Dourado ficou na 15ª posição com 43 pontos.

Mesmo com uma equipe alternativa, o Palmeiras triunfou com gols de Gabriel Veron, Gabriel Silva e Giovani. Porém, Alan Empereur descontou para o Cuiabá.

 

 

Por Agência Brasil

 

MONTIVIDEL - Para o Palmeiras, a Taça Libertadores é obsessão. E, neste sábado, o Verdão conquistou o seu terceiro título da competição ao vencer o Flamengo por 2 a 1, no Estádio Centenário, em Montevidéu-URU. O time alviverde saiu na frente com Raphael Veiga, logo aos quatro minutos. O Rubro-Negro empatou com Gabigol, levando para prorrogação. Foi aí que brilhou a estrela de Deyverson, que aproveitou falha grotesca de Andreas Pereira e marcou o gol decisivo.

Agora, o Palmeiras faz parte da seleta lista de clubes brasileiros que conquistaram três vezes a Libertadores, ao lado de Grêmio, Santos e São Paulo. Além da taça na atual temporada, o Verdão foi campeão nas edições de 1999 e 2020.

O Palmeiras precisou de apenas quatro minutos para balanças as redes no Centenário. Gómez lançou Mayke, que avançou pela direita e assistiu Veiga. O meia bateu firme e venceu Diego Alves. A partir de então, o Verdão se defendeu e buscou o contra-ataque. Na melhor chance do Flamengo nos 45 minutos iniciais, Arrascaeta bateu de esquerda para defesa de Weverton.

No segundo tempo, o cenário mudou. Precisando buscar o empate, o Flamengo passou a rondar a área e chegar com mais frequência, até que Gabigol deixou tudo igual, aproveitando falha de posicionamento de Weverton. Michael quase virou para os cariocas, mas desperdiçou grande oportunidade. Assim, os times chegaram à prorrogação.

Na prorrogação, Deyverson apareceu para decidir. O centroavante, que havia entrado ao fim dos 90 minutos no lugar de Veiga, aproveitou vacilo gigante de Andreas, avançou com a bola dominada e marcou o gol do título.

O jogo - Logo aos quatro minutos, o Palmeiras abriu o placar no Centenário. Gustavo Gómez lançou Mayke na ponta direita, o lateral avançou e colocou com precisão na entrada da área. Veiga chegou batendo de esquerda e superou Diego Alves.

Depois do baque, o Flamengo passou a se lançar ao ataque. Na primeira chegada, Arrascaeta fez boa jogada pela direita e cruzou para Gabigol, que testou para fora. Na sequência, Veiga foi lançado pela esquerda e cruzou para área. Rodrigo Caio desviou de cabeça e quase fez contra.

Veiga voltou a finalizar, dessa vez carregando a bola pela esquerda e chutando cruzado, nas mãos de Diego Alves. A melhor chance do Flamengo veio com Arrascaeta. Bruno Henrique ajeitou de cabeça para o uruguaio, que dominou e finalizou de esquerda, parando em defesa de Weverton.

 

Segundo tempo

O Flamengo quase empatou no início do segundo tempo. Após escanteio pela direita, Willian Arão desviou de cabeça e a bola passou muito próxima à trave, com Gabigol quase alcançando. O Palmeiras respondeu com Rony, recebendo na intermediária e arriscou de longe. Diego Alves saltou para fazer pela defesa no ângulo esquerdo.

Na sequência, o Rubro-Negro bateu falta da intermediária, David Luiz ficou com ela e tentou tocar por cima de Weverton, porém o goleiro levou a melhor e mandou para escanteio. Depois, Andreas bateu escanteio pela esquerda, e Bruno Henrique ganhou de cabeça dos zagueiros, com a bola raspando a trave esquerda.

Rony tentou de bicicleta após cruzamento da direita, mas a bola foi em cima de Diego Alves. Aos 26 minutos, o Flamengo deixou tudo igual. Arrascaeta encontrou Gabigol pela esquerda, e o camisa 9 finalizou no canto que foi mal protegido por Weverton.

O Rubro-Negro quase virou com Michael, que recebeu belo lançamento de Arrascaeta, invadiu a área e finalizou cruzado, à direita do gol, na última chance de perigo do tempo normal.

Prorrogação

Aos quatro minutos, o Palmeiras voltou a ficar na frente do placar, aproveitando grave erro de Andreas Pereira. O meio-campista se enrolou com a bola, que ficou oferecida para Deyverson. O centroavante avançou, finalizou e levou a melhor sobre Diego Alves, que até tocou na bola, mas não impediu o gol.

SÃO PAULO/SP - Em confronto direto para fugir do rebaixamento à Série B, São Paulo e Athletico-PR não saíram do zero na quarta-feira (24), no Morumbi, na capital paulista, em partida atrasada da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado mantém as duas equipes ameaçadas pelo Z4.

Ambos os times somam 42 pontos, com o Furacão à frente, em 12º lugar, por ter mais vitórias (12) que o Tricolor (nove), que aparece em 14º (o Santos possui dez triunfos e também supera o clube do Morumbi, mas fica atrás dos paranaenses, que estão garantidos na Libertadores do ano que vem, pela conquista da Copa Sul-Americana). O Bahia, primeiro time na zona de rebaixamento, tem 37 pontos, mas com um jogo a menos que são-paulinos e athleticanos, e pode reduzir a diferença para dois pontos caso ganhe a partida atrasada.

O São Paulo foi mais agressivo no primeiro tempo, sequer cedendo finalizações ao Athletico. Aos 11 minutos, o atacante Emiliano Rigoni obrigou o goleiro Santos a uma ótima defesa, no ângulo. Aos 27, o lateral Reinaldo cruzou pela esquerda, o meia Gabriel Sara desviou na frente do gol, mas o zagueiro Robert Arboleda não aproveitou. Além da dificuldade para chegar à meta tricolor, os visitantes se irritaram com a arbitragem, entendendo que Reinaldo deveria ter sido expulso por uma entrada no atacante Renato Kayzer, que precisou ser substituído.

Apesar de manter a equipe no ataque no segundo tempo, o São Paulo não encontrou os mesmos espaços para pressionar o Athletico, que ainda se beneficiou da má pontaria tricolor. As alterações do técnico Rogério Ceni, como as entradas do meia Martín Benítez e do atacante Pablo, não foram suficientes para superar a marcação do Furacão, que, mesmo desgastado pela final da Sul-Americana, no sábado (20), segurou a igualdade diante de mais de 43 mil torcedores no Morumbi.

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