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RIO DE JANEIRO/RJ - Diante de 69.368 torcedores, o Brasil derrotou o Chile por 4 a 0 pela 17ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, na noite desta quinta-feira (24) no estádio do Maracanã. A partida foi a última da seleção diante de sua torcida, isto porque os jogos preparatórios para o Mundial serão realizados fora do país.

Com este triunfo, a equipe comandada pelo técnico Tite manteve uma escrita importante, a de não sofrer derrotas como mandante em jogos das Eliminatórias (em 62 jogos em casa pela competição, o Brasil venceu 50 e empatou 12). Além disso, com os três pontos a seleção chegou ao total de 42, com sete de vantagem sobre a segunda colocada Argentina, que enfrenta a Venezuela na sexta (25).

Vitória importante

Apesar do placar elástico, o Brasil não teve uma atuação brilhante, mas a vitória foi importante para aumentar a confiança da equipe na reta final de preparação para o Mundial do Catar.

Empurrado pela torcida presente no Maracanã, a seleção começou acelerada. Assim, a primeira oportunidade do Brasil surgiu com menos de um minuto de bola rolando, quando Antony recebeu na direita, avançou em velocidade e finalizou para defesa do goleiro Bravo.

A partir daí o Brasil passou a controlar as ações, ocupando o campo do Chile e apostando nas triangulações entre os homens de frente, como aos 18 minutos, quando Neymar achou Vinícius Júnior na esquerda, que avançou e devolveu para o camisa 10, que acabou vacilando na hora de finalizar.

Aos 22 minutos a seleção chegou novamente com perigo, mas desta vez em cabeçada do zagueiro Thiago Silva após cruzamento de Neymar. Já o Chile criava pouco, em especial em lances de contra-ataque.

Porém, foi apenas nos 10 minutos finais da etapa inicial que a equipe de Tite mostrou mais objetividade nas jogadas. Após boas finalizações de Antony (aos 35 minutos), Neymar (aos 36) e Guilherme Arana (aos 38), o camisa 10 da seleção foi derrubado dentro da área pelo lateral Isla. E, aos 43 minutos, Neymar foi para a cobrança da penalidade e deslocou o goleiro Bravo para abrir o marcador.

Dois minutos depois a seleção ampliou, quando Antony abriu na esquerda para Vinícius Júnior, que, com a perna direita, tocou na frente para bater de esquerda, cruzado, para marcar.

O segundo tempo começou com um susto, quando o meio-campista Vidal descontou para o Chile após boa jogada de Montecinos. Porém, o gol acabou anulado quando o juiz assinalou impedimento na jogada com auxílio do VAR (árbitro de vídeo).

A partir daí o Brasil cresceu na partida e chegou ao terceiro em novo pênalti. Desta vez o responsável pela cobrança, aos 26 minutos, foi o meio-campista Philippe Coutinho, que entrou no decorrer da etapa final no lugar de Lucas Paquetá.

Diante de um adversário entregue, a seleção brasileira chegou ao quarto aos 45 minutos. Bruno Guimarães lançou Richarlison na direita, que cortou para o meio e bateu cruzado de esquerda para dar números finais ao confronto.

SÃO PAULO/SP - O Corinthians conquistou a última vaga das semifinais do Campeonato Paulista, ao superar o Guarani por 7 a 6 nas cobranças de pênaltis, após empate por 1 a 1 nos 90 minutos, na quinta-feira (24) na Neo Química Arena.

Agora, o Timão terá pela frente o São Paulo na próxima fase da competição. A outra semifinal colocará Palmeiras e Bragantino frente a frente.

SÃO PAULO/SP - O Palmeiras derrotou o Atlético-MG por 2 a 1, na noite desta sexta-feira (4) no Allianz Parque, em São Paulo, no jogo que abriu o Brasileiro Feminino. Com o resultado as palestrinas ficam na liderança da competição com 3 pontos. Já as vingadoras amargam a lanterna sem ponto algum.

A vitória do Palmeiras começou a ser construída aos 16 minutos do primeiro tempo, quando Bia Zaneratto marcou de cabeça ao aproveitar cruzamento na área. A Imperatriz voltou a ser protagonista aos 37 minutos da etapa final, quando ela foi derrubada na área adversária. Byanca Brasil marcou ao aproveitar rebote de cobrança de pênalti, batida por ela mesma, após defesa parcial de Nicole.

O Atlético-MG ainda descontou com Bruna Cotrim, aos 44 minutos após confusão na área, mas a vitória final foi mesmo do Palmeiras.

Na próxima rodada o Palmeiras enfrenta o Grêmio, no dia 12. Dois dias depois o Atlético-MG mede forças com o Corinthians.

 

 

 Por Agência Brasil 

CEÁRA-MIRIM/RN - Assim como o rival Grêmio, o Internacional está eliminado da Copa do Brasil logo na primeira fase. Nesta quinta-feira, a equipe visitou o Globo, no Rio Grande do Norte, e, com frango gigantesco do goleiro Daniel, foi derrotado por 2 a 0.

O primeiro gol veio em cobrança de falta de Fernando Ceará, no segundo tempo. Mesmo com a bola fraca e rasteira, Daniel aceitou de forma bisonha. O Globo ainda mataria a partida em contra-ataque finalizado por Rômulo, já nos minutos finais.

Agora, a equipe potiguar terá pela frente, na segunda fase, o Brasiliense, que eliminou o Humaitá na primeira etapa.

Eliminado, o Inter volta a focar no Campeonato Gaúcho. Seu próximo jogo será frente o Aimoré, em casa, às 18h15 (de Brasília), pela 11ª rodada do estadual. Já o Globo tem compromisso pela Copa do Nordeste. Também no domingo, mas às 18h30, a equipe encara o Sousa, fora de casa.

O jogo -  O primeiro tempo foi sonolento de poucas chances de gols. Com apenas duas finalizações para cada lado, a etapa se desenhou com o Globo se fechando na defesa e explorando contra-ataques, enquanto o Inter tinha a bola e, sem sucesso, tentava achar espaço entre a marcação adversária.

Porém, na segunda etapa, logo aos 10 minutos, o Globo aprontou para cima dos gaúchos. Fernando Ceará bateu falta da entrada da área e a bola veio fraca, rasteira. O goleiro Daniel já tinha se posicionado para só encaixar. Porém, a bola quicou, e o arqueiro deixou passar entre suas mãos e suas pernas. Falha enorme.

Após o gol, Alexander Medina agiu e fez três alterações simultâneas em sua equipe. Porém, a mexida não fez o efeito desejado. O jogo passou a ser mais faltoso, cenário muito favorável ao Globo.

As coisas não davam certo, e o time colorado parecia tenso. O Globo era melhor na partida e, em contra-ataques rápidos, levava muito perigo à meta colorada. Na reta final da segunda etapa, porém, o Inter voltou a controlar a posse de bola, mas os erros de passe custavam caro.

Após inúmeros contra-ataques, o Globo finalmente conseguiu ser mortal. A equipe recuperou a bola em sua grande área e Hiltinho, camisa 10, puxou contragolpe e mandou ótima bola rasteira para Rômulo, de cara para o gol, balançar as redes.

 

 

GAZETA ESPORTIVA

SÃO PAULO/SP - Nesta quarta-feira, o Palmeiras consolidou o seu reinado no continente ao vencer o Athletico Paranaense por 2 a 0, no Allianz Parque, e conquistar o título da Recopa Sul-Americana. Os gols que garantiram a taça à equipe de Abel Ferreira foram marcados por Zé Rafael, em bela cobrança de falta, e Danilo.

Esta foi a primeira vez que o Palmeiras levantou o troféu da Recopa. No ano passado, o Verdão foi superado pelo Defensa y Justicia na final. Além disso, não disputou o torneio após conquistar a Libertadores de 1999, já que a competição não foi realizada entre os anos de 1999 e 2002.

O Palmeiras dominou ações da primeira etapa, controlando a posse e recuperando a bola com eficiência. Apesar de não ter sofrido atrás, o time alviverde encontrou dificuldade para furar o bloqueio do Furacão. Diversas bolas foram cruzadas, mas sem ninguém para completar.

Logo no retorno do intervalo, o Allianz foi abaixo com o gol de falta de Zé Rafael. Em cobrança da entrada da área, o volante colocou a boa por cima da barreira e deixou o time na frente. A partir de então, os visitantes apenas assustaram em chute de fora da área de Marlos, e o Palestra conseguiu ampliar com Danilo. O volante aproveitou passe preciso de Atuesta para sacramentar a vitória.

 

Próximos compromissos

Agora, o Palmeiras volta suas atenções para o Campeonato Paulista. O time terá pela frente o Guarani, no domingo, às 16h, no Allianz Parque. O Verdão é o líder do grupo C, com 17 pontos conquistados. Enquanto isso, o Athletico entra em campo para enfrentar o Cascavel, às 16h do domingo, pelo Paranaense.

 

Primeiro tempo

O Palmeiras iniciou a partida tendo o domínio da posse de bola. Rony atuou como referência, com Raphael Veiga sendo o meia e Dudu e Gabriel Veron abertos pelas pontas. Na primeira finalização do Verdão, Dudu fez fila pela direita, mas não conseguiu chutar. A bola sobrou para Rony, que pegou mal na bola e mandou à esquerda do gol.

Na sequência, Rony inverteu para Dudu, que arriscou chute de fora da área e mandou para fora. O Athletico ameaçou pela esquerda, mas Pablo não conseguiu completar cruzamento rasteiro. Na sobra, Cittadini não pegou bem na bola.

 

Segundo tempo

O Verdão voltou do intervalo com Wesley na vaga de Veron. Logo aos quatro minutos, o Palmeiras abriu o placar no Allianz. Veiga sofreu falta próxima à área, e Zé Rafael foi para a cobrança. O volante acertou um lindo chute, sem chance para Santos, colocando o time na frente.

Logo na sequência, o Verdão quase anotou uma nova pintura. Após cruzamento da direita, Rony emendou uma bicicleta, parando em grande defesa de Santos. O Athletico respondeu com Marlos, que trouxe da direita para dentro e quase marcou um golaço de fora da área, mandando por cima do travessão.

Veiga recebeu passe na entrada da área e finalizou de direita, exigindo defesa de Santos no canto esquerdo. Aos 43 minutos, Atuesta recuperou a bola no campo de ataque e rolou a bola com precisão para Danilo, que chegou de trás e finalizou rasteiro para dar números finais ao jogo. Em confusão após o gol, Abel Ferreira e um membro da comissão do Athletico foram expulsos.

 

 

GAZETA ESPORTIVA

SANTOS/SP - A maioria dos cerca de oito mil torcedores que foram à Vila Belmiro, em Santos, na noite de domingo (27), saíram decepcionados. Em casa, o Santos apenas empatou com o Novorizontino, lanterna do Campeonato Paulista, por 2 a 2, pela nona rodada da competição. A equipe do interior tinha balançado as redes apenas uma vez nos oito jogos anteriores.

A igualdade não foi boa para ninguém. O Peixe foi a dez pontos e ocupa a terceira posição do Grupo D. É a mesma pontuação do vice-líder Santo André, que fica à frente por ter melhor saldo de gols. O Tigre permanece na lanterna do Grupo B, com três pontos. São quatro a menos que o Água Santa, último colocado do Grupo A e dono da segunda pior campanha geral. Se o Paulista terminasse agora, Água Santa e Novorizontino seriam rebaixados à Série A2.

O Santos não demorou a sair na frente. Aos 11 minutos do primeiro tempo, o lateral improvisado Vinícius Balieiro cruzou na direita e o meia Ricardo Goulart, de cabeça, mandou para as redes. O Alvinegro seguiu com mais presença ofensiva e o Novorizontino buscando os contra-ataques. Aos 47, Chrigor (que tinha acabado de entrar) teve a chance do empate, ao receber livre do também atacante Léo Tocantins, na área, mas bateu muito alto.

Na etapa final o Peixe quase ampliou aos dois minutos, em chute na trave do atacante Marcos Guilherme. Três minutos depois o Tigre conseguiu o empate, com o atacante Douglas Baggio cobrando a penalidade marcada em cima do volante Léo Baiano. O time da casa escapou de sofrer a virada aos 16. O goleiro João Paulo, frente a frente com Rômulo, salvou com os pés a batida do atacante.

Aos 25 minutos o técnico interino santista, Marcelo Fernandes, trocou Ângelo pelo também atacante Lucas Barbosa. A torcida não aprovou a mudança. Dois minutos depois, porém, o atacante Lucas Braga cruzou pela esquerda e o próprio Lucas Barbosa apareceu para recolocar o Santos na frente. A vantagem durou pouco. Aos 39, o meia Marcinho aproveitou a sobra de uma bola desviada pelo volante alvinegro Camacho e mandou de primeira para as redes, dando números finais à partida.

O Santos volta a campo neste sábado (5), às 18h30 (horário de Brasília), diante da Ferroviária, na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP). A partida deve marcar a estreia do técnico Fabian Bustos. O Novorizontino joga no domingo (6), no mesmo horário, contra a Inter de Limeira, no estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte (SP).

 

 

 Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional 

AGÊNCIA BRASIL

RIO DE JANEIRO/RJ - O Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, no Rio de Janeiro, receberá o último jogo da seleção masculina em território nacional pelas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo do Catar. O próximo duelo do Brasil, já classificado, será contra o Chile, no dia 24 de março (quinta-feira), às 20h30. 

Inicialmente a seleção enfrentaria os chilenos na Arena Fonte Nova, em Salvador, conforme anunciou Juninho Paulista, coordenador da seleção, em outubro do ano passado. Mas, de acordo com a Confederação Brasileira de Futebo (CBF), as restrições de público vigentes na Bahia motivaram a troca do local do jogo. 

"Queremos estar cada vez mais próximo do torcedor. Ainda mais para esse jogo que será o último no Brasil antes da Copa do Mundo. Respeitamos e entendemos as restrições vigentes em Salvador, mas é nosso desejo atuar para o maior público possível dentro das normas sanitárias", disse Juninho Paulista. 

O último jogo do escrete canarinho no Maracanã em confronto pela Eliminatória da Copa ocorreu em 2008, quando empatou em 0 a 0 com a Colômbia.

"Jogar no Maracanã também nos possibilita uma logística melhor de treinamentos e deslocamentos. Vamos utilizar a Granja Comary durante toda a preparação", acrescentou o coordenador de futebol.

O Brasil lidera a classificação geral das Eliminatórias Sul-Americanas, com 39 pontos.O país garantiu classificação na 13ª rodada, em novembro passado, ao derrotar a Colômbia, por 1 a 0, em São Paulo. O último jogo da seleção masculina será contra a Bolívia (8ª colocada), em 29 de março, na capital La Paz.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

CURITIBA/PR - O empate em 2 a 2 com o Athletico, nesta quarta-feira, evidenciou novamente o que o Palmeiras de Abel Ferreira deixa claro a cada jogo importante: independentemente do adversário ou do local, vai ser um time muito difícil de ser batido.

Não haveria prova maior disso do que as dificuldades que o time impôs ao Chelsea na final do Mundial. Mas o empate no jogo de ida da Recopa Sul-Americana veio justamente com uma das marcas desse Palmeiras, que é de lutar e acreditar até o fim. O gol de Raphael Veiga, de pênalti, no último lance do jogo, reforça a tese.

Sem Gustavo Scarpa, Abel optou por povoar um pouco mais o meio de campo, com Jailson, Atuesta e Danilo formando o setor, junto com Raphael Veiga, o mais avançado deles, que muitas vezes também fazia um papel de falso 9.

A escolha deu certo, e o Palmeiras conseguiu dominar as disputas naquela região do campo, neutralizando a armação do Athletico.

Por outro lado, a equipe sofreu mais uma vez com a sua principal deficiência na temporada: as bolas aéreas defensivas. Foi assim que o Furacão abriu o placar, com Terans, e criou mais duas ótimas chances para marcar.

O problema já vem de outros jogos, inclusive com a dupla de zaga titular, custou um gol na final do Mundial, mais uma na Recopa e muitos lances de perigo.

Contra um time que se defende tão bem, essa é justamente uma maneira que as equipes encontram de entrar na defesa do Palmeiras. E têm conseguido sucesso dessa forma. Nesta quarta, Kuscevic e Murilo foram os responsáveis pelo setor defensivo.

Fora isso, o Athletico não conseguiu levar grande perigo a Weverton. Foram poucas chances criadas, apesar dos dois gols marcados.

O Palmeiras também não foi brilhante no setor ofensivo. Raphael Veiga, Dudu e Rony, o trio do qual os torcedores esperam muito, produziu pouco. Eles apareceram em lances isolados, mas não foram constantes e nem deram ritmo ao ataque.

Mesmo assim, a equipe criou o suficiente para vencer. As entradas de Wesley e Gabriel Veron no segundo tempo deram mais velocidade e deixaram o ataque mais vertical e incisivo. A produção ofensiva subiu com os dois.

O pênalti já nos acréscimos foi um merecido prêmio para o Palmeiras, que buscou atacar até o fim. Como disse Abel Ferreira após a partida, o empate foi justo pelo que os dois times criaram.

O Palmeiras deixa Curitiba com um empate com sabor de vitória pelas circunstâncias da partida, os desfalques da equipe e pela forma como o resultado se desenhou. A atuação não foi brilhante, mas há o que se comemorar.

Por outro lado, é preciso corrigir os problemas defensivos com a bola aérea o mais rápido possível.

Na próxima quarta o Palmeiras terá mais uma decisão. É impossível garantir que o título virá. Mas o torcedor pode ir ao Allianz Parque com a certeza que sempre vai ser muito difícil desse time ser batido.

 

 

Por Fabricio Crepaldi / GE

SÃO PAULO/SP - O São Paulo decepcionou os pouco mais de 15 mil torcedores que foram ao Morumbi na quinta-feira (17). O Tricolor pressionou, desperdiçou várias oportunidades e ficou no zero com a Inter de Limeira, pela sétima rodada do Campeonato Paulista.

O segundo empate no Estadual levou o São Paulo a oito pontos, na segunda posição no Grupo B, três a menos que o líder São Bernardo (que tem um jogo a mais). A Inter foi a sete pontos e ocupa o quarto e último lugar no Grupo A, mas com a mesma pontuação do terceiro (Guarani) e do segundo (Água Santa), ficando atrás por ter uma vitória a menos. Os dois melhores de cada chave avançam às quartas de final.

A pontaria esteve em falta do lado tricolor no primeiro tempo. Foram 14 finalizações, oito delas dentro da área, mas apenas uma delas na meta, uma cabeçada do atacante Nikão, aos 23 minutos, que o goleiro Rafael Pin defendeu sem problemas. A Inter, que pouco se aventurou ao ataque, acertou mais chutes (dois) em direção ao gol dos anfitriões, mas sem dar trabalho ao goleiro Jandrei.

Na etapa final, o São Paulo perdeu outras várias oportunidades. Aos nove minutos, o meia Matheus Galdezani salvou, com o peito, um chute do atacante Jonathan Calleri, na pequena área, que ficou com a sobra de uma cobrança de escanteio. Aos 26 foi a vez de a trave salvar a Inter, após um cruzamento do lateral Reinaldo pela esquerda, que foi direto para o gol. Oito minutos depois Reinaldo bateu escanteio pela esquerda e o atacante Eder desviou no travessão. Aos 43, Eder arriscou da entrada da área pela esquerda, mas parou em grande defesa de Rafael Pin, que garantiu o empate no Morumbi.

SÃO PAULO/SP - O Corinthians atingiu a terceira vitória seguida no Campeonato Paulista. Na quarta-feira (16), o Timão derrotou o São Bernardo por 3 a 0 na Neo Química Arena, em São Paulo, pela sétima rodada da competição.

Líder disparado do Grupo A, o Alvinegro foi a 13 pontos, seis a frente do Água Santa, segundo colocado. O Bernô, apesar da derrota, segue na ponta do Grupo B, com 11 pontos, quatro a mais que o São Paulo, que aparece logo atrás.

Foi a primeira vez que o quinteto formado pelo volante Paulinho, os meias Giuliano e Renato Augusto e os atacantes Willian e Róger Guedes, principais reforços trazidos entre o fim de 2021 e o começo deste ano, iniciou uma partida pelo Corinthians. O que se viu no primeiro tempo não foi o esperado pelos torcedores. A equipe teve mais de 60% de posse de bola, mas praticamente não assustou a meta do São Bernardo. A melhor chance foi na cabeçada de Paulinho, aos 16 minutos, que o goleiro Júnior Oliveira precisou se esticar para defender. Os visitantes chegaram com perigo aos 34, em chute de fora da área do volante Léo Gomes, que foi rente ao gol alvinegro.

A etapa final foi diferente e o quinteto funcionou. Aos oito minutos, Róger Guedes recebeu de Giuliano, invadiu a área e tocou por cima de Júnior Oliveira para abrir o placar, encerrando um jejum de sete jogos sem gols. Aos 22, foi a vez de Renato Augusto servir Róger Guedes, que finalizou rasteiro e aumentou a vantagem. Dois minutos depois, o lateral Fábio Santos cruzou pela esquerda e a bola foi na mão do zagueiro Matheus Salustiano, dentro da área. A penalidade foi marcada e Willian converteu, fazendo o primeiro gol dele na volta ao Timão.

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