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Chef Olivardo Saqui ensina versão de dar água na boca

 

SÃO ROQUE/SP - Conhecido por seus sabores ricos e aromáticos, além da apresentação vibrante e colorida, a moqueca é um prato tradicional das regiões litorâneas dos estados da Bahia e do Espírito Santo. Ensopada, a receita leva peixe ou frutos do mar como ingredientes principais, sem contar com a combinação harmônica das ervas, do azeite de dendê e do leite de coco. O prato é uma verdadeira explosão de sabores e não poderia ficar de fora do livro de receitas do Chef Olivardo Saqui, do restaurante português Quinta do Olivardo, em São Roque. Apaixonado pela culinária lusitana e pelos sabores brasileiros, Olivardo adaptou a receita e deixou a moqueca brasileira com um gostinho português.

Confira o passo a passo deste prato:

 

Ingredientes

  • 1/2kg de bacalhau em lascas
  • 6 colheres de sopa de azeite de oliva
  • 4 dentes de alho amassados
  • 1 colheres de sopa de azeite de dendê
  • 1 cebola média em rodelas
  • 1 pimentão médio vermelho
  • 1 pimentão médio amarelo
  • 3 tomates em rodelas
  • 1 copo americano de água
  • 4 bananas da terra maduras
  • Cheiro verde (ou coentro) a gosto
  • 100ml de leite de coco
  • Azeitonas verdes sem caroço

 

Modo de preparo

Deixe o bacalhau de molho em água gelada de um dia para o outro, trocando a água algumas vezes. Se preferir, use o peixe já dessalgado. Em uma panela funda de barro (de preferência, mas pode ser outro tipo), coloque o azeite e o alho e mexa um pouco. Adicione o dendê, a cebola, o pimentão, os tomates e a água. Deixe encorpar. Arrume os pedaços de bacalhau neste molho e tampe a panela. Deixe a moqueca de bacalhau cozinhar por 15 minutos. Após este tempo, coloque as bananas, o cheiro verde, as azeitonas e o leite de coco. Acerte o sal, se necessário e deixe cozinhar por mais dez minutos ou até que as bananas estejam cozidas. Salpique um pouco de cheiro verde por cima e sirva quente com arroz branco e salada.

RIO DE JANEIRO/RJ - A influenciadora Andressa Urach decidiu fazer novas tatuagens e chocou a web ao revelar a região do corpo para receber o desenho. Na postagem a famosa confirmou ter feito uma tatuagem no ânus.

Na foto, a famosa aparece deitada, com os glúteos para cima, e atrás dela está Sabrina Boing Boing, a responsável pelo desenho no lugar inusitado. "Sabrina fez 3 tatuagens em mim simbolizando tudo que eu amo!!! Uma delas foi no meu cool…", escreveu na legenda.

Nos comentários, a atitude de tatuar a região íntima dividiu opiniões, mas os fãs não perderam tempo e defenderam Andressa Urach. "Duas mulheres lindas e empoderadas! Cada um que cuide da sua", disparou outra. "Ela ganha fazendo o que gosta, então tá tudo bem", completou mais um.

 

 

Por Leticia Couto / terra.com.br

ITIRAPINA/SP - A Prefeitura de Itirapina informa que a partir do dia 1º de setembro, o pedágio municipal localizado na Rodovia Fernando de Arruda Botelho (estrada do Broa) terá novos valores.

De acordo com Decreto Municipal nº 4.072 de 31 de julho de 2023, a tarifa para veículos de passeio e vans será R$ 4,50.

Para os outros tipos de veículos, as tarifas podem chegar a R$ 65,80, dependendo da quantidade de eixos. Os valores estavam sem reajuste desde dezembro de 2021.

É importante salientar que os veículos com placas de Itirapina continuam isentos da cobrança da taxa na portaria do balneário e no pedágio municipal.

ARARAQUARA/SP - O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15) condenou em segunda instância o Município de Araraquara em ação proposta pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), mantendo integralmente a sentença que determina que o ente público, quando fornecer alimentação aos servidores municipais no local de trabalho, zele pela boa qualidade do alimento, inclusive fiscalizando periodicamente as marmitas fornecidas por empresa terceirizada, sob pena de multa diária de R$ 2.000,00.

A segunda turma de desembargadores da corte trabalhista não deu provimento ao recurso apresentado pelo Município, que pedia a reforma da decisão. No acórdão, a desembargadora relatora, Ana Amarylis Vivacqua de Oliveira Gulla, afirmou que “considerando os elementos de provas existentes nos autos, é evidente que o reclamado não tomou as medidas necessárias para garantir o fornecimento de alimentação adequada aos seus funcionários, o que justifica a condenação à obrigação de fazer fixada na origem, como decidido”.

 

Inquérito

As investigações com relação ao caso começaram quando o Ministério Público recebeu denúncia de dois vereadores da cidade que constataram, em visita à UPA da Vila Xavier, que os funcionários estavam recebendo marmitas fornecidas pelo Município, por meio da empresa Enjoy Alimentação, com alimentos de baixa qualidade, impróprias para consumo, inclusive com “proteína podre” como mistura. Junto com a denúncia foi juntado relatório com fotos.

Instada a se manifestar, a Secretaria Municipal de Saúde alegou que se tratava de uma tentativa dos denunciantes de “desqualificar um governo sério”, e que o problema só acontecia na UPA Vila Xavier, e não em outras unidades que recebiam marmitas do mesmo fornecedor, porque “eles têm servidores naquela unidade que os apoia politicamente”.

O MPT então solicitou à prefeitura uma relação com os dados dos servidores das UPAs Vila Xavier, Central e Vale Verde, e indagou funcionários das três unidades a respeito. Os trabalhadores responderam aos questionamentos confirmando a péssima qualidade dos alimentos nas marmitas fornecidas pelo Município, que não raro chegariam “azedas” ou com comida estragada, sendo impróprias para consumo. Alguns servidores chegaram a dizer que, na maioria dos casos, os funcionários não tinham opção senão jogar a comida no lixo.

“Com isso, apurou-se que os problemas relatados em relação à qualidade e consistência da alimentação fornecida não se limitam apenas à UPA da Vila Xavier, existindo relatos similares na UPA Central e na UPA Vale Verde. Não se trata, portanto, de uma “conspiração” de funcionários de uma só unidade, como falsamente insinuou o Município, mas de um problema real e generalizado. A postura do réu em relação a toda a situação gera questionamentos, eis que em vez de adotar uma conduta no sentido de propiciar e resguardar a saúde, dignidade e bem-estar de seus trabalhadores esforçou-se, em todas suas manifestações, em desvirtuar e desconsiderar o teor da denúncia”, afirmou o procurador Rafael de Araújo Gomes, que subscreve a ação.

 

Decisão

Em maio desse ano, o MPT obteve a condenação do Município em primeira instância, na 3ª Vara do Trabalho de Araraquara, cujo juízo proferiu sentença determinando o fornecimento de alimentação de boa qualidade aos funcionários públicos, além de fiscalizar periodicamente as condições para consumo das marmitas fornecidas por terceirizados, sob pena de multa diária de R$ 2.000,00. A decisão do TRT-15 manteve a sentença em sua integralidade.

Cabe recurso ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

 

 

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