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Ivan Lucas

Ivan Lucas

 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Após solicitar, no início desta semana, à FPF, à CBF e à Globo para não jogar mais aos domingos e à noite, o Corinthians recebeu a resposta nesta quarta-feira pelo site oficial da emissora, que se posicionou em defesa da segurança dos jogadores e da tradição desses horários no Brasil e no mundo.

A medida drástica adotada pelo Timão e assinada pelo presidente Andrés Sanchez, veio como uma defesa em relação ao que ocorreu na Justiça com Paulo André (ex-corintiano) e Maicon (ex-São Paulo e atualmente no Grêmio), que venceram as causas contra os ex-clubes ao pedirem remuneração justamente por trabalho aos domingos e à noite. Veja um trecho do texto:

"Requer-se que, a partir do retorno das competições que foram suspensas e daquelas que não foram iniciadas por conta da pandemia do Covid-19, não sejam mais marcados jogos do Sport Club Corinthians Paulista à noite ou aos domingos. Na hipótese de serem agendadas partidas à noite ou aos domingos, o Sport Club Corinthians Paulista se reserva no direito de eventualmente não participar dos referidos jogos".

Em live com Casagrande, na última terça-feira, Andrés falou sobre o assunto e os fatores que levaram o clube a tomar essa posição radical.

- Você joga no domingo à tarde e é obrigado a ter 24 horas de descanso, mas você tem jogo na quarta-feira seguinte. Aí na segunda você precisa fazer o regenerativo, e o jogador vai na Justiça reclamar. Tem mais de cem jogadores reclamando isso. Faz tempo. Só que você ia recorrendo, chegava no TST (Tribunal Superior do Trabalho), a partir de 2011 você ganha, mas leva quatro, cinco anos para isso, é um passivo do clube, que tem que pagar advogado.

Em resposta ao comunicado enviado pelo Corinthians, a Globo reiterou sua parceria com o esporte nacional e a vontade de levar ao ar o máximo de transmissões possíveis. Sobre os horários, a emissora acredita que são tradicionais não só no Brasil, mas no mundo inteiro, e que as autoridades devem atentar para as peculiaridades dessa atividade profissional.

Confira a nota oficial na íntegra:

"Os jogos aos domingos e em horários noturnos são uma tradição de décadas e se consolidaram como parte da rotina dos torcedores. Essa não é uma característica específica do futebol brasileiro, acontece com o esporte no mundo todo, que, como produto de entretenimento, é disputado em horários atrativos para seus fãs. Clubes, Federações e CBF, como protagonistas e organizadores das competições nacionais, devem zelar para que elas ocorram em ambiente de segurança para os jogadores, estrelas do espetáculo. Às autoridades cabe considerar as peculiaridades dessa atividade profissional, inclusive dias e horário em que tradicionalmente é desempenhada, a fim de que se fortaleça e possa continuar a oferecer opção de trabalho para milhares de brasileiros. A Globo é parceira incondicional do esporte nacional e continuará a contribuir para seu desenvolvimento, buscando a maior divulgação possível da transmissão dos espetáculos esportivos"

 

 

*Por: LANCE!

Horário das doações agora pode ser definido por WhatsApp. A ideia é ajudar na organização do fluxo de voluntários

 

SÃO CARLOS/SP - O Banco de Sangue da Santa Casa criou mais um canal de agendamento para doação de sangue. A partir de agora, as doações podem ser agendadas pelo WhatsApp. “Ampliamos a forma de agendamento pelo WhatsApp a pedido dos doadores. Uma maneira mais prática e rápida para todos”, afirma a coordenadora do Banco de Sangue, Ariane Iazorli.

Com a mobilização da população e dos voluntários, o Banco de Sangue tem recebido cerca de 30 doadores por dia. Esse número ajuda a atender às necessidades urgentes do hospital.  No momento, os estoques estão equilibrados, mas para a próxima semana, o número de agendamentos já diminuiu.

O importante é que as doações sejam constantes para manter o estoque estável, pois alguns componentes do sangue têm prazo de validade. O plasma (parte líquida) dura 1 ano; as hemácias, 1 mês; mas as plaquetas, responsáveis pela coagulação, apenas 5 dias. E hoje ainda não existe uma tecnologia para conservar esses componentes por mais tempo. “Estamos conseguindo atender todas as demandas de transfusão de sangue, mas nossa preocupação é com as plaquetas. Precisamos garantir plaquetas para as próximas semanas. Elas são essenciais nas cirurgias cardíacas”, explica a coordenadora do Banco de Sangue.

Devido à pandemia da COVID-19, desde março, o Banco de Sangue tem seguido as regras da Associação Brasileira de Hematologia. Foi proibida a entrada de acompanhantes e as doações estão sendo agendadas para evitar aglomerações. Dessa maneira, é possível garantir a proteção de todos e regular o fluxo de doadores.

Vale ressaltar que para ser doador, é preciso ter entre 18 e 69 anos, ter mais de 50 Kg e estar em boas condições de saúde. O voluntário também não pode fumar uma hora antes da doação e nem ingerir bebida alcoólica 24 horas antes. E é preciso apresentar um documento oficial com foto. Lembrando que o uso de máscara também é obrigatório.

 

SERVIÇO:

BANCO DE SANGUE DA SANTA CASA

AGENDAMENTO DE DOAÇÕES:

(16) 99104-6748 (WhatsApp) e (16) 3509-1230 (fixo)

De segunda a sexta-feira, das 8h às 15h

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

Segunda a sexta-feira – 8h às 12 horas

Sábados – 8h às 11 horas

Estudo analisa frequência e impacto de sintomas urinários, vaginais, proctológicos e sexuais em professoras da rede pública ou privada

 

SÃO CARLOS/SP - A pesquisa "Frequência de sintomas urinários, vaginais, proctológicos e sexuais em professoras do Ensino Infantil", desenvolvida na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está buscando voluntárias para avaliar a prevalência, associações e impacto de sintomas urinários, vaginais, proctológicos e sexuais em professoras da Educação Infantil, que lecionem para crianças de zero a cinco anos. Podem participar professoras da rede pública ou privada da Educação Infantil e que tenham jornada de trabalho mínima de 30 horas semanais.

O estudo é realizado por Angélica Viana Ferrari, no escopo de curso de especialização em Fisioterapia em Saúde da Mulher, sob orientação de Ana Carolina Sartorato Beleza, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar. Ferrari é também estudante de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da Instituição.

As voluntárias responderão a este questionário online (https://bit.ly/2yPgl5A), que contém perguntas sobre sua história ginecológica e obstétrica, seus hábitos e qualidade de vida, sintomas urinários, vaginais e proctológicos e função sexual. O sigilo é assegurado e o questionário deve ser preenchido até o dia 31 de maio. 

Ao final da pesquisa, as participantes receberão um relatório sobre seus resultados e uma cartilha com orientações para cuidados com o assoalho pélvico. Também será realizado um contato, via telefone, para detalhamento dos resultados e da cartilha de cuidados. Todos os procedimentos serão realizados por uma fisioterapeuta.

Com os dados coletados, o trabalho pretende auxiliar na elaboração e implementação de políticas de promoção de saúde da trabalhadora relacionadas à saúde do assoalho pélvico e, dessa forma, melhorar a qualidade de vida dessa população. Mais informações estão disponíveis no formulário (https://bit.ly/2yPgl5A) e dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail ferrari.angelicaviana@gmail.com ou pelo telefone (16) 98220-8697. Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 26264219.9.0000.5504).

Iniciativa é do Laboratório de Bioquímica e Tecnologias Bioluminescentes do Campus Sorocaba

 

SOROCABA/SP - O Laboratório de Bioquímica e Tecnologias Bioluminescentes do Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está iniciando um projeto de desenvolvimento de testes bioluminescentes de detecção, rastreamento viral e seleção de drogas para Covid-19. A bioluminescência consiste na produção de luz por organismos vivos e ocorre em insetos como, por exemplo, os vaga-lumes, e também em alguns fungos e animais marinhos. "Os testes bioluminescentes são muito usados em culturas de células e animais, não em humanos. Uma vez que o vírus modificado que infecta a célula a torna bioluminescente, é possível rastrear o vírus em células e modelos animais pela bioluminescência emitida. A partir disso, pode-se desenvolver testes de seleção de drogas antivirais em ensaios pré-clínicos, ajudando a encontrar novas drogas", explica o professor Vadim Viviani, do Departamento de Departamento de Física, Química e Matemática (DFQM-So), que coordena do Laboratório.

O professor da UFSCar, que já foi presidente da International Society for Bioluminescence and Chemiluminescence (ISBC), conta que existem inúmeros trabalhos aplicando luciferases (enzimas capazes de transformar energia química em luminosa) e bioluminescência na área médica. "Quando surgiu a pandemia por Covid-19, fui logo pesquisar na literatura o uso de testes bioluminescentes para esse tipo de vírus e, como esperado, encontrei vários trabalhos publicados. Assim, considerando a expertise do meu laboratório, comecei a procurar potenciais parceiros que trabalhem com Covid-19 para ajudar a desenvolver testes virais bioluminescentes no Brasil, 100% nacionais. Não é uma tarefa simples. Pelo contrário, é muito desafiadora e envolve vários conhecimentos. Meu laboratório, apenas, não tem condição de desenvolver sozinho, mas pode oferecer as ferramentas moleculares e infraestrutura para ensaios bioluminescentes", completa.
Por isso, o projeto está buscando a parceria de grupos que trabalhem com biologia molecular de Covids e desenvolvimento de testes de seleção de drogas. "Nosso laboratório está preparado para fazer a parte de engenharia molecular do vírus, para inserir o gene de luciferase dentro do genoma [material genético] viral, e realizar ensaios bioluminescentes", afirma Viviani. 

Ainda de acordo com o professor, "o desenvolvimento de testes bioluminescentes para Covid-19 é muito complexo, pois envolve manipulação em ambientes de contenção com nível de biossegurança que não temos ainda no nosso laboratório. Além disto, a construção do vírus modificado não é trivial, porque demanda manipulação de vírus de RNA [isto é, com material genético] ao invés de DNA, que é mais facilmente manipulável. Assim, precisamos de laboratórios que tenham experiência com manipulação dessa modalidade de vírus". Os parceiros interessados em participar e obter mais informações podem entrar em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Segundo Viviani, já existem testes de rastreamento e seleção de drogas por bioluminescência para HIV, herpes, papilomavírus, incluindo Covids, entre outros. "São trabalhos realizados principalmente por grupos europeus, americanos e chineses. No Brasil desconheço o uso dessas tecnologias, com exceção de alguns testes usando kits importados", diz. Enquanto isso, o laboratório da UFSCar já trabalha no desenvolvimento de imunoensaios bioluminescentes, pois não dependem do vírus em si, e conta com o apoio de projetos já financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

Sobre o Laboratório
O Laboratório de Bioquímica e Tecnologias Bioluminescentes da UFSCar trabalha com bioluminescência, especialmente enzimas luciferases, sendo um dos líderes mundiais nesse tipo de pesquisa. Ao longo dos últimos 20 anos clonou genes de várias enzimas luciferases de vaga-lumes, tendo o maior banco de luciferases recombinantes do mundo e seus mutantes. O Laboratório também caracterizou essas enzimas, investigou sua estrutura molecular e sua função. Com esses conhecimentos, desenvolveu novas luciferases e seus genes repórteres (genes que conferem bioluminescência as células e tecidos) para finalidades de marcação bioluminescente de células e geração de biossensores intracelulares de pH e metais pesados. O Laboratório conta com vários depósitos de patentes, algumas inclusive licenciadas e com produtos no mercado - desenvolvidos na época em que o professor Viviani trabalhou no Japão.
Para saber mais sobre as atividades do Laboratório, acesse www.biolum.ufscar.br.

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