Jornalista/Radialista
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria de Promoção e Bem Estar Social, encerrou no último dia 25, o ciclo de encontros temáticos com as gestantes do município.
O grupo é desenvolvido sob a coordenação do CRAS (Centro de Referência da Assistência Social de Ibaté), e é mediado com a participação de profissionais das áreas de Nutrição, Enfermagem, Pedagogia, Odontologia, Assistência Social, Psicologia e Terapia Ocupacional, que estão ligadas com a temática do desenvolvimento infantil, acesso aos direitos e fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.
As ações iniciaram em setembro deste ano, com cerca de 08 gestantes participando ativamente das ações. Ao longo dos meses, os encontros trouxeram diversas abordagens que orientam as futuras mamães a se prepararem para a nova fase da vida, com dicas de saúde e questões práticas; Pré-natal; teste do Pezinho e vacinação infantil, entre outras temáticas.
Segundo a Coordenadora do CRAS, Vilma dos Santos Souza, foram desenvolvidos inúmeros conteúdos durante os encontros. "Também abordamos as mudanças fisiológicas e emocionais na gravidez, como amenizá-las, mitos e tabus; alimentação; exercícios físicos; avaliação de ganho de peso; tipos de parto, sinais de trabalho de parto, puerpério; direitos e deveres da gestante " explicou.
No encontro final, as convidadas receberam um presente, um kit de higiene e demais itens, marcando um momento singular na vida das futuras mamães ibateenses.
Amanda Affonso, coordenadora da Secretaria de Promoção e Bem Estar Social, detalha que o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família – P.A.I.F.-, é desenvolvido pelo CRAS. "Um dos principais objetivos do P.A.I.F é fortalecer a função protetiva, apoiando famílias que possuem dentre seus membros, indivíduos que necessitam de cuidados, por meio da promoção de espaços coletivos de escuta e troca de vivências familiares", informou.
O CRAS está localizado na Rua João Fabiano nº 10, Jardim Esfer, ou pelo telefone: (16) 3343-5985.
SÃO PAULO/SP - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, discutiu na noite de sexta (2) a crise instalada na área de segurança de São Paulo com o governador eleito do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Moraes é o inimigo público número 1 do bolsonarismo, e o encontro no apartamento do ministro nos Jardins, área nobre da capital paulista, já está sendo criticado nas redes de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Como a Folha mostrou na sexta pela manhã, a indicação do deputado bolsonarista Capitão Derrite (PL-SP) para ocupar a Secretaria da Segurança de São Paulo gerou a primeira grande crise da transição comandada por Tarcísio.
Delegados, integrantes do Ministério Público e do Judiciário questionaram a escolha, apontando diversos problemas nela. Para começar, Derrite é um ex-PM que busca, a exemplo do que Bolsonaro fez com o Exército, fundir sua imagem pública à da corporação.
Além disso, ele defendeu como deputado poder de investigação para policiais militares, tirando a exclusividade da Polícia Civil. Como a Segurança paulista sempre viveu um equilíbrio precário entre o poder da PM, a maior força (93 mil policiais), e a Civil (27 mil integrantes), o pêndulo se moveria de forma inédita para o lado militarizado.
Por fim, Derrite esposa pensamentos bolsonaristas que vão do ideário do astrólogo Olavo de Carvalho, já falecido guru da turma, à crítica ao bem-sucedido programa de emprego de câmeras em uniformes de policiais --que ajudou a derrubar a letalidade policial onde foi aplicado. O padrinho de sua indicação é o deputado e filho presidencial Eduardo Bolsonaro (PL).
A questão se torna nacional porque Moraes mantém grande influência em setores da Polícia Civil desde que foi secretário de Segurança do governo Geraldo Alckmin (então PSDB, hoje vice-presidente eleito pelo PSB), de 2015 a 2016.
Além disso, ele mantém uma rede de aliados no Judiciário paulista, que se uniram na crítica a Derrite. Até aqui, o secretário indicado não se pronunciou sobre o caso. Na quinta (30), após o anúncio da escolha, Tarcísio tergiversou quando questionado acerca do apoio de Derrite na internet à campanha golpista de Bolsonaro que coloca em dúvida a lisura das eleições.
O teor da conversa entre ele e Moraes ainda não transpareceu. Aliados do governador eleito sugerem algum tipo de armistício no caso de Tarcísio insistir no nome de Derrite, que na ativa da PM foi apenas um tenente --ele virou capitão depois, indo à reserva no Corpo de Bombeiros em 2018 para entrar na política.
Moraes gera temor reverencial entre aliados do presidente, dada sua dura campanha contra as intentonas golpistas do grupo. O lance mais recente foi rejeitar o parecer mambembe contra as urnas eletrônicas do PL e ainda aplicar uma multa de R$ 23 milhões ao partido por litigância de má-fé.
Este é um ponto criticado inclusive por policiais militares com tendências bolsonaristas, que são bastante influentes na tropa, já que teriam de prestar continência a um subalterno mais jovem, de 38 anos. Na corporação, o topo da carreira é a patente de coronel.
Para Tarcísio, é um jogo complexo. Ele precisa agradar o bolsonarismo que o ajudou a chegar ao poder de forma meteórica, saindo do Ministério da Infraestrutura para a chefia do principal estado do país, mas trabalha também com uma ala técnica, com aliados como Gilberto Kassab (PSD), um dos fiadores de sua candidatura, e também com parte da máquina existente após quase 30 anos de PSDB no poder local.
Ele ofertou um agrado à Polícia Civil sugerindo o nome do atual delegado-geral, Osvaldo Nico Gonçalves, para ser o adjunto de Derrite. Nico não deu uma resposta, embora seus aliados digam que ele irá aceitar, e o tema será debatido em reunião na semana que vem no Conselho da corporação.
A articulação inclui colocar um aliado de Nico, Arthur Dian, como delegado-geral. Toda essa arquitetura tem a bênção do deputado estadual paulista Delegado Olin (PP), que participou de reunião com os dois policiais e Tarcísio na quinta.
por IGOR GIELOW / FOLHA de S.PAULO
SÃO PAULO/SP - A Caixa Econômica Federal sorteou na noite deste sábado (3), os números do concurso 2.545 da Mega-Sena. Ninguém acertou os seis números e o montante acumulado para o próximo sorteio, na quarta-feira (7), é de R$ 115 milhões.
Os números sorteados no Espaço da Sorte, em São Paulo, foram:
Apesar de ninguém ter acertado todos os números, 84 apostas acetaram cinco números e receberão prêmios que vão de R$ 66 mil a até R$ 200 mil. Além disso, 6.629 apostas acertaram quatro números e receberão de cerca de R$ 1.000 até R$ 6.000.
As apostas puderam ser realizadas até as 19h deste sábado e o sorteio aconteceu às 20h, com transmissão ao vivo pela RedeTV! e pelos canais do YouTube e do Facebook da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples custa R$ 4,50 e pode ser feita em uma casa lotérica ou pela internet, por meio do aplicativo Loterias Caixa ou pelo site de loterias da Caixa.
A probabilidade de acerto para quem faz uma aposta de seis números (no valor de R$ 4,50) da Mega-Sena é de uma em mais de 50 milhões. Na aposta com sete números (que custa R$ 31,50), a chance sobe para uma em 7,1 milhões.
O maior prêmio já pago neste ano foi em 1º de outubro, no concurso 2.525, quando duas apostas ganhadoras dividiram R$ 317.853.788,53. Naquela ocasião, a Mega estava acumulada havia 14 concursos consecutivos.
ISRAEL - A Força Aérea de Israel anunciou que realizou ataques aéreos durante a noite do sábado (3) e madrugada deste domingo (4), contra locais do movimento islâmico Hamas, na Faixa de Gaza, após o lançamento de foguetes atribuído ao movimento palestino, em direção ao território israelense.
Na noite de sábado, os militares israelenses relataram o lançamento de foguetes da Faixa de Gaza contra Israel, o primeiro em um mês.
A troca de disparos ocorreu quando a Jihad Islâmica, uma das facções armadas palestinas na Faixa de Gaza, ameaçou Israel com represálias pela morte de dois de seus líderes na quinta-feira, em Jenin, no norte da Cisjordânia ocupada.
Em resposta, na madrugada de domingo, "aviões de guerra das Forças de Defesa de Israel atacaram um local de fabricação de armas pertencente à organização terrorista Hamas", afirmou o exército israelense em um comunicado.
"Além disso, o exército alvejou um túnel terrorista do Hamas no sul da Faixa de Gaza", acrescentou o comunicado.
Fontes de segurança em Gaza relataram dois ataques no sul do enclave de 2,3 milhões de pessoas, um em um campo de treinamento militar em Khan Younis e outro em uma área desabitada perto de Rafah.
Esses ataques não deixaram feridos, segundo fontes médicas palestinas.
Pelo menos 49 palestinos, entre combatentes e civis, incluindo crianças, foram mortos entre 5 e 7 de agosto durante um confronto entre o exército israelense e o grupo Jihad Islâmica em Gaza, um enclave sob bloqueio israelense desde 2007.
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