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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP - Dois seguranças de uma boate - um homem de 42 anos e uma mulher de 52 anos - foram assassinados a tiros, na madrugada de sábado, 27, na cidade de São José do Rio Preto. O crime aconteceu na avenida Nossa Senhora da Paz.

Um dos mortos é Fernando Costa Chagas, agente penitenciário do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Icém. A outra vítima é Silmara da Silva, segurança patrimonial.

Segundo informações da Polícia Militar, os dois seguranças teriam tirado dois rapazes de dentro da boate, que estariam envolvidos em uma briga. Os dois saíram jurando que retornariam para se vingar da expulsão.

Duas horas depois, a dupla voltou em uma moto e fez sete disparos de arma de fogo, que mataram os dois seguranças. Fernando estava armado, mas sequer teve tempo de utilizá-la para se defender.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas para prender os autores, mas, até o momento, apenas a motocicleta utilizada no crime foi localizada, abandonada. Não dá para identificar os suspeitos pelo veículo, porque o mesmo tem registro recente de furto e a vítima não tem qualquer relação com o duplo homicídio.

O delegado de homicídios, Alceu Lima de Oliveira Júnior, está na coordenação da equipe, que no sábado tentou obter pistas da identidade dos autores do crime.

 

 

REGIÃOSP

BIRIGUI/SP - Um jovem de 26 anos foi preso suspeito de estuprar uma mulher, no último sábado (27), na cidade de Birigui.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência. A vítima relatou à equipe que foi abordada, agredida com uma pedrada e estuprada pelo jovem quando saiu para comprar cigarro.

O Resgate foi acionado e a vítima foi levada ao Pronto-Socorro Municipal. Em seguida, foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar exame de corpo de delito.

Já o suspeito foi localizado pelos policiais militares na casa dele. O jovem confessou que havia tentado roubar uma mulher, mas negou o estupro. Ele também afirmou que cometeu um crime semelhante em outra ocasião.

Ainda de acordo com o registro policial, o suspeito foi encaminhado à delegacia e a vítima o reconheceu. Em seguida, a prisão em flagrante foi convertida para preventiva e o jovem foi encaminhado à delegacia de Penápolis, onde permaneceu à disposição da Justiça.

 

 

REGIÃOSP

SÃO PAULO/SP - Nesta segunda-feira, 29, mais uma pesquisa é divulgada, desta vez é a BTG/FSB que mostra Luís Inácio Lula da Silva (PT) ainda na liderança da corrida presidencial, com 43% das intenções de voto, já Jair Bolsonaro (PL) aparece na sequência, com seus 36%.

Se compararmos em relação a pesquisa anterior, que foi noticiado em 22 de agosto, Lula perdeu 2 pontos porcentuais, ou seja, no limite da margem de erro. Na mesma comparação Bolsonaro se manteve.

O candidato Ciro Gomes (PDT) ganhou 3 pontos percentuais e foi para 9%.  A emedebista Simone Tebet aparece com 4%, 1 ponto percentual a mais em relação ao levantamento anterior. Vera Lúcia (PSTU) e Pablo Marçal (Pros) seguem com 1% e os demais candidatos não pontuaram. Brancos e nulos não foram citados, enquanto o que não sabem/não responderam somam 3%.

Já na simulação de segundo turno, Lula tem 52%, contra 39% de Bolsonaro, resultado idêntico numericamente ao da pesquisa de 22 de agosto.

Lula venceria Ciro por 47% a 32% e Simone por 51% a 30%.

Ciro Gomes venceria Bolsonaro por 49% a 41%.

Se o segundo turno for entre Bolsonaro e Simone a candidata apareceria numericamente à frente: 44% a 42%, dentro da margem de erro.

O levantamento foi realizado entre sexta-feira (26) e domingo (28), com 2 mil eleitores. O levantamento tem a margem de erro é de 2 pontos percentuais e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-08934/2022.

BRASÍLIA/DF - O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender o fim do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Convidado a proferir uma palestra organizada pela Associação da Classe Média (Aclame), em Porto Alegre, Guedes disse que a cobrança do tributo desestimula os investimentos produtivos, contribuindo para a “desindustrialização” do país.

“Temos que zerar o IPI”, declarou o ministro após destacar que o governo federal já conseguiu reduzir em até 35% o valor do imposto cobrado da maioria dos produtos fabricados no país, à exceção de parte dos fabricados na Zona Franca de Manaus.

“É um bom começo. E assim a gente segue e vê o que vai acontecer ali na frente. [Cortando] mais 35%, faltarão apenas 30% [para o zerarmos]. E, aí sim, dá para abaixar mais a tarifa do Mercosul e outras”, acrescentou o ministro, assegurando que a intenção do governo federal é baixar impostos de forma “muito gradual”.

Guedes também associou a criação do extinto Ministério do Planejamento à desaceleração do crescimento econômico registrado anteriormente. Criado em 1962 para coordenar a política econômica, a pasta teve suas atribuições ampliadas em 1964, passando por várias mudanças de status e atribuições até que, em 1999, foi instituído o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Logo ao assumir o cargo, o presidente da República, Jair Bolsonaro, extinguiu o ministério, transferindo suas atribuições para o Ministério da Economia, comandado por Guedes.

“O Brasil já foi a economia mais dinâmica do mundo, crescia a 7,3% em média, ao longo de duas, três décadas […] Trazíamos gente do mundo inteiro, crescíamos rapidamente, e não tínhamos um Ministério do Planejamento. Quando o criamos, começamos a descer”, disse o ministro ao se referir ao que classificou como o “desmonte da economia brasileira” e criticar o “planejamento central".

“Rejeitamos o modelo estatista-dirigista”, acrescentou Guedes para justificar sua crítica. “O ministro do Planejamento que for planejar o futuro do Brasil é um farsante. Ninguém tem este conhecimento. A democracia é um algoritmo de decisão política descentralizada. E os mercados são algoritmos de decisão econômica descentralizados. Ou seja, quem conhece o futuro dos semicondutores são as pessoas que estão os produzindo. Eles têm melhores condições de planejar o futuro do que nós. Tudo o que podemos fazer é oferecer um bom ambiente de negócios e condições atraentes”, comentou o ministro antes de admitir não ter conseguido realizar tudo aquilo que pretendia fazer à frente do Ministério da Economia.

“Quando chegamos, nosso diagnóstico era o seguinte: temos que controlar os gastos e reverter o modelo [estatista]. No primeiro ano, fizemos a Reforma da Previdência, mas não conseguimos fazer o que queríamos. Fizemos 60% do que queríamos. Porque queríamos um regime de capitalização”, completou Guedes.

 

 

Por Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil 

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