Jornalista/Radialista
PIRASSUNUNGA/SP - Em outubro e novembro, Pirassununga receberá a 2ª edição do Projeto Entrelaçadas, que convida a comunidade a transformar linhas, contas e metais em peças de bijuterias cheias de significado. Gratuitas e abertas ao público, as oficinas vão reunir 75 participantes em três turmas, espalhando criatividade, afeto e novas possibilidades de geração de renda pela cidade.
Realizadas em dois espaços que têm papel social essencial no município — o Centro de Convivência do Idoso (CCI) e a Casa São Vicente de Paulo — as oficinas têm duração total de 20 horas e são divididas em cinco encontros. Durante as aulas, os participantes aprendem desde as técnicas básicas da joalheria artesanal e a exploração de materiais até o desenvolvimento de projetos autorais e de uma identidade de marca para suas criações.
Mais do que ensinar técnicas, o projeto busca despertar o potencial criativo e empreendedor de cada participante, além de promover o convívio intergeracional e fortalecer laços comunitários por meio da arte, mostrando que aprender e criar juntos pode ser um caminho de transformação pessoal e social.
O Projeto Entrelaçadas é realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas e Comércio, via Programa de Ação Cultural (ProAC), com produção da MR2 Cultural, apoio da Think Projetos e dos locais de realização, e patrocínio da Companhia Müller de Bebidas.
Serviço- Projeto Entrelaçadas – 2ª Edição: Oficinas gratuitas de bijuterias
Centro de Convivência do Idoso – CCI
Av. das Nações, 377 – Vila Esperança – Pirassununga/SP
Turma 1: 27 a 31/10/2025 – das 07h30 às 11h30
Turma 2: 03 a 07/11/2025 – das 07h30 às 11h30
Contato: Ilcileia – (19) 99319-3413 / (19) 3561-8500
Casa São Vicente de Paulo
Av. Joaquim Cristóvão, 399 – Vila Santa Terezinha – Pirassununga/SP
Turma 3: 03 a 07/11/2025 – das 13h00 às 17h00
Contato: Corina – (19) 3561-3776
SÃO CARLOS/SP - Cerca de trinta alunos do “Colégio Equipe” (SP), acompanhados por professores dessa instituição de ensino, visitaram o IFSC/USP no dia 17 de outubro, tendo participado em duas aulas que foram ministradas pelos docentes e pesquisadores de nosso Instituto – Profs. Luiz Antônio de Oliveira Nunes (Grupo de Espectroscopia de Sólidos) e Reynaldo Daniel Pinto (Grupo de Física Computacional e Instrumentação Aplicada).
A luz que revela a matéria e as ondas rádio
Na aula intitulada “Luz que revela a matéria: como as ondas eletromagnéticas ajudam a descobrir a composição química da matéria”, o Prof. Luiz Antônio começou por explicar aos jovens estudantes que por trás de um simples feixe luminoso existe uma poderosa ferramenta de investigação científica: as ondas eletromagnéticas. Elas são usadas para revelar a composição química de gases presentes em estrelas distantes até a pureza de um medicamento ou a autenticidade de uma obra de arte.
Em sua aula, o docente do IFSC/USP explicou como as ondas eletromagnéticas, que incluem a luz visível, o infravermelho, os raios X e as micro-ondas — interagem de maneiras diferentes com cada tipo de átomo ou molécula. Foi explicado aos alunos do “Colégio Equipe” que o uso das ondas eletromagnéticas na ciência é, portanto, uma prova de como a luz vai muito além do que nossos olhos podem ver. Ela se transforma em uma linguagem que os cientistas aprenderam a decifrar — uma linguagem que revela a estrutura íntima da matéria e expande nosso conhecimento sobre o universo e sobre nós mesmos.
Outro tema abordado pelo docente foi as ondas de rádio.
Quando se pensa em ondas de rádio, a primeira imagem que vem na
na mente é a de antenas transmitindo música ou notícias. Mas, na ciência, essas mesmas ondas são muito mais do que um meio de comunicação: elas são ferramentas poderosas para investigar a estrutura e a composição química da matéria. “As ondas de rádio fazem parte do espectro eletromagnético, ocupando a faixa de baixa energia e grandes comprimentos de onda (de metros a milímetros). Mesmo com pouca energia, elas podem interagir com núcleos atômicos e moléculas, revelando informações preciosas sobre ligações químicas, estados energéticos e ambientes magnéticos”, sublinhou o docente aos jovens.
A aventura multidisciplinar da Neurociência
Já o Prof. Reynaldo Daniel Pinto destacou perante os jovens alunos o tema “A aventura multidisciplinar da Neurociência”, tendo iniciado sua aula explicando a forma como a ciência contemporânea realizou progressos significativos na compreensão de muitos órgãos e sistemas do corpo humano. Contudo, o docente enfatizou que, entretanto, o funcionamento do sistema nervoso, e em especial o do cérebro, permanece um imenso desafio e, em muitos casos, ainda beira o inescrutável. “Por um lado, compreendemos muito bem o funcionamento das células individuais que compõem o sistema nervoso, os neurônios, graças a um modelo elétrico desenvolvido em 1950. Por outro lado, o cérebro humano é uma rede formada por aproximadamente 90 bilhões desses neurônios, que trocam informações entre si, através de uns 100 trilhões de conexões chamadas “sinapses”. Além do problema numérico, mesmo a rede neural mais simples, formada por apenas dois neurônios conectados mutuamente, já apresenta comportamento complexo”, salientou o pesquisador.
Nesta aula, o Prof. Reynaldo convidou os estudantes a fazerem um breve passeio sobre a evolução das primeiras formas de vida até os dias atuais, sob o ponto de vista da Neurociência, para poderem entender quais as dificuldades envolvidas. O docente aproveitou para discutir a evolução científica experimental da eletricidade, a sua relação com os organismos vivos e seus desdobramentos multidisciplinares, tendo mostrado alguns experimentos com técnicas simples, muito antigas, que produzem efeitos surpreendentes e que ainda são fundamentais para abordar o funcionamento do sistema nervoso. Por último, foram apresentadas as ideias da “Neuroetologia”, que se dedica ao estudo de comportamentos naturais especializados, controlados pelo sistema nervoso dos animais.
Todos os assuntos foram abordados pelo Prof. Reynaldo com ênfase em aplicações tecnológicas atuais e em desenvolvimento, como as neuropróteses, que ligam dispositivos eletrônicos simples ao sistema nervoso, as interfaces cérebro-máquina, que controlam dispositivos computacionais externos a partir da atividade neural, visando restaurar ou aprimorar funções cognitivas, motoras ou sensoriais, e até conectar o sistema nervoso diretamente às redes de computadores, como a internet.
Um dia muito especial
O Prof. Rafael de Oliveira Chiachiri, um dos docentes que acompanhou os alunos do “Colégio Equipe”, sublinhou a forma como o grupo foi recebido no IFSC/USP. “Deu para perceber que os professores responsáveis por dar essas duas aulas se prepararam muito bem para acolher o grupo, com apresentações muito especiais sobre as pesquisas que ambos fazem e sobre os resultados que já obtiveram. Os alunos estão aproveitando bastante, inclusive duas alunas nossas que estão fazendo um trabalho na feira de ciências, exatamente relacionado com o espectro de luz, um dos temas que estão sendo apresentados”, sublinha o docente.
Laura Cunha (14), aluna do 9º ano do “Colégio Equipe” confessou que o que estava assistindo era meio confuso. “É difícil... Na escola ainda não chegamos a este nível de conhecimento, mas achei bastante interessante. O mais difícil para mim foi a parte relacionada com as ondas de rádio e as equações que foram apresentadas”. A intenção da jovem é ingressar na universidade, mas ainda sem saber que futuro irá seguir.
Artur Meireles de Andrade (14), também frequenta o 9º ano no Colégio. “Gostei bastante de ambas as aulas, embora, como os restantes colegas, esteja muito cansado da viagem até aqui, já que acordei muito cedo. Gostei muito da aula do Prof. Reynaldo, já que ela é muito prática, com muitos exemplos e experimentos, e tem a ver com a profissão que quero seguir no futuro – Biólogo”, pontua o jovem.
Para o IFSC/USP, fica registrada mais uma experiência enriquecedora com a visita destes jovens alunos do “Colégio Equipe, de São Paulo.
SÃO PAULO/SP - Considerado o maior showman do Brasil, Alexandre Pires, confirmou que vai repetir a dose do sucesso “Pagonejo Bão” em São Paulo. Dessa vez, o espetáculo vem com um sabor ainda mais especial: o show será gravado e transformado em um especial de TV.
O evento acontece no dia 10 de dezembro, no Mercado Pago Hall (Pacaembu), e promete uma noite inesquecível com participações já confirmadas de Thiaguinho, Maiara & Maraísa e uma atração surpresa que será revelada em breve.
Misturando os dois ritmos mais populares do país, o “Pagonejo Bão” tem conquistado o público por onde passa. O repertório, cuidadosamente selecionado, reúne grandes sucessos da trajetória de Alexandre, desde os tempos de Só Pra Contrariar até a carreira solo, além de clássicos do sertanejo. No setlist, o público pode esperar homenagens a Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Matogrosso & Mathias, Zezé Di Camargo & Luciano, Gusttavo Lima e outros ícones do gênero. O show também traz faixas inéditas, como “De Ex Pra Ex” (com Lauana Prado), “Eu Esqueço” (com Ana Castela) e a atual música de trabalho, “Botecoterapia” (com Léo Santana).
“O Pagonejo Bão nasceu de um sonho antigo e vê-lo ganhar um especial de TV é a realização de mais um capítulo dessa história que estou amando viver”, celebra Alexandre.
Os ingressos já estão à venda no site Q2 Ingressos, com valores a partir de R$ 160.
Doações foram feitas pelo público por meio da meia-entrada social e serão destinadas pelo Fundo Social de Solidariedade às instituições da cidade
RIBEIRÃO PRETO/SP - A solidariedade marcou presença no Festival Repique em Ribeirão Preto. Durante o evento, realizado no Estádio Palma Travassos, o público doou 15,3 toneladas de alimentos, mostrando que a festa também foi um espetáculo de generosidade e empatia.
As doações foram realizadas por meio da meia-entrada social, que garante desconto no ingresso mediante a entrega de um quilo de alimento não perecível. Todo o volume arrecadado foi encaminhado ao Fundo Social de Solidariedade de Ribeirão Preto, responsável pela triagem e distribuição às principais entidades assistenciais do município.
Para Victor Brentegani, sócio-diretor de eventos da FARO, o resultado reforça o impacto positivo da festa na cidade. "Mais do que um grande evento, o Repique deixa um legado de solidariedade e união. Ficamos muito felizes em ver o engajamento do público de Ribeirão Preto, que lotou o estádio e ainda contribuiu com quem mais precisa. Essa corrente do bem faz parte do que acreditamos como propósito de festival", afirma.
Realizado no dia 11 de outubro, o Festival Repique reuniu 25 mil pessoas em Ribeirão Preto, com shows de Gloria Groove com a turnê Serenata da GG, Péricles, Menos É Mais, Dilsinho e Samba 71. A primeira edição na cidade foi também a maior da história do festival, consolidando o evento como uma das maiores celebrações do samba e do pagode no Brasil.
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