fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

EUA - Na era digital, a informação circula em velocidade recorde, mas nem sempre com qualidade ou responsabilidade. Redes sociais, aplicativos de mensagens e portais sensacionalistas criaram um ambiente fértil para a disseminação de boatos, exageros e notícias falsas, especialmente quando o assunto envolve saúde pública. Ao longo da história, surtos reais ou supostamente misteriosos já provocaram episódios de histeria coletiva, fenômeno que hoje ganha nova dimensão com o alcance quase ilimitado da internet.

Um dos exemplos mais conhecidos ocorreu em 1518, na cidade de Estrasburgo, então parte do Sacro Império Romano-Germânico. Centenas de pessoas passaram a dançar de forma incontrolável por dias, algumas até a morte, no episódio que ficou conhecido como a “Praga da Dança”. Historiadores apontam causas como estresse extremo, fome e crenças religiosas, mas o medo coletivo foi determinante para amplificar o surto.

Séculos depois, em 1938, nos Estados Unidos, a transmissão radiofônica de “A Guerra dos Mundos”, de Orson Welles, causou pânico em massa. Embora não fosse uma epidemia biológica, o evento mostrou como uma narrativa alarmista, apresentada como fato, pode gerar reações desproporcionais, com pessoas acreditando em uma invasão alienígena real.

Já no campo da saúde, surtos como o da “gripe suína”, em 2009, e do Ebola, entre 2014 e 2016, foram acompanhados por ondas de desinformação. Em muitos países, o medo foi maior do que o risco real para a maioria da população, levando a comportamentos extremos, discriminação e colapso de serviços de saúde locais. Estudos da Organização Mundial da Saúde apontam que boatos e informações falsas dificultaram o controle dessas crises.

Mais recentemente, durante a pandemia de Covid-19, a chamada “infodemia” se tornou um problema global. Curandeirismos, teorias conspiratórias e notícias falsas sobre vacinas se espalharam tão rápido quanto o próprio vírus, alimentando desconfiança e pânico. Pesquisas acadêmicas indicam que a exposição contínua a manchetes alarmistas aumenta a ansiedade coletiva e pode levar à histeria em massa, mesmo quando os dados científicos apontam cenários mais equilibrados.

Esses episódios mostram que o medo, quando alimentado por desinformação, pode ser tão contagioso quanto uma doença. Em um mundo hiperconectado, o desafio não é apenas combater vírus biológicos, mas também fortalecer o senso crítico da população. Verificar fontes, confiar em informações científicas e evitar o compartilhamento impulsivo são atitudes essenciais para impedir que o pânico coletivo se torne mais uma epidemia da era digital.

EUA - Donald Trump recebeu o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, nesta segunda-feira (29), na Flórida. Após o encontro, o americano afirmou que o indulto pedido pelo israelense ao seu presidente, Isaac Herzog, estaria "a caminho" e, em paralelo, disse que atacaria novamente o Irã caso o país persa retome o programa nuclear bombardeado pelos EUA em junho.

Netanyahu solicitou um perdão oficial a Herzog, em novembro deste ano, em um processo que investiga suposto esquema de corrupção. Após a fala de Trump sobre a possível concessão do indulto, no entanto, o gabinete do presidente israelense negou que ele tenha tido uma conversa com o americano desde o pedido do premiê.

Este foi o quinto encontro do ano entre Netanyahu e Trump nos EUA e, desta vez na residência de Trump em Mar-a-Lago, ocorreu a pedido do israelense, segundo o republicano. Depois da reunião, o americano afirmou que os EUA poderiam atacar novamente instalações iranianas caso Teerã retomasse o programa nuclear, que já fora alvo de bombardeios em junho.

"Ouvi dizer que o Irã está tentando se reconstruir, e se estiver mesmo, temos que acabar com isso", disse ele. "Vamos acabar com eles de vez." O republicano reiterou que continua aberto a negociar um acordo, que ele chamou de uma saída "muito mais inteligente".

A expectativa para a reunião era de que os líderes anunciassem os próximos passos para a trégua em Gaza. Ao receber o premiê, Trump afirmou que "a reconstrução de Gaza começará em breve" e que espera chegar à segunda fase do plano de cessar-fogo no território palestino "muito rapidamente".

Funcionários da Casa Branca temem que tanto Israel como o Hamas estejam protelando a segunda fase do cessar-fogo enquanto o presidente americano está ansioso para anunciar um governo tecnocrático palestino para Gaza e a mobilização de uma força internacional de estabilização.

Trump disse ter conversado com Netanyahu sobre o Hamas e que o grupo terrorista "terá pouco tempo para se desarmar". Segundo ele, "haverá consequências" caso a facção não cumpra esse requisito do acordo de trégua.

A porta-voz do governo israelense Shosh Bedrosian já havia adiantado que Netanyahu pretendia abordar a segunda fase do acordo, que implica garantir que "o Hamas seja desarmado, e Gaza, desmilitarizada".

Também afirmou, no entanto, que o premiê tentaria mudar o foco do encontro para o Irã e pressionar por mais ataques americanos contra o programa nuclear de Teerã. Segundo ela, o israelense usaria a reunião para evidenciar "o perigo que o Irã representa não apenas para o Oriente Médio, mas também para os EUA".

O cessar-fogo em Gaza anunciado em outubro é uma das principais conquistas do primeiro ano de Trump na Casa Branca desde seu retorno ao poder, em janeiro, e sua gestão e os mediadores regionais pretendem manter este ímpeto.

O enviado do presidente para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o genro do republicano, Jared Kushner, receberam funcionários de alto escalão dos países mediadores -Qatar, Egito e Turquia- em Miami no início do mês.

Agora, o momento da reunião com Netanyahu é "muito significativo", disse Gershon Baskin, copresidente da comissão de construção da paz "Alliance for Two States", que participou de negociações secretas com o Hamas. "A fase dois precisa começar", afirmou à agência de notícias AFP. "Os americanos percebem que já é tarde porque o Hamas teve tempo demais para restabelecer sua presença."

A primeira fase do acordo de trégua exigia que o Hamas libertasse os reféns que permaneciam em cativeiro, vivos e mortos, desde o ataque de 7 de outubro de 2023 contra Israel, que deu início à guerra. O grupo terrorista devolveu todos, exceto o corpo de um refém -Trump afirmou estar "fazendo todo o possível" para conseguí-lo. As duas partes denunciam frequentes violações do cessar-fogo.

Na segunda etapa, tratada nesta segunda, Israel deve retirar as tropas de suas posições em Gaza e o Hamas deve entregar as armas, o que é um ponto de divergência importante. Além disso, uma autoridade interina deve governar o território palestino e uma força internacional de estabilização (ISF, na sigla em inglês) será mobilizada.

O site americano Axios informou na sexta-feira (26) que Trump queria convocar a primeira reunião de um novo "Conselho de Paz" para Gaza, que ele presidiria, no Fórum de Davos, na Suíça, em janeiro. Mas a publicação apontou que funcionários da Casa Branca estavam cada vez mais exasperados por considerarem que Netanyahu se esforça para travar o processo de paz.

"Há cada vez mais sinais de que o governo americano está se frustrando com Netanyahu", disse Yossi Mekelberg, analista para o Oriente Médio do centro de estudos Chatham House, com sede em Londres. "A pergunta é o que vai fazer a respeito, porque a fase dois, neste momento, não avança."

Mekelberg observou que Netanyahu poderia tentar desviar a atenção do encontro de Gaza para o Irã justamente quando Israel entra em um ano eleitoral. "Tudo está relacionado com permanecer no poder", afirmou sobre o veterano primeiro-ministro israelense.

Israel também continua atacando alvos do Hamas em Gaza e do Hezbollah no Líbano, apesar do cessar-fogo no país. A Síria também esteve na pauta das conversas. Netanyahu disse que Israel está empenhado em garantir uma fronteira pacífica com o país, e Trump afirmou que os líderes de ambos se entenderão. "Tenho certeza de que Israel e ele [o presidente sírio, Ahmed al-Sharaa] se darão bem. Tentarei fazer com que isso aconteça."

 

 

por Folhapress

AUSTRÁLIA - Os dois atiradores que mataram 15 pessoas na Austrália e feriram outras 40 agiram sozinhos no ataque, disse a Polícia Federal do país nesta terça (30) em um comunicado.

Segundo a comissária Krissy Barrett, a investigação inicial indica não haver evidências de que os agressores fizessem parte de uma célula terrorista maior ou tenham sido instruídos por terceiros a realizar o ataque.

Autoridades australianas analisavam um possível treinamento de Naveed Akram e seu pai, Sajid Akram, que foi morto pela polícia no dia do ataque, com o grupo terrorista Estado Islâmico em Manila, nas Filipinas. Os dois estiveram no país em novembro.

"Mas não estou sugerindo que eles estavam lá como turistas", afirmou Barrett.
Na casa dos dois em Sydney, policiais encontraram bandeiras que remetiam ao grupo islâmico.

Análise inicial das imagens do circuito interno do hotel da capital filipina mostra que ambos raramente saíram de lá. Mas a Polícia Federal australiana ainda trabalha com autoridades filipinas para avaliar todas as filmagens da visita.

"Continuo preocupado com adultos e jovens vulneráveis, suscetíveis à manipulação de extremistas religiosos ou de outro tipo que incentivam a violência ou banalizam o uso da força", disse a comissária. "A radicalização e o extremismo podem servir como uma linha de recrutamento para grupos terroristas dispostos a usar a violência para promover suas causas".

O ATAQUE

No dia 14 de dezembro, Naveed Akram e Sajid Akram abriram fogo na praia de Bondi, em Sydney, durante uma celebração judaica no local. Os dois mataram 15 pessoas e feriram outras 40. Foi o pior ataque terrorista em décadas na Austrália.

Pelo menos uma criança morreu no atentado. Um cidadão de Israel também foi morto. As vítimas tinham de 10 a 87 anos, e não há informações sobre outros estrangeiros.

Uma das praias mais famosas do mundo, Bondi costuma ficar lotada de moradores e turistas. Vídeos que circularam na internet registraram centenas de pessoas correndo em pânico durante o tiroteio.

 

 

por Folhapress

SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos divulgou o balanço das atividades legislativas de 2025, primeiro ano do biênio 2025-2026 da atual Mesa Diretora, presidida pelo vereador Lucão Fernandes (PP). Os números apontam um ano de intensa produção legislativa, amplo funcionamento do plenário e fortalecimento dos espaços de participação popular.

Ao longo de 2025, tramitaram e foram aprovados 962 projetos de lei de diferentes origens. Do total, 781 projetos foram encaminhados pelo Poder Executivo, 177 apresentados pelos vereadores e outros quatro de iniciativa da Mesa Diretora. Além disso, os parlamentares aprovaram três emendas à Lei Orgânica do Município (LOM), um projeto de resolução da Mesa Diretora e milhares de proposições voltadas à fiscalização e ao diálogo com a população.

O plenário da Casa aprovou ainda 3.787 requerimentos, 316 indicações e 458 moções, instrumentos utilizados pelos vereadores para cobrar ações do Executivo, sugerir melhorias e manifestar posicionamentos institucionais sobre temas de interesse público.

No campo das atividades parlamentares, a Câmara realizou 43 sessões ordinárias, quatro sessões extraordinárias e 27 sessões solenes no Edifício Euclides da Cunha. Também foram promovidas 25 audiências públicas, ampliando o debate sobre políticas públicas e projetos de impacto para a cidade.

A participação popular foi outro destaque do ano legislativo. Representantes de entidades e instituições como ALSCar, APEOESP, Embrapa e EDUFSCar utilizaram a Tribuna Livre em 30 ocasiões, fortalecendo o diálogo entre a sociedade civil e o Legislativo. O Projeto Visite a Câmara, voltado à educação cidadã, promoveu 27 visitas guiadas, recebendo estudantes e membros da comunidade para conhecer o funcionamento do parlamento municipal.

Em termos de organização interna, a Câmara manteve em funcionamento 12 comissões permanentes e instituiu 13 frentes parlamentares, responsáveis por discutir temas estratégicos para o desenvolvimento de São Carlos.

Segundo a Mesa Diretora, o balanço de 2025 reflete o compromisso do Legislativo são-carlense com a produção de leis, a fiscalização do Executivo e a ampliação dos espaços democráticos, marcando o início do biênio com uma atuação intensa e voltada aos interesses da população.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Junho 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30          
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.