fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Vídeo de divulgação sobre o projeto “Transistores Eletrolíticos para o Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos”.

 

SÃO CARLOS/SP - Pesquisadores do Grupo de Polímeros Prof. Bernhard Gross, do (IFSC/USP), conquistaram bolsas de pesquisa voltadas ao desenvolvimento de sensores portáteis e baratos, capazes de auxiliar no controle do uso de agrotóxicos de forma segura e eficiente.

O projeto, “Transistores Eletrolíticos para o Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos”, contemplado na Chamada de Bolsas Conjunta USP-CNPEM, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, irá desenvolver pequenos sensores que poderão ser utilizados em campo, trazendo um maior controle do uso de agrotóxicos, potencialmente aumentando a seguridade dos trabalhadores rurais, com potencial de impactar na segurança alimentar no dia-a-dia da aduana, ou até nos supermercados.

A ideia é ampliar e facilitar o monitoramento de resíduos de agrotóxicos em diversas etapas da produção agrícola, do campo até o consumidor final.

A tecnologia por trás desse projeto é baseada em transistores eletrolíticos funcionalizados com polímeros impressos molecularmente. Esses polímeros atuam como “fechaduras” específicas para as “chaves”, que são as moléculas de agrotóxico, garantindo uma detecção seletiva e confiável diretamente em amostras de água e alimentos.

A miniaturização dos transistores será realizada utilizando processos de micro e nanofabricação, permitindo integrar múltiplos sensores em um único chip. Além disso, técnicas de inteligência artificial auxiliarão na interpretação e validação dos resultados.

A relevância do projeto se dá pois o agronegócio é o maior setor da economia brasileira. Contudo, a consolidação do Brasil como economia agroexportadora traz desafios à questão ambiental e sanitária.

Em 2023, segundo o “Boletim anual de produção, importação, exportação e vendas de agrotóxicos no Brasil” produzido pelo IBAMA, foram comercializadas cerca de 755.489 toneladas de agrotóxicos (classificados como Químicos e Bioquímicos). Deste total, cerca de 80% são produtos classificados como perigosos ou muito perigosos pela mesma instituição, sendo que a exposição aguda ou crônica a esses compostos e seus derivados está associada a quadros de distúrbios respiratórios, imunológicos, endócrinos, infertilidade, câncer, diabetes e doenças neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer. Tais impactos afetam não apenas os trabalhadores rurais, mas também os consumidores de produtos agrícolas e as espécies dos ecossistemas onde essas substâncias são aplicadas.

O projeto é uma parceria do Grupo de Polímeros Prof. Bernhard Gross (IFSC/USP) e o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), parte do pátio tecnológico do CNPEM, e conta com uma equipe multidisciplinar liderada pelo Prof. Osvaldo Novais de Oliveira Jr. (IFSC) e o Dr. Rafael Furlan de Oliveira (LNNano), que atualmente lidera a divisão de dispositivos.

Além dos pesquisadores responsáveis pelo projeto, a equipe é formada por jovens doutores do Grupo de Polímeros.

No IFSC/USP, o Dr. Bruno B. M. Torres, especialista em dispositivos eletrônicos orgânicos, e o Dr. Paulo A. R. Pereira, especialista no desenvolvimento de técnicas eletroanalíticas e sensores, darão suporte técnico-científico aos alunos que usufruirão das bolsas deste projeto.

No LNNano, o projeto terá o suporte do Dr. Marcelo R. Piton, especialista em microfabricação de dispositivos semicondutores e a Dra. Maria Luisa B. Fier, especialista em dispositivos e sensores.

Além do desenvolvimento científico intencionado pelo projeto, outro objetivo dentro do âmbito da cooperação entre o CNPEM e a USP é de intensificar as relações entre as instituições, promovendo novas pesquisas e colaborações, contribuindo para o fortalecimento do ecossistema de pesquisa do país.

Clique no link para assistir o vídeo - https://www.youtube.com/watch?v=uCkEANkmpcM

SÃO CARLOS/SP - O vereador Elton Carvalho recebeu uma denúncia de moradores sobre casos de abandono de animais em uma área de pasto no bairro Recreio Campestre, em São Carlos. Segundo os relatos, diversos bichos estariam morrendo de fome e sede, sem qualquer assistência.

Ao visitar o local, o parlamentar constatou um cenário de extremo descaso, com animais em visível estado de fragilidade, sem acesso a água e alimento. A situação foi classificada por ele como “deplorável e inaceitável”, exigindo providências urgentes.

Diante da gravidade, Carvalho acionou o Departamento de Defesa Animal da Prefeitura, que deverá acompanhar o caso e garantir o resgate e os cuidados necessários aos animais. Além disso, o vereador registrou um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil, para que os responsáveis sejam investigados e possam responder criminalmente por maus-tratos.

O caso gerou indignação entre moradores da região, que cobram fiscalização mais rigorosa e punições exemplares contra crimes de abandono e crueldade animal.

Startup Clyons assume desenvolvimento de testes criados em pesquisa premiada do Programa de Pós-Graduação em Química da Universidade e busca ampliar acesso no SUS

 

SÃO CARLOS/SP - No Brasil, cerca de 30 mil novos casos de hanseníase são registrados anualmente, segundo dados do Ministério da Saúde. Embora seja tratável com medicamentos, a doença ainda é classificada como negligenciada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em grande parte devido à dificuldade de diagnóstico precoce. Exames tradicionais, como a baciloscopia, são invasivos e pouco eficazes para detectar casos iniciais, e muitos pacientes só recebem confirmação quando já apresentam sequelas físicas.

Diante desse cenário, pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), desenvolveram uma tecnologia de diagnóstico sorológico da hanseníase. A pesquisa foi conduzida por Sthéfane Valle de Almeida no escopo de seu doutorado, sob orientação do professor Ronaldo Censi Faria, do Departamento de Química (DQ) da UFSCar, e coorientação de Juliana Ferreira de Moura, do Departamento de Patologia Básica, da UFPR. Almeida é, atualmente, docente na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Segundo Faria, o teste é pouco invasivo, simples de aplicar e capaz de identificar não apenas pacientes sintomáticos, mas também contatos que carregam o bacilo sem manifestar a doença. "O dispositivo foi pensado para oferecer uma leitura rápida, de fácil interpretação e aplicável em regiões com pouca infraestrutura laboratorial, diferente dos métodos atuais", situa o docente. O estudo recebeu, em 2024, o Prêmio Capes de Tese, reconhecimento nacional à relevância do trabalho.

Do laboratório à aplicação clínica
A tecnologia foi protegida, negociada e licenciada com o apoio da Agência de Inovação da UFSCar (AIn.UFSCar) para a Clyons Diagnóstica, empresa-filha da UFSCar, uma startup considerada spin-off (originada de pesquisa acadêmica que se torna um novo negócio a partir de resultados científicos), com foco no desenvolvimento de biossensores para doenças humanas crônicas, oncológicas e infecciosas.

Segundo Thiago do Prado, diretor executivo da Clyons, a aproximação com a hanseníase foi estratégica: "O Ministério da Saúde lançou recentemente o programa Brasil Saudável: Unir para Cuidar, alinhado à Agenda 2030 da ONU e que prevê a eliminação de doenças infecciosas na América Latina. Era o momento certo para adaptar a tecnologia a um formato comercial e acessível. Nosso papel como empresa é transformar essa patente em produto validado e disponível ao Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente para áreas endêmicas, onde o diagnóstico precoce pode mudar radicalmente a vida dos pacientes".

Lucas Catunda, diretor de dados e comunicação da startup, reforça a importância desse avanço: "A hanseníase não mata, mas incapacita. Muitos pacientes só chegam ao tratamento quando já não conseguem segurar um copo ou trabalhar na roça, o que os condena a sequelas irreversíveis. Além disso, mesmo após a cura, familiares e pessoas próximas podem carregar o bacilo sem apresentar sintomas, transmitindo novamente a doença. Nosso teste busca responder a esse desafio, ao permitir identificar tanto pacientes sintomáticos quanto contatos assintomáticos".
Para o professor Faria, a parceria com a AIn.UFSCar foi decisiva para o licenciamento. "O grande mérito da Agência foi criar condições para que a patente se transformasse em produto", afirma. Catunda complementa: "Além de proteger a propriedade intelectual e conduzir o licenciamento, a AIn equilibra as necessidades de quem pesquisa e de quem leva a tecnologia ao mercado. Essa ponte é o que permite que soluções saiam do laboratório e cheguem à sociedade".

Atualmente, o teste está em processo de validação clínica e registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "Nosso compromisso é que a tecnologia seja útil para os profissionais que atuam na linha de frente, especialmente em regiões endêmicas. A ciência precisa servir quem mais precisa dela", conclui Prado.

Sobre a AIn.UFSCar
A Agência de Inovação da UFSCar (AIn.UFSCar) é, desde 2008, o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da UFSCar. Criada para operacionalizar e fortalecer a política de inovação da instituição, a AIn tem como missão impulsionar a transformação de conhecimento científico e tecnológico em soluções de impacto econômico e social, promovendo a articulação entre universidade, empresas, setor público e sociedade. 

Com competências estruturadas em inovação tecnológica e social, a AIn.UFSCar é responsável pela gestão estratégica da propriedade intelectual, incluindo patentes, cultivares, programas de computador e desenhos industriais, transferência de tecnologia, empreendedorismo e inovação. Na frente de transferência de tecnologia, já foram celebrados contratos de licenciamento de mais de 90 tecnologias (dos mais de 570 ativos protegidos), abrangendo áreas como biotecnologia, engenharia, saúde, materiais, agricultura e software, com um acumulado superior a R$ 23 milhões em royalties. 

A Agência também coordena os fluxos institucionais para o uso de know-how e desenvolve ações para garantir segurança jurídica e valorização das criações acadêmicas. Mais informações em https://www.inovacao.ufscar.br.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Paulo Vieira (PP) recebeu diversas reclamações de motoristas e moradores sobre o semáforo localizado na região do Botafogo, que tem causado transtornos devido ao tempo de espera, resultando em congestionamentos principalmente nos horários de pico.

Segundo Paulo Vieira, o equipamento segue o cronograma oficial, mas a percepção da comunidade é de que o tempo de abertura não corresponde à realidade do fluxo de veículos. Diante disso, o parlamentar protocolou um requerimento junto à Prefeitura, solicitando uma revisão técnica para avaliar se há necessidade de ajustes.

Em resposta, a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Mobilidade Urbana informou que, após análise técnica realizada pela equipe de engenheiros, foi identificado que a melhor solução não está na programação semafórica, mas sim na alteração das regras de estacionamento nos horários de pico, para ampliar a capacidade viária e melhorar a circulação de veículos no cruzamento entre a Avenida José Pereira Iones, Avenida Maria Consuelo Brandão Tolentino e Rua Herbert de Souza, no Jardim Botafogo.

De acordo com a Prefeitura, o projeto está em fase de elaboração e as intervenções necessárias serão implementadas em breve no local.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Março 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
            1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31          
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.