Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - O aumento do número de moradores em situação de rua em São Carlos continua sendo motivo de preocupação para moradores, comerciantes e famílias em diversas regiões da cidade. Diante das constantes reclamações da população e da falta de avanços concretos, Jùlio Cesar voltou a cobrar providências mais efetivas por parte da secretaria responsável para enfrentar o problema.
Nos últimos meses, Jùlio já apresentou requerimentos solicitando informações da secretaria sobre quais medidas estão sendo adotadas pelo município, além de cobrar a realização de um censo oficial para identificar quantas pessoas vivem atualmente nessa situação em São Carlos e qual é o perfil dessa população.
Segundo Jùlio, sem dados atualizados, transparência e planejamento, o município acaba atuando apenas de forma emergencial, sem conseguir atacar as causas do problema.
Há cerca de dois anos, um levantamento realizado pela Polícia Militar apontava a existência de 479 pessoas em situação de rua em São Carlos, sendo que aproximadamente 93% eram de outras cidades. Para Jùlio, os números reforçam a necessidade de uma atuação mais firme e organizada do poder público.
Entre as propostas defendidas por ele, está a divulgação mensal de estatísticas no portal da Prefeitura, trazendo informações sobre abordagens sociais, acolhimentos, encaminhamentos e ações realizadas pelas equipes responsáveis. A proposta também prevê a apresentação de dados sobre a realidade dessas pessoas, como casos de dependência química, alcoolismo, vulnerabilidade econômica, abandono familiar e transtornos mentais.
Jùlio também defende que a cidade amplie as ações voltadas à reinserção social e recuperação dessas pessoas, buscando soluções que tragam resultados reais tanto para quem vive em situação de vulnerabilidade quanto para a população que sofre diariamente com o aumento da insegurança, da sujeira e da degradação em espaços públicos.
“O problema cresce a cada dia e a população quer respostas. Precisamos entender a real dimensão dessa situação para buscar soluções mais eficientes, humanas e que realmente funcionem”, destacou Jùlio Cesar.
Ele reforçou ainda que o debate precisa ir além do assistencialismo e avançar para medidas concretas, com planejamento, fiscalização e integração entre assistência social, saúde e segurança pública.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde, realizou no último sábado (09/05) uma ação de vacinação contra a gripe no sistema drive-thru, no Campus 1 da Fundação Educacional São Carlos (FESC), na Vila Nery. Em apenas quatro horas de atendimento, das 8h às 12h, foram aplicadas 354 doses da vacina contra a influenza.
Do total de imunizações, 230 doses foram destinadas a pessoas dos grupos prioritários e 124 a integrantes dos grupos especiais. A iniciativa teve como objetivo ampliar a cobertura vacinal, especialmente entre idosos e pessoas com dificuldade de locomoção, facilitando o acesso à imunização sem a necessidade de sair do veículo.
A vacinação contemplou pessoas a partir de 12 anos pertencentes aos grupos definidos pelo Ministério da Saúde. Para receber a dose, foi necessário apresentar documento de identificação e, em alguns casos, comprovante de função profissional ou condição de saúde.
De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a ação atingiu o objetivo esperado. “Aplicamos mais de 350 doses em quatro horas, principalmente em idosos e pessoas com dificuldade de locomoção. Isso é muito importante neste período de maior circulação dos vírus respiratórios. A vacina é segura, gratuita e continua sendo a forma mais eficaz de prevenção contra casos graves, internações e óbitos”, destacou.
O secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha, que acompanhou a vacinação no local, avaliou a ação como positiva e destacou a possibilidade de novas iniciativas semelhantes. “Foi um sucesso. Quando o Ministério da Saúde ampliar a vacinação para todas as idades, pretendemos realizar outro drive-thru no Estádio do Luisão. Nossa meta é atingir 90% de cobertura vacinal”, afirmou.
A campanha de vacinação contra a gripe teve início em 28 de março e, até o momento, foram aplicadas no total 29.731 doses no município. Apesar das ações realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde, a adesão ainda é considerada baixa, com cobertura de apenas 30,64% do público-alvo dos grupos prioritários e especiais.
Entre os grupos mais vulneráveis, os índices seguem abaixo do esperado. Das 15.610 crianças de 6 meses a menores de 6 anos, somente 2.040 foram vacinadas, representando cobertura de 13,07%. Entre as gestantes, foram aplicadas 624 doses, alcançando 34,67%. Já entre os idosos, principal público da campanha, foram registradas 17.688 doses aplicadas, o equivalente a 36,09% da meta prevista.
A vacinação contra a gripe continua disponível gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs) de São Carlos, exceto na UBS e na USF do Cruzeiro do Sul, que passam por reforma. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30. Para receber a vacina, é necessário apresentar documento oficial com foto, CPF e carteira de vacinação.
BRASÍLIA/DF - Os bancos que aderiram ao novo Desenrola Brasil terão até 30 dias para retirar dos cadastros de inadimplência os registros de dívidas originais de até R$ 100. A exigência faz parte das condições estabelecidas pelo governo federal para participação das instituições financeiras no programa de renegociação.
Segundo o Ministério da Fazenda, a baixa deverá ser feita de forma permanente junto aos birôs de crédito. A expectativa do governo é que mais de 1 milhão de pessoas sejam beneficiadas pela medida, a depender da adesão dos bancos ao programa.
A regra para dívidas renegociadas acima de R$ 100 é diferente. Nesses casos, o nome do consumidor deixa os cadastros de inadimplência apenas após o pagamento da primeira parcela do novo acordo, e não no momento da renegociação. Depois da formalização do acordo, o consumidor terá prazo de até 35 dias para quitar a primeira parcela.
Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), os registros de dívidas de até R$ 100 estão espalhados entre sistemas das próprias instituições financeiras e dos birôs de crédito, sem uma base centralizada.
"Embora a implementação da desnegativação dessas dívidas envolva rotinas internas, sistemas e fluxos operacionais próprios de cada instituição financeira, o programa estabelece diretrizes e requisitos comuns a todos os participantes, os quais foram detalhados e complementados por atos normativos do Ministério da Fazenda", diz a entidade.
A Febraban afirma ainda que está apoiando as instituições nos esclarecimentos técnicos para a correta implementação do programa.
Em respostas enviadas à Folha, Bradesco, Itaú, C6 Bank e Nubank afirmaram que, nos casos de dívidas acima de R$ 100 renegociadas no programa, a retirada do nome dos cadastros de inadimplência ocorre após o pagamento da primeira parcela, como prevê a medida provisória. O Nubank disse ainda que a desnegativação é feita automaticamente, sem necessidade de solicitação por parte do cliente.
DESENROLA BRASIL
O programa de renegociação voltado a famílias endividadas conta com descontos que variam de acordo com o tipo de dívida e o tempo de inadimplência. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, na média, os descontos podem chegar a cerca de 65%, mas há variações relevantes entre as modalidades.
Para dívidas de cartão de crédito rotativo e cheque especial, os descontos previstos vão de 40% a 90%. Já no caso do CDC (Crédito Direto ao Consumidor), os abatimentos ficam entre 30% e 80%.
Após o desconto negociado, os débitos poderão ser parcelados em até quatro anos, com juros de até 1,99% ao mês e prazo de até 35 dias para o pagamento da primeira parcela. A renegociação será feita diretamente com os bancos.
Podem ser renegociados até R$ 15 mil por pessoa (após descontos), por instituição financeira, com garantia do FGO (Fundo de Garantia de Operações).
O Desenrola contempla brasileiros com renda de até cinco salários mínimos (R$ 8.105), que deverão procurar os canais oficiais dos bancos para aderir à renegociação. Para as famílias que aderirem, está previsto o bloqueio do CPF em casas de apostas por 12 meses.
por Folhapress
RIO DE JANEIRO/RJ - Viviane Araújo revelou que pediu a retirada de cenas de "Três Graças" exibidas nos shows de Belo. Segundo a atriz, as imagens românticas dos personagens Consuelo e Misael estavam sendo usadas durante apresentações do cantor, o que a incomodou.
"Não gostei, achei nada a ver. Pedi para ele tirar", afirmou em entrevista ao programa Melhor da Tarde, da Band. Viviane contou que o pedido foi feito de forma amigável por meio de sua equipe artística e acabou atendido.
A atriz explicou que considera inadequado misturar o trabalho da novela com os shows do pagodeiro. "Ali é o Belo fazendo um show, não é o Misael no palco contando uma história", declarou.
Viviane também admitiu que contracenar com o ex-marido foi desconfortável em alguns momentos, e que impôs limites antes mesmo de entrar na novela. "Falei que não faria cena de sexo. Não faria sentido", disse.
Ao comentar as cenas românticas entre os dois, a atriz disse que precisou lidar com o peso da relação passada durante as gravações. "Teve incômodo, ter que beijar um cara que foi meu ex... Mas foi beijo técnico", declarou.
Segundo Viviane, a relação entre os dois durante as gravações foi estritamente profissional. Ela ainda afirmou que o marido, Guilherme Militão, apoiou sua participação na novela ao lado do cantor. "Ele disse: 'Vamos juntos nessa. Sei o quanto você é profissional'".
por Folhapress
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