Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - Por volta das 10h11 desta quarta-feira, 30 de julho de 2025, uma ação da Equipe Canil da Guarda Municipal de São Carlos culminou na detenção de um jovem de 19 anos, identificado pelas iniciais H.H.G.S., e na apreensão de diversos entorpecentes no bairro Santa Angelina. O caso ocorreu no cruzamento das avenidas Dr. Gildeney Carreri e João Dagnone, próximo à Unidade de Saúde da Família (USF) Santa Angelina.
Durante patrulhamento de rotina, os guardas notaram o comportamento suspeito do indivíduo, que tentou fugir ao perceber a viatura. Após abordagem, foram encontrados com ele dinheiro em espécie e um celular com registro de impedimento, conforme verificação no Centro de Controle Operacional (CCO). A cadela K9 Índia, integrante da equipe, localizou uma sacola escondida em um cano nas proximidades, contendo 50 ependorfs de suposta cocaína, 143 pedras de material semelhante ao crack, 37 invólucros de possível maconha, 8 tubetes de substância análoga ao haxixe, 6 tubetes de suposto skank e 3 invólucros de material similar ao ice.
O jovem e os itens apreendidos foram apresentados no Centro de Polícia Judiciária (CPJ) para investigação. A operação destaca a atuação estratégica da Guarda Municipal no enfrentamento ao crime em áreas sensíveis da cidade.
SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE) informa que estará presente na obra da MRV Monte das Colinas, na região do Botafogo, para instalação de redes de drenagem e de esgoto, até o próximo dia 02/08, sábado, e que, por isso, será necessária a interdição permanente e total na Rua Hebert de Souza, sendo o trânsito desviado pela Rua José Sudano Neto, rotátoria do loteamento Salto do Monjolinho na direção da rotatória da Rua Gipsy Garcia Ferreira.
A obra será realizada na estrada municipal Washington José Pêra, sentido bairro- centro, com a interdição no cruzamento da Rua Gipsy Garcia Ferreira, desvio sendo realizado pela Gipsy, Rua João Franco, Rua Antônio Scurachio, Rua Leôncio Zambel, Av. Maria Consuelo Brandão Tolentino retornando na Av. José Pereira Lopes.
O trecho mencionado permanecerá interditado dia e noite, devendo os condutores ficarem atentos à sinalização de desvio, especialmente durante o período noturno. A execução dos trabalhos, especialmente do sistema de drenagem, envolve a escavação de valas profundas, com alto risco de acidentes caso seja desrespeitada a sinalização e os desvios.
SÃO PAULO/SP - Os exportadores brasileiros de café estão céticos quanto à possibilidade de o produto ter a sua tarifa zerada nas transações com os Estados Unidos, mesmo após o secretário de Comércio daquele país, Howard Lutnick, sinalizar que o café poderia ter essa condição, por não ser produzido nos EUA, sem citar especificamente o Brasil. Lutnick fez o mesmo comentário em relação a frutas como manga, cacau e abacaxi.
"A gente não tem essa expectativa. Nosso contato está sendo tratado diretamente com a Associação de Café e com a indústria americana. Eles demonstram um certo otimismo nas negociações, mas não sobre tarifa zero, nem mesmo a partir de 1º de agosto", diz Eduardo Heron, diretor técnico do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
Hoje, o café nacional já é taxado em 10% pelos Estados Unidos, tarifa que passou a ser imposta em abril pelo presidente americano Donald Trump. Imaginar uma tarifa zero neste momento, portanto, seria contar com uma condição mais favorável, quando, na realidade, a ameaça em vias de se confirmar é ver essa sobretaxa saltar para 50%.
Heron reconhece as dificuldades que este cenário pode trazer ao produtor brasileiro, mas afirma que os Estados Unidos também não têm condições de substituir o café nacional no curto prazo, dado o volume que o Brasil exporta para os EUA.
"O Brasil tem 34% do mercado dos Estados Unidos. É o maior fornecedor. Quando você olha, o segundo maior fornecedor de café para os Estados Unidos é a Colômbia, que tem 20%. Nós vendemos 8 milhões de sacas para eles no ano passado, enquanto a Colômbia vendeu, para todo o mundo, 12 milhões de sacas. Isso significa que ela não teria condições de suprir a demanda dos americanos no curto prazo", diz Heron.
Entre janeiro e maio de 2025, os EUA compraram 2,87 milhões de sacas, o equivalente a 17,1% de todo o volume exportado pelo Brasil, conforme dados do Cecafé.
O diretor técnico do Cecafé afirma que os embarques de café que saíram dos portos brasileiros na primeira quinzena de julho já devem entrar nos Estados Unidos com tarifa de 50%.
"O porto de Nova Orleans hoje recebe 34% do nosso café. Nova York recebe outros 14%. Então, só os dois juntos, têm 45% de nossas exportações. Essa viagem de Santos a Nova Orleans demora 26 dias. Nova York demora 16 dias. Então não tem jeito, já vai pegar essa tarifa", disse.
A sinalização feita pelo secretário Howard Lutnick é a de que produtos que não são produzidos em solo americano teriam tarifas diversificadas em relação ao limite imposto aos países.
As últimas semanas têm sido marcadas por uma forte volatilidade nos preços internacionais do café, segundo informações do Ministério da Agricultura. Apesar da queda de 3,9% no volume total embarcado na safra 2024/25, o Brasil registrou um recorde histórico em receita cambial com exportações de café, alcançando US$ 14,7 bilhões, um aumento de 49,5% em relação à safra anterior, impulsionado pela valorização do dólar e pelos preços no mercado internacional.
O café verde reafirmou seu peso na balança comercial brasileira. Na terceira semana de julho, as exportações somaram US$ 686,9 milhões, representando 3,5% das exportações totais do país e 16% da pauta agropecuária.
O governo Lula tenta contato com os Estados Unidos desde 9 de julho, quando Trump publicou uma carta na rede social Truth Social anunciando as sobretaxas de 50% a produtos brasileiros, mas os EUA parecem pouco dispostos a negociar. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, tem conversado com Lutnick.
A assessoria do Ministério do Desenvolvimento afirmou à Folha que o foco é a reversão total das tarifas. Mas, segundo ministros envolvidos com a negociação e integrantes da equipe de Alckmin, o governo Lula estuda negociar tarifas para setores específicos.
A falta de uma resposta concreta dos EUA também está levando o governo a avaliar cenários possíveis de reação. Um plano de contingência está sendo analisado "com muita tranquilidade" pelo presidente Lula, segundo Haddad, mas o foco do Brasil seguirá sendo a via diplomática.
por Folhapress
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, realizou na última terça-feira (29/07), a reunião do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGI-M) com o objetivo de planejar ações de segurança para os principais eventos do mês de agosto na cidade.
O encontro reuniu representantes da Polícia Militar, Polícia Rodoviária, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, DER, secretarias municipais de Cultura e Turismo, Conservação e Qualidade Urbana, além dos departamentos de Fiscalização e Vigilância Sanitária. Também participou o padre Everton Luchesi, reitor do Santuário de Nossa Senhora Aparecida da Babilônia.
Entre os eventos em pauta, o destaque foi a tradicional Festa da Padroeira de São Carlos, celebrada em 15 de agosto. Realizada no Santuário da Babilônia, na zona rural do município, a festa atrai milhares de fiéis e exige um esquema especial de segurança e organização logística.
De acordo com o comandante da Guarda Municipal, Célio Ramos, o GGI-M tem se reunido mensalmente para definir estratégias integradas de atuação. “Nosso foco é garantir policiamento adequado, áreas seguras para embarque e desembarque, além de medidas preventivas contra furtos e roubos, assegurando tranquilidade à população”, explicou. Outros eventos também foram incluídos no planejamento, como o Top Runch (de 1º a 3 de agosto), o São Carlos Rodeio Fest (a partir de 6 de agosto) e a Caminhada das Famílias, marcada para o dia 17.
Durante a reunião, também foram tratadas ações rotineiras de fiscalização, como vistorias em bares, ferros-velhos e motocicletas com escapamentos irregulares. As operações são realizadas em conjunto com a Polícia Militar, a Vigilância Sanitária e o setor de Fiscalização Municipal, com foco na verificação de alvarás, condições sanitárias e origem dos produtos comercializados.
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