fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Alta registrada é de 21,8%, na comparação anual

 
SÃO PAULO/SP - Em janeiro, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) da capital paulista registrou alta de 21,8%, em relação ao mesmo período do ano passado. Na variação mensal, o indicador avançou 2,1%, ao passar de 117,1 pontos, em dezembro, para os atuais 119,6 pontos. É a oitava alta consecutiva do índice mensal da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
 
De acordo com a pesquisa, os empresários estão também mais otimistas quanto à ampliação dos negócios. O índice que mede a Expansão do Comércio (IEC) avançou 2,3%, saindo de 116,8 para 119,4 pontos. Na comparação anual, o aumento observado foi de 22,4%. Já o Índice de Estoques (IE) subiu 4%, na passagem de dezembro para janeiro, e 17,2%, em relação ao ano passado. Atualmente, o indicador registra 117,7 pontos.
 
O Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) – que compõe o ICEC – avançou 6,1%, registrando 101,2 pontos e retornando para a linha do otimismo após 21 meses. A expectativa dos gestores (IEEC), no entanto, caiu 0,6%, apontando 149 pontos. O índice de investimento (IIEC) registrou alta de 2,4% e obteve 108,6 pontos. Na base de comparação anual, os três quesitos registraram crescimento: o primeiro avançou 51,7%; o segundo, 9%; e o terceiro, 19%.
 
Os subíndices que integram o IEC também cresceram em janeiro. O índice que mede as expectativas para contratação de funcionários subiu 2,3% (138,4 pontos), ao passo que o nível de investimento das empresas aumentou 2,3% (100,5 pontos). O indicador não rompia a barreira que separa pessimismo de otimismo desde janeiro de 2014, quando registrou 106,7 pontos.  Na comparação interanual, os dois quesitos apresentaram alta: 11,8% e 40,8%, respectivamente.
 
A proporção dos empresários que consideram adequada a situação dos estoques avançou 1,8%, saindo de 56,2%, em dezembro, para 58%, em janeiro. Entre os que relatam o contrário, a porcentagem caiu 2,5%, passando para 26,8%. Houve queda também entre os gestores que consideram os estoques abaixo do desejado (0,1%), registrando 13,7%. Os que avaliam que os estoques estão adequados segue sendo maior: 58% contra 40,5%. Embora os efeitos da falta de insumos no varejo ainda persistam, os estoques já demonstram sinais graduais de normalização. 
 
Queda das expectativas
Para a FecomercioSP, o ano se inicia com incertezas para a classe empresarial, que podem se intensificar nos próximos meses com o avanço da variante ômicron. Os empresários já emitem sinais de arrefecimento das expectativas para os próximos meses. A queda do otimismo está diretamente ligada a fatores econômicos derivados da desaceleração do consumo, causada pela deterioração das condições financeiras das famílias e pela baixa perspectiva de crescimento da atividade econômica em 2022.
 
Desta forma, as empresas devem ter cautela na elaboração do planejamento estratégico. Traçar planos de resiliência, reduzir despesas fixas e criar estruturas austeras e flexíveis são medidas que podem ajudar a eliminar barreiras e imprevistos.
 

Notas metodológicas
ICEC
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) contempla a percepção do setor em relação ao seu segmento, à sua empresa e à economia do País. São entrevistas feitas em painel fixo de empresas, com amostragem segmentada por setor (não duráveis, semiduráveis e duráveis) e por porte de empresa (até 50 empregados e mais de 50 empregados). As questões agrupadas formam o ICEC, que, por sua vez, pode ser decomposto em outros subíndices que avaliam as perspectivas futuras, a avaliação presente e as estratégias dos empresários mediante o cenário econômico. A pesquisa é referente ao município de São Paulo, contudo sua base amostral reflete o cenário da região metropolitana.
 
IEC
O Índice de Expansão do Comércio (IEC) é apurado todo o mês pela FecomercioSP desde junho de 2011, com dados de cerca de 600 empresários. O indicador vai de 0 a 200 pontos, representando, respectivamente, desinteresse e interesse absolutos em expansão de seus negócios. A análise dos dados identifica a perspectiva dos empresários do comércio em relação a contratações, compra de máquinas ou equipamentos e abertura de novas lojas. Apesar desta pesquisa também se referir ao município de São Paulo, sua base amostral abarca a região metropolitana.
 
IE
O Índice de Estoque (IE) é apurado todo o mês pela FecomercioSP desde junho de 2011 com dados de cerca de 600 empresários do comércio no município de São Paulo. O indicador vai de 0 a 200 pontos, representando, respectivamente, inadequação total e adequação total. Em análise interna dos números do índice, é possível identificar a percepção dos pesquisados relacionada à inadequação de estoques: “acima” (quando há a sensação de excesso de mercadorias) e “abaixo” (em casos de os empresários avaliarem falta de itens disponíveis para suprir a demanda em curto prazo). Como nos dois índices anteriores, a pesquisa se concentra no município de São Paulo, entretanto sendo a sua base amostral considera a região metropolitana.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

BRASÍLIA/DF - O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), intimou o presidente Jair Bolsonaro para que preste depoimento nesta sexta-feira (28) em inquérito que apura vazamento de investigação da Polícia Federal.

De acordo com o ministro, como Bolsonaro não indicou local, dia e horário dentro do prazo para ser ouvido pelos policiais, ele terá que comparecer na Superintendência da PF no Distrito Federal, às 14h, para o interrogatório.

Em 29 de novembro, Moraes deu prazo de 15 dias para que a oitiva fosse realizada. Quando o tempo estava para esgotar, a AGU (Advocacia-Geral da União) pediu a prorrogação sob a justificativa do excesso de compromissos de Bolsonaro, mas indicando que o presidente compareceria ao interrogatório.

Moraes, então, concedeu mais 45 dias de prazo, que se esgotaria nesta sexta (28).

Nesta quarta (26), porém, a AGU pediu em petição para Bolsonaro não ser interrogado. Segundo o órgão, "o Presidente da República declina da oitiva pessoal que lhe foi oportunizada pela autoridade policial". A afirmação tinha base em artigos da Constituição e da Convenção Americana sobre Direitos Humanos.

Na decisão desta quinta (27), Moraes afirmou que a AGU alterou o posicionamento às vésperas do fim do período previsto.

Ao negar o pedido para que o presidente não fosse interrogado, Moraes afirma que "será o investigado quem escolherá o 'direito de falar no momento adequado' ou o 'direito ao silêncio parcial ou total'; mas não é o investigado que decidirá prévia e genericamente pela possibilidade ou não da realização de atos procedimentais ou processuais durante a investigação criminal ou a instrução processual".

Segundo ele, "houve concordância do acusado em participar do ato procedimental e solicitação de dilação de prazo para agendamento e oportunidade para o Presidente da República exercer real, efetiva e concretamente seu direito de defesa".

Além de intimar o presidente por meio da AGU, que faz a defesa judicial do governo, o ministro também retirou o sigilo dos autos do inquérito. Após o depoimento, a PF deverá concluir a investigação.

No ano passado, a Polícia Federal instaurou esse inquérito para saber como vazou investigação sobre o ataque hacker ao Tribunal Superior Eleitoral utilizada pelo presidente Jair Bolsonaro para levantar a tese de fraude na eleição de 2018 em entrevista no dia 4 de agosto.

Além da responsabilidade pela divulgação dos documentos, a PF pretendia apurar como o deputado Filipe Barros (PSL-PR), relator da PEC do voto impresso, soube da existência do caso sigiloso em andamento no órgão.

A apuração foi solicitada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e sua abertura foi ordenada por Alexandre de Moraes. O ministro do STF entendeu que o caso tem relação com o inquérito das fake news e se manteve como relator do caso.

Bolsonaro acessou os dados sobre o ataque ao sistema do TSE porque Filipe Barros fez um pedido de acesso à investigação ao delegado Victor Feitosa Campo, da superintendência da PF no Distrito Federal.

Nesta quinta, o presidente atrasou a tradicional live semanal das 19h para as 20h. Na transmissão, Bolsonaro não comentou a decisão de Moraes nem o fato de ter de ir prestar depoimento na PF nesta sexta.

 

 

JOSÉ MARQUES E RICARDO DELLA COLETTA / FOLHA

ISTAMBUL - O banco central da Turquia disse nesta quinta-feira que vai desenvolver instrumentos para sustentar os depósitos em lira, aumentar a participação da divisa no financiamento, reduzir gradualmente o volume de swaps e fortalecer as reservas cambiais.

Na ata da reunião de política monetária deste mês, o banco central disse que está tomando as medidas necessárias com relação à estabilidade cambial e acrescentou que uma desinflação deve começar devido às recentes medidas adotadas, bem como ao chamado efeito de base.

 

 

Reportagem de Ali Kucukgocmen / REUTERS

COREIA DO NORTE - A Coreia do Norte disparou o que pareciam ser dois mísseis balísticos na quinta-feira (27), atraindo críticas dos Estados Unidos (EUA) à sexta rodada de testes neste mês. 

A série é uma das maiores já lançadas em um mês, segundo analistas, e o país começa 2022 com forte demonstração de novos armamentos operacionais. 

O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul (JCS) disse que detectou o lançamento, do que presumiu serem dois mísseis balísticos, por volta das 8h (horário local), a partir da região de Hamhung, na costa leste da Coreia do Norte. Os projéteis viajaram por cerca de 190 quilômetros (km) até uma altitude de 20 km, acrescentou o JCS. 

Neste mês, país anunciou que iria intensificar defesas contra os EUA e avaliar a retomada de "todas as atividades que haviam sido temporariamente suspensas". O comentário, aparentemente, refere-se à moratória autoimposta de testes de armas nucleares e mísseis de longo alcance. 

O lançamento ocorreu após a Coreia do Norte disparar dois mísseis de cruzeiro no mar, a partir da costa leste, na terça-feira (25), aumentando a tensão causada pelos testes. 

No início do mês, o país lançou mísseis táticos guiados, dois "mísseis hipersônicos" capazes de serem manobrados e de atingir altas velocidades, além de sistema ferroviário de lançamento de mísseis. 

"O regime de Kim Jong-un está desenvolvendo diversidade de armas ofensivas, apesar dos recursos limitados e dos desafios econômicos", disse Leif-Eric Easley, professor de Assuntos Internacionais da Universidade Ewha em Seul. 

Alguns testes buscam desenvolver novas capacidades, especialmente de evasão das defesas de mísseis, outros tentam demonstrar prontidão e versatilidade dos equipamentos que a Coreia do Norte já mostrou, acrescentou. 

"Alguns observadores sugeriram que os lançamentos frequentes do regime de Kim representam pedido de atenção, mas Pyongyang está correndo muito no que considera corrida armamentista contra Seul", disse Easley. 

Em discurso na Conferência do Desarmamento da Organização das Nações Unidas (ONU), na terça-feira, o embaixador da Coreia do Norte na ONU, Han Tae Song, acusou os EUA de promoverem centenas de "exercícios conjuntos de guerra", e enviar equipamentos militares ofensivos de alta tecnologia para a Coreia do Sul, além de armas nucleares estratégicas para a região. 

"Isso está ameaçando seriamente a segurança do nosso Estado", observou Han. 

Porta-voz do Departamento de Estado dos EUA condenou os lançamentos como violação de várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU e ameaça aos vizinhos da Coreia do Norte e à comunidade internacional. 

Os Estados Unidos continuam comprometidos com a abordagem diplomática e pedem que a Coreia do Norte participe do diálogo, disse o porta-voz. 

 

 

Por Josh Smith - Repórter da Reuters

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Abril 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30      
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.