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MUNDO - O sucesso da plataforma Disney+ superou todas as expectativas, atingindo 60,5 milhões de assinantes mundiais.

Os números foram atualizados pelo CEO da Disney, Bob Chapek, durante uma apresentação para acionistas nesta última terça-feira (4/7).

O detalhe é que, na ocasião do lançamento da plataforma em novembro do ano passado nos EUA, a Disney estimou que atingiria 60 milhões de assinantes… em 2024. Assim, o streaming já cumpriu sua meta de cinco anos, que nas projeções da empresa seria quando começaria a dar lucro após um período de grande investimento.

Além dos números impressionantes da Disney+, o relatório trimestral também apontou crescimento da Hulu, que agora possui 35,5 milhões de assinantes de seu serviço. Como a Hulu ainda não foi lançada no mercado internacional (o plano é para 2021), esse número é apenas de assinantes americanos. Já a plataforma esportiva ESPN+ chegou em 8,5 milhões.

Os números de streaming são o único motivo de celebração entre os acionistas da Disney, refletindo o impacto da covid-19 nos negócios da empresa. A pandemia fechou cinemas e parques temáticos, que movimentavam a maior parte dos lucros da companhia.

Puxadas por sucessos exclusivos como “The Mandalorian”, a primeira série live-action do universo “Star Wars”, e musicais como “Hamilton” e “Black Is King”, de Beyoncé, as assinaturas da Disney+ só perdem atualmente para os 193 milhões de clientes da Netflix e os 150 milhões da Amazon Prime.

A Disney+, entretanto, ainda não chegou em muitos territórios. Depois de seu lançamento na Europa em abril, a empresa pretende trazer o serviço para a América Latina em novembro. Isto deve incluir o Brasil, se não houver surpresas no Congresso ou na Anatel, com mudanças na legislação referente a serviços de vídeo na Internet.

 

 

*Por: Marcel Plasse / PIPOCA MODERNA

MUNDO - A Walt Disney tornou-se a mais recente empresa a cortar seus gastos de publicidade no Facebook. A empresa aderiu ao boicote que visa pressionar a rede social a tomar medidas concretas para bloquear o discurso de ódio.

Segundo o New York Times, a Disney foi a principal anunciadora do Facebook de 1º de janeiro a 30 de junho. Gastou US$ 212 milhões de dólares –mais do que o dobro da Procter & Gamble, 2ª no ranking de principais anunciadores da rede social.

Brian Nowak, analista do Morgan Stanley, estima que a empresa pode perder US$ 1 bilhão em receita por mês por causa dos cortes publicitários. Mas, só em 2019, o Facebook gerou US$ 69,7 bilhões em receita com publicidade.

Já são mais de 1.000 empresas que apoiaram o boicote e cortaram seus gastos de anúncios no Facebook. Gigantes farmacêuticas, como Pfizer e Bayer, até de automóveis, como Ford e Honda, apoiaram o movimento. Leia a lista completa.

OBJETIVO

O movimento Stop Hate for Profit teve início em 17 de junho. Foi iniciativa de grupos de direitos civis que pediram às companhias que agissem contra o ódio e a desinformação “espalhados” pelo Facebook ao suspender, temporariamente, a publicidade na rede social.

A empresa, como resposta, anunciou em 26 de junho que começaria a sinalizar publicações que violassem suas regras. Também prometeu inserir 1 link informativo em posts da campanha eleitoral nos EUA, direcionando o internauta a sites com informações oficiais.

Mark Zuckerberg falou em aumentar o combate ao discurso de ódio em anúncios publicitários. Declarou que proibiria mensagens que afirmassem “que pessoas de uma raça, etnia, origem nacional, afiliação religiosa, casta, orientação sexual, identidade de gênero ou status de imigração são uma ameaça à segurança física, à saúde ou à sobrevivência de outras pessoas”.

Porém, no início de julho, organizadores do movimento reuniram-se com Zuckerberg e relataram que a empresa “não tem nenhum compromisso com a ação”. Além disso, auditoria contratada pela própria empresa mostrou que a gigante tech está falhando em abordar temas como ódio, intolerância e manipulação na plataforma.

 

 

*Por: PODER360

MUNDO - A Flórida registrou aumento recorde de mais de 15 mil novos casos de covid-19 em 24 horas nesse último domingo (12), um dia depois de a Walt Disney World em Orlando reabrir e de ativistas contrários ao uso de máscara realizarem manifestação em um restaurante próximo.

Se a Flórida fosse um país, ficaria em quarto lugar no mundo em maior número de novos casos em um dia, atrás dos Estados Unidos (EUA), do Brasil e da Índia, de acordo com análise da Reuters.

O aumento diário de casos na Flórida já ultrapassou a contagem diária mais alta do qualquer país europeu durante o ápice da pandemia lá. Também quebrou o recorde do estado de Nova York, de 12.847 novos casos em 10 de abril, quando era o epicentro do surto nos EUA.

O aumento foi registrado um dia depois de a Walt Disney World, em Orlando, reabrir com número limitado de convidados, que foram recebidos com uma série de medidas de segurança.

Ativistas contrários ao uso das máscaras, na Flórida e em Michigan, organizaram protestos contra as determinações locais, argumentando que as medidas infringem a liberdade individual.

 

 

*Por Lisa Shumaker - Repórter da Reuters

MUNDO - A Walt Disney vai manter os planos de reabrir os parques temáticos em Orlando, na Flórida, para um número limitado de visitantes no próximo sábado (11), informou a empresa nessa terça-feira (7).

Os casos de coronavírus na Flórida dispararam no último mês, com a contagem diária no estado superando 10 mil novos registros por dia na semana passada.

A taxa de mortalidade pela covid-19 subiu cerca de 19% em relação à semana anterior, levando o número de mortes no estado para mais de 3.800.

Alguns funcionários assinaram pedido para que a Disney atrase a reabertura do Walt Disney World. O complexo, que possui os parques temáticos mais visitados do mundo, foi fechado em março.

Em nota divulgada nessa terça-feira, a diretora-médica da Disney, Pamela Hymel, disse que novos requisitos, incluindo checagem de temperatura corporal e exigências de uso obrigatório de máscara, além de outras medidas sanitárias, permitiriam que os visitantes desfrutem da Disney World "de maneira responsável".

"Embora a covid-19 e o risco de contraí-la estejam presentes nos espaços públicos, há muitas maneiras importantes com as quais podemos promover a segurança de todos", disse Pamela.

 

 

*Por Lisa Richwin - Repórter da Reuters

MUNDO - Grupos de pessoas estão pressionando a Disney a adiar a reabertura do parque Disney World, na Flórida, que estava prevista para 11 de julho, citando recentes picos dos casos de covid-19 no estado.

Nessa última quarta-feira (24), mais de 7 mil pessoas assinaram uma petição, criada por Katie Belisle, uma anfitriã da Disney World Atrações, que foi enviada aos prefeitos de Orlando, Buddy Dyer, e de Orange County, Jerry Demings.

"Esse vírus não sumiu e infelizmente só piorou no estado", diz a petição. "Manter nossos parques temáticos fechados até que os casos diminuam de forma sustentada manteria nossos convidados, funcionários e suas famílias em segurança".

Não foi possível localizar Belisle para comentar o assunto.

Os parques da Walt Disney estão fechados desde janeiro para ajudar a conter a disseminação do novo coronavírus. A empresa estimou que perdeu US$ 1 bilhão em sua divisão de parques temáticos entre janeiro e março.

"A segurança e o bem-estar de nossos membros do elenco e convidados estão na vanguarda do nosso planejamento, e mantemos um diálogo ativo com nossos sindicatos sobre os extensos protocolos de saúde e segurança, seguindo orientações de especialistas em saúde pública, que planejamos implementar à medida que avançamos em direção à nossa proposta de reabertura em fases", disse uma porta-voz da Disney em comunicado.

A petição na Flórida vem depois de uma reação semelhante dos sindicatos que representam trabalhadores da Disneylândia em Anaheim, na Califórnia, que planeja reabrir em 17 de julho.

 

*Por Helen Coster - Repórter da Reuters - Washington

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