Jornalista/Radialista
Fato ocorreu em Pinhalzinho, na região de Bragança Paulista
PINHALZINHO/SP - A manhã de quinta-feira (9) foi cheia de emoção para uma equipe da Polícia Militar e a mãe do pequeno Lucas, de quase dois anos. O menino, que desmaiou, só retomou a consciência após o preparo e agilidade dos agentes de segurança pública. Os fatos ocorreram na cidade de Pinhalzinho, na região de Bragança Paulista.
O atendimento a essa ocorrência foi feito por uma equipe do 34º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I). Os PMs realizavam patrulhamento pela Rua Vinte e Quatro de dezembro quando a mãe da criança, desesperada, pediu ajuda.
“O menino estava desacordado e todo roxo, então embarcamos ele e sua mãe na viatura para levá-los ao hospital local”, relembrou o cabo Germano Renan Benedetti.
Durante o deslocamento, os militares realizaram a manobra de desobstrução das vias aéreas e massagem cardiorrespiratória na criança, que retomou a consciência ainda dentro da viatura. Depois, com a chegada na unidade médica, o menino foi atendido e passa bem, sendo constatado que seu desmaio ocorreu após uma convulsão.
Essa é a primeira vez que o cabo, que está há quase sete anos na PM, atua em um caso desta natureza. Com emoção, ele destacou o quanto foi gratificante salvar o pequeno Lucas: “até hoje, foi a melhor coisa que vivenciei na polícia”, disse.
Detenções ocorreram em Salto e Sorocaba
SALTO/SP - A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), prendeu dois irmãos envolvidos com golpes em transferências bancárias via PIX. Prejuízos causados pelos delitos somaram R$ 13 milhões. Detenções ocorreram na quinta-feira (9), em Salto e Sorocaba, no interior do Estado.
Os trabalhos policiais foram realizados pela 6ª Delegacia de Investigações sobre Facções Criminosas e Lavagem de Dinheiro e as prisões aconteceram durante o cumprimento de mandados de busca e apreensões em dois condomínios de luxo.
De acordo com o apurado, a dupla criou uma estratégia para dobrar os valores subtraídos e passou a aplicar os golpes no início deste ano, com foco em instituições financeiras do ramo banco digital.
Durante o cumprimento das ordens judiciais foram apreendidos documentos sobre o esquema e artigo de luxo, como dois veículos importados da fabricante BMW.
Os autores foram detidos em imóveis diferentes e levados à unidade especializada, onde foram indiciados por associação criminosa.
COLÔMBIA - Embora ilegal, a cocaína na Colômbia parece atualmente um negócio estabelecido: muitos trabalhadores recebem um bônus em dezembro, há investidores que pagam adiantado e os preços não oscilam muito.
Já se foi o tempo dos monopólios de Pablo Escobar ou das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Hoje, ao contrário, existe uma multiplicidade de atores especializados em cada etapa da cadeia produtiva. O mercado se regula e há competição.
O que não mudou é que a indústria da cocaína segue sendo um dos principais inimigos do governo colombiano, agora sob o comando do presidente Iván Duque. O político de centro-direita fortaleceu a aliança com os Estados Unidos, que só na Colômbia gastou mais de US$ 11 bilhões no combate às drogas.
O governo Duque conseguiu que, de acordo com algumas estimativas, o cultivo da folha de coca fosse reduzido por três anos seguidos.
Mas isso não impediu que a produção de cocaína aumentasse. Na verdade, nunca na história da Colômbia, por décadas o maior exportador do mundo, tanta cocaína foi produzida de forma tão eficiente e com menos violência.
E para Daniel Rico, economista especialista em narcotráfico, isso não é um paradoxo: "A coca hoje tem mão de obra qualificada, e quando há melhorias na produção é porque há estabilidade estrutural na dinâmica do mercado, ou seja, do plantio, da produção e da distribuição".
Como isso aconteceu?
Menos coca, mas mais cocaína
Em junho, foi apresentado o relatório anual da Organização das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), que se baseia em dados oficiais.
O relatório indicou que em 2020 as safras de folha de coca foram reduzidas em 7%; em 2019, caíram 9%; e em 2018, 2,1%.
"As reduções dos últimos dois anos foram as maiores em praticamente 6 ou 7 anos", disse Duque na apresentação do relatório, celebrando uma de suas apostas mais importantes: a erradicação voluntária ou forçada de lavouras de coca.
Além disso, o governo atingiu um número recorde de apreensões de coca e cocaína.
E neste ano o governo vai adotar uma nova estratégia: a pulverização aérea com glifosato, que havia sido suspensa em 2015 em parte devido aos seus efeitos na saúde da população local.
O relatório da Unodc, porém, produziu dados que, segundo alguns especialistas, mostram mais fracassos do que sucessos na estratégia do Estado para acabar com o narcotráfico.
Isso porque com menos coca se produz mais cocaína do que antes: para cada tonelada de folha de coca, extraem-se hoje 2,14 quilos de pasta base de cocaína. Em 2016, compara o relatório, eram extraídos 1,87 quilo.
Não é só uma questão de eficiência, mas de quantidade: a Unodc estima que foram produzidas 1.010 toneladas de cocaína pura em 2020, o que ante as 936 toneladas de 2019 dá um aumento de 8%.
Duque reconheceu esse aumento da produção: "Os criminosos do narcotráfico sempre buscaram a profissionalização e vêm adaptando muitas de suas práticas para tentar aumentar a produtividade", disse ele em junho passado.
"Eles concentram seus centros de produção em reservas e parques naturais (...), onde sabem que as autoridades ficam mais tempo sem agir."
O presidente garantiu que, embora a Colômbia mantenha seu esforço para chegar aos laboratórios em áreas remotas, "é importante que os países consumidores também façam seu trabalho e que nessa corresponsabilidade assumam uma maior capacidade pedagógica e policial para enfrentar este fenômeno".
Fatores externos
Para explicar o fenômeno de menos coca, mas mais cocaína, os especialistas sugerem uma série de eventos externos à indústria.
Não só a saída das FARC, que se desmobilizaram em 2016, mas os quatro anos de negociações entre o governo e a guerrilha geraram mudanças estruturais no mercado.
A erradicação de um monopólio que influenciava todas as etapas da produção abriu o mercado para mais inovação, diversidade e competição. Além disso, entre 2012 e 2016, centenas de camponeses decidiram replantar coca porque pensavam que o acordo de paz beneficiaria os plantadores de coca.
Soma-se a isso a entrada de narcotraficantes mexicanos no país, que chegaram com grandes investimentos adiantados e sistemas de organização do trabalho quase corporativos que aumentam a eficiência.
Um terceiro elemento externo, dizem os especialistas, foi a queda do preço internacional do ouro, desvalorizado entre 2013 e 2019. Com isso, milhares de garimpeiros e mineiros foram buscar outras atividades ilegais para seu sustento.
Fatores internos
Esse contexto externo gerou mudanças na indústria da coca.
"Sem as Farc, abriram-se espaços para que os camponeses entrassem na rede e tentassem agregar valor à sua produção", diz Elizabeth Dickinson, pesquisadora da consultoria Crisis Group, e autora de uma extensa reportagem sobre o assunto recentemente.
Ao contrário de outros produtos agrícolas, a coca pode ser convertida em algo mais caro sem muito esforço: com técnicas de maceração com gasolina, cimento ou amônia, o mesmo agricultor que cultiva a folha pode transformar sua produção em pasta base de cocaína e vendê-la por mais cinco ou seis vezes.
Durante os últimos 30 anos, a produção de coca se concentrou em setores remotos da Colômbia, onde a fumigação e a erradicação de plantações são difíceis para o Exército. Esse processo permitiu que as lavouras se instalassem em locais propícios à coca, com alta radiação solar e altitude média, e que as lavouras se tornassem mais técnicas e recebessem melhores sementes e fertilizantes.
Esses "enclaves produtivos" raramente sofrem a intervenção do Estado, razão pela qual a folha atinge seu nível ótimo para ser colhida e o processo de produção é realizado em larga escala e de forma técnica.
Lá, diz Rico, "opera uma espécie de paz mafiosa, onde cada um faz seu trabalho em favor da indústria, e o custo da violência é baixo, porque nunca se produziu tanta coca com tão poucas mortes".
Tudo isso se soma ao fato de que a Colômbia, com uma das menores taxas de produção agrícola da região, continua sendo um país onde viver do campo não é lucrativo.
No relatório do Crisis Group, um cocaleiro diz: "A coca é o único produto que pode ser retirado da área onde é cultivado [com bom lucro]. Com outros produtos você pode ter colheitas confiáveis, mas o transporte para o mercado é tão caro que o ganho se perde".
A coca, embora ilegal, continua sendo o único sustento possível para milhares de famílias colombianas.
*Por: BBC NEWS
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