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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - Em todo o ano de 2021, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferiu cerca de R$ 4,2 bilhões a estados, municípios e Distrito Federal para pagamento de alimentação escolar. Pelo segundo ano consecutivo, uma parcela extra do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) foi repassada para auxiliar as escolas durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19).

O valor enviado a cada entidade pode ser conferido no portal eletrônico da autarquia.

Segundo o presidente do FNDE, Marcelo Ponte, a última parcela foi paga nesta semana e, no total, foram transferidos R$ 354 milhões. “Foi uma forma de reforçar o apoio financeiro aos entes federativos e assegurar a alimentação dos estudantes", disse em nota.

O Pnae busca oferecer alimentação escolar e ações de educação alimentar e nutricional a estudantes de todas as etapas da educação básica pública e está presente nos 5.568 municípios, nos 26 estados federados e no Distrito Federal. E atende mais de 40 milhões de estudantes das redes públicas de ensino.

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, vereador Roselei Françoso (MDB), participou da coletiva de imprensa que marcou a inauguração do Centro de Desenvolvimento e Treinamento para Tecnologias e Procedimentos de Reabilitação de pacientes que tiveram Covid-19 na manhã de quinta-feira (9).

 A cerimônia de inauguração do primeiro Centro de Reabilitação de Covid-19 do país conta com a parceria de diversas entidades, como a Prefeitura de São Carlos, Santa Casa, Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e Instituto Inova/Centro de Inovação e Tecnologia em Saúde (Citesc) contou com a participação de várias autoridades.

 O Centro passa a oferecer a partir desta segunda (13) tratamentos gratuitos nas áreas de fisioterapia e odontologia, atendendo as principais sequelas que foram detectadas ao longo do tempo como dores musculares, dificuldades motoras, respiratórias, paralisia facial, zumbidos no ouvido, fadiga, cansaço, perda de olfato e perda de paladar.

 “A Câmara se orgulha de ter colaborado com a implantação deste Centro”, disse Roselei. “Sabemos que sem estruturas como essa não iremos conseguir recuperar os afetados pela Covid-19, e São Carlos é um município privilegiado porque reúne inúmeras pesquisas e tecnologias ligadas à Saúde”, detalhou.

 “Através desse centro teremos a oportunidade de colocar ao serviço da sociedade todos os equipamentos e protocolos que foram desenvolvidos pelo Instituto de Física nos últimos dois anos, especialmente concebidos para tratar as pessoas que foram atingidas pela Covid-19”, explicou o diretor do IFSC, Vanderlei Bagnato.

Trata-se de uma forma fácil, prática e acessível de identificar riscos de incapacidade funcional em atividades cotidianas

 

SÃO CARLOS/SP - Avaliar a velocidade de caminhada é uma forma rápida, fácil e acessível de identificar risco de incapacidade funcional em pessoas idosas, apontou pesquisa desenvolvida na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A incapacidade funcional pode impedir uma vida independente, aumentar o risco de quedas, hospitalização e, até mesmo, morte. Sua detecção ainda é complexa, e foi a busca por facilitá-la e agilizá-la que motivou o estudo da UFSCar, em parceria com a University College London (UCL), do Reino Unido.
A incapacidade funcional diz respeito à dificuldade de executar tarefas cotidianas, desde atividades básicas - como tomar banho, comer e se vestir - até as instrumentais - tomar remédio, fazer compras, cuidar das finanças, dentre outras. Comumente, a identificação do risco de incapacidade funcional é associada à fragilidade, mas é fundamental registrar que não são sinônimos. A fragilidade é uma síndrome que compromete vários sistemas fisiológicos, sendo a lentidão da velocidade um de seus componentes. O diagnóstico clínico da fragilidade apresenta dificuldades, exigindo tempo e envolvendo alguns parâmetros específicos relacionados a cinco componentes: fraqueza muscular, baixo nível de atividade física, exaustão, perda de peso não intencional e lentidão da velocidade de caminhada.
Com o intuito de agilizar essa avaliação, os pesquisadores vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da UFSCar e à UCL compararam a fragilidade como um todo a cada um de seus componentes, a fim de verificar qual componente melhor discriminaria o processo de incapacidade.
O estudo mostrou a lentidão da velocidade de caminhada - avaliada pelo tempo para percorrer uma distância determinada - como melhor componente para discriminar o risco de incidência de incapacidade em ambos os sexos, em vez da avaliação da fragilidade como um todo.

Levantamento
A pesquisa avaliou informações de participantes selecionados pelo English Longitudinal Study of Aging (ELSA - Estudo Longitudinal Inglês de Envelhecimento), em Londres, na Inglaterra, com idade igual ou superior a 60 anos.
Ao todo, foram analisados dados de pessoas que inicialmente não tinham fragilidade e nem incapacidades - nem em atividades básicas (1.522 indivíduos) e nem em atividades instrumentais em vida diária (1.548 indivíduos). Essas pessoas foram acompanhadas em três momentos, a cada quatro anos. O estudo, portanto, teve a duração de 12 anos (de 2004 a 2016).
Os participantes foram avaliados com base nos cinco componentes de fragilidade separadamente, de acordo com escalas já estabelecidas e validadas por estudos anteriores. A partir das análises, os pesquisadores detectaram que a lentidão de velocidade de caminhada foi o único componente capaz de discriminar, isoladamente, a incidência de incapacidade funcional em idosos.
"A lentidão foi o principal sinal de alerta de declínio funcional em idosos, tanto para o comprometimento das atividades básicas de vida diária, como para atividades instrumentais", expõe Tiago da Silva Alexandre, docente do Departamento de Gerontologia (DGero) da UFSCar e orientador da pesquisa.
Ele explica que "embora a avaliação da fragilidade seja eficaz e bem aceita na comunidade científica, a identificação isolada da lentidão na velocidade de caminhada pode ser melhor para descobrir precocemente o processo de incapacidade, por ser mais fácil e rápida de se avaliar".
"Encontramos um importante atalho para a identificação da incapacidade funcional. Com isso, é possível implementar intervenções rápidas, como atividade física monitorada e dieta balanceada, de acordo com as particularidades de cada pessoa", complementa Dayane Capra, doutoranda no PPGFt, autora do estudo.
Nesse sentido, a descoberta sugere que os profissionais de Saúde fiquem atentos a este sinal de alerta específico, a fim de agilizar o diagnóstico e favorecer o desenvolvimento precoce de estratégias de reabilitação em pessoas idosas que apresentam risco de desenvolver incapacidade funcional.

ARARAQUARA/SP - Na quinta-feira (9), os vereadores Cidinha do Oncológico (Progressistas), Djalma Nery (PSOL), Lucão Fernandes (MDB) e Professora Neusa (Cidadania), junto com Mariana Passoni, chefe da Seção de Apoio à Assistência Farmacêutica da Prefeitura de São Carlos, estiveram no Departamento Regional de Saúde em Araraquara (DRS III) para tratar da falta de medicamentos na Farmácia de Alto Custo.

 Os parlamentares são-carlenses foram recebidos por Jeferson Yashuda, diretor do DRS III, e Fabrício Ogusuku, diretor do Núcleo Assistência Farmacêutica. O departamento atende 24 municípios no processo de distribuição de medicamentos de alto custo, inclusive São Carlos.

 A reunião teve o intuito de verificar a falta de medicamentos na farmácia e buscar uma solução para o problema que aflige muitos cidadãos, relataram os vereadores. Na ocasião, discutiu-se uma forma de facilitar para quem necessita da farmácia a averiguação da disponibilidade de medicamentos específicos por meio de uma lista de medicamentos faltosos. A princípio, esta lista é extra oficial, fazendo parte de um projeto piloto, fase inicial de um teste. 

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