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Radio Sanca Web TV - Segunda, 26 Junho 2023

INGLATERRA - A temporada 2026 da F1 pode ter mais uma marca entre as dez já consolidadas no grid atual. A Hitech GP, com forte presença nas categorias de base como a Fórmula 2, Fórmula 3 e Fórmula 4, anunciou nesta segunda-feira que se candidatou para integrar a elite do automobilismo europeu. E o posicionamento da Federação Internacional do Automobilismo (FIA) quanto à questão é positivo.

- Há algumas equipes que desejam ingressar. Estamos felizes que elas expressem interesse. Temos trabalhado com a FOM (Formula One Management) e com Stefano Domenicali (presidente da F1). Eu entendo as perguntas da equipe. Isso é algo importante; nós, na FIA, também temos essa preocupação. Mas ainda existem regulamentos e não podemos negar a inscrição se atenderem aos requisitos - declarou Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA.

Fundada em 2002, a Hitech tem longa história na base da F1. Foi uma das equipes da antiga GP2 Series, antecessora da F2, e chegou a ter como pilotos Nelson Piquet Jr e Alexandre Negrão. Retornou em 2020 e já conquistou dez vitórias e 31 pódios. Na F3, é a "casa" de Sebastian Montoya, filho do ex-F1 Juan Pablo Montoya e que conquistou na atual temporada seu primeiro pódio e primeira vitória.

Parceira da Academia de Pilotos da RBR, a Hitech venceu 25% de suas ações para o empresário Vladimir Kin, do Cazaquistão. A candidatura visando entrar na F1 foi preparada nos últimos meses e apresentada perto do prazo que FIA e F1 têm para decidir quais equipes serão aceitas na categoria, que termina no fim deste mês.

 

F1 quer deixar motor dos carros mais barulhentos em 2026

A Andretti também trabalha com a montadora Cadillac para aderir ao grid da F1, algo que não foi bem recebido pelo presidente Stefano Domenicali, que declarou já serem suficientes as atuais dez equipes. Christian Horner e Toto Wolf, chefes da RBR e Mercedes respectivamente, fizeram coro ao CEO.

O embróglio entre F1, FIA e as equipes envolvendo o assunto Andretti se deu em janeiro deste ano. Na época, Sulayem disse que apenas a Andretti havia surgido como candidata à uma vaga na categoria. A temporada 2026, porém, verá a entrada de outras marcas.

Entre elas estão a Audi como parceira da Sauber (atualmente com a Alfa Romeo) e a Ford, futura fornecedora de motores da RBR e AlphaTauri. A Honda, que trabalha hoje com a atual líder do campeonato de construtores, se unirá à Aston Martin no ano em questão, quando entra em vigor ainda o novo regulamento das unidades de potência e o novo Pacto da Concórdia assinado pelas equipes.

- Realmente entendo as preocupações das outras equipes quando se trata de uma nova equipe. Não estamos quebrando as regras, e espero que eles também entendam nossa posição. Com mais fabricantes de motores, teremos um esporte muito mais acessível, e estamos falando de preços mais baixos. Temos que garantir que (a F1) não seja apenas um clube fechado para grandes equipes. Estou realmente feliz com o rumo que as coisas estão tomando - reforçou Sulayem.

 

 

GE

Publicado em Esportes

RIO DE JANEIRO/RJ - O Vasco colocou fim a um jejum de dez jogos sem vencer no Campeonato Brasileiro. Nesta segunda-feira, os cruzmaltinos bateram o 1 a 0 no Cuiabá, no Estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro. Jair, de pênalti, fez o único gol do jogo no segundo tempo.

Mesmo com o triunfo, que acabou com uma sequência de seis derrotas consecutivas, os cariocas seguem na zona de rebaixamento, agora com nove pontos, em 18º. Esta foi apenas a segunda vitória do Vasco no Brasileiro. Ao todo foram sete reveses e três empates até aqui. Já os mato-grossenses continuam com 12, logo acima da zona da degola, em 16° lugar.

Na próxima rodada, o Vasco terá pela frente o líder Botafogo, neste domingo, no Nilton Santos, às 16 horas (de Brasília). No mesmo dia, o Cuiabá recebe o Santos, na Arena Pantanal, às 18h30.

O jogo

A partida começou movimentada. O Cuiabá teve a primeira chance com Rikelme, mas o lateral chutou em cima de Léo Jardim. A resposta do Vasco veio em seguida, com Figueiredo, que acertou a rede pelo lado de fora.

Depois do bom início, o confronto caiu em rendimento. O Cuiabá era mais organizado, mas pecava no setor ofensivo. Já o Vasco tinha dificuldade em avançar e também errava muitos passes no ataque.

Na parte final, os visitantes seguiram tendo mais posse de bola e assustaram em chute de Denílson que foi sobre o travessão. O Vasco ainda rondou a área antes do intervalo, mas o duelo seguiu sem gols.

No segundo tempo, o Cuiabá esboçou uma pressão, mas viu o Vasco quase marcar aos cinco minutos. Alex Teixeira aproveitou passe na área, mas mandou pela linha de fundo.

O lance animou os cruzmaltinos, mas a equipe voltou a ter dificuldade na criação. Aos poucos, o Cuiabá equilibrou o jogo e passou a chegar ao ataque.

Aos 31 minutos, o Vasco abriu o placar no Luso-Brasileiro. Figueiredo recebeu pisão na área e o árbitro marcou pênalti após ser chamado pelo VAR. Jari cobrou sem chance para Walter.

A partir daí, o Cuiabá foi para o ataque em busca do empate. O Vasco recuou para segurar o resultado. Os cruzmaltinos foram mais eficientes e conseguiram sair de campo com o triunfo.

 

 

GAZETA ESPORTIVA

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