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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde realizou, no último sábado (28/03), um Mutirão de Combate à Dengue no bairro São Carlos VIII, com a vistoria de 1.619 imóveis. A ação foi coordenada pelo Departamento de Vigilância em Saúde e pela Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias.

De acordo com Denise Martins Gomide, diretora de Vigilância em Saúde, do total de imóveis visitados, 1.124 receberam atendimento das equipes. Outros 468 estavam fechados, 13 desocupados e 14 moradores recusaram a vistoria. “A maior parte dos focos do mosquito ainda está dentro das residências. Ela reforçou a importância da colaboração da população na eliminação de recipientes que acumulam água parada”.

Durante o mutirão, agentes de combate às endemias realizaram inspeções para identificar e eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela urbana. Além disso, moradores receberam orientações sobre prevenção e foram informados sobre os principais sintomas da doença.

A força-tarefa contou com estrutura ampliada, incluindo seis caminhões basculantes e 11 caminhões de carga seca. Ao longo da semana, outros sete caminhões também foram utilizados na retirada de entulhos e resíduos sólidos, contribuindo para a eliminação de focos do mosquito.

“Essa ação no São Carlos VIII mostra a importância de atuarmos de forma preventiva e estratégica no combate à Dengue. Estamos monitorando semanalmente os casos na cidade e direcionando esforços para regiões que ainda não haviam recebido um trabalho mais intensivo como este. Os números mostram que estamos no caminho certo, mas o combate à Dengue não depende apenas do poder público. Precisamos do apoio da população”, ressaltou o secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha.

O bairro também já vinha recebendo, nos dias anteriores, serviços do programa São Carlos Mais Bonita, como tapa-buraco, capinação, limpeza de bueiros e retirada de entulhos em áreas públicas.
O secretário municipal de Conservação e Qualidade Urbana, Mariel Olmo, destacou a integração entre as equipes como fator essencial para o sucesso da ação, ressaltando o impacto direto na saúde pública.

O mutirão contou ainda com o apoio do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e teve como ponto de concentração a Praça Cônego Alberico Volpe e de apoio o Ecoponto do próprio bairro.

SÃO CARLOS/SP - O bairro São Carlos VIII recebe neste sábado (28/03), o Mutirão de Combate à Dengue, das 8h às 14h, com a participação de equipes da Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde e da Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias.

Durante o mutirão, agentes de combate às endemias irão percorrer as residências para vistoria e eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. As equipes também orientarão os moradores sobre medidas preventivas e os principais sintomas da doença.

O bairro também recebeu durante a semana, dentro da programação do programa São Carlos Mais Bonita, a operação tapa-buracos, capinação, limpeza de bueiros e retirada de entulhos e resíduos sólidos de áreas públicas

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a maior parte dos focos do mosquito está dentro das residências, em recipientes que acumulam água parada. Por isso, a colaboração dos moradores é fundamental para evitar o aumento dos casos. Os moradores já podem deixar os inservíveis na frente das residências a partir das 8h deste sábado (28).

A ação também conta com o apoio do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). O local de concentração das equipes será na Praça Cônego Alberico Volpe a partir das 8h.

SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos apresentou uma redução expressiva nos casos de dengue nas primeiras 11 semanas de 2026. De acordo com os dados oficiais, foram registrados 206 casos positivos neste ano, contra 3.190 no mesmo período de 2025 — uma queda de 94%.

O número de notificações, que inclui casos confirmados, descartados e ainda em análise, também apresentou redução significativa. Em 2025, foram 7.285 registros, enquanto em 2026 esse número caiu para 1.380, representando uma diminuição de 81%.

Na comparação com 2024, os números também indicam melhora. Nas primeiras 11 semanas daquele ano, foram 727 casos confirmados, enquanto em 2026 o total foi de 206 — uma queda de 72%. Já as notificações passaram de 2.793 em 2024 para 1.380 em 2026, redução de 51%.

Os dados demonstram avanço no controle da doença, resultado de ações de combate ao mosquito transmissor e maior conscientização da população. Ainda assim, a vigilância sanitária reforça que a prevenção continua sendo essencial para manter os índices em queda.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos realiza, no próximo sábado (28/03), mais uma edição do Mutirão de Combate à Dengue, desta vez no bairro São Carlos VIII, na região leste do município. A ação ocorre das 8h às 13h e envolve equipes da Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde e da Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias.

Ao longo da semana, o bairro já recebe serviços preparatórios dentro do programa São Carlos Mais Bonita, como tapa-buracos, capinação, limpeza de bueiros e retirada de entulhos e resíduos sólidos de áreas públicas. “No sábado, a força-tarefa será intensificada com a operação cata-treco, que contará com seis caminhões de carga seca, dois basculantes e o apoio de retroescavadeira”, explica Mariel Olmo, secretário de Conservação e Qualidade Urbana.

Durante o mutirão, agentes de combate às endemias irão percorrer as residências para vistoria e eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. As equipes também orientarão os moradores sobre medidas preventivas e os principais sintomas da doença.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a cidade registra atualmente uma média de 15 a 17 casos semanais, número inferior ao observado no mesmo período do ano passado. Apesar disso, ela reforça a importância da participação da população. “A maior parte dos focos do mosquito está dentro das residências, em recipientes que acumulam água parada. Por isso, a colaboração dos moradores é fundamental para evitar o aumento dos casos”, destaca a diretora, lembrando que no sábado os moradores já podem deixar os inservíveis na frente das residências.

“O mutirão no São Carlos VIII é mais uma ação estratégica da Prefeitura no enfrentamento à dengue. Temos intensificado o trabalho de prevenção, com limpeza urbana, eliminação de criadouros e orientação à população, porque sabemos que o combate ao mosquito depende de um esforço coletivo. A dengue é uma doença séria e pode evoluir rapidamente. Por isso, é fundamental que cada morador faça a sua parte, mantendo quintais limpos e eliminando qualquer recipiente que possa acumular água. Nosso objetivo é agir de forma preventiva, evitando que os casos aumentem e protegendo a saúde da população. Seguiremos com essas ações em todas as regiões da cidade”, afirma o secretário de Saúde, Leandro Pilha

A ação também conta com o apoio do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). O local de concentração das equipes será na Praça Cônego Alberico Volpe.

Escolas municipais de educação infantil e ensino fundamental exibiram vídeo educativo e realizaram atividades direcionadas com os alunos


ARARAQUARA/SP - A Prefeitura de Araraquara, somando esforços das secretarias municipais da Saúde, da Educação e de Comunicação, produziu um vídeo educativo com informações sobre o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti, os sintomas da dengue e as medidas de prevenção da doença. O material foi exibido para os alunos da rede municipal de ensino, desde a educação infantil até o 9º ano. O objetivo é aumentar a conscientização e que os estudantes possam aplicar os conhecimentos em casa e na comunidade.

A professora especialista em aperfeiçoamento pedagógico - Ciências, Lívia Maria Vieira Pereira, destaca que ações como essa são essenciais para prevenção e controle da doença. "Com elas, os estudantes se tornam multiplicadores, levando o conhecimento para suas casas, famílias e demais locais de convivência, além de aprofundar sua relação com o meio ambiente urbano".

Todas as atividades foram planejadas de acordo com a idade e nível de ensino de cada turma. Para os pequenos, o tom é mais lúdico, fazendo uso de desenhos, pinturas e brincadeiras de "caça ao mosquito" na unidade escolar. Já os maiores se envolveram na confecção de cartazes e até mesmo encenação de peça de teatro. "Dentro da escola trabalhamos desde a educação infantil com atividades lúdicas, gincanas, reconhecimento do meio, criação de cartazes e várias outras. Assim as crianças aprendem sobre o ciclo de vida do mosquito, os riscos da doença e a prevenção da dengue", afirma Lívia.

Ela enfatiza, ainda, que a conscientização sobre a dengue na ajuda a criar cidadãos mais conscientes e responsáveis. "Precisamos aprender a desenvolver uma cidadania ativa e tomar ações para manutenção de saúde de forma coletiva, cuidando dos nossos bairros, locais de trabalho e moradia", completa a professora.

SÃO CARLOS/SP - A cidade de São Carlos já confirmou 180 casos de Dengue desde o início de 2026, de acordo com o mais recente levantamento da vigilância epidemiológica. Além disso, cinco notificações ainda estão em análise aguardando resultados laboratoriais, enquanto 48 suspeitas foram descartadas nesta semana.

Apesar do aumento de casos confirmados, a boa notícia é que não houve registro de óbitos relacionados à doença no município até agora. As equipes de saúde continuam acompanhando a evolução dos casos e orientando a população sobre medidas preventivas.

Outras doenças transmitidas pelo mosquito também são monitoradas. Em relação à Chikungunya, foram registradas 51 notificações suspeitas, mas todas foram descartadas após avaliação médica e exames.

No caso do Zika vírus, 50 ocorrências suspeitas foram notificadas ao longo do período, porém nenhuma delas teve confirmação laboratorial.

Já a Febre Amarela não apresentou qualquer registro de suspeita na cidade até o momento. A orientação das autoridades é que a população mantenha cuidados básicos, como eliminar água parada em quintais e recipientes, para evitar a reprodução do mosquito transmissor.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde realizou, na manhã do último sábado (28/02), o 1º Mutirão de Combate à Dengue no Residencial Eduardo Abdelnur, na região sul de São Carlos. A ação integrou a 9ª Campanha Regional “Juntos Contra a Dengue”, promovida pela EPTV.

Durante a mobilização, quatro equipes percorreram o bairro e visitaram mais de 950 residências. Ao todo, foram recolhidos 14 caminhões de materiais inservíveis e entulhos, além de 6 caminhões basculantes, totalizando 20 caminhões de resíduos retirados das ruas e das casas.

O mutirão contou com o apoio da Secretaria Municipal de Conservação e Qualidade Urbana e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), além da participação de Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde, que realizaram vistorias e orientações aos moradores sobre eliminação de criadouros.

De acordo com o secretário de Saúde, Leandro Pilha, a iniciativa reforça o trabalho preventivo no enfrentamento à dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

“Durante as visitas, as equipes alertaram que a maior parte dos focos do mosquito costuma estar dentro das residências, em recipientes que acumulam água parada. Após a realização do mutirão, os dados coletados passam por análise técnica para direcionar as próximas ações. Com base no levantamento de casos, presença de larvas e índices de infestação, novas frentes de trabalho serão programadas para bairros com maior incidência”, explica o secretário.

“Esse mutirão mostra que o enfrentamento à dengue precisa ser feito de forma conjunta, com o poder público e, principalmente, com a participação da população. Conseguimos visitar mais de 950 residências e retirar 20 caminhões de materiais que poderiam se transformar em criadouros do mosquito. Isso representa mais segurança para as famílias. Nosso trabalho é contínuo: além da retirada dos inservíveis, realizamos orientação, vistoria e análise técnica dos dados para direcionar as próximas ações. A dengue é uma doença séria, que pode evoluir para quadros graves. A prevenção ainda é a melhor estratégia, e vamos seguir intensificando as ações nos bairros com maior necessidade”, afirmou Denise Marins Gomide, diretora de Vigilância em Saúde.

A mobilização também contou com a presença do secretário municipal de Conservação e Qualidade Urbana, Mariel Olmo, reforçando a integração entre as pastas no combate à doença.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos realiza neste sábado (28/02), das 8h às 14h, o 1º Mutirão de Combate à Dengue no Residencial Eduardo Abdelnur, na região sul do município. A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde e integra a 9ª Campanha Regional 2026 “Juntos Contra a Dengue”, promovida pela EPTV.

O mutirão conta com o apoio da Secretaria Municipal de Conservação e Qualidade Urbana e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e tem como principal objetivo intensificar as ações de prevenção e eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, especialmente neste período de maior risco de proliferação.

Durante a mobilização, equipes da Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias, Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde irão percorrer todas as residências do bairro para realizar vistorias, orientar os moradores e recolher materiais inservíveis que possam acumular água parada. Áreas públicas também serão inspecionadas.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta que os moradores aguardem a chegada das equipes e não coloquem materiais para descarte nas calçadas antes da vistoria, para que os agentes possam avaliar a existência de possíveis focos e repassar as devidas orientações.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, cerca de 80% dos criadouros do mosquito estão dentro das residências, o que reforça a importância da participação da população. Medidas simples, como manter caixas d’água bem vedadas, eliminar recipientes com água parada, limpar calhas e descartar corretamente objetos que possam acumular água, são fundamentais para reduzir os riscos.

“O mutirão no Residencial Eduardo Abdelnur é uma ação estratégica e preventiva. Nosso objetivo é agir antes que os casos apareçam, eliminando os criadouros do mosquito e reforçando a orientação às famílias. Sabemos que a maioria dos focos está dentro das casas, por isso a participação da população é essencial. O combate à dengue é uma responsabilidade compartilhada. Quando poder público e comunidade atuam juntos, conseguimos reduzir significativamente os riscos e proteger a saúde de todos”, ressalta o secretário de Saúde, Leandro Pilha.

A mobilização comunitária é considerada uma das estratégias mais eficazes no enfrentamento da dengue e de outras arboviroses, permitindo identificar e eliminar focos antes do surgimento de casos, protegendo a saúde individual e coletiva.

SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos contabiliza, até o momento, 118 confirmações de dengue neste ano. Além disso, seis casos permanecem sob análise laboratorial e 57 suspeitas foram descartadas nesta semana após exames conclusivos. Não há registro de mortes associadas à doença em 2026.

No monitoramento das demais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, os dados indicam cenário controlado. As 26 notificações de chikungunya registradas até agora foram descartadas, assim como os 20 casos suspeitos de zika vírus. Para febre amarela, não houve sequer notificação.

As autoridades sanitárias seguem acompanhando o quadro epidemiológico e orientam a população a manter quintais limpos, evitar o acúmulo de água parada e procurar atendimento médico ao apresentar sintomas como febre alta, dores no corpo e manchas na pele.

O controle da dengue, segundo a Vigilância, depende diretamente da colaboração da comunidade na prevenção.

MALTA - Um estudo científico alerta que o aumento global das temperaturas deve provocar, ao longo dos próximos anos, mais infecções pelo vírus Chikungunya, transmitido por mosquitos, e que provoca dores nas articulações. 

Essa infecção viral é comum em regiões de clima tropical, onde há milhões de casos de infecção por Chinkungunya todos os anos. Segundo o estudo, ela pode vir a se espalhar por mais 29 países, incluindo grande parte do continente europeu.

A situação na região sul da Europa é a mais alarmante. A pesquisa, publicado no Journal of Royal Society Interface e divulgada na quarta-feira (18) pelo jornal britânico Guardian, identifica Albânia, Grécia, Itália, Malta, Espanha e Portugal como os seis países sob maior risco de epidemias associadas ao Chikungunya. 

Transmitido por mosquitos Aedes, principalmente os das espécies Aedes aegypti e Aedes albopictus, que sobrevivem e se reproduzem em ambientes quentes, o vírus não tem, pelo menos por enquanto, o mesmo impacto nos países mais ao norte da Europa. 

No entanto, segundo o autor principal do estudo, Sandeep Tegar, citado pelo Guardian, “é apenas uma questão de tempo” até que essa realidade se altere e que a doença também se expanda para essas regiões.

Com base em uma análise sobre o impacto da temperatura no tempo de incubação do vírus no Aedes albopictus, os cientistas concluíram que a temperatura mínima que permite infecção fica na casa dos 2,5 graus Celsius (°C). 

O patamar é substancialmente menor do que o apontado por estudos anteriores. Já a temperatura máxima favorável à transmissão da doença varia entre os 13°C e os 14°C.

Até o momento, estimava-se que a transmissão da infecção só ocorreria em temperaturas mínimas de 16 °C a 18 °C. Os novos dados indicam que o risco de surtos de chikungunya poderá abranger mais regiões e se prolongar por períodos mais longos do que se previa.

A infecção pelo vírus Chikungunya provoca dores intensas e debilitantes nas articulações, que podem se prolongar por vários anos. A doença é potencialmente fatal em crianças e idosos.

O Chikungunya não é transmitido diretamente de pessoa para pessoa, mas de acordo com um artigo publicado no portal do Hospital da Luz e redigido pelo médico Saraiva da Cunha, já foram documentados casos de “transmissão de mãe para filho na gravidez e no perinatal e na sequência de transfusões de sangue contaminado”.

O vírus, detetado pela primeira vez em 1952 no Planalto Makonde, na Tanzânia, atingiu em grande escala a França e a Itália, no ano passado. Ambos os países registraram centenas de casos de infecção, após vários anos com poucas ocorrências em toda a Europa.

Aquecimento global

Os invernos frios da Europa costumavam ser uma barreira à atividade dos mosquitos Aedes, mas devido ao aquecimento global, a realidade agora é outra e estes atuam durante todo o ano no Sul da Europa. Os cientistas prevêm que, nos próximos anos, a situação tende a piorar e que os surtos de infecções sejam cada vez mais intensos.

Em declarações ao jornal Guardian, os autores do estudo mostraram-se alarmados com os resultados da análise. Sandeep Tegar, do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia (UKCEH) aponta para o ritmo galopante de aumento nas temperaturas na Europa que, segundo afirmou, “é aproximadamente o dobro” da média global. Considerando que “o limite inferior de temperatura para a propagação do vírus é muito importante”, as novas estimativas são chocantes.

De acordo com a Dra. Diana Rojas Alvarez, que lidera a equipe da Organização Mundial da Saúde sobre vírus transmitidos por picadas de insetos e carrapatos, a doença transmitida pelo Chikungunya pode ser devastadora, com até 40% das pessoas afetadas a sofrerem de artrite ou dores agudas, mesmo cinco anos após a contaminação.

Apesar do clima ter um enorme impacto na propagação destes casos, a Dra. Alvarez disse ao Guardian que é também responsabilidade da Europa “controlar estes mosquitos para que não se espalhem ainda mais”.

A dirigente da OMS alerta para a necessidade de educar a comunidade europeia sobre a eliminação de água parada – onde os mosquitos se reproduzem – e para a importância de usar roupas compridas e de cores claras para a prevenção de picadas, bem como o uso de repelente.

Além disso, ela faz um apelo às autoridades de saúde para que criem sistemas de vigilância para a doença.

Paralelamente, o principal autor do estudo, Sandeep Tegar afirma que a pesquisa conduzida por sua equipe fornece ferramentas necessárias para que as autoridades locais saibam quando e onde agir.

 

 

por Agência Brasil

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