ARARAQUARA/SP - O município de Araraquara inicia uma nova etapa no fortalecimento das ações de combate à dengue, Zika e chikungunya: a fase de comunicação e engajamento do Método Wolbachia, tecnologia inovadora e sustentável conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), em parceria com o Ministério da Saúde, e operada pela Wolbito do Brasil.
Essa fase é fundamental para aproximar a população do projeto, tirar dúvidas, ouvir percepções e promover a participação ativa das comunidades locais. Ao todo, mais de 113 mil pessoas serão contempladas em 24 bairros.
O método utiliza mosquitos Aedes aegypti que carregam a Wolbachia, uma bactéria naturalmente presente em mais da metade dos insetos da natureza e que impede o desenvolvimento dos vírus das arboviroses no organismo dos insetos. Quando esses mosquitos se reproduzem, transmitem a Wolbachia para as próximas gerações. A bactéria impede que os vírus da dengue, Zika e chikungunya se desenvolvam dentro do mosquito, tornando-o incapaz de transmitir essas doenças.
De acordo com a vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da FIOCRUZ, Priscila Ferraz, a implementação do Método Wolbachia na região representa um ganho para toda a população daqueles municípios. "A implantação do Método Wolbachia em Cascavel representa mais um marco no avanço do Plano de Enfrentamento de Arboviroses do Ministério da Saúde, em parceria com a Fiocruz e os municípios. Trata-se de uma iniciativa fruto de uma política pública para o SUS, baseada no Método Wolbachia, considerado uma importante inovação no controle vetorial."
Antes da liberação dos mosquitos, a equipe da Wolbito, em parceria com a Prefeitura, realiza uma série de ações informativas e educativas em escolas, unidades de saúde, espaços públicos e associações comunitárias. Também estão previstas campanhas em rádios e TVs locais, redes sociais, mídias impressas e rodas de conversa com moradores, para garantir que todos compreendam o que é o método, como ele funciona e qual seu impacto.
Após essa etapa inicial, será realizada a liberação controlada dos mosquitos com Wolbachia, seguida por monitoramento técnico e acompanhamento epidemiológico para avaliar o estabelecimento da bactéria na região e os impactos na redução das arboviroses. Dessa forma, o município passa a integrar uma estratégia inovadora de saúde pública já aplicada em diferentes cidades do Brasil e do mundo.
“O sucesso do Método Wolbachia depende da confiança e do envolvimento das pessoas. É por isso que a fase de comunicação e engajamento vem antes de qualquer ação em campo. É um diferencial no método, pois torna a população parte do projeto, fazendo com que se sintam parte responsável pela construção dessa solução”, explica Sandro Fabiano da Luz, Diretor da Wolbito do Brasil.
A tecnologia é segura, não usa produtos químicos, não altera geneticamente os mosquitos e já tem eficácia comprovada em diversos países. Em cidades como Niterói (RJ), onde o método já foi implantado, houve redução de até 70% nos casos de dengue, além de impactos positivos em Zika e chikungunya. A iniciativa é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e aprovada pela Anvisa.
“A informação é uma forma de cuidado. Quando nos comunicamos de forma clara e respeitosa, abrimos espaço para que as pessoas se sintam seguras e engajadas. Nosso objetivo é trabalhar com as comunidades, não apenas para elas”, reforça Sandro.
Depois da etapa de comunicação e engajamento, será realizada a liberação dos Wolbitos no município. As solturas serão realizadas semanalmente, durante um tempo, por equipe técnica especializada, utilizando veículos e equipamentos próprios. A expectativa é que, ao longo dos meses, a presença da Wolbachia aumente de forma natural e estável na cidade.
Para saber mais sobre o Método Wolbachia e acompanhar o cronograma das ações no município, os moradores podem acessar o site oficial www.wolbito.com ou seguir os perfis nas redes sociais.
Sobre o Método -
O Método Wolbachia é conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde, e operado pela Wolbito do Brasil. A estratégia é baseada em evidências científicas e integra o conjunto de ações nacionais de enfrentamento às arboviroses.
O Método Wolbachia utiliza mosquitos Aedes aegypti que carregam a Wolbachia, uma bactéria naturalmente presente em mais da metade dos insetos da natureza e que impede o desenvolvimento dos vírus das arboviroses no organismo do mosquito. Ao se reproduzirem, os insetos transmitem a bactéria para as próximas gerações, ampliando de forma progressiva e sustentável a presença da Wolbachia no ambiente. Com isso, os mosquitos têm capacidade reduzida de transmitir dengue, Zika e chikungunya.
A metodologia é duradoura: estudos de comprovação científica demonstram que, mesmo após oito anos das primeiras liberações, os mosquitos mantêm a bactéria Wolbachia de forma estável na população.
Atualmente, o Método está presente em 16 cidades no Brasil. as próximas cidades indicadas pelo Ministério da Saúde são: Ribeirão Preto, São Carlos, Araraquara, São José do Rio Preto e São José dos Campos (SP), Cariacica e Serra (ES), Contagem (MG), Foz do Iguaçu e Cascavel (PR) e Anápolis, Aparecida de Goiânia e Trindade (GO).
Wolbito do Brasil - A Wolbito do Brasil é a maior biofábrica de Wolbitos (Aedes aegypti com Wolbachia) do mundo e tem como missão ajudar a proteger a população de doenças como dengue, Zika e chikungunya. Atua com o Método Wolbachia, presente em diversos países, iniciado no Brasil pelo World Mosquito Program (WMP) em 2014. A empresa é um desdobramento estratégico do WMP, em parceria com o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), para consolidar e expandir a implementação do Método Wolbachia no país, garantindo sua sustentabilidade e impacto em larga escala.
SÃO CARLOS/SP - O cenário da dengue em São Carlos apresenta melhora significativa em 2026 na comparação com o ano passado. Dados atualizados apontam que o município soma 356 casos confirmados da doença neste ano, contra mais de 16 mil registros no mesmo período de 2025.
Segundo o balanço divulgado pelas autoridades de saúde, a redução chega a 98% nos casos positivos. O número de notificações também apresentou queda importante: foram 2.567 registros neste ano, enquanto em 2025 o total ultrapassava 20 mil casos suspeitos e confirmados.
Além disso, não há mortes registradas por dengue em 2026. Atualmente, quatro exames seguem em análise e 34 casos suspeitos foram descartados nesta semana.
O levantamento também aponta que todos os casos investigados de chikungunya e zika vírus acabaram descartados. Para febre amarela, não houve notificações na cidade.
Mesmo com os números mais baixos, a orientação das equipes de saúde continua sendo para que a população mantenha atenção aos cuidados preventivos, evitando água parada e possíveis focos do mosquito transmissor.
SÃO CARLOS/SP - Após enfrentar uma explosão de casos de dengue em 2025, São Carlos vive um cenário muito mais controlado neste ano. Dados atualizados da vigilância epidemiológica apontam que a cidade soma 342 casos confirmados de dengue em 2026, número muito inferior ao registrado no ano passado.
No mesmo período de 2025, o município já acumulava 15.021 confirmações da doença. A redução chega a 98%, segundo o levantamento divulgado pelas autoridades de saúde.
As notificações gerais também apresentaram forte retração. Enquanto no ano passado foram contabilizadas 19.646 notificações envolvendo suspeitas da doença, em 2026 esse número caiu para 2.455, representando redução de 88%.
Outro dado considerado positivo é a ausência de mortes por dengue neste ano. O boletim também aponta que não há exames pendentes aguardando resultado neste momento, além de 45 casos descartados nesta semana.
As doenças relacionadas ao mosquito Aedes aegypti seguem sem registros positivos no município. Todas as 29 notificações de Chikungunya foram descartadas, assim como as 20 notificações de Zika Vírus. Não houve registros suspeitos de Febre Amarela.
Mesmo diante da melhora nos índices, os órgãos de saúde alertam que o combate ao mosquito deve continuar, especialmente com a eliminação de recipientes que possam acumular água parada.
SÃO CARLOS/SP - O cenário das arboviroses em São Carlos apresenta uma mudança importante em 2026. Dados divulgados pela Vigilância Epidemiológica nesta quarta-feira (6) indicam uma forte redução nos casos de dengue, mas também reforçam a necessidade de manter a atenção da população.
Neste ano, foram confirmados 328 casos da doença, número muito inferior ao registrado em 2025, que chegou a 13.635 confirmações. A queda de 98% chama atenção e reflete um cenário mais controlado até o momento. Ainda há 4 casos em análise e 48 já foram descartados, sem registros de mortes.
As notificações totais também diminuíram significativamente, passando de 18.582 no ano passado para 2.233 em 2026, o que representa uma redução de 87%.
Outras doenças transmitidas pelo mosquito, como chikungunya e zika, seguem sem confirmações. Todas as 29 notificações de chikungunya e 20 de zika foram descartadas. Também não houve registros de febre amarela no município.
Mesmo com os números positivos, especialistas alertam que o cenário pode mudar rapidamente caso os cuidados preventivos sejam relaxados. A eliminação de água parada e a vigilância constante continuam sendo fundamentais para evitar novos surtos.
SÃO CARLOS/SP - Os números mais recentes da vigilância epidemiológica indicam uma queda expressiva nos casos de dengue em 2026. Até o momento, foram confirmados 314 casos da doença, enquanto no mesmo período de 2025 — considerando as primeiras 16 semanas — haviam sido registrados 12.135 casos, o que representa uma redução de 97%.
Além dos casos confirmados neste ano, há ainda 1 caso aguardando resultado de exame e 43 já foram descartados apenas nesta semana. Apesar da circulação do vírus, não há registro de óbitos em 2026, um dado considerado positivo pelas autoridades de saúde.
O total de notificações também apresentou queda significativa. Em 2025, foram registradas 17.028 notificações, enquanto em 2026 esse número caiu para 2.219, uma redução de 87%. As notificações englobam todos os casos suspeitos, incluindo confirmados, descartados e aqueles ainda em análise.
Em relação a outras arboviroses, o cenário também é considerado estável. Foram registradas 29 notificações de chikungunya, todas descartadas após análise. Para zika, permanecem 20 notificações, igualmente descartadas. Já a febre amarela não teve nenhuma notificação registrada até o momento.
Especialistas reforçam que, apesar da queda nos números, a população deve manter os cuidados preventivos, como eliminação de criadouros do mosquito transmissor, para evitar novos surtos ao longo do ano.
SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos registrou 294 casos confirmados de dengue nas primeiras 15 semanas de 2026, segundo dados divulgados pelo Departamento de Vigilância em Saúde nesta quinta-feira (23). Outros três casos ainda aguardam resultado de exames, enquanto 61 foram descartados apenas nesta semana.
O levantamento aponta uma redução expressiva em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registrados 10.786 casos positivos. A queda representa uma diminuição de aproximadamente 97% nos diagnósticos da doença.
Também houve redução no total de notificações, que passaram de 15.138 no ano passado para 2.096 em 2026, uma queda de 86%.
De acordo com a Vigilância em Saúde, o cenário atual indica que a dengue permanece sob controle neste início de ano, sem registro de óbitos até o momento.
Em relação a outras doenças transmitidas pelo mosquito, foram registradas 29 notificações de chikungunya, todas descartadas. Para zika, foram 20 notificações, igualmente descartadas, e não houve registros de febre amarela no período.
As autoridades reforçam a importância da prevenção, com eliminação de criadouros do mosquito, para manter os índices baixos ao longo do ano.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de Araraquara, por meio da Divisão de Vigilância Ambiental em Saúde, segue atuando de forma intensiva no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Nos últimos dias, as equipes realizaram ações em diversos bairros do município, incluindo Vila Xavier, Jardim Martinez, Yolanda Ópice, Parque dos Pinheiros, Santa Angelina, Valle Verde, Cecap, Jardim das Paineiras, São José, Santana, Parque das Laranjeiras, Jardim Cruzeiro e Jardim das Hortênsias. As equipes também realizaram vistorias em diferentes regiões da cidade, reforçando as ações de prevenção e controle.
As ações consistiram em vistorias realizadas pelos agentes de combate às endemias, com apoio da cooperativa na retirada de materiais inservíveis no entorno e no interior das residências.
O trabalho ocorre de forma contínua e estratégica, por meio de vistorias e orientações realizadas tanto nas ações de rotina (casa a casa) quanto nos bloqueios, com o objetivo de identificar e eliminar possíveis criadouros do mosquito, além de orientar os moradores.
Diariamente, equipes estão nas ruas, atuando em diversos pontos da cidade, seja com ações de bloqueio (quando há casos confirmados) ou com vistorias de rotina.
A Vigilância Ambiental em Saúde reforça que a colaboração da população é fundamental para o sucesso dessas ações. Os cuidados com a dengue são uma responsabilidade de todos. Com apenas 10 minutos por semana, o morador pode eliminar possíveis criadouros dentro de casa.
É importante destacar que o combate não deve ocorrer apenas em locais com água parada. A fêmea do mosquito também deposita seus ovos em recipientes secos que possam vir a acumular água. Esses ovos podem resistir por até dois anos e, ao entrarem em contato com a água, voltam a se desenvolver.
A Prefeitura segue empenhada em proteger a saúde da população, contando com o apoio de todos no enfrentamento às arboviroses.
Ressaltamos que é fundamental permitir a entrada dos agentes para a realização das ações de controle e prevenção. Em caso de dúvida, entre em contato com o setor pelos telefones (16) 3303-3123 ou (16) 3303-3124. Para denúncias, a população pode entrar em contato com a Ouvidoria pelos telefones (16) 3303-3115 ou (16) 3303-3104.
SÃO CARLOS/SP - São Carlos registra um cenário significativamente mais controlado em relação à dengue em 2026. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, até o momento foram confirmados 276 casos da doença, um número muito inferior ao registrado no mesmo período de 2025, quando a cidade já somava 8.689 casos nas primeiras 14 semanas do ano.
A queda expressiva chega a 97%, indicando avanço no controle da doença no município. Apenas na Semana 14, entre os dias 5 e 11 de abril, foram confirmados 10 novos casos — o menor número das últimas doze semanas.
Além disso, não há registro de óbitos por dengue neste ano. Outros dois casos ainda aguardam resultado de exame, enquanto 84 foram descartados recentemente.
Em relação a outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como chikungunya e zika, o cenário também é positivo. Foram registradas 28 notificações de chikungunya e 20 de zika, porém todas descartadas. Já para febre amarela, não houve nenhuma notificação.
Apesar dos números favoráveis, a orientação das autoridades de saúde é para que a população mantenha os cuidados e evite focos do mosquito.
SÃO CARLOS/SP - São Carlos apresenta uma redução expressiva nos casos de dengue em 2026. De acordo com os dados mais recentes, o município contabiliza até o momento 238 casos confirmados da doença, além de 7 ainda em análise e 68 já descartados nesta semana. Não há registro de óbitos.
Na comparação com o mesmo período de 2025, a queda é significativa: no ano passado foram registrados 4.448 casos positivos, enquanto em 2026 o número representa uma redução de aproximadamente 95%. As notificações também diminuíram, passando de 9.301 para 1.550 — queda de 83%.
Outras doenças transmitidas pelo mosquito também seguem sob controle. Foram registradas 74 notificações de chikungunya, todas descartadas, enquanto os 69 registros de zika também não se confirmaram. Para febre amarela, não houve notificações no período analisado.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde realizou, no último sábado (28/03), um Mutirão de Combate à Dengue no bairro São Carlos VIII, com a vistoria de 1.619 imóveis. A ação foi coordenada pelo Departamento de Vigilância em Saúde e pela Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias.
De acordo com Denise Martins Gomide, diretora de Vigilância em Saúde, do total de imóveis visitados, 1.124 receberam atendimento das equipes. Outros 468 estavam fechados, 13 desocupados e 14 moradores recusaram a vistoria. “A maior parte dos focos do mosquito ainda está dentro das residências. Ela reforçou a importância da colaboração da população na eliminação de recipientes que acumulam água parada”.
Durante o mutirão, agentes de combate às endemias realizaram inspeções para identificar e eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela urbana. Além disso, moradores receberam orientações sobre prevenção e foram informados sobre os principais sintomas da doença.
A força-tarefa contou com estrutura ampliada, incluindo seis caminhões basculantes e 11 caminhões de carga seca. Ao longo da semana, outros sete caminhões também foram utilizados na retirada de entulhos e resíduos sólidos, contribuindo para a eliminação de focos do mosquito.
“Essa ação no São Carlos VIII mostra a importância de atuarmos de forma preventiva e estratégica no combate à Dengue. Estamos monitorando semanalmente os casos na cidade e direcionando esforços para regiões que ainda não haviam recebido um trabalho mais intensivo como este. Os números mostram que estamos no caminho certo, mas o combate à Dengue não depende apenas do poder público. Precisamos do apoio da população”, ressaltou o secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha.
O bairro também já vinha recebendo, nos dias anteriores, serviços do programa São Carlos Mais Bonita, como tapa-buraco, capinação, limpeza de bueiros e retirada de entulhos em áreas públicas.
O secretário municipal de Conservação e Qualidade Urbana, Mariel Olmo, destacou a integração entre as equipes como fator essencial para o sucesso da ação, ressaltando o impacto direto na saúde pública.
O mutirão contou ainda com o apoio do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e teve como ponto de concentração a Praça Cônego Alberico Volpe e de apoio o Ecoponto do próprio bairro.
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