SÃO CARLOS/SP - A Educação de Jovens e Adultos (EJA) da rede municipal de ensino oferece a oportunidade para jovens e adultos retornarem à escola e concluírem o Ensino Fundamental. Esse passo é fundamental para ingressar no Ensino Médio que pode, no futuro, ajudar a abrir portas no mercado de trabalho.
A Secretaria Municipal de Educação (SME), que é a responsável pela gestão da educação básica da EJA, mantém durante todo o ano letivo as inscrições abertas para pessoas acima de 15 anos que ainda não completaram o período que vai da alfabetização até o 9º Ano.
O município de São Carlos possui cinco unidades e três polos de atendimento dos estudantes da EJA, em três períodos: manhã, tarde e noite. As vagas estão disponíveis por região e por ano escolar. Os interessados podem ingressar nos ciclos conforme a etapa em que interromperam seus estudos: Ciclo I para quem não completou o Ensino Fundamental-1 e Ciclo II para os que não alcançaram os anos finais com o 9º Ano.
O supervisor Osmair Benedito da Silva, da equipe técnica da SME e que acompanha diretamente as atividades da EJA, afirma que essa modalidade de ensino possui um papel importante na sociedade, pois contribui com a formação dos cidadãos com conteúdos essenciais, como ler, escrever e fazer as mais simples operações matemáticas, como também oferece atividades complementares durante as aulas.
Segundo ele, por meio de parcerias, os estudantes participam de atividades diversificadas na perspectiva da formação integral do indivíduo, para além de sua dimensão intelectual, mas que também considere o aperfeiçoamento dos aspectos físico, social, emocional e cultural das pessoas, com vistas à aprendizagem ao longo da vida.
“Sem dúvidas a EJA é uma oportunidade para o cidadão poder reconduzir sua trajetória educacional para alcançar não só o ensino básico, como chegar ao ensino médio completo para a possibilidade de entrar ao mercado de trabalho com mais chances de conseguir um melhor emprego”, comentou o supervisor Osmair.
As Unidades Escolares que atendem à EJA são: EMEB “Carmine Botta” (Ensino Fundamental do 1º ao 9º Ano para o período noturno) para a região da Vila Prado, EMEB “Professora Dalila Galli” (Ensino Fundamental do 1º ao 9º Ano para o período noturno) para a região do Jardim Jóquei Club, EMEB “Arthur Natalino Deriggi” (Ensino Fundamental do 1º ao 9º Ano para o período noturno) para a região do bairro Antenor Garcia, EMEB “Afonso Fioca Vitali” (Ensino Fundamental do 1º ao 5º ano para o período noturno) para a região da Cidade Aracy, EMEB “Ulisses Ferreira Picolo” (Ensino Fundamental do 1º ao 5º Ano para o período noturno) para a região do Residencial Eduardo Abdelnur, e EMEJA “Austero Mangerona” (Ensino Fundamental do 1º ao 5º Ano para os períodos diurno e noturno) para os interessados em estudar no centro da cidade.
BRASÍLIA/DF - Há poucos dias do lançamento da Politica Nacional de Recuperação da Aprendizagem, o ministro da Educação, Victor Godoy Veiga, que assumiu a pasta há três semanas, afirmou ontem (10) que o principal desafio a ser enfrentado é o déficit na educação.

“Nossos principais desafios são a recuperação das aprendizagens. A gente tem um déficit não só decorrente da pandemia, mas temos também as deficiências do próprio sistema educacional brasileiro”, disse.
O ministro disse que há ainda “o desafio enorme de trazer as crianças de volta [para a escola], que abandonaram o estudo”. Lembrou também que é preciso levar a inovação e a tecnologia para dentro das escolas.
O ministro participou nesta terça-feira da abertura da Bett Educar, maior congresso de educação da América Latina, que após dois anos em formato online, por causa da pandemia, volta em edição presencial. O congresso acontece durante toda a semana, com palestras e oficinas voltadas à educação e inovações para a área.
Em sua fala, o ministro Victor Godoy disse que a Política Nacional de Recuperação das Aprendizagens, a ser lançada este mês, se baseia em três eixos: recuperação das aprendizagens, combate à evasão e incentivo à inovação e tecnologia.
O ministro disse que o primeiro eixo dessa recomposição é o diagnóstico, o reengajamento dos estudantes e a recomposição das aprendizagens. O segundo eixo, é o combate à evasão escolar, com a perspectiva de recuperar aqueles alunos que já estão fora das escolas. “E nós já tivemos iniciativas concretas nesse sentido, o disque 100 [para denunciar crianças fora das escolas], para que o conselho tutelar e as redes de apoio dos estados e municípios possam ir atrás daquele estudante e trazer de volta para escola”.
O ministro anunciou como outra medida para evitar a evasão escolar, um aplicativo que ajuda a prever a evasão escolar. “Também trabalhamos numa perspectiva preditiva, com um aplicativo em desenvolvimento, para indicar aos diretores das escolas os alunos que têm um risco maior de evasão escolar”
O terceiro eixo dessa política, segundo o ministro, é a inovação e a conectividade para dentro da educação brasileira.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação (SME), em parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) contará, a partir deste mês, com dez estagiários remunerados do curso de Pedagogia para auxiliar os estudantes da rede municipal de ensino no processo de recomposição de aprendizagem nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB’s). As atividades serão realizadas com supervisão para fortalecer o processo.
A recomposição de aprendizagem é uma estratégia de suplementação pedagógica adotada na rede municipal de ensino para o ano letivo de 2022 para recuperar os impactos da pandemia da COVID-19 causados pelo fechamento das unidades escolares e pela adoção emergencial do ensino remoto a fim de controlar a proliferação da doença que assolou o país e o mundo.
“É preciso um olhar cuidadoso para as competências e habilidades prejudicadas neste momento de excepcionalidade, em seguida qualificando os conteúdos essenciais, pensando em estratégias que ajudem os estudantes a prosseguir seus estudos, por isso implantamos a recomposição de aprendizagem”, explicou a professora Alessandra
Marques da Cunha Lopes, diretora do Departamento Pedagógico da SME.
As ações de recomposição utilizam propostas pedagógicas engajadoras que buscam dar maior protagonismo aos estudantes. “Por isso achamos viável dar oportunidade a esses estagiários e ao mesmo tempo disponibilizar um auxílio qualificado a mais nas unidades escolares”, justificou a diretora.
Os dez estagiários vão desenvolver a atividade junto aos estudantes dentro e fora de sala de aula, aproveitando o ambiente escolar como espaço transformador, ajudando em intervenções pontuais que contemplem as reais necessidades de aprendizagem de cada indivíduo.
A secretária de Educação, professora Wanda Hoffmann, considera o ano de 2022 como fundamental para encontrar algo novo a fim de preencher as lacunas que surgiram porque as habilidades que deveriam ser desenvolvidas ficaram comprometidas, principalmente dentro das proficiências em Língua Portuguesa e Matemática, entre outros conhecimentos.
“As crianças e os adolescentes em idade escolar da nossa rede ficaram fora das nossas escolas por quase dois anos, por isso há muito trabalho a ser feito, há desafios a serem superados e essa perspectiva envolve iniciativas com foco no protagonismo dos educadores e no desenvolvimento dos estudantes”, disse a professora Wanda Hoffmann.
BRASÍLIA/DF - O Ministério da Educação (MEC) lançou nesta semana o Relatório Anual da Secretaria de Educação Básica referente ao ano de 2021. O documento apresenta 52 ações realizadas pelo ministério, em atenção ao cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação referentes à educação básica. Essas ações envolvem educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos.

A educação básica abordada pelo relatório engloba um universo de 46 milhões de alunos, sendo 38 milhões da rede pública. São 178 mil escolas, sendo 137 mil públicas; e mais de 2,19 milhões de professores. Desses, 1,7 milhão estão na rede pública. “Essa entrega [do relatório] traz transparência e prestação de contas daquilo que a gente tem feito pela educação básica dos nossos estudantes”, disse o ministro Victor Godoy.
Políticas educacionais, uso pedagógico das tecnologias, ampliação do número de matrículas, preparação para o Novo Ensino Médio, formação docente, valorização de profissionais e apoio de plataformas digitais para a gestão educacional são alguns dos temas das iniciativas. Segundo o MEC, embora o documento se refira a 2021, a maioria do trabalho apresentado nele continua em vigor.
Segundo Godoy, o ministério tem trabalhado na recuperação das aprendizagens, uma ação para preencher lacunas de aprendizado nos estudantes. Para Godoy esse tópico é uma das prioridades na política do MEC. “Os nossos dois pilares aqui à frente do MEC são a recuperação das aprendizagens e a tecnologia na educação brasileira”, disse. “Estamos muito próximos de fazer a nossa grande entrega, que será uma política de recuperação das aprendizagens e nessa política trazemos esse componente da inovação e tecnologia para a educação brasileira”.
No lançamento do relatório, o diretor de Formação Docente e Valorização de Profissionais da Educação Básica, Renato Brito, destacou a presença de 20 ações, das 52 do relatório, relativas à formação de professores.
“Educação Infantil, Bem-Estar no Contexto Escolar, Gestão Escolar, Educação em Tecnologia e Ensino Médio; só essas cinco formações atingiram 590 mil professores de um universo de quase 2,2 milhões de professores no país”, disse Brito.
Ele citou também que os cursos de formação oferecidos pelo MEC também são abertos a professores da rede privada.
O diretor de políticas para escolas cívico-militares, Gilson Oliveira, tratou como bem-sucedido o projeto de escolas cívico-militares. Nesse formato, as secretarias estaduais de Educação continuam responsáveis pelos currículos escolares, que é o mesmo das escolas civis. Os militares, que podem ser integrantes da Polícia Militar ou das Forças Armadas, atuam como monitores na gestão educacional, estabelecendo normas de convivência e aplicando medidas disciplinares.
Foram implantadas 216 escolas em todos os estados da federação. Oliveira destacou o Paraná, com 14 escolas; o Rio Grande do Sul, com 13; o Pará, com dez; Santa Catarina, com nove; além de Minas Gerais e Tocantins, com oito cada. Segundo Oliveira, esse tipo de escola “não tem o objetivo de impor a cultura militar” e é voltada sobretudo para localidades com maior índice de violência.
“Tivemos uma melhoria das instalações, pela manutenção e zelo demonstrados pelos alunos e incentivado pelas nossas equipes. É uma iniciativa que não pode ser universalizada, mas se mostra como uma alternativa viável de um modelo de gestão escolar de excelência para áreas de vulnerabilidade social”, afirmou o diretor do ministério.
IBATÉ/SP - Os gestores e professores da Rede Municipal de Ensino de Ibaté participaram na última quarta (06) e quinta-feira (07) de uma palestra sobre Primeiros Socorros.
O Secretário Municipal de Educação, Alexandre Moraes Gaspar, relatou que a palestra foi ministrada pelo Cabo Abimael Gonçalves Ramos, do Corpo de Bombeiros de São Carlos, nas dependências do Centro de Convivência da Melhor Idade. “Foram abordados temas como engasgamento, lesões, imobilizações, queimaduras, entre outros procedimentos, com o intuito de que eles possam executar os atendimentos básicos nesses casos antes da chegada da equipe de socorro. Essas práticas salvam vidas e devem ser feitas seguindo uma orientação correta e sempre com segurança, tanto da pessoa que sofreu o agravo, quanto de quem está prestando socorro”, destacou Gaspar.
Para a secretária adjunta, Flaviana Camargo Cavarieri, é importante que os gestores e professores sejam capacitados. “É importante que eles estejam aptos a prestar um atendimento a fim de assegurar e preservar a vida dos alunos. Eventos como esse podem fazer a diferença! O próximo passo é capacitar nossos funcionários”, salientou Flaviana.
Para finalizar o secretário agradeceu todos que participaram desses dois dias de muito conhecimento. “Aproveito a oportunidade para agradecer o capitão Rangel Moreira Gregório e o cabo Abimael Gonçalves Ramos pela parceria, Dirce Lopes Peruchi por ter cedido o Centro de Convivência da Melhor Idade para a realização das palestras e os gestores e professores que estão sempre dispostos a aprender e oferecer assim uma educação de qualidade e com segurança”, concluiu o secretário.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, através da Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda, em parceria com o SENAR, abre 16 vagas para curso gratuito em hidráulica – rede de água, que será realizado nos dias 11, 12, 13 e 14 de abril, das 8h às 17h no auditório municipal “Wilson Wady Cury”, localizado na avenida São Carlos, nº 1.800, no Centro. É importante destacar que o SENAR irá fornecer o almoço para os alunos.
As inscrições devem ser realizadas presencialmente até o dia 10 de abril na Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda, através do Departamento Municipal de Políticas de Emprego para a Juventude (DPTEJ), localizado na avenida São Carlos, 1.839, no Centro. Os interessados devem estar munidos de RG, CPF, Carteira de Trabalho (se houver) e comprovante de endereço. O horário de atendimento será das 8h às 17h.
“Tendo em vista as demandas de vagas existentes nesta Secretaria, buscamos criar parcerias junto ao SENAR para ofertar qualificação para que o profissional tenha mais destaque e chance durante os processos seletivos existentes para a sua recolocação no mercado de trabalho”, afirmou a secretária de Trabalho, Emprego e Renda, Danieli Favoretto Valenti.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação (SME) iniciou esta semana as aulas da primeira turma de robótica para alunos dos últimos anos do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino. O curso é promovido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFSP). As vagas foram ofertadas para os estudantes de duas unidades escolares: Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) “Carmine Botta” com cinco turmas e EMEB “Dalila Galli” também com cinco turmas.
A parceria entre a SME e o campus de São Carlos do IFSP foi possível graças à concretização do Projeto de Iniciação Tecnológica com Foco no Ensino de Programação que foi desenvolvido para os adolescentes com idade entre 13 e 14 anos. Esse é o primeiro convênio de extensão celebrado entre a Prefeitura de São Carlos e o IFSP.
A aula inaugural de robótica foi ministrada na última terça-feira, 15 de março, para a primeira turma. Cada turma terá oito encontros, uma vez por semana, com os professores do IFSP. Após o levantamento de interesse nas duas unidades escolares, foram formadas dez turmas compostas por 20 estudantes cada uma.
O objetivo do projeto é a aplicação de oficinas práticas de ensino-aprendizagem de lógica de programação, em contraturno dos estudantes, baseando-se em metodologias e atividades contextualizadas com o pensamento computacional. Cada módulo é composto por quatro aulas teóricas e quatro aulas práticas.
BRASÍLIA/DF - Após dois anos de pandemia, pais e responsáveis dizem que estudantes precisam de reforço escolar para recuperar a aprendizagem. Segundo as famílias, pelo menos dois em cada três estudantes precisarão de apoio em algum conteúdo. Para 28% dos responsáveis, a prioridade das escolas nos próximos dois anos deve ser justamente a promoção de programas de reforço e recuperação. 

Os dados são da pesquisa "Educação não presencial na perspectiva dos estudantes e suas famílias", realizada pelo Datafolha a pedido do Itaú Social, da Fundação Lemann e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). As perguntas foram feitas por telefone a 1.306 pais e responsáveis de 1.850 estudantes, em todo o país, em dezembro de 2021.
Para eles, os estudantes devem receber apoio em matemática (71%), língua portuguesa (70%), ciências (62%) e história (60%). Consideradas apenas crianças em fase de alfabetização, esse percentual sobe: 76% precisarão de mais atenção das escolas na retomada das aulas presenciais, segundo as famílias.
"Foi difícil o fechamento das escolas para todas as etapas de ensino, mas especialmente difícil para as crianças menores, especialmente na fase da alfabetização", diz a gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Itaú Social, Patricia Mota Guedes. "Isso colocou um peso nas famílias, de uma expertise que não é delas. Alfabetizar é uma das tarefas mais difíceis".
De acordo com levantamento divulgado recentemente pela organização Todos pela Educação, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 40% das crianças com 6 ou 7 anos de idade não sabiam ler ou escrever em 2021, o que representa mais de 2,4 milhões de crianças no país.
A pesquisa mostra ainda que 88% dos estudantes da rede pública de ensino tiveram as escolas reabertas em 2021. Segundo os pais e responsáveis, 83% dos estudantes que retornaram às atividades presenciais estão evoluindo no aprendizado.
De acordo com as famílias, os alunos que voltaram às atividades presenciais estão mais animados (86%), mais otimistas com o futuro (80%), mais independentes para realizar as tarefas (84%) e mais interessados nos estudos (77%) do que aqueles que continuaram no ensino remoto, respectivamente 74%, 72%, 72% e 60%.
"Um ponto muito importante é o apoio das famílias à retomada presencial, à vacinação e ao papel dos professores. A gente observa, mais uma vez, o apoio muito grande ao papel do professor e a necessidade de prioridade e valorização desse profissional. Afinal, foram dois anos em que tiveram contato com professores de forma próxima como nunca ocorreu", diz Patrícia.
O estudo mostra também a percepção das famílias de que a gestão educacional deve priorizar mais oportunidades de capacitação para os professores (23%), garantir o aumento salarial dos docentes (43%), melhorar a infraestrutura das escolas (30%) e ampliar o uso de tecnologia na educação (22%).
Segundo Patrícia, a parceria com as famílias será essencial para que a aprendizagem seja retomada. "Que essa parceria entre escola e família só se fortaleça ainda mais, porque é nessa retomada das aulas presenciais, com o diagnóstico [de aprendizagem dos alunos], que a gente vai ter a real dimensão e a real magnitude do desafio do ensino aprendizagem à nossa frente nos próximos dois, três anos, pelo menos".
IBATÉ/SP - Conforme resolução SEDUC nº 9 de 28 de janeiro de 2022 que dispõe sobre a volta as aulas e atividades presenciais nas instituições de educação básica no ano letivo de 2022, cerca de 3.904 alunos matriculados na Rede Pública Municipal de Ensino de Ibaté, devem iniciar às aulas de forma totalmente presencial nesta quarta-feira, 2.
A Secretária Municipal da Educação, a vice-prefeita Ivani Almeida da Silva, comenta que após um período conturbado causado pela disseminação mundial do vírus SARS-CoV-2, responsável pela Covid-19, alunos, pais e profissionais da educação organizam-se para um novo começo. Com todos os empecilhos enfrentados ao longo de quase dois anos, a expectativa é grande para a volta às aulas em 2022. “Nosso foco é o aluno. Tudo que envolve sua aprendizagem e recuperação destes últimos anos será feito. É muito importante que nessa retomada 100% presencial, os pais e responsáveis nos ajudem para que todos os protocolos sanitários continuem sendo cumpridos e, assim, mantermos os índices pandêmicos sob controle”, disse Ivani.
A secretária Ivani esclarece somente poderão se manter exclusivamente em atividades remotas os estudantes que pertencem ao grupo de risco para COVID-19, mediante apresentação de atestado médico que indique o impedimento de comparecer às aulas presenciais. "Os pais ou responsáveis legais por estes alunos, devem apresentar declaração comprometendo-se com a participação destes alunos em atividades remotas" enfatizou.
A Secretaria da Educação trabalhou desde 2020 para que o retorno dos estudantes acontecesse da forma mais segura possível. O cuidado com a saúde e a preservação da vida são elementos importantes para o plano de reabertura das escolas.
Recomendações durante o período de aula:
-Usar máscara facial durante todo o período de permanência na escola;
-Lavar bem as mãos e usar álcool 70º em gel
-Evitar aglomeração
-Evitar partilhar alimentos e objetos de uso pessoal;
-Manter distanciamento;
-Utilizar o bebedouro apenas com garrafinhas e ou copos individuais.
É o primeiro curso aprovado pela Secretaria Estadual de Educação em um hospital filantrópico do interior de São Paulo
SÃO CARLOS/SP – O Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da Santa Casa abre, nesta segunda-feira (6), as inscrições para a 2a Turma do Curso Técnico de Enfermagem. São 30 vagas para candidatos, que vão passar por um processo seletivo no dia 07 de janeiro. Para se inscrever, é só acessar http://iep.santacasasaocarlos.com.br/inscricao/. A taxa de inscrição custa R$ 29,90.
O curso é o primeiro aprovado pela Secretaria Estadual de Educação em um hospital filantrópico no interior de São Paulo. Para André Mascaro, gerente do IEP, “esse reconhecimento por parte da Secretaria de Educação já demonstra o nível de qualidade que nosso curso vai oferecer aos alunos. E tem muito mais, eles vão aprender com profissionais que estão na linha de frente, dentro de um hospital de alta complexidade e com o que há de mais moderno em termos de tecnologia, como o centro de simulação realística”, explica.
Para se conseguir cursar a segunda turma do Curso de Técnico em Enfermagem, os candidatos têm que ser maiores de 18 anos e ter o ensino médio completo. O processo seletivo constará de uma prova objetiva com 30 questões (10 de Língua Portuguesa, 10 de Matemática e 10 de Ciências Biológicas). O curso é presencial, com dois anos de duração e os aprovados poderão pagar à vista com 20% de desconto com valor de R$ 6.777,60. Ou em 24 parcelas de R$ 353,00 e também outras modalidades de parcelamento. O início das aulas será no dia 24 de janeiro de 2022.
“Para nós já foi um orgulho montar a primeira turma do Curso Técnico de Enfermagem aqui no IEP da Santa Casa. Nosso objetivo era formar profissionais com formação sólida e mais preparados para enfrentar as dificuldades do mercado de trabalho. Sabemos do nosso desafio, mas o fato de abrirmos uma segunda turma é a confirmação de que nosso sonho deu certo”, comenta a Gerente de Práticas Educacionais, Vanísia Sulpino.
E a cada dia a demanda por profissionais da área de enfermagem só aumenta. E ajudar na formação dessas pessoas é também uma marca da Santa Casa de São Carlos. “ Nossa missão principal é a prestação de serviços de saúde de excelência à população. Mas, além disso, a abertura dessa segunda turma do Curso Técnico de Enfermagem do IEP representa mais um passo, mais uma etapa, para transformar a Santa Casa em um hospital de referência no Ensino e Pesquisa, afirma o Provedor da Santa Casa, Antônio Valério Morillas Júnior.
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