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EUA - A Associação Internacional de Filmes de Animação divulgou a lista de indicados da 49ª edição do Annie Awards, considerado o Oscar da animação.

A relação mantém o domínio tradicional das animações da Disney, com “Raya e o Último Dragão”, “Encanto” e “Luca” (da Pixar) dominando as indicações – com 10, 9 e 8 nomeações, respectivamente.

Animações da Netflix apareceram logo em seguida, com “A Família Mitchell e a Revolta das Máquina” empatado com “Luca” com 8 indicações, e “A Jornada de Vivo” com 5. Ambas são produções da Sony Animation.

Já entre os títulos independentes, os destaques foram internacionais: o anime japonês “Belle” e o documentário animado dinamarquês “Flee”.

Nenhum brasileiro se qualificou, apesar do reconhecimento a “Bob Cuspe: Nós Não Gostamos de Gente” no festival francês de Annecy (considerado o Cannes da animação).

Nos últimos cinco anos, quatro vencedores do Annie também conquistaram o Oscar da categoria.

A premiação será realizada numa cerimônia presencial em 26 de fevereiro de 2022, em Los Angeles.

MUNDO - Nesta última terça-feira (28), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou algumas alterações nas regras de elegibilidade ao Oscar.

Entre as mudanças, segundo uma nota publicada pela “Variety”, está a determinação de que filmes não lançados em salas de cinema vão poder concorrer aos prêmios. Ou seja, produções lançadas somente em serviços de streaming poderão ser indicados ao Oscar 2021.

Antes, era preciso que os filmes concorrentes tivessem sido exibidos por, no mínimo, sete dias em salas de cinema. Contudo, como a medida é causada por conta da pandemia de coronavírus, a regra determina que o longa tenha tido seu lançamento em pontos físicos afetado pela doença para chegar à mesa dos avaliadores, como é o caso de diversos filmes que tiveram suas estreias adiadas ou suspensas desde que o surto começou. Isto significa que a nova regra só inclui produções que seriam lançadas nos cinemas, mas tiveram que se adaptar à situação atual.

“A Academia acredita firmemente que não há forma melhor de vivenciar a magia dos filmes do que vê-los no cinema. Nosso comprometimento é permanente (…) Mesmo assim, a trágica pandemia do coronavírus requer essa exceção temporária às nossas regras de premiação. A Academia apoia nossos membros e colegas durante esse tempo de incerteza. Nós reconhecemos a importância de seus trabalhos serem vistos e celebrados, especialmente agora que o público aprecia filmes mais do que nunca”, David Rubin e Dawn Hudson, presidente e CEO da Academia, informaram na nota.

Quando a situação do coronavírus for controlada e as salas de cinema forem liberadas, a nova medida será suspensa e as regras antigas voltam a valer.

 

 

*Por: Amanda Oliveira / METROPOLITANA

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