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Com múltiplos sistemas de informação e diferentes metodologias nos estados, dados sobre a epidemia no Brasil é um dos maiores desafios no enfrentamento ao novo coronavírus

Rio de Janeiro/RJ – A pandemia do novo coronavírus tem imposto desafios inéditos aos sistemas de informação em saúde. Os dados sobre a Covid-19 no Brasil, em nível estadual e municipal, são fundamentais para a tomada de decisões sobre as políticas públicas e medidas de emergência para conter a epidemia. Esses dados, porém, dependem de sistemas e painéis que têm cobertura e qualidade extremamente variável no país. É o que indica estudo da Fiocruz, que aponta: a divulgação de casos da doença pode apresentar demora de até sete semanas entre seu registro no sistema de saúde e a efetiva divulgação nos boletins epidemiológicos. Uma discrepância que pode fazer muita diferença, por exemplo, nas fases de flexibilização do isolamento social. 

Em cinco estados — Amapá, Maranhão, Paraíba, Rio de Janeiro e Rondônia — os dados oficiais registraram o número máximo de casos de Covid-19 mais de 50 dias depois de ele ter efetivamente acontecido. Isso significa que medidas importantes de saúde pública podem ter demorado a ser tomadas, prejudicando o combate à epidemia. 

O caso desses cinco estados é o mais significativo descoberto em um estudo realizado por pesquisadores do projeto MonitoraCovid-19, do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict), da Fiocruz. O resultado da análise está na Nota Técnica O tempo dos dados: explorando a cobertura e oportunidade do SIVEP-Gripe e o e-SUS VE (que pode ser lida na íntegra, aqui). Outros estados com discrepância grande entre as datas real e oficial no número máximo de casos foram Paraná (30 dias), Rio Grande do Norte e Espírito Santo (27 dias), Goiás (25 dias), Distrito Federal (26 dias), Rio Grande do Sul (22 dias), Roraima (21 dias), Santa Catarina (20 dias) e Amazonas (19 dias). A diferença média entre os estados foi de 17 dias. 

Dois sistemas nacionais 

Essa diferença, porém, não pode ser encarada como resultado de falhas técnicas e operacionais, mas sim como inerente aos desafios impostos pela própria complexidade da epidemia e de seus desdobramentos num país tão grande e diverso quanto o Brasil. “Não é possível apontar uma única causa para explicar essas discrepâncias. Trata-se da soma de vários fatores, alguns deles complexos, que demandariam uma investigação mais detalhada”, explica Diego Xavier, epidemiologista do Icict/Fiocruz que participou do estudo. 

O pesquisador acrescenta que cada estado segue procedimentos próprios para consolidar seus boletins epidemiológicos e lançar as informações nos dois sistemas nacionais de dados de saúde que abrangem a Covid-19: o Sistema de Informação de Vigilância da Gripe (Sivep- 2 Gripe) e o e-SUS VE. Este último foi criado para atender à alta demanda de notificações devido à epidemia. “Como e-SUS VE foi desenvolvido durante a pandemia, alguns registros eventualmente podem ter sido inseridos em ambos os sistemas, e não existe um indexador que permita acompanhar o paciente na transição de um sistema para o outro”, descreve Xavier. 

Na prática, a análise do MonitoraCovid-19 constatou que a discrepância de datas não é a única: também há diferenças consideráveis com relação aos registros dos doentes e óbitos. Por exemplo: os dados do e-SUS VE, quanto aos números de casos da doença, apresentam diferença de 10% em relação ao observado nos boletins das Secretarias Estaduais. Mas, se somados os casos registrados no Sivep-Gripe, essa variação passa a 4%. 

Em prol da padronização 

Espírito Santo e Paraná apresentam a maior variação percentual na comparação com os dados do Ministério da Saúde. Nestes estados, os números de casos divulgados nos boletins oficiais são muito maiores do que os casos registrados nos bancos de dados. Situação inversa é observada em Goiás, Piauí e Rio Grande do Norte, onde o volume de casos nos sistemas é superior ao observado nos boletins epidemiológicos. 

Em suas conclusões, a nota técnica recomenda que não seja modificada a forma de divulgação dos registros, mas que as divergências apontadas sejam levadas em conta pelos gestores públicos: “Esta análise não busca sugerir ou recomendar que os dados sejam alterados para divulgação, pois a população já se habituou a essa lógica, e alterar as datas neste momento do processo epidêmico traria mais desinformação do que ganho na comunicação. Contudo, as defasagens apresentadas devem ser consideradas pelos gestores públicos, sobretudo para tomada de decisão e orientação das intervenções”. 

O sanitarista Christovam Barcellos, vice-diretor do Icict/Fiocruz, diz que esse estudo é um chamamento às autoridades de Saúde para ações de melhoria na confiabilidade dos dados de saúde pública no Brasil: “Seria importante um esforço nacional, que poderia ser liderado pelo próprio Ministério da Saúde. Uma busca coletiva em prol da padronização na forma como são lançados os dados de saúde em todos os níveis, começando pela ponta, ou seja, nos postos de saúde e hospitais públicos dos municípios. Além de padronizar, seria preciso um esforço de treinamento de abrangência nacional, criando uma cultura mais sólida de registro das informações de saúde no Brasil”. 

Leia a nota técnica na íntegra. 

A Cientista brasileira Jackeline Alecrim acredita que o debate da ciência pode ser popularizado no Brasil a partir do interesse despertado pela pandemia
 

SÃO CARLOS/SP - A especialista em Cosmetologia Avançada e Farmacologia, a cientista Jackeline Alecrim, acredita que a pandemia,- que segundo dados, já matou mais de 100 mil pessoas no Brasil, - despertou uma nova forma das pessoas enxergarem o mundo e surgiram novos hábitos e interesses, como o de discutir a ciência. Ela é pesquisadora e empreendedora no ramo da beleza, mas defende que a ciência como um todo seja mais palpável ao grande público, “momentos desafiadores nos convidam à reflexão, quando este problema envolve um risco de saúde global, a preocupação aumenta entre as pessoas fora da área da saúde”. Jackeline explica que neste momento muitos estão buscando informações e querem entender as diversas terminologias científicas para saber o que ocorre. “A curiosidade para entender como algo microscópico pode causar tanto caos no mundo desperta o interesse de muitos”, afirma.

A busca por informações qualificadas e o medo de acreditar em fake news tem sido a porta de entrada para o universo da pesquisa, ainda pouco valorizado no Brasil. “Nosso papel como pesquisador é cada vez mais levar informações corretas à população para evitar esta proliferação de notícias sem embasamento científico”, afirma Jackeline. Para isso, ela defende que a comunidade científica busque linguagem acessível para não afastar o público, “temos que parar de elitizar a ciência, ela tem que alcançar pessoas de todos os níveis sociais e escolaridades”.

A brasileira já participou de diversas discussões como esta, uma das últimas durante palestra na Universidade de São Paulo (USP), em junho, no evento “A Química do Futuro”, parte integrante do curso de extensão do Centro de Estudos em Química (CENEQUI) da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto e em comemoração ao Dia do Químico. Ela abordou sua especialidade ao falar sobre o tema “Empreendedorismo na Ciência”, no qual lamentou que os resultados das pesquisas científicas não virem produtos oferecidos no mercado brasileiro. Da mesma forma que ela defende que inovações científicas cheguem à população, ela espera que todos tenham mais intimidade com estes assuntos, ainda relegados ao meio acadêmico.

Obra, que pode ser adquirida gratuitamente, será lançada em 26 de agosto

 

SÃO CARLOS/SP - Com o intuito de registrar este momento histórico repleto de dúvidas, incertezas e tentativas de exercer a profissão de educador em meio ao distanciamento social, Poliana Bruno Zuin, professora na Unidade de Atendimento à Criança (UAC) e pesquisadora no Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL), ambos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), organizou o livro "Acolhimento na Educação Infantil em meio à Pandemia da Covid-19".

"A obra foi concebida em meio às discussões geradas no âmbito da Educação Infantil e de nosso grupo de pesquisa e práticas junto a uma sala de crianças de 3 a 4 anos de idade na UAC e suas famílias. A partir da interrupção abrupta das atividades escolares, buscamos sempre manter o vínculo com as crianças e suas famílias, propondo atividades a serem realizadas em família com recursos de casa, para que pudéssemos estar próximos ainda que distantes", relata a docente. 

O livro está dividido em duas partes: a primeira constitui-se sob o olhar da professora e sua equipe de trabalho composta por voluntários que atuam em projetos de extensão, orientandos e estudantes do PPGL, alunos de Iniciação Científica e estagiária; e a segunda traz olhares e vozes das famílias sobre os impactos da pandemia em suas rotinas, seus temores e anseios e sobre a realização das atividades propostas e realizadas com as crianças em casa.

A obra conta com Amarílio Ferreira Jr., docente do Departamento de Educação (DEd) da UFSCar, que participou da escrita das Primeiras Palavras, do primeiro capítulo em parceria com a organizadora e da contracapa. O prefácio foi escrito por Aline Maria de Medeiros Rodrigues Reali, docente do Departamento de Teorias e Práticas Pedagógicas (DTPP) da Universidade.

O lançamento de "Acolhimento na Educação Infantil em meio à Pandemia da Covid-19" acontece dia 26 de agosto, às 20 horas, de forma virtual, durante a quinta edição do Congresso Internacional de Educação e Tecnologias e do Encontro de Pesquisadores em Educação a Distância (CIET:EnPED), organizados pela UFSCar.

O livro, voltado a diferentes públicos, principalmente a professores e educadores que atuam na Educação Infantil, está disponível gratuitamente na versão e-book no site da Pedro e João Editores (https://bit.ly/2Y2QzET).

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta quinta-feira (20/08) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.930 casos positivos para COVID-19 (46 resultados positivos foram divulgados hoje), com 33 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Um homem de 54 anos de outro município que estava internado em São Carlos desde 20/08 na UTI de um hospital particular, morreu hoje. Como estabelece o protocolo do Ministério da Saúde o óbito é contabilizado para o município de origem do paciente e não para São Carlos. Dos 1.930 casos positivos, 1.777 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 150 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 114 receberam alta hospitalar, 15 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 30 positivos internados foram a óbito. 1.491 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.884 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (94 resultados negativos foram divulgados hoje). Estão internadas neste momento 36 pessoas, sendo 22 adultos na enfermaria (9 positivos, 8 suspeitos e 5 negativos). Na UTI adulto estão internadas 12 pessoas (7 positivos, 2 suspeitos e 3 negativos). Nenhuma criança está internada neste momento na UTI. Na enfermaria 2 crianças estão internadas, 1 com suspeita da doença e outra com resultado negativo. 3 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 50%. Na rede privada nenhuma pessoa está internada UTI adulto. Na enfermaria outros 4 pacientes estão internados, 1 com resultado positivo para a doença e 3 com suspeita da COVID-19. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 11.316 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 9.601 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.715 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.381 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 5.180 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.291 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 110 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Vice-presidente, Ivan Linjardi, participou de reunião virtual da Central Nacional Unimed

 

 SÃO CARLOS/SP - A Unimed São Carlos teve a oportunidade de apresentar novamente suas ações de combate à pandemia de coronavírus, convidada pela Central Nacional Unimed para uma reunião virtual sobre o tema. Com participantes de todo o país, o encontro “Alinhamento e Compartilhamento de Estratégias no Combate à Covid-19” acontece semanalmente reunindo as principais ações do setor. Recentemente, o vice-presidente da cooperativa, o médico Ivan Linjardi, apresentou as ações também em encontro realizado pela ANS.

O vice-presidente levou à reunião da CNU alguns dos mais de 200 cases de sucesso realizados durante a pandemia, muitos ainda em andamento.  As ações vêm minimizar a transmissão do vírus e seus impactos na Unimed São Carlos e são voltadas aos beneficiários, cooperados, colaboradores e comunidade.

A apresentação abrangeu a estrutura da Unimed São Carlos e enfatizou suas medidas, como alteração de fluxo de atendimento, implementação do Teleatendimento, ligações de orientação aos idosos, ações pertinentes de comunicação, investimento em EPI’s e capacitação intensiva de colaboradores e cooperados para manejo da Covid – 19.

“Nosso sucesso em ações de combate à pandemia é um trabalho de todos. O envolvimento das equipes foi essencial para que pudéssemos alcançar bons objetivos. Criamos um Comitê de Crise, incentivamos as reuniões online para andamento das atividades, valorizamos nossos colaboradores. Temos muito a fazer ainda, o trabalho não acabou, mas estamos no caminho certo”, apontou o vice-presidente.

Linjardi também enfatizou a parceria com instituições, ofertando orientações e compartilhando informações de qualidade, além do programa Testar para Cuidar, que veio monitorar a atuação do coronavírus em São Carlos. O médico apresentou ainda a preocupação da cooperativa com a sociedade. “Nesse momento de economia delicada, muitos precisam de mais atenção. Por isso, intensificamos nossas ações sociais com o Programa Social Fazendo a Diferença, além da assistência que já oferecemos aos abrigos de idosos e vamos, cada vez mais, estar próximos à sociedade”.

O vice-presidente finalizou a apresentação com uma revelação sobre a molécula em forma de coração, que pode ser uma “arma” contra o coronavírus e deixou a reflexão que comoveu os participantes. “Tenho certeza que vamos ter vacina, medicação, mas o que está fazendo diferença até agora é nosso comportamento, a maneira como a gente trata o próximo. Na minha opinião, o amor e o respeito são fundamentais. O isolamento social é uma demonstração de amor ao próximo, de proteção íntima. A pandemia veio demonstrar o quanto precisamos progredir como civilização. Espero que a gente aprenda essa lição”.

Também participaram do encontro o presidente da Unimed São Carlos, Daniel Canedo, o diretor-administrativo, Humberto Rizzoli, representantes do HCor, Alexandre Biasi e Fernando Torelly e o superintendente de Provimento de Saúde da CNU, Daniel Peixoto de Albuquerque.

 

 

Sobre a CNU

A CNU - Central Nacional Unimed é a operadora nacional dos planos de saúde Unimed. Comercializa assistência médica empresarial com abrangência nacional, benefícios especiais e atendimento diferenciado.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informou na manhã quarta-feira (19/08), em boletim extra, a morte de um homem de 47 anos internado desde 11/08 com resultado positivo para COVID-19. Essa é a 33ª vítima do novo coronavírus no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.884 casos positivos para COVID-19 (30 resultados positivos foram divulgados hoje), com 33 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 1.884 casos positivos, 1.735 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 146 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 108 receberam alta hospitalar, 10 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 30 positivos internados foram a óbito. 1.475 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.790 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (177 resultados negativos foram divulgados hoje). Estão internadas neste momento 34 pessoas, sendo 23 adultos na enfermaria (6 positivos, 11 suspeitos e 6 negativos). Na UTI adulto estão internadas 10 pessoas (7 positivos, 1 suspeito e 2 negativos). Nenhuma criança está internada neste momento na UTI. Na enfermaria 1 criança está internada com suspeita da doença. 6 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 37,5%. Na rede privada 1 pessoa está internada UTI adulto com resultado positivo para a doença. Na enfermaria outros 3 pacientes estão internados, 1 com resultado positivo para a doença e 2 com suspeita da COVID-19. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 11.234 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 9.454 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.780 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.271 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 5.086 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.245 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 94 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta terça-feira (18/08) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.854 casos positivos para COVID-19 (64 resultados positivos foram divulgados hoje), com 32 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 1.854 casos positivos, 1.706 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 145 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 107 receberam alta hospitalar, 8 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 29 positivos internados foram a óbito. 1.459 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.613 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (115 resultados negativos foram divulgados hoje). Estão internadas neste momento 36 pessoas, sendo 25 adultos na enfermaria (4 positivos, 13 suspeitos e 8 negativos). Na UTI adulto estão internadas 10 pessoas (8 positivos, 1 suspeito e 1 negativo). Nenhuma criança está internada neste momento na UTI. Na enfermaria uma criança está internada com suspeita da doença. 7 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 41,7%. Na rede privada 1 paciente está internado na UTI adulto com resultado positivo para COVID-19. Na enfermaria estão internados 3 pacientes adultos, sendo 1 com resultado positivo e 2 com suspeita da doença. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 11.137 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 9.278 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.859 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.177 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 4.909 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.215 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 123 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma neste domingo (16/08) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.771 casos positivos para COVID-19 (2 resultados positivos foram divulgados hoje), com 31 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 1.771 casos positivos, 1.623 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 145 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 107 receberam alta hospitalar, 10 estão internadas, 1 paciente de São Carlos está internado em Jaú e 28 positivos internados foram a óbito. 1.458 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.430 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus. Estão internadas neste momento 34 pessoas, sendo 18 adultos na enfermaria (4 positivos, 10 suspeitos e 4 negativos). Na UTI adulto estão internadas 14 pessoas (10 positivos, 3 suspeitos e 1 negativo). Uma criança está internada na UTI com suspeita da doença. Na enfermaria uma criança está internada com resultado negativo para COVID-19. 5 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 45,9%. Na rede privada estão internados 4 pacientes na UTI adulto, sendo 2 positivos e 2 com suspeita da doença. Já na enfermaria adulto 2 pacientes estão internados na rede particular, 1 com resultado positivo e 1 com suspeita da doença. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 10.488 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 9.032 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.456 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 5.931 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 4.726 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.138 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 67 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma neste sábado (15/08) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.769 casos positivos para COVID-19 (30 resultados positivos foram divulgados hoje), com 31 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 1.769 casos positivos, 1.622 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 144 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 107 receberam alta hospitalar, 9 estão internadas e 28 positivos internados foram a óbito. 1.458 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.430 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (78 resultados negativos foram divulgados hoje). Estão internadas neste momento 31 pessoas, sendo 15 adultos na enfermaria (2 positivos, 8 suspeitos e 5 negativos). Na UTI adulto estão internadas 15 pessoas (11 positivos, 2 suspeitos e 2 negativos). Uma criança está internada na UTI com suspeita da doença. Na enfermaria nenhuma criança está internada no momento. 6 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 50%. Na rede privada estão internados 3 pacientes na UTI adulto, sendo 2 positivos e 1 com suspeita da doença. Já na enfermaria adulto 2 pacientes estão internados na rede particular, 1 com resultado positivo e 1 com suspeita da doença. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 10.453 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 8.879 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.574 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 5.931 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 4.726 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.137 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 68 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Ashley Madison revela as principais cidades brasileiras para traição online

 

SÃO PAULO/SP - Em meio à atual pandemia global, o mundo desacelerou e as pessoas estão em casa para impedir a propagação. Para muitos, isso significa ficar em casa 24 horas por dia com seu cônjuge. Alguns podem aproveitar isso como uma oportunidade de cooperar com o parceiro e, junto dele, passar pela pandemia como uma equipe. Outros podem estar sujeitos a tensão amplificada e optar por procurar saídas para ajudá-los a passar pelo período. A Ashley Madison, plataforma líder em relacionamentos extraconjugais, é um desses métodos - e um modo bastante popular. Para os brasileiros que procuram um novo romance ou alguns encontros virtuais cheios de vapor, a empresa divulgou uma lista das principais cidades do país para casos extraconjugais cibernéticos durante a quarentena e Brasília conquistou o primeiro lugar.

Esta lista das TOP 20 Cidades baseia-se em inscrições na Ashley Madison de 21 de março a 1 de julho de 2020 em uma base per capita. O estado de São Paulo, o estado mais rico e populoso do país, também é a região mais infiel, com cinco cidades na lista, incluindo São Paulo, Guarulhos e Campinas entre as 10 principais. Liderando o caminho como o primeiro lugar para trair durante a quarentena, no entanto, é a capital federal, Brasília. A capital é o centro da política do país, e a pressão nesta vertente aumentou de maneira compreensível nos últimos meses. Com a pressão vem a necessidade de lidar com ela, e muitos descobriram que a infidelidade é uma maneira eficaz de fazê-lo.

As TOP 20 cidades para casos virtuais durante o isolamento social

  1.   Brasília, DF
  2.   Manaus, AM
  3.   São Paulo, SP
  4.   Goiânia, GO
  5.   Campo Grande, MS
  6.   Curitiba, PR
  7.   Guarulhos, SP
  8.   Campinas, SP
  9.   Rio de Janeiro, RJ
  10. Belo Horizonte, MG
  11. Porto Alegre, RS
  12. João Pessoa, PB
  13. São Bernardo do Campo, SP
  14. São Luís, MA
  15. Salvador, BA
  16. Santo André, SP
  17. Duque de Caxias, RJ
  18. Recife, PE
  19. Teresina, PI
  20. Natal, RN

"Esses casos extraconjugais virtuais servem como uma válvula de escape para indivíduos que lidam com pressões crescentes no casamento e na vida doméstica", aponta Paul Keable, diretor de estratégia da Ashley Madison. "Com o aumento das taxas de divórcio nos países que iniciaram a reabertura, oferecemos um caminho alternativo para ajudar as pessoas a lidar e, finalmente, ajudar os casais a preservar o casamento depois que a poeira baixar".

O encontro pessoalmente pode ser impossível no momento, mas isso não impediu os usuários da plataforma de dar uma escapadinha do casamento. De qualquer forma, esses relacionamentos extraconjugais servem como uma fuga para indivíduos em situações difíceis em casa.

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AshleyMadison.com é o destino original de encontros extraconjugais e o líder global em casos com mais de 65 milhões de usuários em todo o mundo desde 2002.

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