SÃO CARLOS/SP - São Carlos registrou mais um óbito de COVID-19 nesta terça-feira (22/02), totalizando 574 mortes pela doença no município. O óbito domiciliar é de uma mulher de 60 anos com comorbidades. Ela havia recebido duas doses da vacina contra a COVID-19.
Nesta terça-feira foram registrados 190 exames positivos e 231 negativos. Neste momento temos 7 pacientes aguardando vagas em leito de estabilização nas UPAS, todos positivos para COVID-19.
EUA - Por que é tão mais fácil escolher comer um donut em vez de uma porção de brócolis cozido no vapor?
Não há dúvida de que algumas comidas despertam mais a nossa vontade do que outras — sobretudo aquelas ricas em açúcar e gordura.
Mas por que são tão irresistíveis?
Experimentos científicos nos oferecem algumas pistas sobre o que acontece em nossos cérebros quando optamos por certos alimentos.
Segundo o neurocientista Fabian Grabenhorst, se você entrasse em uma máquina de ressonância magnética e te oferecessem um milk-shake de chocolate, poderíamos ver o sistema de recompensas do seu cérebro se iluminar como um parque de diversões.
Logo acima dos olhos, está localizado o córtex orbitofrontal, uma parte do cérebro que é especialmente desenvolvida em humanos e primatas.
Nela, grupos de neurônios respondem a diferentes sensações e nutrientes — sabor, cheiro, quão cremoso e encorpado o milkshake é — e quanto mais seus neurônios se iluminam, mais apetitosa a comida em questão parece.
Duas coisas que alegram particularmente estes neurônios de recompensa são a gordura e o açúcar.
E combinações de gordura e açúcar podem ser ainda mais atraentes, como no caso do milkshake, de um donut ou de uma fatia de torta.
Mas nossos neurônios não respondem apenas a essas sensações, eles também são ativados quando você está planejando o que comer — em uma espécie de competição entre si para serem "escolhidos".
E uma vez que você decide, os mesmos neurônios acompanham seu progresso — à medida que você come, eles vão ficando cada vez menos ativos, conforme você se aproxima da saciedade.
Mas não estamos totalmente à mercê das demandas de nosso córtex orbitofrontal. Ter informações sobre os alimentos pode fazer uma grande diferença.
Vamos voltar àquela máquina de ressonância magnética, e tomar agora um pouco de sopa. Tem dois tipos — uma sopa é identificada como de 'sabor rico e delicioso', e a outra como 'água de legume cozido'.
Seus neurônios se iluminam mais ao tomar a sopa de 'sabor rico e delicioso', e menos com a 'água de legume cozido'.
Mas tem uma pegadinha: é a mesma sopa. A única diferença é o nome, e isso é suficiente para mudar completamente sua experiência, conforme mostram estudos.
Este experimento também foi feito com vinho — dizer às pessoas que determinado vinho era mais caro aumentava a atividade dos neurônios e deixava o vinho com um sabor melhor.
Outra parte do cérebro envolvida na escolha dos alimentos é a amígdala — estrutura localizada no lobo temporal (lateral), que processa nossas emoções.
Ela também tem um papel quando você decide onde ir comer com outra pessoa.
Se você já viu no passado o que esta pessoa prefere, sua amígdala terá desenvolvido os chamados neurônios de simulação — que permitem a você prever as intenções do outro e incluir assim em suas próprias sugestões do que comer juntos.
As diferenças em nossos genes também são um fator que explica quão suscetíveis somos ao canto da sereia dos nossos neurônios de recompensa — algumas pessoas são naturalmente mais responsivas à recompensa que sentimos ao comer açúcar e gordura do que outras.
Aspecto social
Experimentos científicos nos oferecem pistas sobre como nossos cérebros computam nossas escolhas sobre o que comer, mas a maneira como lidamos com essas escolhas em nossas vidas e na sociedade também é complexa.
De acordo com Emily Contois, professora assistente de Estudos de Mídia da Universidade de Tulsa, nos EUA, vários fatores influenciam nossa escolha do que comer.
"O que está disponível no supermercado? O que é conveniente? O que é acessível financeiramente? O que traz boas lembranças? O que é gostoso para nós? O que achamos saudável? Qual é o nosso estado de saúde atual? O que define nossas ideias sobre quem somos?", enumera ela para a BBC Ideas.
E as redes sociais, segundo ela, ganharam um papel importante neste processo.
"O Instagram, e o desejo de que as pessoas sejam capazes de tirar belas fotos de comida, transformaram a ideia de que 'você é o que você come', em 'você é o que você posta'", avalia.
Contois afirma que buscamos uma série de coisas diferentes a partir dos alimentos que consumimos — como conforto, conexão com nossa família ou nossa herança ancestral e até mesmo um senso de controle.
"Quando vivemos em momentos repletos de conflitos econômicos, políticos e sociais, às vezes buscamos na comida aquela sensação de segurança e proteção. Então, nesses momentos, às vezes vemos as pessoas se interessarem muito por ideias relacionadas à simplicidade, saúde e pureza, como uma maneira de nos protegermos de contextos fora do nosso controle", explica.
Desta forma, a comida fala um pouco também sobre quem somos.
"(Sobre) Toda a complexidade da nossa identidade. O que comemos conta histórias sobre nosso gênero e nossa sexualidade, nossa raça e nossa etnia, nossa classe social ou nossas aspirações em relação à nossa classe social, a região onde vivemos, seja uma área urbana ou rural. O que comemos conta essas histórias contraditórias e complexas sobre quem somos", diz ela.
No futuro, podemos usar nosso conhecimento sobre o que acontece em nossos cérebros para criar alimentos atraentes com poucas calorias e saudáveis.
E podemos nos ajudar entendendo como nossos neurônios de recompensa tramam para conseguir o que querem.
Podemos ficar atentos a momentos em que tendemos a fazer escolhas erradas, como quando optamos por determinado alimento por causa de um rótulo que consideramos atraente, e não pelo teor em si.
No fim das contas, pelo menos não estamos totalmente à mercê de nossos neurônios de recompensa. Podemos usar nossa compreensão para ajudar a pensar em alimentos saudáveis e fazer escolhas saudáveis.
SÃO PAULO/SP - O ex-jogador Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, permanece no hospital Albert Einstein, em São Paulo, para continuar o tratamento contra um tumor de cólon. Segundo nota assinada pelos médicos que o acompanham, divulgada na segunda-feira (21), os exames de rotina detectaram uma infecção urinária, que prolongou a internação do Rei do Futebol, no hospital desde o último dia 13 de fevereiro.
"Suas condições clínicas são estáveis, e a alta hospitalar deve acontecer nos próximos dias", conclui a nota, assinada pelo geriatra e endocrinologista Fabio Nasri, pelo oncologista Rene Gansl e pelo diretor-superintendente Médico e de Serviços Hospitalares do Albert Einstein, Miguel Cendoroglo Neto.
Pelé foi submetido a uma cirurgia para retirada do tumor no cólon em setembro. Ele ficou quase um mês internado na ocasião, ficando parte do período na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A previsão é que ele retorne pelo menos uma vez por mês ao hospital para continuar o tratamento.
A última manifestação de Pelé nas redes sociais foi no domingo (20), quando parabenizou a federação de futebol da Arábia Saudita pelo primeiro jogo oficial da seleção feminina do país. Um dia antes, no sábado (19), ele relembrou a época em que jogou nos Estados Unidos, postando uma foto em que fazia embaixadinha com a bola oval, de futebol americano.
SÃO CARLOS/SP - São Carlos registrou mais um óbito de COVID-19 nesta segunda-feira (21/02), totalizando 573 mortes pela a doença no município. O óbito é de uma mulher de 85 anos, internada em hospital público desde 17/02. Ela tinha comorbidades e não havia tomado nenhuma dose da vacina contra a COVID-19.
Nesta segunda-feira foram registrados 157 exames positivos e 244 negativos. Neste momento temos 6 pacientes aguardando vagas em leito de estabilização nas UPAS, todos positivos para COVID-19.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde, por meio dos departamentos de Vigilância em Saúde e de Gestão do Cuidado Ambulatorial, informa que nesta semana, de 21/02 a 25/02, as crianças de 5 a 11 anos poderão ser vacinadas nos seguintes locais: USF do Cidade Aracy (equipe 1), UBS da Redenção, UBS da Vila Isabel, UBS da Vila São José e UBS do Santa Felícia. O horário de vacinação é das 8h às 16h em qualquer uma das unidades.
A Trupe Clowns vai divertir a criançada na Fundação Pró-Memória neste sábado
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde, por meio dos departamentos de Vigilância em Saúde e de Gestão do Cuidado Ambulatorial, informa que neste sábado (19/02) vai ter plantão de vacinação contra a COVID-19 para adultos e crianças de 5 a 11 anos com ou sem comorbidades. No domingo (20/02) o plantão será realizado somente para adultos.
CRIANÇAS – O plantão das crianças será realizado no sábado (19/02) das 8h às 16h nas seguintes unidades: UBS do Cidade Aracy, UBS da Vila São José, UBS do Santa Felícia e na Fundação Pró-Memória.
Neste sábado (19/02) vai ter uma atração especial para a criançada que for se imunizar na Fundação Pró-Memória. A Trupe Clowns, formado por voluntários que atuam em hospitais infantis, vai divertir a criançada com muitas brincadeiras das 8h às 11h.
Os pais ou responsáveis devem levar documentos da criança, podendo ser o CPF ou Cartão Nacional de Saúde (CNS) para poder registrar a vacinação no sistema e RG ou Certidão de Nascimento.
No caso de crianças com comorbidades os pais ou responsáveis devem apresentar exames, receitas, relatório médico ou prescrição médica.
A Secretaria de Saúde recomenda o pré-cadastro no site www.vacinaja.sp.gov.br para a campanha infantil. O preenchimento do formulário digital é opcional e não é um agendamento, mas agiliza o atendimento nos postos, evitando filas e aglomerações.
TAMBAÚ/SP - A Coordenadoria Municipal de Saúde, através da UAC - Unidade de Avaliação e Controle informa que o AME de São João da Boa Vista está realizando exames de MAMOGRAFIA para mulheres de 50 a 69 anos de idade!
O Programa Mulheres de Peito foi criado em 2014 pela Secretaria de Estado de São Paulo, com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre a importância da realização do exame de mamografia para rastreamento e tratamento precoces do câncer de mama. A mamografia de rastreamento deve passar a fazer parte da rotina da vida das mulheres na faixa etária dos 50 aos 69 anos a casa 2 anos.
CHICAGO - Uma paciente norte-americana com leucemia se tornou a primeira mulher e a terceira pessoa a ser curada do HIV depois de receber um transplante de células-tronco de um doador que era naturalmente resistente ao vírus que causa a Aids, afirmaram pesquisadores nesta terça-feira, 15.
O caso de uma mulher de meia-idade, apresentado na Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas em Denver, também é o primeiro envolvendo sangue de cordão umbilical, uma nova abordagem que pode tornar o tratamento disponível para mais pessoas.
Desde que recebeu o sangue do cordão umbilical para tratar sua leucemia mieloide aguda --um câncer que começa nas células formadoras de sangue na medula óssea-- a mulher está em remissão e livre do vírus há 14 meses, sem a necessidade de tratamentos potentes para o HIV, conhecidos como terapia antirretroviral.
Os dois casos anteriores ocorreram em homens --um branco e um latino-- que receberam células-tronco adultas, que são mais frequentemente usadas em transplantes de medula óssea.
"Este é agora o terceiro relato de cura neste cenário, e o primeiro de uma mulher vivendo com HIV", disse Sharon Lewin, presidente eleita da Sociedade Internacional de Aids, em um comunicado
O caso faz parte de um estudo maior, apoiado pelos Estados Unidos, liderado pela Dra. Yvonne Bryson, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), e pela Dra. Deborah Persaud, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore. O objetivo é acompanhar 25 pessoas com HIV que se submetem a um transplante com células-tronco retiradas do sangue do cordão umbilical para o tratamento de câncer e outras doenças graves.
Os pacientes do estudo primeiro passam por quimioterapia para matar as células imunológicas cancerígenas. Os médicos então transplantam células-tronco de indivíduos com uma mutação genética específica na qual não possuem receptores usados pelo vírus para infectar células.
Os cientistas acreditam que esses indivíduos desenvolvem um sistema imunológico resistente ao HIV.
SÃO PAULO/SP - O diabetes é uma doença que requer muitos cuidados e tratamento contínuo. Mas, além dos medicamentos, alguns chás como os de canela, carqueja e pata-de-vaca, podem ajudar o organismo a combater esse mal e controlar a glicemia.
Apostar nos remédios naturais é sempre uma boa opção. Mas para que o efeito dos medicamentos e dos chás gerem uma melhoria nítida no funcionamento do corpo, também é preciso que o paciente diabético adote uma alimentação baseada em frutas, legumes e cereais ricos em fibras, e uma rotina diária de exercícios físicos
Mas antes de prosseguir é importante frisar que você deve sempre consultar seu médico antes de começar qualquer tratamento, seja ele com métodos naturais ou não. Alguns remédios naturais podem interferir na eficácia de outros medicamentos que você esteja tomando, portanto, conversar com o médico é sempre importante.
É importante ressaltar que os chás não devem de forma alguma substituir os medicamentos recomendados pelo seu médico especialista. Eles são indicados como um complemento ao tratamento.
O uso de chás medicinais no tratamento do Diabetes
No Brasil, é possível encontrar ervas e plantas medicinais com uma certa facilidade, então é comum nas famílias ter sempre alguém que recomenda aquele chazinho que vai fazer você se sentir melhor.
No caso do diabetes, é preciso escolher os chás que controlam a glicemia no sangue. Pensando nisso, nós preparamos uma listinha com algumas receitas que irão ajudá-lo. Confira a seguir como preparar 5 chás para controlar naturalmente a glicemia!
Chá de Canela
Estudos mostram que o consumo da canela em pó ou do chá de canela em pau ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue, adequando a glicose. Não é necessário o consumo diário, porque a substância continua fornecendo nutrientes ao corpo dias após o uso, mas é importante tomar o chá ao menos duas vezes na semana.
Modo de preparo:
Em uma panela, coloque a água e a canela em pau e leve ao fogo até ferver. Em seguida, tampe a panela e aguarde ficar morno para ingerir.
Chá de Carqueja
O chá de carqueja é um potente remédio para diminuir os níveis de glicose no sangue. Mas além desse benefício, ela também auxilia no tratamento de má digestão, gripe, azia, má circulação e até doenças mais graves, como anemia e gastroenterite.
Modo de preparo:
Em uma panela, coloque a água e a carqueja para ferver. Em seguida, deixe a mistura repousar por mais 10 minutos e coe antes de beber.
A recomendação é que o paciente diabético tome até 3 xícaras do chá de carqueja por dia, podendo ser pela manhã, a tarde e a noite.
Chá Mate
Popular nas praias cariocas e entre os gaúchos, o chá feito com a erva-mate inibe a produção de glicose no fígado do paciente diabético e diminui a absorção de glicose pelo intestino. Ele pode ser ingerido quente, frio e até com algumas pedras de gelo, se preferir.
Ingredientes:
Modo de preparo:
Em uma panela, coloque a água com a erva-mate e aguarde ferver. Em seguida, tampe a panela e deixe o chá descansar antes de coar e servir.
É recomendado o consumo de até 1 litro do chá mate por dia para pessoas com a doença.
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