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NOVA GUINÉ - Um tubarão considerado raro, que não era avistado desde 1970, voltou a ser registrado em Papua-Nova Guiné.

O primeiro exemplar da espécie, batizada “Gogolia filewoodi”, foi capturado por um pescador em julho de 1970, na baía de Astrolabe, próximo à foz do rio Gogol. Tratava-se de uma fêmea grávida com 74 centímetros.

Três anos depois, a espécie foi oficialmente registrada como um novo gênero, recebendo o nome em homenagem ao local da descoberta e ao cientista que a classificou, L. W. Fillewood.

No entanto, desde então, a espécie não havia sido vista novamente, mesmo após diversas pesquisas científicas na região.

Agora, um estudo publicado em 21 de agosto no Journal of Fish Biology revelou que, desde 2020, pescadores da província de Madang capturaram seis exemplares — cinco fêmeas e um macho.

Os animais foram documentados por um funcionário da World Wildlife Fund (WWF), que fotografou parte dos tubarões e confirmou a identidade da espécie. Assim como em 1970, todos foram capturados próximos à foz do rio Gogol.

Os cientistas acreditam que o habitat do tubarão pode se restringir a uma pequena área da baía de Astrolabe e destacam que já estão sendo iniciadas medidas de monitoramento para preservar “essa espécie única e rara”.

 

 

por Notícias ao Minuto Brasil

COSTA RICA - Um tubarão-lixa de quase dois metros e com uma coloração alaranjada incomum foi avistado na Costa Rica durante uma expedição de pesca organizada pela empresa turística Parismina Domus Dei.

O registro, feito em agosto do ano passado, ganhou novo destaque agora com a publicação de um estudo da Universidade Federal do Rio Grande, citado pelo Miami Herald, que explica a tonalidade peculiar do animal.

Segundo os pesquisadores, o tubarão apresenta xantismo, uma condição genética rara que provoca excesso de pigmentação amarela ou dourada em pele, escamas ou pelos, o que justifica a aparência alaranjada. Até então, o xantismo havia sido observado apenas em alguns peixes das Caraíbas, répteis e aves mas nunca em tubarões ou outros peixes cartilagíneos.

“A descoberta de um tubarão-lixa laranja levanta questões importantes sobre a genética e a adaptabilidade da espécie. Trata-se de um caso isolado ou de um sinal de tendência genética na população local?”, questiona o estudo.

Cientistas apontam que animais com xantismo costumam ter a sobrevivência dificultada, já que a coloração os torna mais visíveis a predadores e presas. No entanto, no caso deste tubarão que já alcançou quase dois metros  a condição não parece ter comprometido sua vida até agora.

Mais surpreendente ainda é que o animal também apresenta albinismo, outra condição genética caracterizada pela ausência de melanina, que costuma resultar em pele ou escamas esbranquiçadas, olhos claros e maior sensibilidade ao sol. Nas imagens registradas, é possível observar os olhos brancos do tubarão.

A combinação de xantismo e albinismo torna o caso único e impressionante. Em condições normais, tubarões-lixa adultos têm coloração marrom, que os ajuda a se camuflar nos recifes. Já a cor laranja chamativa, em tese, dificultaria tanto a caça quanto a proteção do animal mas este exemplar parece ter superado tais obstáculos, intrigando os cientistas sobre possíveis vantagens adaptativas dessa raridade genética.

 

por Notícias ao Minuto

COLÔMBIA - Uma espécie de tubarão com dentes chatos que viveu há milhões de anos foi identificada pela primeira vez no nordeste da Colômbia, a partir de numerosos fósseis, informou à AFP um dos pesquisadores responsáveis pela descoberta.

A espécie, batizada de ‘Strophodus rebecae’ foi encontrada no município de Zapatoca, departamento de Santander. Estudos revelam que viveu há 135 milhões de anos, media entre quatro e cinco metros e possuía dentes semelhantes a peças de dominó, que lhe serviam para esmagar o alimento, mais do que para cortar e rasgá-lo como os tubarões atuais, de dentes afiados, aponta a pesquisa.

Os paleontólogos Edwin Cadena, da Universidade do Rosario, e Jorge Carrillo, da Universidade de Zurique, Suíça, trabalharam por quase 10 anos naquela área para concretizar a descoberta.

“São muitos indivíduos, fósseis encontrados em diferentes pontos ao redor da área de Zapatoca, que, somados, estamos certos de que pertencem à mesma espécie”, disse Cadena. Além disso, trata-se do primeiro registro de um peixe da família Strophodus no hemisfério sul do planeta, conhecido então como Gondwana e que era formado por América do Sul, África, Austrália, Índia e Antártica.

“Existem registros do mesmo gênero na América do Norte e na Europa, principalmente na Alemanha e na Suíça, mas este é o primeiro registro que temos de todo esse grupo de tubarões para a parte sul do planeta”, explicou Cadena.

A descoberta permite estudar como era o ecossistema do mar cretáceo da Colômbia, os predadores e presas que o habitavam. “Esses tubarões certamente tiveram um papel ecológico importante, porque, com seus dentes, podiam esmagar presas como peixes, mas também invertebrados, e, por sua vez, servir de presas para grandes répteis que estavam nesse entorno, gerando um controle ecológico do ecossistema”, explicou Cadena.

Os fósseis estão na Universidade do Rosario, em Bogotá e fazem parte de sua coleção paleontológica, enquanto um museu é construído em Zapatoca com condições para exibi-los.

A revista científica “PeerJ” publicou a pesquisa colombiana.

 

 

AFP

ISTOÉ DINHEIRO

O peixe, ameaçado de extinção, foi encontrado em São Sebastião e doado a uma instituição local

 

SÃO SEBASTIÃO/SP - A Polícia Militar apreendeu, na última sexta-feira (28), um tubarão martelo que foi encontrado armazenado no freezer de um rancho, na cidade de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo.

A ação foi deflagrada pelo Policiamento Ostensivo Náutico, realizado por uma equipe da Companhia de Polícia Militar Ambiental Marítima (CiaMar), do 3°Batalhão de Polícia Ambiental.

Os militares estavam em patrulhamento pelo município quando, durante fiscalização em uma propriedade na praia do Toque Toque Grande, localizaram um tubarão martelo de 6 quilos.

O peixe consta na lista de animais ameaçados de extinção, sendo proibida a pesca. Ele estava descabeçado e foi doado ao Banco de Alimentos da Prefeitura Municipal de Caraguatatuba.

O proprietário do rancho onde o tubarão foi encontrado foi autuado por "armazenar espécimes proveniente da pesca proibida", com multa no valor de R$ 2.240,00 por crime ambiental.

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