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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - O Palmeiras não teve vida fácil, mas celebrou o seu aniversário de 109 anos com uma vitória. Atuando no Allianz Parque, o clube paulista superou o Vasco por 1 a 0, no domingo, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Raphael Veiga antou um golaço de falta para decidir o embate.

Com o resultado, o Verdão segue na perseguição ao Botafogo. O time está na vice-liderança, com 40 pontos, 11 a menos que o Fogão, que venceu o Bahia nesta tarde. Já o Cruzmaltino está em 18º, com 16. A primeira equipe fora da zona do rebaixamento é o Bahia, com 21.

O jogo desta noite, aliás, marcou a estreia do novo terceiro uniforme do Alviverde. A camisa, em cor verde-limão, faz homenagem a Terceira Academia, formada pelo elenco do técnico Abel Ferreira.

O Palmeiras volta as suas atenções agora para a Libertadores. O clube recebe o Deportivo Pereira, da Colômbia, na próxima quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), pelo jogo de volta das quartas de final. Na ida, os paulistas venceram por 4 a 0.

Já o próximo desafio pelo Brasileirão será no domingo, contra o Corinthians, às 16 horas, na Neo Química Arena, pela 22ª rodada. No mesmo dia, mas às 18h30, o Vasco visita o Bahia.

 

O jogo

Empurrado pela sua torcida, o Palmeiras começou o primeiro tempo em cima. Com apenas três minutos, Rony dominou na meia-lua, cortou a marcação e bateu com categoria para a difícil defesa de Léo Jardim. Nos minutos seguintes, os mandantes seguiram rondando a área adversária, mas encontraram dificuldades para achar espaços e levar perigo.

Com isso, o Vasco aproveitou para entrar no jogo e tentou se lançar ao campo ofensivo também. Aos 15, os visitantes até abriram o placar, porém o gol foi anulado pelo VAR, que flagrou impedimento de Vegetti. Em posição irregular, o atacante recebeu cruzamento na área e tentou de cabeça, por cima de Weverton. A zaga afastou e, no rebote, Paulinho estufou as redes.

O lance assustou o Verdão, que perdeu um pouco do seu ímpeto e só voltou ao ataque 10 minutos depois. Veiga disparou pela esquerda e cruzou para Artur, que fintou a marcação e deixou para Richard Rios. O volante chegou batendo de primeira e obrigou Léo Jardim a fazer bela intervenção.

A partir de então, o jogo ficou bem morno no Allianz Parque. A melhor chance saiu aos 47, quando Richard Rios aproveitou cobrança de escanteio de Veiga e cabeceou para fora.

 

2º tempo

Na volta do intervalo, o Palmeiras tentou retomar a sua pressão. Com apenas um minuto, Raphael Veiga dominou na intermediária e chutou firme para a defesa de Léo Jardim. Na sequência, Artur deu grande cruzamento para Rony, que apareceu sozinho na área, mas cabeceou fraco e facilitou a vida do goleiro.

Já aos 19 minutos, nada impediu o gol do Alviverde. Breno Lopes arrancou pela esquerda e foi derrubado no bico da grande área. Raphael Veiga foi para a cobrança da falta e marcou um golaço para abrir o placar. Na sequência, Breno Lopes teve uma boa chance de ampliar, mas pegou muito embaixo da bola e isolou.

A partir de então, o jogo ficou mais aberto. O Vasco tentou se lançar ao ataque. O time, porém, teve dificuldades para achar espaços na marcação palestrina. Os mandantes, por sua vez, buscavam explorar os contra-ataques. A equipe até teve ótimas chances, porém pecou nos passes.

Nos minutos finais, os cariocas até tentaram esboçar uma pressão. Contudo, nada foi suficiente para alterar o placar e impedir a vitória do Palmeiras no Allianz Parque.

 

 

Rodrigo Matuck / GAZETA ESPORTIVA

SÃO CARLOS/SP - A Comitiva Sancanejo e PC Eventos em parceria com Bar e Restaurante Don Ramon estão realizando uma campanha de arrecadação de brinquedos para doar no Dia das Crianças em São Carlos. Os brinquedos serão entregues para as crianças do bairro São Carlos 8. Doações podem ser feitas até o dia 10 de outubro, nos pontos de arrecadações (abaixo os locais).

A presidente da Comitiva, Renata Arabe, disse que em reunião com os administradores da Sancanejo, a pauta era realizar um evento para poder ajudar as crianças que não tem nenhum brinquedo e o dia das crianças não poderia passar desapercebido.

“Colocamos em pauta e foi aprovado por unanimidade, aí fomos atrás dos parceiros como Caio e o Robison do Bar Don Ramon que abraçou a causa de imediato e o nosso amigo Paulo da PC Eventos também não mediu esforços. Eu só tenho a agradecer a Todos” disse a presidente da Comitiva.

Além dos pontos de arrecadação de brinquedos será realizado um evento beneficente no dia 08 de outubro (domingo), no Bar e Restaurante Don Ramon, localizado na Avenida Francisco Pereira Lopes, 2635, Jardim Santa Paula. Muita música sertaneja, cervejas, refrigerantes, drinks e claro toda sua contribuição com apenas R$15,00 (entrada), será revertido para compra de brinquedos para as crianças. Ou seja, além de muito divertimento você estará ajudando a fazer uma criança feliz.

 

LOCAIS DE ARRECADAÇÃO DE BRINQUEDOS.

  • Rádio Sanca / Sincomercio: Rua Riachuelo, Nº 130 - Centro
  • Bar do Pedrinho: Av. Germano Fher Junior, Nº 210 - Jardim Ricetti
  • Yvonete Café: Rua Dona Elisa Botelho de Barros, Nº 237 - Vila Nery
  • Don Ramon: Av. Francisco Pereira Lopes, Nº 2635 - Jardim Santa Paula
  • Bar do Dalmir: Rua Conde do Pinhal, Nº 878
  • Tim Calçados: Avenida Sallum Nº 909, Vila Prado

 

Mais informações ligue 16 – 99607-4695

SÃO CARLOS/SP - Você quer aprender a fazer uma carne moída à parmegiana que é super saborosa e não pesa no bolso? Com essa receita fácil, rápida, e com poucos ingredientes, você aprenderá a fazer esse prato com uma carne moída suculenta, coberta com queijo derretido e um molho incrível! Confira a receita do Canal Isamara Amâncio, e faça a divina carne moída à parmegiana, vai fazer sucesso na sua mesa!

 

Como fazer carne moída à parmegiana

Para a receita de carne moída à parmegiana, com um preparo fácil, utilizaremos: batata, cebola, alho, sal, pimenta-do-reino, salsinha, cebolinha, requeijão cremoso, queijo muçarela ralado, molho de tomate, queijo muçarela fatiado e carne moída. Iniciaremos cozinhando a carne moída e a batata e iremos misturá-las, temperando bem. Na sequência, adicionaremos requeijão e muçarela ralada, dispondo numa assadeira que já esteja untada. Por cima, espalharemos molho, muçarela fatiada, mais molho e mais muçarela ralada, levando ao forno para assar durante 30 minutos. Pronto! Agora é só servir e se deliciar com essa fantástica carne moída à parmegiana!

Ingredientes da receita de carne moída à parmegiana

  • ½ colher (sopa) de sal
  • 150g de queijo muçarela ralada
  • 500g de carne moída
  • 2 dentes de alho picadinhos
  • 1 xícara (chá) de molho de tomate
  • 3 colheres (sopa) de cebolinha picadinha
  • 2 batatas médias
  • 3 colheres (sopa) de salsinha picadinha
  • ½ colher (chá) de pimenta-do-reino
  • 150g de queijo muçarela fatiado
  • ¼ xícara (chá) de requeijão cremoso
  • ½ cebola média picada

Modo de preparo

  1. Frite a carne moída em fogo mínimo, numa panela sem óleo, até soltar bem. Deixe reservada.
  2. Leve as batatas para cozinharem em água até amolecerem. Escoe a água e esprema as batatas.
  3. Misture as batatas espremidas com a carne moída, utilizando: cebola, alho, sal, pimenta-do-reino, salsinha e cebolinha para temperar.
  4. Acrescente o requeijão cremoso e ⅔ do queijo muçarela ralado, então mexa super bem até ficar uniforme.
  5. Unte uma assadeira e distribua a mistura, alisando bem.
  6. Cubra com metade do molho de tomate e depois com o queijo muçarela fatiado. Coloque o restante do molho de tomate e finalize com o queijo muçarela ralado.
  7. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C para assar por 30 meia hora.
  8. Sirva e aproveite sua apetitosa carne moída à parmegiana!

 

 

ANDRÉ HOLMO / RECEITA TODA HORA

BRASÍLIA/DF - A oposição ao governo federal criticou a fala do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que disse haver possibilidade e pressupostos legais para a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no caso das joias.

Especialistas em direito também consideram que o chefe da polícia errou ao avançar em sua fala. Apesar de não enxergarem ilícitos na conduta, apontam que o episódio abre margem para a politização do caso e para comprometer a isonomia da investigação.

Andrei Rodrigues declarou em entrevista ao UOL na sexta-feira (25) que não conhece os detalhes da investigação, mas que há a previsão legal para uma eventual prisão preventiva de Bolsonaro.

O diretor-geral afirmou que, dada a sua função, não participa dos trabalhos de investigação, acrescentando que essas atividades são feitas com responsabilidade, focada na qualidade da prova e dando autonomia para as equipes.

"O cenário é a lei, o que está no Código Penal, o que está no Código de Processo Penal, o que está na Constituição, que é a nossa lei maior. E dentro desse arcabouço jurídico legal, há sim a possibilidade de prisão, possibilidade de busca e apreensão, que temos feito várias. Não descartamos nenhuma das hipóteses", afirmou.

Andrei acrescenta a sequência, novamente, que não conhece os elementos que foram colhidos e que a prisão não é uma "vontade própria do investigador", exigindo o atendimentos aos requisitos legais.

"Há pressupostos legais. O que a equipe precisa se pautar, volto a insistir, é na responsabilidade e na qualidade da prova. Deve-se pautar pelo que está na lei e pelo que se está apurando. Se nessa conjunção de elementos se chegar a essa conclusão, que há obstrução, que há necessidade para a garantia da ordem pública, enfim, se os requisitos legais são atingidos, esse é um caminho e eu aqui falo hipoteticamente", completou.

A fala provocou a reação de aliados de Bolsonaro, que falam em aparelhamento da PF. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou a pedir a prisão do diretor-geral por abuso de autoridade.

"Não há motivos para pré-condenação de Bolsonaro em absolutamente nada do que está sendo acusado, pois sequer há crime. O chefe da PF dar esse tipo de declaração, além de parecer torcida de um cupincha do [ministro da Justiça] Flávio Dino, mostra que ele aparelhou uma respeitada corporação para perseguir adversários políticos. Quem tem que ser preso é ele por abuso de autoridade", afirmou à reportagem, por meio de nota.

Na mesma linha, o líder do PL no Senado, Rogério Marinho (RN) também apontou abuso de autoridade na fala do diretor-geral e disse ainda que há uma antecipação ilegal da conclusão da investigação.

"O agente do Estado que, na condição de diretor-geral da Polícia Federal, afirma que, com base na sua experiência e nas provas às quais teve acesso, existe indícios de corrupção, antecipa-se ilegalmente à conclusão das apurações e ofende gravemente o princípio republicano", afirmou.

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR), ex-juiz da Operação Lava Jato, também criticou Andrei Rodrigues e considerou a sua declaração inapropriada.

"Não vejo causa para uma prisão preventiva do ex-presidente Bolsonaro. Lula só foi preso após ter sido julgado. Também foi inapropriada a declaração do diretor da PF sobre o tema, já que a questão cabe aos delegados da investigação e não à direção da PF", afirmou o parlamentar.

Moro ainda lembrou o caso do ex-diretor da PF Fernando Segovia que foi demitido em 2018 após uma série de polêmicas, como ao afirmar em entrevista que havia uma tendência para que o inquérito contra o então presidente Michel Temer (MDB) fosse arquivado.

"Agora, é a mesma coisa só que de sinal trocado. A direção da PF precisa manter a institucionalidade."

O também senador Alessandro Vieira (MDB-SE), por outro lado, considerou que não há problemas na fala de Andrei Rodrigues, que teria tomado cuidado de deixar claro não ter acesso aos detalhes da investigação.

"As falas do diretor da PF foram todas no campo das possibilidades jurídicas, sempre com o cuidado de ressaltar o seu desconhecimento do conteúdo das investigações que envolvem o ex-presidente", afirma.

Procurada, a Polícia Federal informou em nota que os inquéritos são conduzidos pela equipe de investigação, seguindo a Constituição, a legislação penal e processual penal em vigor e os normativos internos.

"Qualquer eventual pedido de medida cautelar é de responsabilidade da equipe de investigação e sujeito aos pressupostos legais, conforme o diretor deixa claro durante a entrevista", afirma.

 

POLITIZAÇÃO DO CASO

Especialistas em direito indicam que não há irregularidades na fala de Andrei Rodrigues, mas consideram inadequada a sua postura relativa ao caso. Acrescentam que ela pode comprometer a isonomia da investigação, além de dar margem para a politização do caso.

O professor de direito e advogado Wagner Gundim afirma que o problema não está exatamente no que foi dito e sim em quem fez as declarações.

"Importante estabelecer que, até pelo contexto da matéria, ele foi ouvido como um especialista, tanto que a análise que ele faz do ponto de vista técnico é muito imparcial, ele fala em preencher os requisitos, deixa muito claro que não tem acesso a todos os documentos", afirma

"No entanto, o fato de a declaração ser constitucional, legal não significa que do ponto de vista moral e político não haja problema [...] o problema é que não dá para dissociar o especialista da função que ele exerce, um cargo de indicação, vinculado a Presidência da República. Acaba abrindo espaço para a politização", completa.

O advogado Arthur Rollo afirma que falas como a de Andrei Rodrigues podem reforçar o discurso bolsonarista de perseguição.

"Ele deveria ter parado [a resposta] lá no 'não conheço os autos'. Quando ele continua, acaba opinando numa coisa que ele não conhece. Ninguém deve falar numa coisa que a gente não conhece. Fizeram uma pergunta concreta. Ele responde 'em tese', mas fica impossível não desvincular do caso concreto."

Para Arthur Rollo, o chefe da política não tem que opinar, "até em respeito aos subordinados dele que estão atuando nos inquéritos". "Embora tenha falado 'em tese', tomados todos os cuidados, ele foi perguntado duma situação concreto. Imagina se sai um mandado na semana que vem", completa.

O advogado Renato Stanziola Vieira, presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, afirma que a posição de Rodrigues foi dentro do limite técnico.

"Eu acho que ele foi muito técnico, trabalhou com a hipótese não só de prisão como de outras medidas cautelares. Ele foi muito claro que tem que defender a Constituição e o Código Penal e mais de uma vez disse que não está à frente da investigação", afirma.

Vieira ainda acrescenta que Rodrigues também não disse em nenhum momento se os pressupostos foram atendidos e apenas teria explicado quais são.

 

 

por RENATO MACHADO / FOLHA DE S.PAULO

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