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Redação

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 Jornalista/Radialista

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CHINA - Ao longo dos anos, explosões locais repentinas de protestos foram desencadeadas no país por uma série de questões — da poluição tóxica à grilagem ilegal de terras, passando pelos maus-tratos de um membro da comunidade nas mãos da polícia.

Mas, desta vez, é diferente.

Há um assunto que não sai da cabeça do povo chinês, e muitos estão cada vez mais fartos dele — levando a uma reação generalizada contra as restrições rigorosas impostas pela política de covid zero do governo.

Isso se refletiu em moradores derrubando barreiras montadas para fazer cumprir o distanciamento social, e agora grandes protestos tomam as ruas e campi universitários de cidades em todo o país.

Por um lado, é difícil explicar o quão chocante é ouvir uma multidão em Xangai pedindo a renúncia do presidente chinês, Xi Jinping.

É extremamente perigoso aqui criticar publicamente o secretário-geral do Partido Comunista. Você corre o risco de ser preso.

No entanto, lá estavam eles na rua de Xangai (Wulumuqi Lu) que leva o nome da cidade de Xinjiang onde um incêndio matou 10 moradores — muitos acreditam que as restrições impostas pela política de covid-zero dificultaram o esforço de resgate.

Um manifestante grita: "Xi Jinping!"

E centenas respondem: "Renuncie!"

O grito de protesto então ecoa: "Xi Jinping! Renuncie! Xi Jinping! Renuncie!"

Também se ouvia o seguinte coro: "Partido Comunista! Renuncie! Partido Comunista! Renuncie!"

Para uma organização política cuja ambição maior é a permanência no poder, esse é o maior desafio possível.

O governo parece ter subestimado drasticamente o crescente descontentamento da população em relação à política de covid zero — intrinsecamente ligada a Xi Jinping, que recentemente prometeu que não haveria desvio da política.

Além disso, não há maneira fácil de sair da sinuca de bico em que o Partido parece ter se metido.

Eles tiveram três anos para se preparar para uma eventual reabertura, mas em vez de construir mais unidades de terapia intensiva (UTI) nos hospitais e enfatizar a necessidade de vacinação, investiram vastos recursos em testagem em massa, lockdowns e instalações de isolamento destinadas a vencer uma guerra contra um vírus que nunca vai embora.

 

 

- Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63779061

CHINA - As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta segunda-feira, 28, pressionadas pela aversão ao risco nos mercados por conta dos protestos na China contrários à rígida política de tolerância zero contra a covid-19, adotada pelo governo do presidente Xi Jinping. O episódio adiciona uma nova camada de incerteza quanto à economia do gigante asiático, que recentemente flertou com o relaxamento de restrições.

O índice Xangai Composto fechou em queda de 0,75%, a 3.078,55 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 0,51%, a 1.974,07 pontos. Já em Hong Kong, o Hang Seng teve baixa maior, de 1,57%, a 17.297,94 pontos, pressionado em especial por ações do setor imobiliário como a da Country Garden Holdings (-10,82%), que liderou as perdas. Papéis do setor de tecnologia, como JD.com (-4,33%), Alibaba (1,23%) e Baidu (-2,60%), também se destacaram negativamente.

Os protestos na China foram desencadeados por um incêndio com mortes em um apartamento na cidade de Urumqi, na região autônoma de Xinjiang, noroeste da China. Para os mercados, o episódio eleva os questionamentos acerca do futuro econômico do gigante asiático, cuja demanda interna têm sofrido por conta dos lockdowns. Para o Danske Bank, Pequim não deve recuar de sua estratégia antes de ter um programa de vacinação pronto, mas os protestos, caso cresçam, podem acelerar uma mudança para uma postura mais branda.

Em resposta aos protestos, autoridades chinesas relaxaram restrições nesta segunda em algumas regiões do país, mas reafirmaram o seu compromisso com a política de “covid-zero”. Especialistas ligados ao enfrentamento contra a doença nos EUA criticaram a postura de Pequim, considerando-a pouco transparente.

“Tentar prever com qualquer grau de certeza a reabertura, sem base ou histórico para seguir, parece um jogo perigoso no contexto dos protestos inquietantes e do desafio colossal que os líderes da China agora têm em suas mãos”, disse Stephen Innes, da SPI Asset Management, em um comentário.

Em outros mercados, o índice Nikkei, de Tóquio, recuou 0,42%, a 28.162,83 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi teve baixa de 1,21%, a 2.408,27 pontos. Já o taiwanês Taiex marcou perdas de 1,50%, a 14.556,87 pontos, e o australiano S&P/ASX 200 cedeu 0,42%, a 7.229,10 pontos. Com informações de Associated Press.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

KIEV - As autoridades ucranianas afirmaram nesta segunda-feira (28) que preveem uma nova onda de bombardeios por parte da Rússia esta semana, após os ataques contra infraestruturas críticas que provocaram cortes de água e de energia elétrica, inclusive na capital Kiev.

"É muito provável que o início da semana seja marcado por um ataque do tipo", declarou nesta segunda-feira a porta-voz do comando sul do exército ucraniano, Natalia Gumeniuk, antes de destacar que um navio russo com mísseis foi observado no Mar Negro.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, advertiu no domingo à noite que "a semana que começa pode ser tão difícil como a anterior", marcada por bombardeios em larga escala que provocaram grandes cortes de energia elétrica e água no momento em que o país registra temperaturas próximas de zero.

"Nossas forças estão se preparando. Todo o Estado está se preparando. Imaginamos todos os cenários, inclusive com os aliados ocidentais", acrescentou Zelensky, antes de pedir aos compatriotas que prestem atenção aos alertas antiaéreos.

Zelensky também destacou uma situação "muito difícil" na frente de batalha, em particular na região de Donetsk, leste do país, onde os combates se concentram desde a retirada das forças russas da região de Kherson (sul).

 

 

por AFP

Conheça os sintomas e o tratamento para as doenças inflamatórias intestinais mais comuns entre os brasileiros 

 

SÃO PAULO/SP - Mais de cinco milhões de pessoas são acometidas por doenças inflamatórias intestinais em todo o mundo. No Brasil, houve o aumento dos diagnósticos nos últimos anos, o que elevou as estatísticas do país para cem casos a cada cem mil habitantes. Os dados são do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS) e foram divulgados pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) neste ano. 

A situação acende o alerta para a necessidade de a população conhecer as doenças inflamatórias intestinais, seus sintomas e os fatores de risco. As informações contribuem para que as primeiras manifestações não sejam ignoradas e o diagnóstico possa ser dado ainda no estágio inicial, facilitando o tratamento e oferecendo mais qualidade de vida ao paciente. 

De acordo com informações do Ministério da Saúde, as doenças inflamatórias intestinais se caracterizam por uma série de sintomas que se manifestam, sobretudo, na região do cólon, parte do intestino responsável pela extração de água e sais minerais durante o processo de digestão. 

Dentre os principais sinais desse tipo de patologia estão cólicas, desconforto abdominal, dor, flatulência exagerada, alternância entre diarreia e prisão de ventre, sensação de barriga estufada e de esvaziamento incompleto do intestino. O Ministério da Saúde destaca que as manifestações podem ser mais intensas após a ingestão de cafeína, álcool e alimentos mais gordurosos. O cigarro também é responsável por intensificar o problema. 

Alternando períodos de manifestação clínica com ausência dos sintomas, no médio prazo o paciente pode ter falta de apetite, cansaço e perda de peso. O agravamento de uma doença inflamatória intestinal pode provocar, ainda, problemas como distensão abdominal, febre, anemia e até mesmo desnutrição.  

Ainda segundo o Ministério, três em cada dez pessoas diagnosticadas com doenças intestinais inflamatórias apresentam dor nas articulações, problemas na pele e lesões oftalmológicas. 

 

Acompanhamento médico ajuda na remissão dos sintomas 

Autoridades de saúde alertam para que o acompanhamento médico seja realizado a fim de evitar o agravamento do quadro. As doenças inflamatórias intestinais não têm cura, mas podem apresentar remissão dos sintomas quando tratadas. 

O médico gastroenterologista atua nos cuidados com todo o aparelho digestivo e poderá auxiliar no diagnóstico do paciente. Para isso, são realizados exames laboratoriais e endoscópicos. 

Já o coloproctologista é especializado em patologias que acometem o intestino. Ele é o profissional que acompanha o paciente após o diagnóstico de uma doença inflamatória intestinal.  

Neste caso, o tratamento pode incluir dieta, medicamentos, terapia biológica e, em alguns casos, cirurgia. O médico especialista na área de coloproctologia está apto para realizar o procedimento cirúrgico. Em situações emergenciais, o paciente também pode ser atendido pelo cirurgião-geral

 

Principais doenças 

Segundo a SBCP, a retocolite ulcerativa e a doença de Crohn estão entre as doenças inflamatórias intestinais com maior incidência na população brasileira. A principal diferença entre elas está nas regiões do trato intestinal que são afetadas. 

A retocolite ulcerativa atinge o cólon e o reto, localizados no intestino grosso. Essa inflamação se manifesta nas camadas mais internas — a mucosa e a submucosa. Já a doença de Crohn pode afetar todo o trato digestório, incluindo a passagem que o alimento faz durante o processo de digestão, da boca ao ânus.  

No quadro da doença de Crohn, há maior prevalência da inflamação nas regiões do cólon, do intestino delgado e perianal. Neste caso, não só a mucosa e a submucosa são afetadas, como também as camadas muscular e serosa do intestino. 

A retocolite ulcerativa, a doença de Crohn e outras inflamações intestinais são mais comuns em pessoas com faixa etária entre 15 e 40 anos. Diferentes causas podem contribuir para o aparecimento das patologias, como explica a SBPC. Dentre elas estão a hereditariedade, a alteração da flora intestinal, infecções, depressão e ansiedade.  

 

Prevenção 

A recomendação do Ministério da Saúde para prevenir esse tipo de enfermidade é manter hábitos saudáveis para o corpo e a mente. Isso inclui uma alimentação equilibrada, com baixo teor de gordura, a prática regular de exercícios físicos e a realização de psicoterapia e técnicas de relaxamento. Também é recomendável evitar bebidas alcoólicas e cigarro. 

Em caso de sintomas, as autoridades de saúde recomendam buscar o auxílio de um profissional. Quanto mais cedo o diagnóstico, menos invasivo será o tratamento, o que permite ao paciente levar uma vida normal, mantendo os cuidados necessários. 

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