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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Agenda segue até o fim do mês com atividades em diversos locais e campanha digital que ultrapassou 350 mil visualizações nas redes sociais

 

ARARAQUARA/SP - Durante o mês de março, em alusão ao Dia Internacional da Mulher, a Secretaria de Políticas para as Mulheres, em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos, estruturou uma agenda de ações voltadas à informação, conscientização e fortalecimento da rede de proteção às mulheres no município.

A subsecretária Joana Lessa explicou que a decisão foi não concentrar as atividades em eventos festivos, passeatas ou shows. “Entendemos que esse tipo de ação muitas vezes se torna apenas um evento simbólico que pouco contribui para enfrentar os problemas reais vividos pelas mulheres no dia a dia. Nosso objetivo foi realizar ações que de fato gerem conhecimento, orientação e fortalecimento da rede de apoio”, afirmou.

As iniciativas priorizaram os territórios com maior incidência de violência contra a mulher, com encontros e palestras educativas. Entre as ações já realizadas estão palestras em empresas e instituições de ensino, como a promovida na The Coca-Cola Company e na Universidade de Araraquara (UNIARA) para estudantes de Enfermagem. Também foram realizados momentos de formação para gestoras e equipes técnicas dos CRAS, fortalecendo a capacidade de acolhimento e encaminhamento das mulheres em situação de vulnerabilidade.

A programação segue até o final do mês, com atividades nos CRAS do Vale Verde e do Cecap, na Casa Afro, em Bueno de Andrada, no CREAS, na Santa Casa e junto aos profissionais da rede municipal de ensino da cidade. Além disso, estão previstos encontros com profissionais da área de saúde, e uma roda de conversa em parceria com a Unimed e a Drogaven, ampliando o acesso à informação e divulgando os serviços disponíveis no município.

Paralelamente às atividades presenciais, a Secretaria lançou uma campanha digital nas redes sociais, que incluiu um vídeo com experimento social sobre o sinal universal de socorro. O conteúdo ultrapassou 350 mil visualizações e mais de 2,5 mil compartilhamentos no Instagram, demonstrando o impacto e a relevância da iniciativa para ampliar o alcance da informação e fortalecer a rede de proteção.

A subsecretária concluiu ressaltando a proposta das ações: “Nosso intuito é formar uma corrente do bem, onde uma mulher informada possa orientar outras mulheres sobre seus direitos e sobre os serviços que o município oferece para protegê-las”.

Com essa programação contínua e integrada, a Secretaria reafirma seu compromisso em transformar informação em proteção, fortalecer vínculos comunitários e construir um futuro mais seguro e igualitário para todas as mulheres do município.

Entidades reúnem ativistas do movimento sindical e social para debater obra que denuncia genocídios patrocinados por Israel e condena atrelamento da mídia internacional aos interesses dos EUA

 

SÃO CARLOS/SP - O Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté e a Federação Estadual dos Metalúrgicos realizam na quinta-feira (19), às 19 horas, o lançamento do livro-reportagem “Guatemala e Palestina sob o tacão genocida de Israel – Uma história silenciada pela mídia hegemônica” (Editora Papiro, 126 páginas, R$ 35), do jornalista Leonardo Wexell Severo.

Em meio à guerra militar, de informações e fakes no Oriente Médio, o evento integra a agenda “Março de Luta e Solidariedade” e acontece na Sede do Sindicato dos Metalúrgicos, no Santa Felícia, com a presença do autor e a participação de várias categorias, e da comunidade.
A obra é resultado de uma extensa investigação baseada em documentos, relatos históricos e depoimentos, coletados ao longo de décadas de atuação profissional de Severo em mais de 20 países.

Membro do Sindicato dos Escritores de São Paulo, Severo teve contato com a prática dos agentes israelenses no país centro-americano em 2013 e 2024, e na Palestina, em 2000 – quando entrevistou o presidente Yasser Arafat - e 2015. “Nos dois países pude presenciar as atrocidades impostas aos seus povos pelos sionistas, sempre com a sustentação estadunidense. Somente na ditadura guatemalteca entre 1960 e 1996, oficialmente, foram 200 mil mortos e mais de 45 mil desaparecidos – cinco mil crianças. Um terrível banho de sangue”, denunciou.

De forma categórica, o autor descreve “o caráter manipulador dos grandes conglomerados midiáticos e a forma como falseiam a realidade, sempre procurando silenciar ou invisibilizar os fatos na tentativa de absolver os criminosos e transformar as vítimas em culpadas”. “Exatamente o mesmo que estamos vendo agora onde procuraram esconder a matança das 168 meninas e 14 professoras da escola por um bombardeio dos EUA-Israel”, acrescentou.

PELO DIREITO À VIDA
“Nosso compromisso é com a solidariedade, com a defesa da liberdade e a verdade, com o direito à vida”, afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Vanderlei Aparecido Strano, destacando a relevância da atividade “em um momento em que tentam calar o diálogo com bombas e destruição”. “Os povos do mundo estão se mobilizando e demonstrando que é necessário construir um caminho de paz para todos”, frisou.

Para o presidente da Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT, Erick Silva, “a iniciativa dialoga com a necessidade de envolver o conjunto da sociedade neste tema-chave que é a repulsa à covardia da guerra de Trump e Netanyahu, e a defesa intransigente da vida”. “Cidadania significa envolvimento, participação, compromisso com o interesse comum, o oposto ao da indústria armamentista”, enfatizou.

“PALESTINIZAÇÃO DO TERRITÓRIO MAIA”
Em sua apresentação do livro, o pesquisador do Escritório de Direitos Humanos da Arquidiocese da Guatemala, Raúl Nájera, recorda que “oficiosamente alguns militares falaram em Palestinização do território maia na Guatemala, pelo fato de grupos paramilitares israelenses comandarem suas práticas de assassinato massivo, racista e de desaparições forçadas”.

Como recorda o editor da Diálogos do Sul Global e veterano jornalista Paulo Cannabrava Filho, da histórica revista Cadernos do Terceiro  Mundo, há uma guerra sendo travada que não é só militar, “mas contra a memória, contra a soberania dos povos, contra o direito à autodeterminação”. “E essa guerra é midiática, cultural e simbólica. Por isso, livros como este são ferramentas de luta”, concluiu.

Dia 19 de março – (Quinta-feira) – 19 horas
Sede do Sindicato dos Metalúrgicos
Rua Luiz Procópio de Araújo Ferraz, 1001
Santa Felícia - São Carlos/SP

SÃO CARLOS/SP - A cidade de São Carlos já confirmou 180 casos de Dengue desde o início de 2026, de acordo com o mais recente levantamento da vigilância epidemiológica. Além disso, cinco notificações ainda estão em análise aguardando resultados laboratoriais, enquanto 48 suspeitas foram descartadas nesta semana.

Apesar do aumento de casos confirmados, a boa notícia é que não houve registro de óbitos relacionados à doença no município até agora. As equipes de saúde continuam acompanhando a evolução dos casos e orientando a população sobre medidas preventivas.

Outras doenças transmitidas pelo mosquito também são monitoradas. Em relação à Chikungunya, foram registradas 51 notificações suspeitas, mas todas foram descartadas após avaliação médica e exames.

No caso do Zika vírus, 50 ocorrências suspeitas foram notificadas ao longo do período, porém nenhuma delas teve confirmação laboratorial.

Já a Febre Amarela não apresentou qualquer registro de suspeita na cidade até o momento. A orientação das autoridades é que a população mantenha cuidados básicos, como eliminar água parada em quintais e recipientes, para evitar a reprodução do mosquito transmissor.

SÃO CARLOS/SP - Na manhã desta segunda-feira (16/03), a Polícia Militar, com apoio da Guarda Municipal e do Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal da Gestão da Cidade e Infraestrutura, realizou uma operação em depósitos de sucata em diferentes regiões de São Carlos. A ação foi definida pelo Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGI-M) e teve como objetivo coibir ilícitos penais e administrativos.

As equipes vistoriaram dois estabelecimentos que haviam sido alvo de denúncias de receptação de produtos e fiação furtada. Durante as inspeções, os militares verificaram a ficha criminal dos proprietários e a procedência dos materiais encontrados. Nenhuma irregularidade penal foi identificada.

O Departamento de Fiscalização analisou a documentação dos comércios. Dois estabelecimentos foram interditados na região dos bairros  Botafogo e Santa Teresa por ausência de Alvará de Licença, conforme informou o chefe de Fiscalização de Posturas, Marcelo Celenza.

O diretor do Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal da Gestão da Cidade e Infraestrutura, Rodolfo Penela, destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos municipais e a Polícia Militar. Segundo ele, a operação busca garantir que os estabelecimentos funcionem de forma adequada, preservando a segurança e a saúde pública. No total, dois estabelecimentos foram vistoriados e dois interditados.

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