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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O vereador Gustavo Pozzi reuniu-se com a dirigente de ensino, Débora Blanco e a professora Ana Paula para definir a programação do projeto Parlamento Jovem 2026. A 8° edição do projeto acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de agosto.

A importante parceria entre o Poder Legislativo de São Carlos e a Diretoria de Ensino - região de São Carlos, garante que o projeto tenha bom êxito, fazendo com que o projeto chegue em todas as escolas estaduais do município, tornando-o viável com grande participação dos estudantes.

De autoria dos vereadores Gustavo Pozzi e Paraná Filho, o projeto foi criado em 2018 com a finalidade dos estudantes vivenciarem uma jornada legislativa jovem, que muito se assemelha ao processo legislativo real. Os estudantes selecionados tomam posse como vereadores e vereadoras jovens e participam ativamente de todo o processo, dando voz às suas ideias, debatendo os projetos e também realizando o processo de votação.

Durante 3 dias de atividades legislativas, os 21 projetos selecionados são apresentados e debatidos. Os projetos poderão englobar sobre os seguintes temas: Cultura, Defesa das Pessoas com Deficiência, Defesa dos Direitos da Mulher, Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Minorias, Educação, Ciência e Tecnologia, Infância e Juventude, Meio Ambiente e desenvolvimento Sustentável, Saúde, Segurança Pública, Educação no Trânsito.

Esse ano acontecerá, ainda no primeiro semestre, uma formação de apresentação do projeto, além da explicação de todo o processo de criação de leis pelo poder legislativo da nossa cidade para todos os estudantes do ensino médio das escolas estaduais

“Mais um ano, o Parlamento Jovem Sãocarlense vai acontecer graças ao apoio da Unidade Regional de Ensino – regional São Carlos, na pessoa da dirigente Débora Gonzalez Costa Blanco, que abraçou a ideia junto com sua equipe, destacando também o interesse dos estudantes de ensino médio de vivenciarem na prática, o trabalho dos vereadores e vereadoras, elaborando projetos de leis e debatendo na Câmara Municipal temas de grande importância para o nosso município e, principalmente, para formação política dos jovens”, ressaltou Gustavo Pozzi, que é coordenador do projeto na Câmara Municipal.

SÃO CARLOS/SP - Pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) apresentaram novos esclarecimentos sobre um problema matemático fundamental presente em diferentes áreas da física, como eletrostática e elasticidade, num estudo que foi publicado na “Revista Brasileira de Ensino de Física”

O trabalho investiga a chamada estrutura distribucional de derivadas singulares, um conceito matemático utilizado para descrever fenômenos físicos que surgem como conseqüência de modelos idealizados: grandezas físicas nessas idealizações apresentam comportamentos descontínuo em pontos específicos do espaço — como ocorre no campo elétrico gerado por cargas pontuais.

Os pesquisadores analisaram derivadas associadas à função 1/r, que aparece com frequência em equações fundamentais da física. Essas derivadas podem apresentar singularidades, isto é, pontos onde os valores matemáticos se tornam indefinidos ou infinitos.

Para lidar com esse problema, os cientistas utilizaram ferramentas da teoria das distribuições, um ramo da matemática que permite tratar rigorosamente essas singularidades por meio de objetos como a “Delta de Dirac”, amplamente empregada em física teórica.

Segundo o estudo, é possível extrair de forma sistemática a parte singular dessas derivadas usando identidades vetoriais e técnicas matemáticas como integração por partes em regiões próximas à origem do sistema de coordenadas.

A pesquisa também revisita e demonstra resultados clássicos, como o laplaciano da função 1/r — uma expressão fundamental em equações que descrevem potenciais gravitacionais e elétricos.

Outro ponto central do artigo é a chamada identidade de Frahm, que ajuda a descrever matematicamente a estrutura dessas singularidades. A análise mostra que diferentes operadores diferenciais compartilham uma estrutura regularizante comum, revelando conexões profundas entre áreas distintas da física matemática.

Além da importância teórica, os resultados ajudam a tornar mais claros conceitos frequentemente utilizados no ensino e na pesquisa em física, especialmente em disciplinas como eletromagnetismo, mecânica dos meios contínuos e teoria de campos.

Os autores destacam que compreender com precisão essas estruturas matemáticas contribui para modelagens mais rigorosas de fenômenos físicos, incluindo problemas de elasticidade de materiais, campos eletromagnéticos e até estudos envolvendo condensados de Bose-Einstein com interações dipolares.

A pesquisa reforça o papel da matemática avançada como ferramenta essencial para explicar fenômenos fundamentais da natureza e também como base para o desenvolvimento de novas aplicações científicas e tecnológicas.

Este estudo é assinado pelos pesquisadores Pedro de Castro Diniz, Aristeu Lima e Emanuel Henn.

Confira o original deste estudo em -

https://www.scielo.br/j/rbef/a/NnNqvcqcB7fR3ZthKTvzJzL/?lang=pt

Oportunidade une capacitação e atividades práticas na maior empresa pública do país

 

BRASÍLIA/DF – As inscrições para o Programa Jovem Aprendiz dos Correios começam nesta segunda-feira (23). Ao todo, estão disponíveis 548 vagas (quadro de vagas), além de cadastro reserva, para todo o país. Podem se candidatar estudantes com idade entre 14 e 21 anos completos no ato da contratação, que estejam cursando, no mínimo, o 9º ano do Ensino Fundamental. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site dos Correios até o dia 11 de abril de 2026.

Do total de vagas ofertadas, 10% são destinadas a pessoas com deficiência, 25% a candidatos que se autodeclararem pretos ou pardos, 3% para indígenas e 2% para quilombolas.

O processo seletivo considerará critérios socioeconômicos informados no formulário de inscrição eletrônica, priorizando jovens em situação de vulnerabilidade social. A pontuação e demais regras estão detalhadas no edital.

A jornada de trabalho será de 20 horas semanais, distribuídas em quatro horas diárias, com atividades teóricas, realizadas em entidade qualificada em formação técnico-profissional, e práticas, desenvolvidas nos Correios. Os jovens aprendizes selecionados receberão salário-mínimo-hora, conforme o piso salarial de cada estado, além de vale-transporte, vale-refeição ou alimentação e uniforme.

Em 15 anos do programa, milhares de jovens tiveram a oportunidade de conquistar a primeira experiência profissional na maior empresa pública do país, com vivência prática aliada à capacitação e à preparação para o mercado de trabalho.

O processo seletivo terá validade de um ano, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. Todas as informações estão disponíveis no site dos Correios.
 

 

SÃO CARLOS/SP - Após pesquisadores do IFSC/USP e da Universitat Rovira i Virgili, na Espanha, terem desenvolvido em 2025 um sensor flexível capaz de detectar poluentes atmosféricos, especialmente o dióxido de nitrogênio (NO2), agora surgiu a oportunidade de se desenvolver um novo tipo de sensor capaz de identificar a presença de ozônio no ar com maior eficiência e estabilidade. A tecnologia pode contribuir para o monitoramento da qualidade do ar e para a prevenção de problemas ambientais e de saúde causados pela poluição atmosférica.

O docente e pesquisador do IFSC/USP, Prof. Dr. Valmor Roberto Mastelaro que coordenou este estudo publicado recentemente na revista científica “Chemosensors”, enfatiza o fato de que o ozônio presente na atmosfera em níveis elevados é considerado um poluente prejudicial. A exposição prolongada pode causar irritação nos olhos e nas vias respiratórias, além de agravar doenças pulmonares. Por isso, sistemas capazes de detectar pequenas quantidades desse gás são fundamentais para o controle da qualidade do ar em ambientes urbanos e industriais.

No estudo, os cientistas criaram um sensor formado por camadas de nanomateriais de óxido de grafeno reduzido (rGO) e óxido de zinco (ZnO) organizadas de forma estratégica. Essa estrutura funciona como uma espécie de “sanduíche” que protege um dos componentes mais sensíveis do dispositivo. Essa proteção evita que o material seja danificado pelo próprio ozônio durante a detecção, problema comum em sensores a base de rGO para detecção de O3.

Os testes mostraram que o dispositivo consegue detectar concentrações muito pequenas de ozônio no ar. Além disso, apresentou boa capacidade de distinguir esse gás de outros poluentes comuns, como monóxido de carbono, amônia e dióxido de nitrogênio.

Outro ponto positivo observado foi a estabilidade do sensor. Durante os experimentos, não foram identificados sinais de desgaste ou degradação do material, indicando que o método de fabricação adotado pode aumentar a durabilidade do equipamento.

Segundo os pesquisadores, a nova tecnologia pode ajudar no desenvolvimento de sistemas mais precisos de monitoramento ambiental. Sensores desse tipo podem ser utilizados em estações de medição da qualidade do ar, em áreas industriais ou até em dispositivos portáteis voltados ao controle da poluição.

O avanço também abre caminho para novas pesquisas que buscam tornar os sensores de gases cada vez mais sensíveis, confiáveis e acessíveis, ampliando as possibilidades de aplicação em diferentes setores.

Sobre esta pesquisa, o Prof. Dr. Valmor Mastelaro comenta que o sensor à base de ZnO-rGO-ZnO na estrutura de “sanduiche” foi desenvolvido para solucionar o problema da oxidação e degradação do rGO quando exposto ao gás ozônio, processo chamado de ozonolise. “Ao nosso conhecimento, apenas três sensores a base de rGO-ZnO para detecção de O3 foram reportados antes devido a esse problema da degradação do sensor, sendo dois deles do nosso grupo de pesquisa. Com isso, a metodologia desenvolvida abre caminho para a fabricação de novos sensores à base de óxidos metálicos e rGO para a detecção de O3, evitando o processo de ozonólise - reação com ozônio que quebra ligações duplas em moléculas orgânicas”, pontua o cientista.

Além do Prof. Dr. Valmor Mastelaro, assinam esta pesquisa os pesquisadores - Rayssa Silva Correia, Amanda Akemy Komorizono, Julia Coelho Tagliaferro e Natalia Candiani Simões Pessoa.

Esta pesquisa contou com o apoio da FAPESP.

Para conferir o estudo original, acesse – https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2026/03/chemosensors-14-00010-v2-valmor.pdf

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