Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, realiza entre os dias 21 e 24 de maio, o 5º Festival de Coros de São Carlos, evento que reunirá 30 grupos e 36 apresentações em diferentes espaços da cidade. A abertura oficial acontece nesta quinta-feira (21/05), às 19h30, no Teatro Municipal, e o encerramento será no domingo (24/05), pela manhã, na Igreja São Benedito.
Grande parte da programação será realizada no Centro de Eventos do Hotel The Hill Executive, na Rua Ray Wesley Herrick. Para facilitar o acesso do público, a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Mobilidade Urbana informou que o local já é atendido regularmente por linhas do transporte coletivo urbano.
As linhas 30 – Medeiros x Jóquei Clube e 43 – Jóquei Clube x Shopping possuem pontos de parada a cerca de 150 metros do espaço, garantindo deslocamento rápido e seguro para quem deseja acompanhar as apresentações. Durante o festival, os itinerários serão monitorados para avaliar a demanda de passageiros e realizar ajustes operacionais, caso necessário.
Segundo a diretora artística do evento, Flávia Bombonato, o número recorde de corais inscritos destaca a relevância de São Carlos como referência nacional e internacional na música coral. Já o secretário adjunto de Turismo, Hícaro Alonso, destacou que a edição contará com nova identidade visual e melhorias na ambientação dos espaços, proporcionando uma experiência mais acolhedora ao público.
Todas as apresentações são gratuitas. Confira a programação completa do 5º Festival de Coros de São Carlos:
21/05/2026 | 5ª FEIRA
19H30 - TEATRO MUNICIPAL "R. ALDERICO VIEIRA PERDIGÃO"
- Madrigal Guri São Carlos
- Coral Desafio - Apae São Carlos
- Coro de Matão
- Grupo Vozes Além do Olhar
- Coral Afro Soul Jazz
22/05/2026 | 6ª FEIRA
19H30 NO THE HILL CENTRO DE CONVENÇÕES
- 3 Atos em Cantos
- Madrigal Guri São Carlos
- Coral Dorothea Bená Ghirotti
- Coro São Carlos Clube
- Cite Vozes Educativa
- Madrigais: Røtas
- Coral Afro Soul Jazz
- Coro Paulista São Carlos
- Coral Acordes de Jerusalém
23/05/2026 | SÁBADO
16 HORAS NO THE HILL CENTRO DE CONVENÇÕES
1º BLOCO
- Onix Brasil Vocal Internacional
- Grupo Feminino Zênite
- Coral Pinhalense
- Coral Vozes do Tatuibi
- Musiarte - Colégio Progresso Araraquara
- Coro Municipal de Fernandópolis
23/05/2026 | SÁBADO
19 HORAS NO THE HILL CENTRO DE CONVENÇÕES
2º BLOCO
- Coro São Carlos Clube
- Onix Brasil Vocal Internacional
- Coral Pró Música
- Madrigais: Røtas
- Grupo Coro e Osso
- Coral Da USP São Carlos
- Coro Paulista São Carlos
24/05/2026 | DOMINGO
10 HORAS NA PARÓQUIA SÃO BENEDITO
- Vocal Ensaias
- Gruppo Itália Canta
- Coral Santa Cecília
- Coral Azul e Branco
- Grupo Vocal Bravo
- Coral da Vila
- Coral Estações
- Coral da UNESP
- Coral Jovem Adventista de São Carlos.
Com alta nas vendas no primeiro trimestre e novas operações, empreendimento avança impulsionado pelo potencial da cidade e pela qualificação do mix
SÃO CARLOS/SP - O Shopping São Carlos mantém, em 2026, uma trajetória consistente de crescimento e qualificação do seu mix de lojas. No primeiro trimestre do ano, o empreendimento registrou alta de 8,1% nas vendas em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho se mantém ao longo do período: somente em abril, o fluxo de visitantes cresceu 21,54%, acompanhado pelo aumento no tempo médio de permanência, indicadores que reforçam a solidez do desempenho e a atratividade do shopping para consumidores e novas operações.
O bom momento é acompanhado pela ampliação do portfólio de marcas. Já estão em funcionamento operações como a Natura, multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina, com mais de mil lojas e forte presença no varejo físico; a Nany De Paper, que se posiciona como uma loja versátil do ramo de papelaria e decoração; e o quiosque da Panini, que aproveita o clima de Copa do Mundo para atrair fãs de futebol e colecionadores, oferecendo não apenas produtos oficiais, mas também um ponto de encontro com espaço dedicado à troca de figurinhas, reforçando uma tradição que mobiliza públicos de diferentes idades.
O movimento de expansão segue com novidades no mix: a Arezzo passa a operar com um novo franqueado, enquanto as obras da Casa Bauducco, Gelato Borelli e da Unidas Locadora de Veículos estão em fase final e as inaugurações devem ocorrer nas próximas semanas, ampliando ainda mais a diversidade de operações do Shopping.
Esse avanço se apoia em um ciclo consistente de expansão observado ao longo de 2025, quando o empreendimento fortaleceu seu mix com a chegada de marcas como Gio Depilação a Laser, Além da Make, Super Store Cacau Show, Life by Vivara, Z Man, Shark Entertainment, Miss Acessórios, WePink, NXT, Touti Cosmetics, Crocase e Jah Açaí. Paralelamente, operações consolidadas como L’Occitane au Brésil, Kings Sneakers e O Boticário passaram por processos de revitalização, contribuindo para a qualificação da experiência oferecida ao público.
Empreendedores ampliam atuação e apostam no crescimento do Shopping
O movimento de expansão do Shopping São Carlos também é impulsionado por empreendedores que ampliam sua atuação no empreendimento, acompanhando o crescimento do fluxo e das oportunidades de negócio.
À frente da Nany De Paper, o empresário Carlos Eduardo Fermino destaca o crescimento da operação no Shopping São Carlos e os planos de expansão da marca. “A operação vem crescendo de forma consistente e sentimos a necessidade de um espaço maior, que permita ampliar o mix e oferecer uma experiência ainda mais completa ao cliente. Hoje seguimos com dois pontos de venda, mas o objetivo é avançar para uma loja mais ampla dentro do Shopping”, afirma.
Já o empresário Eduardo Agazarian, responsável pela operação da Arezzo, ressalta a trajetória construída no empreendimento e a confiança no seu potencial de crescimento. Presente no Shopping São Carlos desde a inauguração, com a Via Armênia, ele ampliou sua atuação ao longo dos anos com a operação da Democrata e, mais recentemente, ao assumir a Arezzo, consolidando três operações no empreendimento.
“Quando começamos, poucos lojistas acreditavam no potencial do Shopping, mas sempre confiamos nesse crescimento. Ao longo do tempo, construímos uma trajetória sólida, com muito trabalho e resultados consistentes. Assumir a operação da Arezzo em 2026 é um passo importante nessa história, foi um processo criterioso, e sermos escolhidos reforça a confiança no nosso trabalho e também no potencial do Shopping”, destaca.
Chegada da Bauducco
O desempenho do Shopping São Carlos também reflete o cenário positivo do município. No Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2025, São Carlos aparece na 6ª posição entre as cidades brasileiras com população entre 100 mil e 500 mil habitantes, com 68,71 pontos, um indicativo do potencial econômico e social que favorece o consumo e a atração de novas operações.
Nesse contexto, o movimento de expansão ganha ainda mais força com a inauguração da Casa Bauducco, que chega ao Shopping São Carlos trazendo um conceito inspirado nas tradicionais cafeterias italianas, com ambiente acolhedor, cafés especiais e produtos icônicos, como panetones doces e salgados disponíveis durante todo o ano.
A nova operação também simboliza a confiança de investidores. A unidade tem à frente o empresário Celso Valentin, da operação Beco da Torta, instalada no Shopping, e conta com a participação de Silvio Miranda como um dos investidores. O empresário, também já atua no Shopping com marcas como Divino Fogão, Subway e Jah Açaí e, com a nova loja, reforça sua presença no empreendimento. “O Shopping São Carlos é um ambiente que favorece o crescimento das operações. Já temos uma trajetória consolidada aqui, e a chegada da Casa Bauducco reforça nossa confiança no potencial do empreendimento e no perfil do público”, destaca Silvio Miranda.
Base sólida impulsiona crescimento
A combinação entre crescimento nas vendas e chegada de novas operações evidencia a atratividade do Shopping para o mercado. “O primeiro trimestre reforça que estamos em uma trajetória consistente de crescimento, com bons indicadores e um mix cada vez mais qualificado. A chegada de novas operações, como a Casa Bauducco, mostra que o Shopping continua sendo um ambiente atrativo para marcas e investidores”, conta Fábio Maria, gerente geral do Shopping São Carlos.
Para Paulo Muller, coordenador de Administração Geral do Grupo AD, os resultados são fruto de uma estratégia contínua de qualificação. “O Shopping São Carlos vive um momento de consolidação muito consistente, com crescimento sustentável e evolução na qualidade das operações. Esse avanço é resultado de uma gestão focada em eficiência, curadoria de marcas e experiência do cliente”, destaca.
O conjunto de resultados reforça o posicionamento do Shopping São Carlos como um dos principais polos de consumo da região, com perspectiva de continuidade no crescimento ao longo de 2026.
Sem ganho consistente de produtividade, migração do consumo para o digital pode acelerar, pressionar custos e reduzir renda variável no comércio presencial
SÃO CARLOS/SP - “A boa intenção, sozinha, não fecha o caixa no fim do mês.” A proposta de redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, combinada com a substituição da escala 6x1 pela 5x2, parte de um objetivo legítimo de ampliar o tempo livre do trabalhador e melhorar a qualidade de vida. O problema é que boas intenções não eliminam restrições econômicas. Quando se reduz a quantidade de horas trabalhadas sem redução proporcional de salários e encargos, o resultado tende a ser o aumento do custo do trabalho por hora efetivamente produzida.
Na visão da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio São Carlos), economias de alta produtividade e elevado capital por trabalhador conseguem absorver parte desse aumento com mais facilidade. O Brasil, porém, tem uma realidade diferente, marcada por produtividade relativamente baixa, forte presença de pequenas empresas, elevada carga tributária, juros historicamente altos e ampla informalidade. Nesse contexto, impor uma redução generalizada da jornada significa elevar custos de maneira estrutural justamente em setores intensivos em mão de obra, como o Comércio, os Serviços e o Turismo.
O efeito imediato tende a ser conhecido: empresas buscam compensar o aumento de custos por meio de reajustes de preços, redução de contratações, cortes de postos de trabalho, automação acelerada e revisão dos modelos operacionais. Em outras palavras, menos emprego formal, mais pressão inflacionária e desaceleração da atividade econômica.
Comércio físico sob pressão
No Comércio, os impactos podem ser ainda mais profundos. Diferentemente de setores industriais altamente automatizados, o varejo depende da presença humana contínua para operar. Uma loja aberta exige vendedores, operadores de caixa, estoquistas, seguranças, equipes de limpeza, supervisão e apoio operacional durante todo o horário de funcionamento.
Se o estabelecimento continuar funcionando o mesmo número de horas, mas os empregados puderem trabalhar menos horas semanais, a empresa precisará contratar mais pessoas para cobrir as escalas. Isso aumenta diretamente o custo operacional. Entretanto, em um ambiente de margens apertadas e concorrência intensa, especialmente após o crescimento do comércio eletrônico, muitas empresas não conseguirão ampliar seus quadros.
A tendência mais provável será outra. Redução das equipes presenciais, diminuição dos horários de funcionamento, aceleração da automação e transferência ainda maior das vendas para canais digitais. Esse ponto é particularmente sensível para os trabalhadores do comércio físico que recebem remuneração variável ou comissões sobre vendas. Grande parte dos vendedores de lojas físicas depende diretamente do fluxo de consumidores presenciais. A lógica também vale para as centenas de milhares de bares e restaurantes do País.
Serão milhões de trabalhadores dividindo um volume menor de comissões e gorjetas. Quanto menor o movimento nas lojas e nos estabelecimentos de alimentação, menor tende a ser a renda desses profissionais. A consequência potencialmente paradoxal é que uma medida criada para beneficiar o trabalhador pode acabar reduzindo a sua renda efetiva. Isso acontece porque o comércio eletrônico tende a absorver parcela crescente das vendas justamente por contar com estrutura operacional mais flexível, maior escala e menor dependência de mão de obra presencial.
Digitalização acelerada e reflexo econômico
Uma plataforma digital consegue vender 24 horas por dia para milhares de consumidores, de forma simultânea, com uma estrutura proporcionalmente muito menor do que uma rede de lojas físicas espalhadas pelo território. Se o custo da operação presencial subir significativamente, o incentivo econômico será o de reduzir presença física e ampliar o online.
O resultado pode ser uma transformação acelerada do mercado laboral no varejo, com menos vendedores em lojas físicas, menos postos presenciais e maior concentração das vendas em grandes plataformas digitais e marketplaces. Pequenos e médios lojistas, que já lidam com dificuldades para competir em preço e escala, podem ser os mais prejudicados.
Além disso, existe um efeito macroeconômico frequentemente ignorado nesse debate. Quando o custo do trabalho sobe de maneira artificial e disseminada, parte desse aumento é repassada aos preços. Isso alimenta a inflação, reduz o poder de compra da população e obriga a manutenção de juros mais altos por mais tempo.
Juros elevados desestimulam investimentos, consumo e expansão das empresas, criando um ciclo de crescimento mais fraco. Na avaliação da FecomercioSP e do Sincomercio São Carlos, há o risco de o Brasil tentar reduzir a jornada antes de elevar consistentemente a produtividade. O resultado pode ser um ambiente no qual o Brasil trabalhe menos sem ter enriquecido antes e, por consequência, consuma menos, invista menos e cresça menos.
A discussão sobre qualidade de vida é legítima e necessária. Mas mudanças estruturais no mercado de trabalho precisam considerar seus efeitos econômicos concretos. Caso contrário, o resultado pode ser justamente o oposto do pretendido, com menos oportunidades, menor renda real e aceleração do esvaziamento do emprego presencial e das comissões no comércio.
SÃO CARLOS/SP - Durante patrulhamento realizado na manhã de quarta-feira (20), guardas municipais abordaram um homem suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes na região da rodoviária de São Carlos.
A ação ocorreu por volta das 11h10 na Rua Capitão Alberto Mendes Júnior, no bairro Vila Costa do Sol, área apontada por moradores como alvo frequente de denúncias relacionadas ao comércio ilegal de drogas.
Segundo a GM, o suspeito, de 28 anos, foi abordado durante a operação preventiva. Com ele, os policiais encontraram 12 pedras aparentando ser crack, R$ 141,35 em dinheiro trocado, além de um telefone celular e um carregador.
Após a apreensão dos materiais, o indivíduo foi levado ao Centro de Polícia Judiciária para registro da ocorrência e demais providências da Polícia Civil.
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