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Redação

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 Jornalista/Radialista

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IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté realiza, no próximo dia 9 de setembro, às 19h, uma reunião empresarial voltada a representantes da indústria, comércio e setor de serviços do município.

O encontro contará com a participação do diretor regional da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Kléber Balestere e será uma oportunidade para aproximar o setor produtivo do município das iniciativas e programas oferecidos pelo Governo do Estado.

A reunião de trabalho terá como principais pautas o levantamento de oportunidades para o desenvolvimento econômico de Ibaté, a apresentação dos programas e ações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado, além do planejamento de ações futuras que possam contribuir para o crescimento e fortalecimento da economia local.

Durante o encontro, também serão ouvidas as principais demandas dos empresários, buscando identificar necessidades e oportunidades relacionadas à indústria, ao comércio e ao setor de serviços. A proposta é construir, de forma conjunta, ações que contribuam para a melhoria do ambiente de negócios, geração de oportunidades, fortalecimento das empresas e desenvolvimento econômico do município.

A Prefeitura reforça a importância da participação dos empresários, já que o diálogo direto com o setor produtivo é fundamental para conhecer a realidade local, levantar demandas e planejar iniciativas que atendam às necessidades de quem movimenta a economia de Ibaté.
Reunião Empresarial
? 9 de setembro (quarta-feira)
⏰ 19h
? Ibaté – SP
As inscrições podem ser realizadas pelo formulário disponível abaixo:

https://forms.gle/RCEm9gEw3kTd3fiJ9

BRASÍLIA/DF - Levantamento do Instituto Update sobre 12 candidaturas à Presidência da República mostra que propostas dirigidas às mulheres estão presentes em diferentes campos políticos e se concentram principalmente em quatro temas: violência, saúde e cuidado.

No entanto, tiveram menos espaço questões ligadas à participação política, à presença das mulheres nos espaços de poder, à segurança no ambiente público ou autonomia. 

“Os programas reconhecem problemas que afetam diretamente as mulheres, mas avançam menos quando se trata de incorporá-las como sujeitos de decisão e de pensar sua experiência cotidiana de forma mais ampla”, afirmou Carol Althaller, diretora executiva do Instituto Update.

A análise considerou apenas propostas explicitamente relacionadas às mulheres. Políticas universais de segurança, emprego, saúde, educação ou transporte não foram contabilizadas automaticamente como políticas para mulheres.

“Outro ponto importante é diferenciar a presença de um tema de uma proposta de fato estruturada. Em vários casos, há referências relevantes, mas com pouco detalhamento sobre implementação, metas, instrumentos ou articulação com políticas já existentes”, destacou a diretora executiva.

Participação política

A pesquisa concluiu que as mulheres aparecem mais como destinatárias de políticas do que participantes do poder. Na pesquisa Mulheres em Diálogo (2025), do Instituto Update, 72% das entrevistadas concordam plenamente com o aumento da representação feminina em cargos políticos.

Porém, apenas um candidato apresentou uma proposta específica sobre participação político-eleitoral feminina, incluindo combate à violência política de gênero, formação de candidatas e lideranças e regras relacionadas ao financiamento partidário. Uma das pautas com forte apoio entre as mulheres é uma das menos presentes nos programas presidenciais.

Se o critério for ampliado para a presença de mulheres em espaços de liderança e decisão, um segundo candidato passa a contemplar o quesito, com propostas de incentivo à liderança feminina e o compromisso de indicar mulheres para vagas disponíveis no Supremo Tribunal Federal.

“A segurança é um bom exemplo. Na pesquisa realizada este ano pelo Instituto Update e pelo Fogo Cruzado, 70% das mulheres concordam total ou parcialmente que mulheres têm melhores ideias e soluções para a segurança pública. O dado mostra que elas próprias reconhecem valor nas experiências e nas respostas formuladas por outras mulheres”, lembrou Carol.

Ela ressalta, no entanto, que há uma distância entre o reconhecimento que as mulheres têm da própria capacidade de formular soluções e o espaço que essa dimensão ocupa nos programas. 

Violência contra as mulheres

Nove dos 12 planos analisados - ou 75% - têm propostas explícitas sobre violência contra mulheres, feminicídio ou proteção às vítimas. Se o critério incluísse toda proposta sobre violência doméstica independentemente do recorte de gênero, seriam 10 de 12 planos.

Segundo a pesquisa, a violência contra mulheres é a agenda mais disseminada, ainda que as propostas para tratar do problema sejam diferentes. Elas incluem ampliação de redes de proteção e casas-abrigo; integração entre segurança, Justiça, saúde e assistência social; monitoramento eletrônico de agressores, medidas protetivas e endurecimento penal.

Para o instituto, os programas reconhecem amplamente a mulher como vítima da violência, mas ainda incorporam pouco a insegurança que restringe sua circulação e o uso da cidade. Quando os planos de governo são observados a partir dessa experiência, surge uma diferença relevante: apenas um candidato relaciona explicitamente a segurança das mulheres à mobilidade e ao transporte urbano.

A pesquisa Mulheres, Polícia e Facções (2026), feita pelo Instituto Update em parceria com o Instituto Fogo Cruzado, mostrou que 79% das mulheres sentem medo ao sair à noite, 59% já deixaram de frequentar determinados lugares por insegurança e 31,4% deixaram de utilizar algum meio de transporte pelo mesmo motivo. Para Carol Althaller, os resultados ajudam a ampliar a própria noção de segurança. 

“Nos grupos qualitativos da pesquisa, quando as mulheres falam sobre o tema, aparecem questões como iluminação, transporte, prevenção da violência de gênero, cuidado com áreas abandonadas e fortalecimento das redes comunitárias. Ou seja, entram dimensões do cotidiano que muitas vezes ficam fora de uma agenda centrada apenas em policiamento e punição”, disse. 

Autonomia econômica

A autonomia econômica aparece em mais da metade dos planos, mas não significa a mesma coisa para todos os candidatos. Sete dos 12 planos, ou 58%, apresentam propostas específicas relacionadas a trabalho, renda, crédito, empreendedorismo ou independência econômica das mulheres. Em 5 deles aparece também a igualdade salarial ou remuneratória entre homens e mulheres.

O tema encontra respaldo entre as próprias mulheres, segundo a pesquisa Mulheres em Diálogo (2025), cujos resultados mostraram que 94% das entrevistadas concordam que homens e mulheres devem receber o mesmo salário em cargos equivalentes.

Os planos, no entanto, mostram diferentes formas de compreender a autonomia. Em alguns programas, ela aparece associada a salário, direitos, proteção social, creches e políticas públicas. Em outros, ganha maior peso o acesso ao crédito, a educação financeira, o empreendedorismo e a construção de patrimônio. 

O Update concluiu que há, portanto, uma convergência em torno da ideia de autonomia das mulheres, mas uma disputa sobre os caminhos para atingi-la.

Políticas de cuidado

O levantamento mostrou ainda que 7 dos 12 planos, ou 58%, relacionam de maneira explícita creches ou políticas de cuidado à vida econômica e social das mulheres. Em alguns casos, o cuidado é tratado como infraestrutura pública capaz de liberar tempo das mulheres, ampliar sua participação no mercado de trabalho e reduzir desigualdades.

Em outros, aparece mais associado à maternidade, à proteção da família ou ao apoio às responsabilidades familiares. Há ainda programas que propõem ampliar serviços públicos de cuidado como forma de reduzir a sobrecarga doméstica das mulheres. 

De acordo com o instituto, o ponto de convergência é o reconhecimento de que o cuidado interfere diretamente na autonomia.

“A diferença está em quem deve assumir essa responsabilidade e qual deve ser o papel do Estado. Essa disputa de significado também ajuda a compreender por que uma mesma palavra pode aparecer em projetos políticos bastante distintos”, analisou o Update.

Brasília (DF), 31/08/2026 - Pesquisa analisa propostas dirigidas às mulheres em planos de governo. Foto: Instituto Update/Divulgação

Propostas dirigidas às mulheres em planos de governo. Foto: Instituto Update/Divulgação

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Encontro realizado nesta terça-feira (1º) reuniu representantes de órgãos públicos, instituições privadas e sociedade civil para definir ações prioritárias 

 

ARARAQUARA/SP - O Comitê Municipal de Enfrentamento à Crise Emocional e Prevenção do Suicídio realizou, nesta terça-feira (1º), sua primeira reunião de trabalho. O encontro contou com a participação de aproximadamente 30 representantes de diferentes órgãos públicos, instituições privadas, universidades e organizações da sociedade civil, reforçando o caráter intersetorial da iniciativa.

Instituído pela Prefeitura por meio da Portaria Municipal nº 30.696, de 11 de março de 2026, e com seus membros nomeados pela Portaria nº 30.948, de 29 de junho de 2026, o Comitê tem caráter permanente, consultivo e propositivo e busca integrar diferentes setores na construção de estratégias de promoção da saúde mental, prevenção das crises emocionais e enfrentamento ao suicídio no município.

A primeira reunião teve como objetivos promover a integração entre os membros, alinhar as atribuições e prioridades do Comitê, identificar os principais desafios da rede e organizar uma agenda inicial de trabalho.

Entre os pontos discutidos, os participantes identificaram a necessidade de aprimorar a notificação das situações relacionadas às tentativas de suicídio e às violências autoprovocadas. A avaliação é de que ainda existe subnotificação, o que dificulta a compreensão da dimensão real do problema e, consequentemente, o planejamento das políticas públicas.

Para a subsecretária de Atenção Especializada da Secretaria Municipal da Saúde, Celina Garrido, ampliar e qualificar as notificações não deve ser entendido apenas como uma obrigação administrativa, mas como uma ferramenta essencial para a prevenção. “Quando uma situação não é notificada, ela também deixa de aparecer adequadamente nos nossos indicadores. E aquilo que não conseguimos enxergar nos dados se torna muito mais difícil de enfrentar por meio das políticas públicas. A notificação permite conhecer quem são essas pessoas, em quais territórios estão, quais grupos apresentam maior vulnerabilidade e onde a rede precisa estar mais presente. Notificar é produzir informação para o cuidado, para a prevenção e para o planejamento das ações do município”, destacou.

Como encaminhamento, será elaborado um cronograma de capacitações para qualificação das notificações, envolvendo os diferentes pontos da rede. A proposta inclui também a aproximação com os ambulatórios-escola vinculados às universidades, além da qualificação dos profissionais da Educação e da Assistência Social, que possuem presença estratégica nos territórios e contato cotidiano com diferentes grupos da população.

Qualificação da escuta

Outro encaminhamento definido durante o encontro foi a realização de uma capacitação voltada à qualificação da escuta dos profissionais da rede. A atividade será organizada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV) e está prevista para outubro.

A iniciativa pretende ampliar a capacidade dos profissionais de reconhecer sinais de sofrimento emocional, realizar uma escuta acolhedora e saber como proceder diante de pessoas que apresentem sofrimento intenso ou risco relacionado ao suicídio.

O Comitê também deverá trabalhar na integração das diferentes políticas públicas e instituições, considerando que o enfrentamento à crise emocional e a prevenção do suicídio não se restringem aos serviços especializados de saúde mental. Educação, Assistência Social, Saúde, universidades, organizações da sociedade civil e demais serviços presentes nos territórios possuem papel fundamental na identificação precoce das situações de vulnerabilidade e na construção de uma rede de proteção.

Fluxo de atendimento

A próxima reunião do Comitê será realizada no dia 15 de setembro e terá como tema central a organização do fluxo de atendimento da rede municipal diante das situações de crise emocional e tentativas de suicídio. A proposta é discutir o papel de cada ponto da rede, as portas de entrada, os encaminhamentos, o atendimento às situações de urgência e emergência e a continuidade do cuidado após a crise.

A construção desse fluxo será uma das etapas para consolidar uma atuação integrada, na qual os diferentes serviços saibam identificar situações de risco, acolher, encaminhar e acompanhar cada pessoa de acordo com suas necessidades.

Com a realização periódica das reuniões e a organização de grupos e ações de trabalho, o Comitê pretende avançar na construção de uma política municipal permanente de enfrentamento à crise emocional e prevenção do suicídio, baseada na articulação da rede, na qualificação dos profissionais, na produção de informações e no fortalecimento das estratégias de prevenção.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Adriano Marinovic tomou posse nesta terça-feira (1º) na Câmara Municipal de São Carlos para um período de 31 dias, durante a licença do vereador Sérgio Rocha (PRD).

A posse foi conduzida pelo presidente da Câmara, Lucão Fernandes, que deu as boas-vindas ao novo parlamentar e destacou a importância da participação de todos os vereadores no trabalho do Legislativo.

Dr. Adriano Marinovic já inicia suas atividades parlamentares nesta terça-feira, participando de sua primeira Sessão Ordinária, marcada para as 15h, no Plenário da Câmara Municipal.

Durante o período em que permanecer na Casa de Leis, o novo vereador deverá acompanhar as discussões, apresentar propostas e contribuir com os debates e decisões de interesse da população de São Carlos.

A Câmara Municipal deseja ao vereador Adriano Marinovic um período de muito trabalho, diálogo e compromisso com a cidade.

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