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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - O Apple Upgrade, novo programa de leasing da Apple, permite assinar iPhones, Macs, iPads e Apple Watches nos EUA. Com preços de produtos em alta, devido à crise de chips de memória, a opção é uma forma de tornar os aparelhos mais acessíveis.

Clientes poderão contratar o leasing em lojas, pela internet e no aplicativo Apple Store. iPhones e Apple Watches terão contratos de 12 ou 24 meses, enquanto Macs e iPads poderão ser "alugados" por 24 ou 36 meses.

Plano mais barato para iPhone custa US$ 17,99 por mês. O antigo programa de troca de iPhones da Apple começava em cerca de US$ 42 mensais e permitia substituir o aparelho após 12 pagamentos.

A LISTA DE PREÇOS DE IPHONES

- iPhone 17e - a partir de US$ 17,99/mês (cerca de R$ 92)
- iPhone 17 - a partir de US$ 22,99/mês (cerca de R$ 118)
- iPhone Air - a partir de US$ 28,99/mês (cerca de R$ 148)
- iPhone 17 Pro - a partir de US$ 31,99/mês (cerca de R$ 164)
- iPhone 17 Pro Max - a partir de US$ 34,99/mês (cerca de R$ 179)

Apple substitui o programa anterior, restrito a iPhones, por uma opção que inclui mais produtos. Modelos mais baratos, como iPhone 16, MacBook Neo, iPad básico e Apple Watch SE, não participam da iniciativa.

No fim da assinatura, o contratante devolve o aparelho ou fica com ele, mediante o pagamento de uma taxa adicional. Outra opção é renovar o leasing é pegar um novo dispositivo.

ALTA DE PREÇOS PRESSIONA TROCA DE APARELHOS

Apple elevou em junho os preços de parte dos Macs e iPads devido à escassez de memória. A demanda por centros de dados contribui para a falta desses componentes.

Consumidores americanos também têm mantido celulares por mais tempo. Usuários ficam, em média, 22 meses com o aparelho nos EUA, apontou uma pesquisa da Reviews.org divulgada no ano passado.

Analistas esperam que a próxima geração de iPhones tenha preços maiores. Mike Howard, vice-presidente de da consultoria TechInsights, disse: "Devemos começar a pensar em um iPhone de US$ 1.500, em vez de um iPhone de US$ 1.000 ou US$ 1.200".

Programa estreia antes do lançamento esperado de novos iPhones em setembro. A Apple deve apresentar seu primeiro iPhone dobrável, que pode ser o smartphone mais caro da empresa.

 

 

por Folhapress

CHILE - A região de Atacama, no norte do Chile, registrou em quatro dias um volume de chuva equivalente ao que costuma cair em quatro anos, em um episódio considerado extremo por meteorologistas.

Atacama, onde fica o deserto mais árido do mundo, teve pontos com mais de 250 milímetros acumulados em quatro dias. O volume já supera marcas associadas a chuvas registradas em 2015 e 2017, quando a região teve entre 200 e 250 milímetros de chuva, de acordo com Emol e a ADN Radio.

Governo chileno decretou Estado de Exceção por Catástrofe na província de Huasco, uma das áreas mais afetadas. A medida foi tomada em meio ao sistema frontal que atinge grande parte do país, com Atacama entre as zonas mais castigadas, segundo a ADN Radio.

Especialistas apontam que o acumulado em poucos dias foge do padrão climático de uma região que normalmente recebe pouca chuva. Ao Diario de Atacama, o meteorologista Jaime Leyton afirmou: "Esta tempestade ainda não acabou e há lugares que já ultrapassaram os 250 milímetros em quatro dias. Uma estimativa da quantidade de precipitação aponta que 240 milímetros de chuva equivalem, praticamente, ao total de quatro anos de chuva na região, falando em termos de média".

Nas áreas do interior, como a pré-cordilheira e os vales, a situação tende a ser ainda mais intensa. Leyton disse que, nesses pontos, pode chover "o dobro ou quatro vezes" o volume de um ano, e resumiu: "Por isso, este evento foi categorizado como um evento extremo, completamente anômalo em relação às estatísticas disponíveis".

O risco de enxurradas e tempestades aumenta quando o solo deixa de conseguir absorver a água. Leyton explicou que a infiltração tem um limite e que o escoamento cresce depois disso: "Primeiro é preciso preencher a capacidade de retenção de água do solo e, só depois que essa capacidade é atingida, começa a se gerar o escoamento".

Comparações com 2015 e 2017 ajudam a dimensionar a preocupação com deslizamentos e corridas de lama. Naqueles episódios, as chuvas causaram inundações após acumulados entre 200 e 250 milímetros, patamar que o evento atual já teria ultrapassado, segundo especialistas ouvidos por Emol e pela ADN Radio.

 

 

por Folhapress

CANADÁ - A influenciadora canadense Rebecca Luna passou anos atribuindo os lapsos de memória ao TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade). Somente depois ela recebeu o diagnóstico de Alzheimer de início precoce, uma forma rara da doença que pode surgir antes dos 65 anos.

Com o rápido declínio cognitivo, Rebecca decidiu passar por um procedimento de morte assistida, autorizado no Canadá. Ela morreu no último sábado (25), aos 49 anos.

O caso chamou atenção para um tipo de Alzheimer que costuma trazer desafios adicionais justamente porque acomete pessoas ainda em idade produtiva e pode se manifestar de formas diferentes das observadas em idosos.

Um aspecto importante é que a perda de memória nem sempre é o primeiro sintoma.

"Enquanto o mais comum é a doença começar com falhas de memória, nas formas de início precoce ela pode se apresentar com alterações de linguagem, comportamento ou até da visão, porque outras áreas do cérebro podem ser afetadas antes da memória", afirma o neurologista Carlos Uribe, do Hospital Brasília, da Rede Américas.

Essa característica ajuda a explicar por que muitos pacientes passam meses ou até anos buscando outras explicações para os sintomas.

Em pessoas mais jovens, médicos e pacientes tendem a associar as dificuldades cognitivas ao excesso de trabalho, ao estresse, à ansiedade ou a transtornos psiquiátricos.

Antes de pensar em uma doença neurodegenerativa, é preciso descartar outras condições que também podem provocar alterações cognitivas, como depressão, tumores cerebrais, sangramentos e outras doenças potencialmente reversíveis.

"O que chama atenção é a persistência das queixas e o impacto que elas começam a provocar no dia a dia. Quando isso acontece, vale a pena fazer uma avaliação especializada", diz Uribe.

A gerontóloga Claudia Alves, especialista em pessoas com demência e criadora do perfil @obomdoalzeimer no Instagram, afirma que as alterações cerebrais começam muitos anos antes de os sintomas se tornarem evidentes.

"Quando aparecem sintomas como perda da memória recente, desorientação no tempo e no espaço e mudanças de humor, muita gente acredita que está no começo do Alzheimer porque acabou de receber o diagnóstico. Mas a doença pode estar se desenvolvendo há cinco, seis, sete ou até dez anos", afirma.

Alves diz que familiares têm papel importante na identificação das primeiras mudanças.

"A família precisa prestar atenção quando uma pessoa começa a apresentar comportamentos diferentes do seu padrão. Muitas vezes isso acaba sendo tratado como 'coisa da idade', mas envelhecer não significa mudar completamente de comportamento", afirma.

Embora existam casos hereditários, eles são considerados raros. Segundo Uribe, algumas famílias apresentam mutações genéticas que praticamente determinam o desenvolvimento da doença, geralmente entre os 40 e os 50 anos de idade.

Para a maioria das pessoas, porém, o diagnóstico depende de avaliação clínica e, quando necessário, de exames específicos capazes de identificar biomarcadores da doença.

"A investigação genética é indicada principalmente quando existem vários casos na família e eles começam em idade muito jovem. Nos casos que surgem após os 65 anos, essa causa genética é muito menos frequente", afirma.

Uribe diz que esses testes ganharam importância porque, pela primeira vez, existem medicamentos capazes de modificar a evolução do Alzheimer em pacientes selecionados.

"Hoje existem tratamentos que conseguem mudar o curso da doença. Eles ainda não representam uma cura, mas são um primeiro passo importante. O benefício é maior justamente quando o diagnóstico acontece nas fases iniciais, porque existe uma janela terapêutica", diz.

ESTILO DE VIDA E PREVENÇÃO

Enquanto o tratamento ainda não é capaz de interromper a progressão da doença, mudanças no estilo de vida continuam sendo uma das principais estratégias para preservar a autonomia por mais tempo.

Alves defende cinco medidas com maior respaldo científico: alimentação equilibrada, sono de qualidade, atividade física regular, estímulo cognitivo e manutenção da vida social.

"Esses hábitos ajudam a proteger o cérebro ao longo da vida e também podem contribuir para que pessoas que já apresentam um declínio cognitivo preservem a autonomia por mais tempo", diz;

Ela também ressalta que o diagnóstico não deve levar ao isolamento do paciente.

"Família e amigos precisam conhecer a doença para saber lidar com ela. A pessoa não deve ser excluída das atividades nem tratada como criança. Ela continua entendendo muita coisa e deve participar da vida social dentro das suas possibilidades", diz.

 

 

por Folhapress

EUA - Um adolescente de 19 anos declarou-se culpado pelo homicídio de uma mulher de 28 anos, que morreu durante um ato de abuso sexual, em Rutland, no estado norte-americano do Ohio, em março do ano passado. O jovem, que é membro da comunidade Amish, ofereceu-se não só para dar a notícia ao pai da vítima, como também para ajudar nos preparativos das cerimônias fúnebres.

Samuel Hochstetler foi condenado a uma pena que vai dos 25 anos à prisão perpétua, além de ter sido obrigado a registar-se como agressor violento e agressor sexual de Nível III, de acordo com um comunicado divulgado pelo Gabinete do Procurador do Condado de Meigs, na passada sexta-feira.

A mesma nota assinalou que o julgamento do adolescente, que ficou sem efeito com a admissão de culpa, começaria na segunda-feira seguinte, dia 27 de julho.

Segundo a acusação, Rosanna Kinsinger “morreu por asfixia posicional enquanto Hochstetler mantinha relações sexuais não consentidas com ela”. Nessa linha, “Hochstetler causou deliberadamente a morte de Rosanna Kinsinger enquanto cometia estupro”.

Em 12 de março de 2025, a jovem estava trabalhando com o adolescente e outras pessoas na construção de uma estufa, de acordo com a Court TV.

“O acusado e Rosanna não estavam namorando, não tinham um relacionamento, não estavam juntos, não se encontravam, nem mantinham uma relação sexual casual”, frisou o procurador James Stanley, que adiantou que, segundo testemunhas, Kinsinger não gostava particularmente de Hochstetler, pese embora o indivíduo estivesse “se comportando de uma forma que parecia estar se exibindo perante Rosanna ou tentando flertar com ela”.

Quando não apareceu no trabalho, amigos e vizinhos dirigiram-se à sua caravana, onde se depararam com uma cabra, que teria entrado pela porta dos fundos. Rosanna foi encontrada no quarto, nua, deitada de barriga para baixo e curvada sobre a cama. O adolescente assumiu, então, “a responsabilidade de ser quem iria dizer ao pai de Rosanna que ela tinha morrido”.

“O Ministério Público considera que, além de ter estuprado e assassinado Rosanna, talvez a coisa mais cruel que ele fez tenha acontecido a seguir, quando se ofereceu para ir à quinta dos Kinsinger para os ajudar nas tarefas e preparar o celeiro para o funeral dela. Não só ajudou, como foi um convidado bem-vindo na casa deles. E não foi apenas um convidado durante o dia; foi um convidado durante a noite e passou lá a noite de sexta-feira, a noite de sábado e a noite de domingo, depois de ter assassinado Rosanna. Os pais e irmãos de Rosanna não faziam ideia de que tinham acolhido o assassino dela na sua casa e de que ele esteve ali mesmo, com eles, durante todo o tempo em que choravam a sua perda”, afirmou.

Stanley detalhou que a jovem foi vítima de uma agressão sexual violenta, tendo morrido durante o ataque. “Acreditamos que as provas demonstram que o estuprador ou lhe prendeu o rosto nos cobertores ou lhe cobriu o rosto com os cobertores com tanta força que lhe deslocou a mandíbula inferior”, concretizou.

A defesa, por sua vez, argumentou que o asfixiamento foi o “resultado da sua falta de experiência”, sugerindo que se tratou de um acidente.

“Peço desculpa por tudo o que fiz. Quem me dera poder voltar àqueles dias e construir uma vida diferente. Não sei como expressar plenamente o quanto lamento tudo isto”, disse o adolescente, numa breve declaração diante do tribunal.

 

 

por Notícias ao Minuto Brasil

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