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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - A Universal Pictures divulga hoje um novo vídeo de bastidores de “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” (Hamnet), longa dirigido pela ganhadora do Oscar, Chloé Zhao (Nomadland) - e que saiu vitorioso do Globo de Ouro 2026 ao levar os prêmios de Melhor Filme de Drama Melhor Atriz de Drama, pela interpretação de Jessie Buckley. No conteúdo, Paul Mescal e Jessie Buckley – que também ganhou o Critics Choice Awards de melhor atriz – contam como foi contracenar juntos, e a diretora revela o processo de escolha dos atores.

“Nossa diretora de elenco quis testar a química entre Jessie e Paul. Em segredo, eu queria que ele conseguisse criar um espaço seguro para ela se entregar. A polaridade explodiu diante de mim. Foi muito sexy, e eu sabia que era a coisa certa a fazer”, afirma Chloé Zao.

Inspirado no premiado livro de Maggie O’Farrell, o filme foi o grande vencedor do Festival Internacional de Cinema de Toronto, pela escolha do público e é um dos favoritos na corrida de premiações após suas exibições internacionais. Além disso, foi o filme de encerramento do Festival do Rio de 2025, no Rio de Janeiro.

Com produção dos vencedores do Oscar Steven Spielberg e Sam Mendes, “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” (Hamnet) tem roteiro de Maggie O’Farrell e Chloé Zhao, também responsável pela direção. O longa traz no elenco Paul Mescal, de “Gladiador II”, e Jessie Buckley, de “Entre Mulheres”, em atuações aclamadas pela crítica internacional.

A trama acompanha Agnes (Jessie Buckley), esposa de William Shakespeare (Paul Mescal), enquanto enfrenta a dor da perda de seu filho, Hamnet. Emocionante e profundamente humano, o filme explora a força do luto e a capacidade de ressignificação, ao mesmo tempo em que revela o pano de fundo para a criação de “Hamlet”, a obra mais famosa do dramaturgo inglês.

Com distribuição da Universal PicturesHamnet: A Vida Antes de Hamlet” chega aos cinemas hoje, 15 de janeiro de 2026, também em versões acessíveis.

EUA - Nesta quarta-feira (14), a rede de TV norte-americana Fox News revelou que o governo dos Estados Unidos deve suspender os vistos para 75 países, incluindo o Brasil. A informação teria vindo de um memorando do Departamento de Estado enviado a funcionários consulares.

Segundo o documento, a suspensão acontecerá até que o departamento revise as diretrizes de visto vigentes. Os países da lista incluem Rússia, Brasil, Irã, Iraque, Egito, Nigéria, Tailândia, Somália e Iêmen.

Em entrevista à Fox News, Tommy Piggot, porta-voz do Departamento de Estado, disse que a medida visa “considerar inelegíveis potenciais imigrantes que se tornariam um fardo para os Estados Unidos e explorariam a generosidade do povo americano”, referindo-se a estrangeiros que poderiam depender do sistema de assistência social e benefícios públicos dos EUA.

No último dia 12, o perfil oficial no X do Departamento de Estado norte-americano comemorou a revogação pelo governo de Donald Trump de 100 mil vistos. Na publicação, o órgão diz que continuará deportando “criminosos para manter a América segura”.

Em novembro de 2025, o departamento já havia enviado comunicado a consulados em todo o mundo determinando regras mais rígidas de avaliação com base na cláusula de “encargo público” da legislação migratória. Na ocasião, os agentes foram orientados a negar vistos a candidatos levando em conta sua saúde (incluindo possibilidade de necessidade de cuidados médicos a longo prazo), idade, domínio do inglês e situação financeira.

De acordo com as normas, quem for mais velho, com sobrepeso ou que tenha histórico de uso de assistência financeira governamental também pode ter pedidos de visto americano negados.

A Embaixada dos EUA no Brasil ou o Itamaraty ainda não se pronunciaram sobre o assunto.

 

 

por Rafael Damas

EUA - O presidente do Al-Ittihad, Anmar Al Haili, revelou que Messi rejeitou uma proposta bilionária para defender o clube saudita. Em declarações repercutidas pelo jornal Marca, da Espanha, disse que chegou a oferecer um cheque em branco ao craque em 2023, quando ele estava de saída do PSG.

Ofereci a Messi 1,4 bilhão de euros, e ele rejeitou uma oferta tão alta pelo bem de sua família, apesar de tê-los convencido" — Anmar Al Haili.

Anmar Al Haili deixou claro mais uma vez que o dinheiro não seria um obstáculo para ver Messi com a camisa do Al-Ittihad,, e garante que Messi poderia escolher pessoalmente seu salário e a duração do contrato.

Se Messi aceitar assinar com o Al-Ittihad, eu lhe ofereceria um contrato onde ele poderia ganhar o quanto quiser, pelo tempo que quiser, até mesmo vitalício — Anmar Al Haili

Al Haili explicou que a oferta foi feita logo após o fim do contrato de Messi com o Paris Saint-Germain, em 2023. Apesar da recusa, o dirigente saudita deixou uma porta aberta: o Al-Ittihad continuaria interessado em Messi, segundo o dirigente.

- Sim, eu o contatei antes, quando seu contrato com o PSG terminou. Ofereci a ele 1,4 bilhão de euros. Ele rejeitou uma oferta tão alta pelo bem de sua família, mesmo eu tendo convencido a todos. No entanto, ele não hesitou em recusar, porque a família é mais importante que o dinheiro. Eu o respeito, e o Al Ittihad sempre o receberá de volta, ele pode vir quando quiser - declarou.

 

 

Por Redação do ge

IRÃ - A SpaceX, empresa de Elon Musk, passou a oferecer acesso gratuito à internet por meio do sistema de satélites Starlink no Irã. A informação foi divulgada por ativistas que atuam para manter a comunicação da população iraniana com o exterior após o bloqueio da internet imposto pelo governo.

Mehdi Yahyanejad, ativista iraniano radicado em Los Angeles e envolvido no envio de equipamentos ao país, afirmou à Associated Press que o serviço já está funcionando sem custo para os usuários. Segundo ele, testes foram realizados com terminais recém-ativados dentro do Irã, confirmando a liberação do acesso.

Outros ativistas também relataram nas redes sociais que a assinatura gratuita está operacional. Em comunicado, Yahyanejad declarou que o funcionamento pleno do serviço foi verificado em território iraniano, em meio às restrições impostas pelo governo local.

Atualmente, a Starlink tem sido uma das poucas alternativas para que iranianos consigam se comunicar com o exterior desde que as autoridades interromperam o acesso à internet na noite de quinta-feira passada. O bloqueio ocorreu após a intensificação dos protestos em várias regiões do país e o início de uma repressão violenta contra manifestantes.

A SpaceX não comentou oficialmente, até o momento, a liberação do serviço gratuito. No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretendia conversar com Elon Musk para discutir o reposicionamento de satélites Starlink com o objetivo de manter a internet ativa no Irã.

Com a internet fora do ar, a avaliação independente do alcance das manifestações se tornou mais difícil, embora moradores tenham conseguido retomar chamadas internacionais nos últimos dias.

O Irã vive uma onda de protestos desde 28 de dezembro, iniciada em Teerã por comerciantes e setores da economia afetados pela desvalorização do rial e pela inflação elevada. As manifestações se espalharam rapidamente para mais de 100 cidades. A inflação anual supera 42%, e, no último ano, a moeda iraniana perdeu cerca de 69% de seu valor frente ao dólar, em um cenário agravado por sanções impostas pelos Estados Unidos e pela ONU em razão do programa nuclear do país.

Embora o governo tenha reagido inicialmente com cautela, a repressão foi intensificada nas semanas seguintes. Manifestantes passaram a ser classificados pelas autoridades como terroristas ligados aos Estados Unidos e a Israel, e há relatos de condenações à morte de pessoas detidas durante os atos.

Segundo a Agência de Notícias dos Ativistas pelos Direitos Humanos, organização criada por iranianos no exílio, o número de mortos nos protestos já chega a pelo menos 2.571. Do total, 2.403 seriam manifestantes e 147 teriam ligação com o governo. A entidade informou ainda que ao menos 12 crianças morreram e que o número de presos ultrapassa 18.100.

 

 

 por Notícias ao Minuto

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