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Redação

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 Jornalista/Radialista

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CAMPINAS/SP - A Polícia Civil descobriu um laboratório de produção de drogas que funcionava numa casa em Campinas, no interior de São Paulo. O responsável pelo imóvel, um homem de 36 anos, e outros dois suspeitos foram presos em flagrante durante o cumprimento de mandados de busca expedidos pela Justiça.

De acordo com o boletim de ocorrência, a estrutura da casa era usada como laboratório caseiro para a fabricação de haxixe e extração de maconha. Logo à entrada do local, os agentes da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) encontraram o entorpecente moído e espalhado pelo chão da sala, além de diversos equipamentos de produção.

No interior da residência, os investigadores apreenderam 28 porções de haxixe embalado, cerca de 2,5 quilos, e aproximadamente 80,9 quilos de maconha moída. Foram ainda apreendidas 400 gramas de pastilhas para a diluição do produto e diversos utensílios, como moedores elétricos, masseira, liquidificadores, balança de precisão, peneira, potes de glucose, gabarito de madeira e um tubo de inox pressurizado.

A perícia técnico-científica foi acionada para inspecionar o local e recolher amostras dos materiais para exames laboratoriais. No imóvel, as equipes apreenderam também aparelhos eletrônicos, incluindo aparelhos celulares e um gravador digital.

Os suspeitos foram conduzidos à unidade policial da 1ª DIG, onde o caso foi registrado como tráfico de drogas, associação para o tráfico. A autoridade policial representou pela conversão das prisões em flagrante em preventivas, e os detidos permanecem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem.

ASSIS/SP - Mais de 320 quilos de crack e cocaína foram apreendidos em um imóvel na quinta-feira (15), em Assis, região de Presidente Prudente, interior de São Paulo. Um homem foi preso em flagrante durante a ação conjunta do Policiamento Rodoviário e da Força Tática do 32º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I).

A abordagem ocorreu após informações repassadas pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), da Polícia Federal. Com base nos dados, os policiais localizaram a caminhonete suspeita e realizaram a abordagem.

Em seguida, os militares, sentiram o odor de entorpecentes, o que motivou a realização de buscas em um imóvel nas proximidades.

No local, a equipe encontrou 110 tijolos de cocaína, somando 117,8 quilos, e 200 de crack, que pesou 205,9 quilos. Além das drogas, foram apreendidos a caminhonete, três celulares, dinheiro em espécie e dólares.

O homem foi preso em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Marília, onde permaneceu à disposição da Justiça.

SÃO CARLOS/SP - Quem gosta de frango crocante pode experimentar uma versão caseira inspirada nos empanados de redes de fast-food. A receita leva tiras de peito de frango envolvidas em uma crosta de Doritos triturado e acompanha um molho cremoso de queijo cheddar. A combinação é uma alternativa para servir em encontros com amigos, como petisco ou acompanhamento das refeições.

Ingredientes

Para o frango:

  • 2 peitos de frango

  • 210 g de Doritos

  • 2 ovos

  • 100 ml de leite

  • Farinha de trigo para empanar

  • Sal a gosto

  • Páprica defumada a gosto

  • Caldo de galinha em pó a gosto

  • Óleo suficiente para fritar

Para o molho cheddar:

  • 4 fatias de queijo cheddar

  • ½ caixinha de creme de leite

  • 2 colheres (sopa) bem cheias de requeijão sabor cheddar

Modo de preparo

1. Tempere o frango: corte os peitos em tiras e coloque em uma tigela. Acrescente sal, páprica defumada e caldo de galinha em pó. Misture bem e deixe marinar por 30 minutos para incorporar os temperos.

2. Prepare o empanado: passe as tiras de frango na farinha de trigo. Em seguida, triture o Doritos dentro da própria embalagem, até formar uma farofa grossa. Em uma tigela, bata os ovos com o leite e utilize essa mistura para umedecer as tiras antes de envolvê-las no Doritos triturado.

3. Frite as tiras: aqueça o óleo em uma panela e frite o frango em fogo médio, até que fique dourado e completamente cozido por dentro. Evite colocar muitas tiras de uma só vez para não reduzir demais a temperatura do óleo. Retire os pedaços e coloque sobre papel-toalha para absorver o excesso de gordura.

4. Faça o molho cheddar: em uma panela, misture o creme de leite, o requeijão sabor cheddar e as fatias de queijo. Leve ao fogo médio, mexendo continuamente até os ingredientes derreterem e formarem um molho cremoso. Não deixe ferver intensamente.

5. Sirva: transfira o frango para uma travessa e coloque o molho cheddar em um recipiente à parte. Sirva ainda quente para aproveitar a crocância do empanado e a cremosidade do queijo.

O resultado é um frango dourado, com cobertura crocante e sabor marcante, acompanhado de molho de cheddar. Uma receita fácil de preparar e ideal para variar o cardápio de petiscos em casa.

Elton Casagrande alerta para dificuldades na contratação de trabalhadores, reorganização das equipes e possíveis mudanças no funcionamento das lojas diante da redução da jornada de trabalho. 

 

SÃO CARLOS/SP - O fim da escala de trabalho 6x1 poderá provocar mudanças significativas na estrutura operacional e nos custos das empresas do comércio e do setor de serviços de São Carlos. A avaliação é do economista Elton Casagrande, do Núcleo Econômico da Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC), que analisou os impactos da mudança na jornada de trabalho, especialmente sobre os estabelecimentos que precisam manter atendimento durante seis ou mais dias da semana. 

A proposta de emenda à Constituição que substitui a escala de seis dias trabalhados por um de descanso pelo modelo de cinco dias de trabalho e dois de folga foi aprovada pelo Senado na quarta-feira (14). O texto prevê a redução gradual da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial, e aguardava promulgação nesta sexta-feira (16).  

Segundo Casagrande, a discussão não se limita à quantidade de dias trabalhados, mas envolve uma reformulação mais ampla da organização das empresas. Enquanto parte expressiva da indústria já opera com jornadas de cinco dias, o comércio e os serviços dependem de escalas diferenciadas, estabelecidas por contratos e convenções coletivas. Em São Carlos, essas relações também envolvem negociações entre as entidades sindicais patronais e dos trabalhadores. O economista explica que a substituição da escala 6x1 pela 5x2 exigirá uma revisão do dimensionamento das equipes. Empresas que precisam manter suas atividades durante seis dias poderão ter de contratar funcionários adicionais para cobrir os períodos de descanso, principalmente quando não houver possibilidade de redistribuir tarefas ou reorganizar os horários de atendimento. Ele observa que os dois dias de folga não precisam necessariamente ser consecutivos, conforme as condições previstas nas negociações trabalhistas. 

Contratação de funcionários preocupa o comércio 

Outro desafio apontado por Casagrande é a disponibilidade de mão de obra. Na avaliação do economista, o mercado de trabalho aquecido e as dificuldades para preencher determinadas vagas podem tornar a adaptação mais complexa. Ele também considera que fatores relacionados à qualificação profissional, à informalidade e à composição da renda dos trabalhadores influenciam as decisões de contratação e permanência no emprego. 

Além do número de funcionários, Casagrande destaca a importância da experiência profissional e da integração dos trabalhadores à cultura organizacional das empresas. Segundo ele, a contratação de novos empregados não garante, de forma imediata, a manutenção do mesmo padrão de atendimento e produtividade. O aprendizado das rotinas, o relacionamento com clientes e fornecedores e o conhecimento dos procedimentos internos exigem treinamento e tempo de adaptação. 

O economista também manifesta preocupação com a coincidência entre as mudanças trabalhistas e a implementação da reforma tributária. Para ele, os empresários enfrentam um cenário de incertezas ao precisar reorganizar simultaneamente os custos com pessoal, o planejamento fiscal e a estrutura de funcionamento dos negócios. Casagrande critica a velocidade dessas transformações e defende maior atenção às particularidades de cada atividade econômica. O principal contexto da incerteza corresponde a combinação da redução da jornada de trabalho — cuja votação segue para o Senado — com a nova sistemática da Reforma Tributária que pode causar um choque de custos insustentável para Micro e Pequenas Empresas (MPEs), justamente no momento em que a defasagem da tabela do Simples já eleva artificialmente a carga tributária. 

Comércio eletrônico pode ganhar espaço 

Na análise do integrante do Núcleo Econômico da ACISC, o aumento dos custos operacionais poderá acelerar a migração de determinadas atividades para o comércio eletrônico. Empresas que não conseguirem sustentar a estrutura de atendimento presencial poderão optar por reduzir horários, reorganizar equipes ou ampliar as vendas por plataformas digitais e marketplaces. O economista considera que pequenos negócios poderão enfrentar dificuldades maiores para absorver essas mudanças. 

Casagrande também alerta para o risco de concentração de mercado, caso empresas de menor porte tenham dificuldades para manter suas operações diante das novas exigências. Na avaliação dele, negócios com maior capacidade financeira e operacional poderão encontrar condições mais favoráveis de adaptação. O economista defende a valorização das negociações coletivas e questiona a adoção de regras uniformes para setores com realidades distintas. 

Apesar das preocupações apresentadas, a redução da jornada também é defendida por entidades de trabalhadores e especialistas como uma medida capaz de melhorar a qualidade de vida, diminuir o desgaste profissional e favorecer a produtividade.  

Em São Carlos, a adaptação à nova escala deverá exigir planejamento das empresas e diálogo entre empregadores e empregados, de modo a conciliar os direitos trabalhistas, a sustentabilidade dos negócios e a continuidade dos serviços prestados à população.

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