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Redação

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 Jornalista/Radialista

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AZERBAIJÃO - O GP do Azerbaijão da F1 será realizado, pela primeira vez, em um sábado. A corrida deste fim de semana teve sua data realocada para os dias 24 a 26 de setembro devido a um feriado local, celebrado há seis anos no país. Esta será a 63ª vez que uma prova é disputada no sábado, ao invés do tradicional dia de domingo.

A alteração no cronograma ocorre em respeito ao Anım Günü (Dia da Memória), feriado nacional celebrado no domingo, dia 27 de setembro. A data relembra os militares mortos durante a Segunda Guerra do Alto Carabaque, conflito que eclodiu entre o Azerbaijão e a Armênia em 2020.

Devido às homenagens pelo feriado local, a organização da prova e a F1 optaram por antecipar a corrida. Com a mudança, as atividades no traçado azeri começam já nesta quinta-feira com a disputa do primeiro treino livre a partir das 06h30 (horário de Brasília).

Nesta data, todo o país para ao meio dia para um minuto de silêncio, sucedido por buzinas dos barcos atracados no porto de Baku. As bandeiras nos edifícios oficiais ficam em meio mastro, enquanto a população participa de memoriais religiosos e visitam memoriais em lembrança aos militares mortos na guerra.

O conflito, que durou 44 dias, matou quase sete mil soldados do Azerbaijão e da Armênia; o número de vítimas fatais civis é de 170. Motivada por disputas territoriais e militares, a guerra ocorreu na região que batizou o confronto, o Alto Carabaque, na fronteira entre os dois países envolvidos. A primeira guerra se deu entre os anos de 1988 e 1994.

O GP do Azerbaijão será a 63ª corrida da F1 disputada em um sábado, ao invés do domingo. Será a primeira vez, no caso da etapa azeri; no entanto, isso já ocorreu com os GPs da Grã-Bretanha, Estados Unidos, as 500 Milhas de Indianápolis (que já contabilizaram pontos ao Mundial), Holanda, África do Sul, Canadá, Espanha, Arábia Saudita e Bahrein e Las Vegas - que promoveu etapas aos sábados na pista de Caesar's Palace e hoje faz o mesmo com o circuito de Las Vegas Strip, desde 2023.

Horários e onde assistir ao GP do Azerbaijão

Quinta-feira, 24 de setembro

05h30 - Treino livre 1

09h00 - Treino livre 2

 

Sexta-feira, 25 de setembro

05h30 - Treino livre 3

09h00 - Classificação

 

Sábado, 26 de setembro

08h00 - Corrida

 

 

Por Redação do ge

EUA - O evento mais recente da Apple, realizado em setembro, foi dedicado à apresentação do iPhone 18 Pro, do iPhone 18 Pro Max e do dobrável iPhone Duo. Mas a empresa pode ter mais uma novidade importante para revelar em breve.

Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a Apple deverá apresentar em outubro um novo dispositivo: uma tela inteligente que combina características do HomePod com funções do iPad.

De acordo com Gurman, o produto "reunirá todos os controles de dispositivos domésticos conectados, videochamadas, capacidades de intercomunicação e mídia". Ele também deverá oferecer acesso aos "serviços e aplicativos da Apple".

O jornalista afirma ainda que o equipamento virá com "um novo sistema operacional baseado na [nova assistente digital] Siri AI".

Apple pode lançar duas versões

Rumores indicam que a empresa vem testando o dispositivo na casa de funcionários e pretende lançar duas versões.

Uma delas poderia ser colocada sobre mesas ou balcões. A outra seria desenvolvida para ficar presa à parede.

Nos dois casos, a expectativa é de que o equipamento tenha uma tela quadrada e compacta.

Lançamento teria sido adiado por causa da Siri AI

As especulações também apontam que o produto estaria pronto há algum tempo, mas teria sofrido sucessivos adiamentos devido à demora no lançamento da nova geração da Siri com inteligência artificial.

Com a chegada da Siri AI junto ao iOS 27, a Apple consideraria que finalmente existem condições para colocar o novo dispositivo no mercado.

A disponibilidade, porém, pode variar conforme a região. A Siri AI ainda não foi lançada em mercados como União Europeia e China, o que pode afetar a chegada do produto a esses locais.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

EUA - A situação judicial da influenciadora e modelo Adva Lavie, de 29 anos, ganhou um novo capítulo nos Estados Unidos. Conhecida também como Mia Ventura, Shoshana e Shana, ela já responde a acusações de furtar pessoas que conhecia por meio de aplicativos de relacionamento e agora é investigada pela suspeita de ter dopado o ex-noivo, o empresário bilionário Stephen Cloobeck, de 64 anos, com cetamina.

A existência da nova investigação veio à tona por meio de um mandado de busca obtido pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) para examinar o celular da influenciadora. O documento foi revelado pelo "Los Angeles Times" e também obtido pela emissora ABC7.

No pedido judicial, a detetive Andrea Marsh, do LAPD, relatou que um investigador da polícia de Beverly Hills já acompanhava Lavie por outra razão.

"O detetive Steve Own conhecia Lavie porque ele próprio investigava se ela estava dopando seu noivo, Steve Cloobeck, com cetamina", diz o documento.

As autoridades não revelaram o que motivou inicialmente a suspeita, se houve exame toxicológico ou em quais circunstâncias a substância teria sido administrada. Lavie não foi acusada formalmente de dopar Cloobeck, e a apuração sobre o episódio continua em andamento.

Um advogado da influenciadora, Jeremy Lessen, afirmou ao "Los Angeles Times" que não poderia comentar a suspeita. A polícia de Beverly Hills também não apresentou detalhes sobre o caso.

Ex-noivo chegou a registrar ocorrência

Stephen Cloobeck, fundador da Diamond Resorts International e ex-candidato ao governo da Califórnia, chegou a registrar uma ocorrência junto à polícia de Beverly Hills, segundo uma fonte ouvida pelo jornal americano.

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O conteúdo completo desse registro não foi divulgado. Cloobeck e Lavie chegaram a ficar noivos, mas o relacionamento terminou enquanto a modelo já enfrentava problemas com a Justiça.

O empresário também se tornou personagem do processo criminal envolvendo a ex-noiva. Em maio, ele próprio foi acusado de tentar dissuadir testemunhas de depor e de assédio por ligações telefônicas. Cloobeck se declarou inocente, e seu advogado classificou as acusações como falsas.

Influencer é acusada de se aproximar de homens ricos para furtá-los

Os problemas de Lavie com a Justiça começaram antes da investigação envolvendo o bilionário.

Segundo a Promotoria do Condado de Los Angeles, entre 2023 e 2025, a influenciadora teria usado aplicativos de relacionamento para criar vínculos com homens mais velhos e ricos, além de algumas mulheres mais jovens, em áreas como Beverly Hills, West Hollywood, Los Angeles e Westlake Village.

A acusação sustenta que Lavie se apresentava como namorada ou acompanhante de viagem, conquistava a confiança das pessoas e, depois de conseguir acesso às residências, teria levado dinheiro, ouro e artigos de luxo.

O promotor Nathan Hochman afirmou que o caso envolve uma suposta exploração da "confiança construída por meio de relacionamentos online". Lavie nega as acusações.

Ela responde a seis acusações criminais no Condado de Los Angeles: duas por uso não autorizado de informações pessoais, duas por furto qualificado e duas por invasão residencial, sendo uma delas com uma pessoa presente no imóvel.

Lavie se declarou inocente. Caso seja condenada em todas essas acusações, pode receber uma pena superior a 11 anos de prisão.

Rolex e produtos Louis Vuitton estão em outra investigação

Enquanto respondia ao processo em liberdade, usando tornozeleira eletrônica, Lavie voltou a ser presa em julho.

Nesse segundo caso, investigadores de Riverside afirmam que ela teria furtado objetos de um homem durante o festival Coachella, em 2025. Entre os itens estavam um relógio Rolex avaliado em US$ 8,6 mil, óculos e um porta-cartões da Louis Vuitton, além de dinheiro.

Segundo a CBS Los Angeles, os objetos teriam valor total superior a US$ 11 mil. A polícia de Indio afirmou que imagens de segurança mostrariam Lavie entrando no veículo da vítima depois de uma discussão relacionada a uma pulseira de acesso ao festival.

O mandado que revelou a investigação sobre a possível dopagem de Cloobeck também traz outro detalhe: quando um policial de Beverly Hills encontrou Lavie em um restaurante, ela aparentemente não estava usando a tornozeleira determinada pela Justiça.

Os policiais verificaram que o dispositivo eletrônico indicava que ela estaria em um hotel próximo, enquanto a influenciadora estava no restaurante. Ela acabou sendo presa novamente.

Processo chegou a ser suspenso por avaliação sobre saúde mental
Em agosto, a defesa de Lavie pediu que ela fosse encaminhada para um programa de tratamento de saúde mental em vez de continuar respondendo ao processo pela via criminal tradicional. O pedido foi rejeitado por um juiz de Los Angeles.

Dias depois, o processo foi temporariamente suspenso após a defesa levantar dúvidas sobre a capacidade mental da influenciadora para acompanhar o próprio julgamento. A Justiça determinou que a questão fosse avaliada antes da continuidade da ação criminal.

As investigações sobre os supostos furtos e sobre a possível dopagem de Stephen Cloobeck são distintas. Até o momento, Lavie não foi denunciada criminalmente pela suspeita envolvendo cetamina.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

ALEMANHA - Um importante assessor do presidente russo, Vladimir Putin, sugeriu em uma postagem estar pronto para trabalhar em conjunto com o partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha, AfD na sigla germânica.

No último domingo (20), a agremiação foi a mais votada novamente em uma eleição estadual, embora não tenha obtido maioria para formar um governo em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental.

No estado fica o terminal alemão do sistema de gasodutos Nord Stream, projeto que simbolizava a parceria energética entre Berlim e Moscou nos anos 2010. Em 2022, parte da obra foi explodida em um ato de sabotagem submarina que a Alemanha atribui a ucranianos -Kiev nega.

O estado "irá prosperar de novo quando o gás confiável e acessível do Nord Stream voltar por meio do trabalho conjunto com a AfD", escreveu Kirill Dmitriev, o "czar dos investimentos" do governo russo e ponto de contato com negociadores americanos para a Guerra na Ucrânia.

Dmitriev postou a mensagem no sábado (19), e por evidente mesmo que ganhasse controle do estado a AfD não poderia retomar a relação com a Rússia de forma unilateral. Seja como for, a sugestão de parceria insinua a atenção do Kremlin aos movimentos  políticos na Europa.

Política

A AfD é crítica do apoio ocidental a Kiev e já defendeu a retomada de relações com Putin. Nesta segunda (20), o Kremlin disse que sua vitória estadual reflete exatamente a alta no preço da energia após o rompimento da relação econômica com os russos.

Por outro lado, o governo russo criticou outro expoente da extrema direita nacionalista europeia, a Reunião Nacional da francesa Marine Le Pen. No fim de semana, ela e o colega Jordan Bardella criticaram a Rússia por ter tomado ativos da empresa Nestlé e prometeram defender a França de "intimidações estrangeiras".

Aqui o cálculo é eleitoral. Le Pen chega forte para a eleição presidencial do próximo ano e procura se mostrar menos próxima de Putin do que suas posições anteriores sugeriam. Para o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, a crítica é injusta e a Rússia "não é ameaça" aos franceses.

RÚSSIA DECRETA TOQUE DE RECOLHER EM FRONTEIRA

Em outra frente de atrito com os europeus, o governo russo determinou o toque de recolher em uma faixa sensível da fronteira com a Estônia por dez dias, alimentando rumores de que poderia estar planejando algum tipo de ação militar contra o vizinho integrante da aliança militar Otan.

Não há sinais, contudo, de mobilização de forças de forma ostensiva. Segundo um observador próximo do Kremlin disse à Folha, a medida é mais uma etapa da guerra de nervos entre Putin e a Europa, enquanto a violência corre solta no conflito na Ucrânia.

Segundo determinação do FSB (Serviço Federal de Segurança, na sigla russa), uma faixa de 5 km não pode ter circulação de pessoas e veículos à noite. A navegação pelo reservatório e pelo rio ao sul desta faixa tem de ser feita de forma monitorada.

A região fica ao lado de Narva, cidade estoniana na fronteira que virou um ponto simbólico da disputa entre a Rússia e a ex-república soviética tornada independente em 1991.

Quase 90% da população de Narva é de origem étnica russa, o que leva políticos em Moscou a sempre ventilar sua retomada. De seu lado do rio homônimo que divide a fronteira, os estonianos plantaram bandeiras nacionais, da Otan e da Ucrânia para desafiar os vizinhos.

Ainda mais importante, perto de lá fica a única fábrica de imãs produzidos com terras raras da Europa.

Segundo o serviço fronteiriço da Estônia, a situação na região "está calma, mas segue sob vigilância" no período da medida, que acaba no sábado (26). O FSB alega que a medida foi necessária para controlar movimentos migratórios ilegais.

Os três Estados Bálticos são vistos como os mais expostos na hipótese de uma agressão russa, com uma geografia que dificultaria sua defesa e suprimento em caso de conflito.

Putin e outras autoridades negam reiteradamente que tenham qualquer interesse em uma guerra com a Europa, e dizem que os diversos incidentes atribuídos a Moscou de guerra híbrida no continente, como o emprego de drones ou ataques cibernéticos, são plantados para estimular a russofobia.

 

 

por Folhapress

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