Intervenção será necessária para execução de fundações do viaduto que será construído no local
SANTA MARIA DA SERRA/SP - A Eixo SP Concessionária de Rodovias implantará, nesta sexta-feira (27), um desvio temporário no km 226 da SP 304 - Rodovia Geraldo de Barros, em Santa Maria da Serra, para dar continuidade às obras de duplicação da via. A medida será necessária para a execução das fundações do viaduto que será construído no local.
Portanto, o trânsito que segue no sentido Torrinha será direcionado para a pista contrária por alguns metros, retornando ao sentido normal de direção logo em seguida. Essa mudança tem como finalidade garantir a segurança das equipes e do fluxo de veículos durante a obra.
O desvio estará em vigor até 4 de maio. Durante esse período, a concessionária reforça a importância de os condutores redobrarem a atenção à sinalização no local e reduzirem a velocidade ao se aproximarem do trecho, garantindo a segurança de todos.
BRASÍLIA/DF - Um quarto das estudantes adolescentes do Brasil já sofreu alguma situação de violência sexual, incluindo toques, beijos ou exposição de partes íntimas sem consentimento.
O alerta faz parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSe), divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram entrevistados 118.099 adolescentes de 13 a 17 anos, que frequentavam 4.167 escolas públicas e privadas de todo o Brasil em 2024.
Em relação a 2019, último ano em que a pesquisa foi feita, o percentual de meninas que relataram essas violências nas respostas aumentou 5,9 pontos percentuais.
O IBGE destaca ainda que 11,7% das estudantes entrevistadas contaram que foram forçadas ou intimidadas para se submeterem a relações sexuais. Nesse caso, o aumento em relação a 2019 foi de 2,9 pontos percentuais.
Apesar da proporção de meninas violentadas ser, em média, o dobro da de meninos, estudantes de ambos os gêneros relataram situações de abuso, somando mais de 2,2 milhões de vítimas de assédio e 1,1 milhão de relações forçadas.
Apesar de ações enquadradas nas duas categorias serem tipificadas como estupro pela lei brasileira, o IBGE optou por dividi-las em duas perguntas para facilitar a compreensão dos adolescentes durante as entrevistas.
“Esse tipo de violência nem sempre é identificado pela vítima, seja por falta de conhecimento em razão da idade, no caso de menores, seja por aspectos sociais e culturais. Nesse sentido, a identificação dos diversos atos que caracterizam a violência sexual, por um lado, consiste numa estratégia metodológica que facilita a identificação da violência; por outro, possibilita a caracterização da violência em escalas de gravidade”
Outro destaque da pesquisa diz respeito à idade das vítimas no momento do crime. Enquanto as situações de assédio sexual foram mais reportadas por adolescentes com 16 e 17 anos, entre aqueles forçados à relação sexual, a maioria (66,2%) tinha 13 anos ou menos quando sofreu a violência.
A violência foi mais frequente entre os estudantes de escola pública: 9,3% dos adolescentes dessas instituições relataram já terem sido intimidados ou forçados a uma relação sexual, contra 5,7% dos alunos da rede privada.
Já nos casos de assédio sexual, a proporção entre as duas redes é semelhante.
O instituto também pediu aos estudantes que apontassem o autor das violências. No caso daqueles que foram submetidos a uma relação forçada, a grande maioria foi violentada por pessoas do seu círculo íntimo:
Já nos casos de toque não consentido, beijo forçado ou exposição de partes íntimas, a categoria mais mencionada foi “outro conhecido” (24,6%), seguido por outros familiares (24,4%) e desconhecidos (24%).
Em ambos os casos, os estudantes podiam escolher mais de uma opção, e o somatório das respostas nas duas questões foi superior a 100%, o que indica que muitos estudantes sofreram esse tipo de violência mais de uma vez, ou de pessoas diferentes.
A pesquisa também identificou que cerca de 121 mil meninas de 13 a 17 anos de idade já engravidaram alguma vez, o que representou 7,3% daquelas que disseram ter iniciado a vida sexual. Desse total, 98,7% eram de escolas da rede pública.
Em cinco estados do Brasil, o índice de gravidez precoce ultrapassa 10% das estudantes: Paraíba, Ceará, Pará, Maranhão e Amazonas, onde a situação chega a 14,2% das estudantes.
Outros dados sobre a iniciação sexual dos adolescentes, de forma consentida, levantam preocupações com a prevenção dessas gestações e contra infecções sexualmente transmissíveis.
Somente 61,7% dos estudantes usaram camisinha na primeira relação sexual, proporção que cai para 57,2% no caso da relação mais recente.
Para o IBGE, isso indica que não só os adolescentes não estão se protegendo desde o começo da vida sexual, como esse uso vai caindo com o passar o tempo.
Já entre aqueles que optaram por outros métodos contraceptivos, 51,1% dos estudantes utilizam pílula anticoncepcional e 11,7% usam pílula do dia seguinte, uma opção de emergência, que só deve ser tomada em situações excepcionais.
Apesar disso, quatro em cada dez meninas já tomou esse tipo de pílula pelo menos uma vez na vida.
Em comparação com a pesquisa anterior, os dados de 2024 também apontam para um início mais tardio da vida sexual: 30,4% dos estudantes de 13 a 17 anos já tinham vivenciado ao menos uma relação, 5 pontos percentuais a menos do que em 2019.
A proporção cai para 20,7% entre os alunos de 13 a 15 anos, e sobe para 47,5% entre aqueles com 16 e 17 anos.
Por outro lado, considerando apenas aqueles que já iniciaram a vida sexual, 36,8% tiveram a primeira relação com 13 anos de idade ou menos.
No Brasil, a idade mínima para o consentimento legal é 14 anos, e qualquer relação com pessoa menor do que essa idade pode configurar estupro de vulnerável. Entretanto, os dados da pesquisa apontam que a idade média da iniciação sexual foi de 13,3 anos, entre os meninos, e de 14,3 anos, entre as meninas.
AGÊNCIA BRASIL
EUA - A seleção brasileira perdeu para a França por 2 a 1, no amistoso que colocou o Brasil diante do adversário mais complicado enfrentado até aqui na era Carlo Ancelotti. E olha que a equipe francesa jogou a maior parte do segundo tempo com um a menos.
Os gols da vitória francesa foram de Mbappé e Ekitiké, um em cada tempo do jogo no Gillette Stadium, em Foxborough, região metropolitana de Boston (EUA).
Bremer descontou para o Brasil, acirrando a briga entre os zagueiros por uma vaga na Copa.
O Brasil teve um primeiro tempo ruim, tanto que saiu perdendo após um erro de Casemiro, e buscou mais o jogo na etapa final. Mas não o suficiente para evitar a derrota.
E pior: o Brasil tomou o segundo gol da França mesmo quando estava em vantagem de 11 contra 10, após a expulsão de Upamecano. O rival europeu mostrou por que está na lista dos favoritos à Copa do Mundo.
Foi a terceira derrota em nove jogos da seleção brasileira sob o comando de Ancelotti. A ressalva é que foi com muitos desfalques, mas foi um choque de realidade a 76 dias do Mundial.
Em um universo de testes, Luiz Henrique melhorou o time no segundo tempo. O zagueiro Ibañez foi testado como lateral na etapa final, mas teve atuação discreta. O volante Danilo entrou como dono das bolas paradas, quando o Brasil já estava mais desesperado.
Vini Jr. passou a ser o camisa 10, mas foi um dos piores do Brasil em campo.
O Brasil volta a campo na terça-feira, contra a Croácia, em Orlando, às 21h (de Brasília), para fazer o último amistoso antes da lista final da Copa.
A França ignorou o ambiente mais brasileiro na arquibancada e rapidamente mostrou seu poderio, pela forma com a qual dominou a posse de bola. Ao fim do primeiro tempo, o placar nesse quesito estava em 65% a 35% para os franceses.
A receita do time de Deschamps, muito mais entrosado, foi marcar a saída do Brasil de forma intensa e adiantada. Com a bola, os movimentos do meio pra frente envolveram a defesa brasileira.
O time de Ancelotti tentava se safar em bloco baixo, com duas linhas de quadro e a dupla Vini Jr. e Matheus Cunha mais à frente.
O Brasil não conseguiu reter a bola no campo ofensivo. Estava sempre tentando jogadas na correria, mas falhava na execução de dribles e passes. O goleiro Ederson, para complicar, ainda não estava no melhor dos dias na saída com os pés.
A inversão de lado entre Martinelli e Raphinha teve um efeito, mas ele não foi duradouro. Foi nesse contexto que o Brasil conseguiu recuperar uma bola na frente e acionar Martinelli. A batida de canhota passou perto.
No contexto de pressão na saída de bola, roubou a bola de Casemiro. Simbólico que um tenha sido sucessor do outro no Real Madrid.
E aí o passe em velocidade para Mbappé foi como uma flecha entre os zagueiros brasileiros. Fora de posição porque era uma jogada de ataque, Léo Pereira não interceptou e Bremer não conseguiu fazer a cobertura. O camisa 10 da França mostrou toda sua classe ao tocar por cima de Ederson, aos 31 minutos do primeiro tempo.
Raphinha foi o primeiro a sair na seleção brasileira. Segundo a CBF, ele sentiu dores na coxa direita e será reavaliado nesta sexta-feira (27).
Veio a calhar, porque ele não estava jogando bem e quem entrou foi Luiz Henrique. A "irresponsabilidade" do bem com a bola no pé desse driblador nato trouxe efeito imediato para a seleção. As jogadas pela direita passaram a fluir.
Em uma das escapadas do Brasil, Wesley sairia na cara do goleiro, se não tivesse sofrido falta de Upamecano. Inicialmente, o zagueiro francês levou cartão amarelo. Mas o VAR chamou, e o árbitro decidiu pelo vermelho direto.
O Brasil passou a marcar ainda mais adiantado. Mas aí a França, com sua qualidade técnica e leitura, conseguiu se ajustar.
O segundo gol foi um contra-ataque bem construído pelo lado francês. O Brasil estava tão desorganizado que Olise conduziu a bola em um cenário de quatro jogadores atacando e três brasileiros defendendo. Léo Pereira deu um passe para o lado na corrida e aí foi fatal: bola para Ekitiké. Mais uma finalização que encobriu Ederson: 2 a 0 aos 19 minutos do segundo tempo.
O cenário do jogo foi a senha para Ancelotti deflagrar de vez os testes na seleção. Ele já tinha colocado João Pedro, em uma troca pensando em presença de área, ainda quando estava empatado.
Com 2 a 0 atrás, vieram mexidas mais pelo aspecto da observação. Ibãnez, por exemplo, entrou como lateral-direito, no lugar de Wesley. No meio-campo, Danilo, do Botafogo, substituiu Andrey Santos.
O Brasil se lançou ainda mais ao ataque. Mas a França seguiu muito consciente, trocando passes como melhor modo de se defender.
Só que a seleção conseguiu um gol depois de cruzar bola para a área francesa - a batida foi de Danilo. Luiz Henrique tocou para o centro da área, e coube a Bremer aparecer entre os zagueiros e fazer o gol brasileiro.
Ancelotti ainda promoveu as estreias de Igor Thiago e Gabriel Sara, em uma tentativa final de pelo menos empatar. Bremer teve a chance mais clara de ser o herói por completo. Mas não deu.
Brasil 1 x 2 França
Local: Gillette Stadium, em Foxborough (EUA)
Data/hora: 26/3/2026, às 17h (de Brasília)
Árbitro: Guido Gonzales Jr (EUA)
Assistentes: Nick Uranga e Cory Richardson (EUA)
Cartão vermelho: Upamecano, 10'/2ºT (FRA)
Gols: Mbappé, 31'/1ºT (FRA); Ekitiké, 19'/2ºT (FRA); Bremer, 33'/2ºT (BRA)
Brasil: Ederson, Wesley (Ibañez), Bremer, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro (Gabriel Sara), Andrey Santos (Danilo); Raphinha (Luiz Henrique), Martinelli (João Pedro), Vini Jr e Matheus Cunha (Igor Thiago). Técnico: Carlo Ancelotti.
França: Maignan, Malo Gusto (Kalulu), Konaté, Upamecano e Theo Hernandez; Tchouaméni (Kanté) e Rabiot; Dembélé (Lacroix), Olise (Akliouche), Ekitiké (Doué) e Mbappé (Thuram). Técnico: Didier Deschamps
por Folhapress
BRASÍLIA/DF - Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da Lei Maria da Penha Vai à Escola (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica.
A lei determina que a produção de material didático relativo aos direitos humanos e à prevenção da violência contra a mulher deve ser adequada a cada nível de ensino.
O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu que é preciso começar a discussão sobre a prevenção à violência contra as mulheres, com as crianças e jovens estudantes dentro das escolas brasileiras.
Para Santana, a nova geração será formada com base no respeito, na equidade e na justiça. “Estamos afirmando um projeto de país. Um Brasil onde meninas podem estar sem medo, onde mulheres podem ocupar todos os espaços e onde o conhecimento seja instrumento de libertação e não de exclusão.”
“Não há futuro possível sem a garantia plena de direitos para meninas e mulheres. A educação é o caminho mais poderoso para transformar essa realidade”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.
Durante a cerimônia Educação pelo Fim da Violência, na Universidade de Brasília, foi assinado o Protocolo de Intenções para Prevenção e Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e Acolhimento nas instituições públicas de ensino superior e Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.
O documento estabelece orientações para que instituições de ensino públicas não sejam omissas em eventuais situações de violência de gênero no ambiente acadêmico.
A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, classificou como importantes as medidas de proteção às meninas e mulheres, no âmbito da educação, porque vão do ensino básico ao superior. Ela citou o pedagogo Paulo Freire. “A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo.”
A ministra ainda defendeu que os currículos e os planos pedagógicos de cada curso de graduação e de pós-graduação abordem conteúdos de combate e enfrentamento de todo tipo de violência contra as mulheres.
“Imagine daqui a 4, 5, 6 anos, como sairão os profissionais que atuarão em todos os lugares, como unidades básicas de saúde, escolas, Cras [Centro de Referência de Assistência Social], Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social]. Isso vale para todas as profissões deste país.”
O ministro Camilo Santana explicou que o documento simboliza uma construção coletiva que nasce a partir da escuta, da ciência e da experiência das instituições de ensino.
“Reafirmamos que nossas universidades, institutos federais e redes de ensino são espaços de produção de conhecimento, mas também devem ser espaços seguros, acolhedores e livres de qualquer forma de violência ou discriminação”, enfatizou.
Santana anunciou que lançará, em breve, um edital para apoiar a criação de cuidotecas nas universidades federais. “São espaços de cuidado e acolhimento para crianças que permitirão que mães, estudantes, professoras e trabalhadoras possam estudar, trabalhar e permanecer na universidade com dignidade.”
No conjunto de ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra as mulheres, os dois ministérios assinaram o acordo de cooperação técnica para a ampliação de vagas do Programa Mulheres Mil, coordenado pelo MEC.
A política pública tem a missão de elevar a escolaridade de mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
O programa também tem o objetivo promover a inclusão socioprodutiva e a autonomia das mulheres por meio de cursos de qualificação profissional.
Os presentes ainda assistiram ao trailer do filme Mulheres Mil, produzido pela pasta. A obra retrata o impacto do programa na vida de cinco mulheres, suas famílias e comunidade.
As iniciativas integram as ações do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro.
AGÊNCIA BRASIL
Regina Agnelli e Roberto Messali foram escolhidos pela entidade como destaques do comércio em São Carlos
SÃO CARLOS/SP - A Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) realizou a apresentação oficial dos homenageados de 2026, reconhecendo dois nomes que simbolizam o empreendedorismo, a dedicação e a força do comércio local.
Regina Agnelli, da Essencial Nutrição, foi anunciada como Comerciante do Ano, enquanto José Roberto Messali, da tradicional Peixaria Central, o Comerciante Homenageado do Ano. A cerimônia de apresentação reforçou o papel do comércio como motor da economia e da construção social do município.
À frente da Essencial, Regina Agnelli construiu uma trajetória marcada por propósito e expansão. Atuando em um segmento exigente, ela destacou que a motivação diária vem das pessoas que fazem parte do negócio. “É um ramo difícil, sim, mas quem me alimenta e me motiva são os colaboradores e os clientes. Quando você entrega aquilo que se propôs a fazer e recebe esse retorno, isso motiva todos os dias”, afirmou.
Hoje presente em 55 cidades e três estados, a empresa leva consigo um símbolo que representa São Carlos: o plantio de uma araucária a cada nova unidade inaugurada. “É uma forma de levar São Carlos para outros lugares”, explicou. Emocionada, Regina classificou a homenagem como a coroação de uma trajetória construída com esforço. “É um momento único, de muito significado. Esse reconhecimento me impulsiona a fazer cada vez melhor”, completou.
Já José Roberto Messali representa a força do comércio tradicional, especialmente na região da Baixada do Mercado, no centro da cidade. Com mais de três décadas de atuação, ele destacou a persistência como fator determinante para sua trajetória. “Eu fui muito teimoso e acredito que fui recompensado. Já pensei em sair dali, mas decidi permanecer e apostar no centro”, relatou.
Mesmo após enfrentar dificuldades e recomeçar do zero por duas vezes, Messali manteve sua confiança no potencial da região. “No centro, você tem uma enchente por ano. Se sair dali, tem uma enchente por dia, porque não passa gente. É preciso lutar diariamente e cobrar melhorias”, disse, defendendo a união entre comerciantes e poder público.
O homenageado também fez questão de destacar o papel fundamental da família em sua caminhada. “A minha empresa é familiar. Minha esposa e meus filhos trabalham comigo. Eles são minha base. Se tirar isso, não sei se fico em pé”, afirmou. Em tom emocionado, reconheceu a parceria da esposa ao longo dos anos. “Se eu ganhar 20 centavos, 10 são meus e 10 são dela. Ela é uma gigante, esteve comigo nos momentos difíceis e nos felizes. Isso é cumplicidade”, completou.
Durante o evento, a presidente da ACISC, Ivone Zanquim, ressaltou a importância das histórias representadas pelos homenageados. “Quando falamos de José Roberto Messali, falamos de uma trajetória construída com esforço, coragem e amor pelo que faz, mantendo um legado familiar e uma relação de confiança com seus clientes. Já Regina Agnelli representa visão, propósito e transformação, mostrando que empreender também é inovar, cuidar e pensar no futuro”, destacou. Segundo Ivone, os dois nomes simbolizam o que há de mais importante no comércio: pessoas que acreditam, persistem e contribuem para o crescimento da cidade.
A apresentação dos homenageados de 2026 reforça não apenas o reconhecimento às trajetórias individuais, mas também o valor coletivo do comércio de São Carlos. Histórias diferentes, mas unidas por um mesmo ponto: a capacidade de transformar desafios em oportunidades e deixar um legado que inspira toda a comunidade.
Além da imprensa local, também estiveram presentes membros da diretoria da ACISC — Mozart Pedroso, Reginaldo Ignácio, Hercílio Carvalho, Eduardo Agazarian, Antonio Ribeiro e Lindomar Borges —, o presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Lucão Fernandes, e o major da Polícia Militar, Renato Gonzales, além do assessor jurídico e o gerente administrativo e financeiro da entidade, respectivamente, Dr Estevam Luiz Muszkat e Alexandre Rosa.
JANTAR DO COMERCIANTE
O gerente administrativo e financeiro da ACISC, Alexandre Rosa, realizou a apresentação oficial do Jantar do Comerciante do Ano 2026, detalhando a dinâmica do evento e anunciando informações importantes da programação. O jantar será realizado no dia 25 de julho, no Oasis Eventos, e a atração principal será a dupla sertaneja Gian & Giovani. A abertura do primeiro lote será entre 15 e 31 de maio, exclusiva para associados da ACISC, e o segundo lote entre 1º de junho e 24 de julho, aberto ao público em geral.
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