fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Radio Sanca Web TV - Quinta, 20 Agosto 2026

EUA - Michael Phillips, americano de 38 anos conhecido por afirmar ter o “menor pênis do mundo”, passou por um procedimento estético na segunda-feira (17), em um hospital da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. A intervenção foi financiada por doações feitas por meio de uma página criada no site GoFundMe e tinha como objetivo aumentar a espessura do órgão e proporcionar mais conforto ao paciente.

O pênis de Michael mede menos de um centímetro, tamanho inferior ao de um comprimido de paracetamol. Durante o procedimento, médicos aplicaram preenchimento semipermanente em toda a extensão do órgão. A expectativa é que o tratamento possa ajudá-lo a deixar de usar fraldas e alcançar maior sensação de “normalidade e conforto”.

Segundo o “TMZ”, o procedimento durou aproximadamente três horas. Antes da aplicação do preenchimento, os médicos utilizaram um creme anestésico e, depois, administraram uma injeção de anestesia. Apesar da dor provocada pelas injeções, Michael avaliou o procedimento como um sucesso.

Após a intervenção, o órgão ficou inchado, condição que deve permanecer por cerca de uma semana. O resultado definitivo, porém, só poderá ser observado quando o inchaço desaparecer.

Os médicos também informaram que Michael poderá retornar ao hospital dentro de seis meses para realizar uma nova sessão. O procedimento poderá servir tanto para aumentar ainda mais o tamanho do órgão quanto para manter o resultado obtido, caso o produto aplicado seja absorvido rapidamente pelo organismo.

A condição fez com que Michael ganhasse repercussão mundial na internet depois de falar publicamente sobre os impactos que ela provocou em sua vida. Entre as dificuldades relatadas pelo americano estão os relacionamentos e a possibilidade de ter uma vida sexual. Ele afirmou ser virgem e também revelou que considera difícil falar abertamente sobre o assunto por causa do constrangimento.

A arrecadação feita pela internet permitiu que Michael realizasse o procedimento que, segundo ele, poderia representar uma mudança significativa em sua rotina. Mesmo ainda aguardando o resultado final, o americano considerou positiva a primeira etapa do tratamento.

 

 

por Guilherme Bernardo

Publicado em Saúde

EUA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (19) uma nova ofensiva econômica contra o Irã, classificada por ele como a "operação econômica mais devastadora alguma vez empreendida contra qualquer país".

Em uma publicação na Truth Social, Trump advertiu que qualquer país que permita que instituições financeiras, empresas, aeroportos ou entidades governamentais ofereçam "qualquer tipo de tábua de salvação" ao Irã também enfrentará consequências econômicas.

Segundo o presidente norte-americano, a nova ofensiva pretende interromper os mecanismos usados por Teerã para contornar as sanções e manter a circulação de recursos. Entre eles estão o contrabando de petróleo, operações de câmbio, transferências de dinheiro em espécie, casas de câmbio, registros de navios e empresas de fachada.

Trump exigiu que essas operações "parem AGORA" e afirmou que Washington acompanhará de perto países e entidades que continuarem permitindo esse tipo de atividade.

O republicano apresentou a medida como uma nova etapa da pressão dos Estados Unidos sobre o governo iraniano. Segundo ele, as Forças Armadas do Irã ficaram fortemente enfraquecidas após os confrontos recentes, enquanto a economia do país estaria próxima do colapso.

"Isto será um DIA D econômico", afirmou Trump, ao pedir que aliados dos Estados Unidos participem do isolamento do Irã. O presidente voltou ainda a dizer que seu governo não permitirá que Teerã obtenha uma arma nuclear.

Trump admite possível retomada de negociações

Antes do anúncio da nova ofensiva econômica, Trump havia afirmado que Washington e Teerã poderiam, "talvez em algum momento", retomar as negociações para tentar encerrar a guerra.

O presidente também avaliou positivamente a situação atual no Estreito de Ormuz e disse que muitos petroleiros estão conseguindo atravessar a passagem sem problemas.

"Talvez em algum momento, embora neste preciso momento ache que a situação [no Estreito de Ormuz] é muito boa. Mas sim, talvez em algum momento", respondeu Trump na Casa Branca ao ser questionado sobre a possibilidade de novas conversas.

A declaração ocorreu depois do fim do cessar-fogo bilateral firmado em junho, cujo prazo terminou na segunda-feira (17).

Após o ataque de Estados Unidos e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, Teerã respondeu com ataques contra países vizinhos aliados de Washington e bloqueou o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais para o transporte de petróleo e outros produtos energéticos. Os Estados Unidos, em resposta, impuseram um bloqueio aos portos iranianos.

Embora as hostilidades tenham diminuído recentemente, a tensão continua elevada no sexto mês de conflito, enquanto as tentativas de negociação diplomática permanecem travadas.

"Nenhuma conversa ou discussão está ocorrendo neste momento nem está programada com a República Islâmica do Irã", declarou Trump na terça-feira (18).

Segundo uma fonte norte-americana ouvida pela agência France-Presse, as negociações foram suspensas e Trump orientou sua equipe a não retomar o diálogo enquanto Teerã não se aproximar das posições defendidas por Washington.

Irã condiciona reabertura do Estreito de Ormuz

O governo iraniano, no entanto, tem dado poucos sinais de que pretende atender às exigências norte-americanas.

O principal negociador do país, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o Estreito de Ormuz não será reaberto enquanto Washington não cumprir os compromissos previstos no protocolo assinado entre os dois países em junho.

O documento estabelecia uma trégua de 60 dias e previa negociações para alcançar uma solução mais duradoura para o conflito. O entendimento perdeu efeito após a retomada das hostilidades em julho.

Ghalibaf, que visitou Bagdá nesta quarta-feira, também denunciou a "ingerência estrangeira" em um momento no qual os Estados Unidos pressionam o Iraque a desarmar grupos armados apoiados por Teerã. O negociador iraniano também defendeu um "reforço regional".

Paralelamente, Irã e Omã, os dois países que fazem fronteira com o Estreito de Ormuz, discutem há várias semanas como poderá funcionar a futura gestão da passagem marítima.

O Irã, que tem atacado embarcações que tentam atravessar o estreito sem autorização, pretende cobrar taxas de navegação pelos serviços oferecidos aos navios em trânsito. A proposta é rejeitada pelos Estados Unidos e por outros países da região.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

Publicado em Economia

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Agosto 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31            
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.