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SÃO PAULO/SP - O movimento de consumidores no mês de dezembro em lojas físicas de shoppings foi 51% menor do que no mesmo período de 2019, segundo monitoramento das empresas FX Data Intelligence e F360º.

Na comparação com novembro, porém, houve alta de 32%, conforme a pesquisa que registrou oitavo aumento mensal consecutivo em dezembro. ​

Em 2020, o fluxo de pessoas em lojas físicas no Brasil caiu 40% ante 2019. Os pontos de venda em shopping centers tiveram o pior desempenho, com recuo de 56,5% no ano passado.

 

 

*Por: ISTOÉ DINHEIRO

SÃO CARLOS/SP - Após mais uma semana de piora nos indicadores da Covid-19, o Governo do Estado de São Paulo anunciou, nesta sexta-feira (15), regras mais restritivas de isolamento social em todas as regiões. 

Nelas, a região volta para Fase Laranja em dias úteis e todo o estado passa a ficar na Fase Vermelha do plano de flexibilização econômica todos os dias no período noturno (das 20h às 6h) e aos sábados, domingos e feriados, quando apenas serviços essenciais serão autorizados a funcionar. 

Pode ser uma imagem de 1 pessoaCom isso, o COMÉRCIO NÃO ESSENCIAL DE SÃO CARLOS E IBATÉ ESTARÁ FECHADO NOS PRÓXIMOS SÁBADOS (30 de janeiro e 6 de fevereiro) e A PARTIR DE SEGUNDA-FEIRA (25) VOLTA PARA OITO HORAS DE ATENDIMENTO.

O Sindicado do Comércio Varejista de São Carlos e Região – Sincomercio – considera pertinente a restrição neste momento, devido aos alarmantes números de novos casos e a iminente falta de atendimento hospitalar. Porém, faz questão de ressaltar que o COMÉRCIO VAREJISTA DE SÃO CARLOS ESTÁ FAZENDO COM MUITO LOUVOR SEU PAPEL NO PROCESSO DE CONTROLE DO NOVO CORONAVÍRUS. Além de ficarem mais de 90 dias totalmente de portas fechadas em 2020, nossos empresários souberam se adaptar às restrições e às medidas sanitárias impostas, investindo, se equipando com EPIs, preparando equipes e atendendo o cliente com segurança. 

Sabemos que o momento é crítico e que exige muito cuidado, mas todos devem fazer a sua parte com consciência e respeito ao próximo. O comércio será novamente penalizado com essas novas restrições, mas continuaremos fazendo a nossa parte como temos feito desde o início. 

Força e que Deus nos abençoe.

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Por Paulo Roberto Gullo – Presidente do Sincomercio São Carlos 

 

SÃO CARLOS/SP - Comerciantes entraram em contato com a Rádio do Comércio (Rádio Sanca), para reclamar das rachaduras, imperfeições e de um buraco no calçadão na Rua General Osório, em São Carlos.

Nossa reportagem foi in loco e conversou com comerciantes e pedestres sobre a situação.

“Ivan Lucas, antes do desastre natural do dia 26 de novembro, do ano passado, a nova obra feita pela prefeitura já demonstrava imperfeições e rachaduras, que inclusive tem matérias na imprensa local. Porém, depois da forte chuva tem um grande buraco em frente a loja Pernambucanas que inclusive já caiu uma pessoa” disse o comerciante de 45 anos.

O comerciante disse ainda que nas grades que cortam o calçadão para evacuar a água estão tortas, fazendo pessoas tropeçar e cair, inclusive deixando os transeuntes com escoriações pelo corpo.

Já uma pessoa que passava pelo local que foi abordada pela nossa reportagem, disse que a prefeitura esqueceu do local.

“Sabemos que a chuva foi forte e que estragou muitos lugares na cidade e que teve muito trabalho para tentar resolver cada situação, mas já vai pra quase dois meses e esse buraco e essa grade vão ficar assim até quando? Será que não tem garantia o serviço feito pela empresa que ganhou a licitação, pois antes da chuva estava rachando tudo” disse o pedestre.

Vale ressaltar que foi investido na obra de remodelação do calçadão o valor de R$ 285.461,93.  O projeto previa regularização e compactação de subleito, execução de passeio (calçada) ou piso de concreto com concreto moldado in loco, usinado, acabamento convencional, armado, demolição parcial de pavimento, de forma mecanizada, sem reaproveitamento, além de execução de piso fulget em granilite, marmorite ou granitina, incluso juntas de dilatação plásticas.

Os comerciantes agradeceram a presença da Rádio Sanca que sempre está presente para ajudar.

 

SÃO CARLOS/SP - O Presidente do Sincomercio São Carlos, Paulo Roberto Gullo, presidiu a sessão de eleição da Diretoria da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) para o triênio 2021 / 2023, na tarde desta segunda-feira (18).

Esperançoso, Paulo Gullo desejou uma gestão com muito êxito e reforçou a parceria entre a ACISC e o Sincomercio São Carlos. Entidades irmãs, com o mesmo propósito de defender o comércio da cidade.

O Sincomercio São Carlos registra seus cumprimentos ao presidente reeleito e à toda a diretoria Gestão 2021 / 2023:

 

DIRETORIA EXECUTIVA

  • Presidente: José Fernando Domingues
  • 1ª Vice-presidente: Ivone de Fátima Manente Zanquim
  • 2º Vice-presidente: Mozart Maluf Pedroso
  • Secretário Geral: Reginaldo Ignácio
  • 1ª Secretário: Lídia Maria Mendes Lima
  • Tesoureiro: Hercílio Antonio de Carvalho
  • 1º Tesoureiro: José Eduardo Casemiro
  • Diretor de Patrimônio: Eduardo Agazarian
  • Diretor de Relações Públicas: Danilo Loretto
  • Diretor de Esportes: José Antonio Faria de Godoi
  • Diretor de SCPC: Renato Martins Gonzaga Batista
  • Diretor Adjunto: Lorival Martins Pereira

 

CONSELHO CONSULTIVO – EFETIVOS

  • Luiz Fernando Oliveira Ferreira
  • Evandro Renato Garcia
  • Frederico Oehlmeyer
  • Fernando Luís Chinaglia
  • Paulo Augusto Piccolli
  • Idinir Janduzzo
  • Walter José Barros Junior
  • Nelson Miguei Maffei
  • Lindomar José Borges
  • Martinho Alexandre Antonio de Arruda Botelho

 

CONSELHO CONSULTIVO – SUPLENTES

  • Josiene Aparecida Scomparin Dressano
  • Silvio Alex Batista
  • Luiz Alberto Pepino
  • Luís Henrique Gomes
  • Rodrigo Augusto Campaner Matheus
  • José Roberto Messali
  • Esther Luiza Pelosi Casemiro
  • Silvana Tofanelli
  • Gabriela Sant’Ana
  • Luciane Mattos Umschaden

 

CONSELHO FISCAL – EFETIVOS

  • Antonio Ribeiro da Silva
  • Marcos Rodigerio Ferri
  • Everson Alves Viana

 

CONSELHO FISCAL – SUPLENTES

  • Vicente Real Junior
  • José Cardoso Balau
  • Silvio Donizete Possato

Zelão Domingues é reeleito presidente da ACISC por mais três anos

 

SÃO CARLOS/SP - O empresário José Fernando Domingues foi reeleito presidente da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) para o triênio 2021-2023, durante Assembleia Geral Ordinária, na tarde desta segunda-feira, 18 de janeiro, no auditório do Palácio do Comércio “Miguel Damha”.

Por três vezes, conforme exige o Estatuto da entidade, foram divulgados o Edital de Convocação de Eleição e Inscrição de Chapas, porém, por unanimidade, a chapa “Junto Somos Mais Fortes”, encabeçada por Zelão, foi eleita por aclamação, uma vez que, não houve a inscrição de nenhuma outra concorrente.

“Com toda humildade, isso mostra o trabalho sério, honesto e transparente que estamos realizando à frente da ACISC. Uma eleição com chapa única faz com que aumente a nossa responsabilidade de seguir lutando pelo comércio da nossa cidade, especialmente nesse momento de pandemia que, ainda, estamos passando”, comentou Zelão.

O presidente reeleito fez questão de ressaltar que em tempo de pandemia, a entidade redobrou seus esforços.

“O último ano não foi fácil. Iniciamos janeiro de 2020 sofrendo com as enchentes e quando estávamos quase em pé, veio a pandemia do novo coronavírus que fechou todas as atividades comerciais, consideradas pelo governo estadual, não essenciais. Sempre estivemos ao lado dos comerciantes e esse será nosso compromisso futuro, andar lado a lado com todos”, afirmou.

Zelão enfatizou algumas conquistas.

“Conseguimos entregar o calçadão totalmente revitalizado, auxiliamos as forças de segurança pública na ampliação e modernização do videomonitoramento de várias regiões comerciais, entregamos a segunda ampliação da nossa sede e o estacionamento para associados e colaboradores, ganhamos o prêmio ACMais da Facesp [Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo] e conquistamos, através do esforço da nossa Diretoria e de todos os Colaboradores, a Certificação ISO 9001:2015, comprovando a qualidade do nosso sistema de gestão”, enumerou.

O presidente não deixou de agradecer a confiança dos empresários e afirmou que vai dar continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido.

“Seguiremos de mãos dadas, Diretoria e Conselhos, dando sequência ao trabalho que estamos realizando, sempre buscando ouvir o comerciante e procurando melhorar, cada vez mais, as nossas ações. Vamos manter nossas campanhas e promoções, buscar novas parcerias e continuar estreitando a nossa relação com os Poderes Executivo e Legislativo. A vacina chegou e temos fé que logo essa pandemia vai passar e o comerciante, sempre aguerrido, vai poder respirar e recuperar tudo o que perdeu no ano passado”.

Zelão afirmou que a ACISC continuará de portas abertas.

“Ninguém faz nada sozinho. Esperamos contar com os empresários para que nos ajudem a seguir fortalecendo o comércio de São Carlos. Venham dar sugestões e ideias, procurem a nossa entidade, pois estamos aqui para atendê-los com muito prazer, cada empresário que queira o melhor para o nosso comércio”, finalizou.

Prevista para a segunda quinzena de fevereiro, a posse da nova Diretoria e dos Conselhos, ainda não tem data marcada.

Quem é?

Formado em Administração de Empresas, o empresário José Fernando Domingues, o Zelão, é são-carlense e tem 61 anos. Ele é casado com Heleny Domingues e pai de duas filhas. Tornou-se empreendedor aos 27 anos, quando lançou a VISEG Corretora de Seguros. Há 28 anos está à frente da Cygnus Administradora de Seguros. Faz parte da Diretoria Executiva da ACISC há 20 anos, onde também exerceu os cargos de Diretor de Esportes, Diretor do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) e Tesoureiro. Foi eleito para o terceiro mandato como presidente da entidade.

 

CHAPA “Juntos Somos Melhores" - (GESTÃO 2021/2023)

DIRETORIA EXECUTIVA

Presidente: José Fernando Domingues

1ª Vice-presidente: Ivone de Fátima Manente Zanquim

2º Vice-presidente: Mozart Maluf Pedroso

Secretário Geral: Reginaldo Ignácio

1ª Secretário: Lídia Maria Mendes Lima

Tesoureiro: Hercílio Antonio de Carvalho

1º Tesoureiro: José Eduardo Casemiro

Diretor de Patrimônio: Eduardo Agazarian

Diretor de Relações Públicas: Danilo Loretto

Diretor de Esportes: José Antonio Faria de Godoi

Diretor de SCPC: Renato Martins Gonzaga Batista

Diretor Adjunto: Lorival Martins Pereira

 

CONSELHO CONSULTIVO – EFETIVOS

Luiz Fernando Oliveira Ferreira

Evandro Renato Garcia

Frederico Oehlmeyer

Fernando Luís Chinaglia

Paulo Augusto Piccolli

Idinir Janduzzo

Walter José Barros Junior

Nelson Miguei Maffei

Lindomar José Borges

Martinho Alexandre Antonio de Arruda Botelho

 

CONSELHO CONSULTIVO – SUPLENTES

Josiene Aparecida Scomparin Dressano

Silvio Alex Batista

Luiz Alberto Pepino

Luís Henrique Gomes

Rodrigo Augusto Campaner Matheus

José Roberto Messali

Esther Luiza Pelosi Casemiro

Silvana Tofanelli

Gabriela Sant’Ana

Luciane Mattos Umschaden

 

CONSELHO FISCAL – EFETIVOS

Antonio Ribeiro da Silva

Marcos Rodigerio Ferri

Everson Alves Viana

 

CONSELHO FISCAL – SUPLENTES

Vicente Real Junior

José Cardoso Balau

Silvio Donizete Possato

BRASÍLIA/DF - A montadora norte-americana Ford anunciou nesta semana que vai deixar de fabricar veículos no Brasil. Há um mês, a gigante alemã Mercedes-Benz também informou a saída do país. Os motivos são parecidos. A crise da covid-19, a desvalorização do real e a reestruturação global das companhias.

A norte-americana fechará 3 fábricas: em Camaçari (BA), em Taubaté (SP) e da Troller (Horizonte, CE). A alemã acabará com a única, em Iracemápolis, no interior de São Paulo. Ao menos 5.370 empregos serão dizimados até dezembro de 2021 – sem contar o efeito cascata em fornecedores da cadeia produtiva.

fornecido PODER360

 

Nas contas da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), para cada emprego fechado numa montadora, outros 5 são perdidos indiretamente.

A saída da Ford e da Mercedes reduzirá a capacidade de produção da indústria automotiva brasileira em até 10%, para 4,5 milhões de veículos ao ano.

 “A situação econômica no Brasil tem sido difícil por muitos anos e se agravou devido à pandemia”, informou a Mercedes. “Estamos mudando para um modelo de negócios enxuto e com poucos ativos, encerrando a produção no Brasil”, disse o presidente-executivo da Ford, Jim Farley.

No caso da montadora norte- americana, a saída reflete os problemas da própria companhia. Ela já foi uma das maiores no país. Hoje está em 6º lugar em vendas com 7,4% do mercado de automóveis. Vendeu 119,4 mil carros ano passado. Perde para General Motors, com 18,9% do setor, Volkswagen (17,7%), Fiat (10,3%), Hyundai (10,1%) e Renault (7,4%).

A repercussão da saída da Ford foi imediata, e negativa. A montadora teve que montar uma operação nas redes sociais para responder aos consumidores receosos sobre reposição de peças e assistência técnica. Está patrocinando as buscas no Google para uma página aparecer em 1º lugar. Chamada de “Ford Não Vai Sair do Brasil“, detalha a reestruturação da empresa na América do Sul.

Todas as montadoras tiveram quedas nas vendas em 2020. Os licenciamentos de carros caíram 28,6%, na comparação com 2019. Entre aquelas com maior participação no mercado, a maior redução foi a da Renault, de 44,8%. Na Ford, a perda foi de 39%. Na Mercedes, 32,2%.

Antes da pandemia, o Brasil já vinha convivendo com uma capacidade ociosa de produção de carros. “O governo foi pego de surpresa porque quis. Em 2019, a Ford fechou a sua grande montadora de São Bernardo. Não custava nada ter feito o acompanhamento da vida econômica da empresa”, afirmou o presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah.

O setor automotivo não anda bem das pernas há tempos. A montagem de carros (sobretudo a combustão) é algo que agrega pouco à cadeia produtiva neste século 21.

Há uma disputa no mundo para a criação de um modelo mais sustentável, como carros elétricos. As montadoras estão investindo bilhões em pesquisa. Os recursos das holdings (empresas controladoras) estão sendo destinados para os países em que há maior possibilidade de inovação e competitividade. O Brasil tem ficado fora dessa rota. Segundo estudo elaborado pela PwC, de 2019, produzir carros aqui é 18% mais caro do que no México.

 

CUSTO BRASIL

Bolsonaro disse que a Ford está indo embora porque ele não quer dar subsídios a outros governos. Segundo dados da Receita Federal, o setor automotivo acumula mais de R$ 50 bilhões em subsídios desde 2002.

O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, discorda. “Não quero politizar o assunto, mas crise expôs o Custo Brasil”, disse ele em entrevista à imprensa, na 4ª feira. Moraes alega que os incentivos fiscais são uma forma de corrigir distorções do sistema tributário brasileiro. Na avaliação dele, eventuais “subsídios” apenas trazem os tributos para uma taxa mais adequada. Comparou os incentivos à estratégia de algumas varejistas na Black Friday: elevar preços na véspera para oferecer grandes descontos na promoção.

Segundo Moraes, uma reforma tributária ampla poderia mudar essa situação. A Anfavea vem apresentando propostas ao Ministério da Economia há 2 anos. Reuniões são realizadas a cada 15 dias com o setor. Mas reformas patinam no Congresso.

A saída da Ford expôs os problemas do setor. “Quando a água desce, os esqueletos e as carcaças aparecem”, disse o presidente da associação de montadoras. “Governadores, prefeitos mostraram preocupação legítima. Mas não deveríamos discutir quem é o culpado, mas como resolver o problema“.

 

CONCORRENTES MANTÊM INVESTIMENTOS

Montadoras consultadas pelo Poder360 informaram que mantêm seus planos de atuar no país, como a Nissan, Renault, Peugeot e Citröen.

A norte-americana Chevrolet disse que irá investir R$ 10 bilhões nos próximos anos.

A japonesa Honda inaugurou recentemente sua 2ª fábrica no Brasil, onde investiu R$ 1 bilhão. Fica na cidade de Itirapina, em São Paulo. Além disso, a marca lançou no último ano o WR-V 2021, além de atualização na linha 2021 dos modelos HR-V, City e Civic.

A alemã Volkswagen afirmou que está operando normalmente nas 4 fábricas brasileiras. A empresas acabou de renovar toda a linha de produtos

A japonesa Toyota disse que mantém seus planos. Em breve anunciará o novo veículo para o qual destinou R$ 1 bilhão. “Temos cuidado diligentemente de todos os fatores internos que nos permitem melhor competitividade e, ao mesmo tempo, temos conversado com o governo sobre reformas que permitam que o setor como um todo possa crescer, gerar empregos e distribuir valor”, afirmou.

A Audi está tentando viabilizar a fabricação de um novo carro no Brasil. Mas há entraves. A companhia disse que não tem mais como pedir à matriz autorização para investir num país onde o governo lhes deve dinheiro (créditos tributários de IPI acumulados durante os anos de Inovar-Auto). Ou seja, a fábrica compartilha com a Volkswagen no Paraná por ficar parcialmente ociosa neste início de 2021.

 

 

*Por: Douglas Rodrigues / PODER360

SÃO CARLOS/SP - Em nova classificação, o governador João Doria anunciou que toda a área de abrangência da Diretoria Regional da Saúde (DRS-III), que compreende São Carlos e mais vinte e três municípios, continuaram na Fase Amarela do Plano São Paulo, que define as regras de funcionamento das atividades econômicas durante a pandemia do novo coronavírus.

O anúncio aconteceu de forma extraordinária – já que a próxima reclassificação está marcada para o dia 05 de fevereiro – na tarde desta sexta-feira (15), durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes.

Esta foi a segunda reclassificação de 2021. Sete regiões regrediram para a fase laranja: Araçatuba, Bauru, Franca, Piracicaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Taubaté. A região de Marília foi para a Fase Vermelha.

Feliz e ao mesmo tempo preocupado, o presidente da ACISC, José Fernando Domingues, pede aos comerciantes que redobrem a atenção e os cuidados sanitários.

“A gente tem visto uma crescente no número de casos de coronavírus aqui em São Carlos. Desta vez, os números de toda a região possibilitaram que continuemos na Fase Amarela, porém, é importante que redobremos nossa atenção aos cuidados preventivos para que não sejamos reclassificados negativamente nos próximos anúncios do Plano São Paulo”, alertou.

Zelão enfatiza que tanto os comerciantes quanto os consumidores têm respeitado as regras estabelecidas e que as festas de final de ano, infelizmente, contribuíram para o crescimento de casos em todo o Estado. “Nossos comerciantes vêm se esforçando bastante. Acredito que as confraternizações de final de ano impactaram, negativamente, no aumento de casos. Não podemos generalizar, mas muita gente acabou não respeitando as medidas sanitárias e de distanciamento social”, relatou.

Classificado à Fase Amarela, o comércio de São Carlos e região continuará em funcionamento com capacidade limitada a 40% de ocupação para todos os setores, e limitação de atendimento presencial máximo de 10 horas por dia. Bares continuam com restrição de atendimento até às 20 horas.

As normas sanitárias são as mesmas para todos os segmentos: disponibilizar higienização para funcionários e consumidores com álcool gel 70% em pontos estratégicos; os funcionários devem utilizar máscaras durante toda a jornada de trabalho, assim como os consumidores; o acesso e o número de pessoas nos estabelecimentos devem ser controlados; manter todas as áreas ventiladas; e a fila deve ter distanciamento de 2 metros entre as pessoas.

Zelão espera que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) libere logo o uso emergencial das vacinas. “Esperamos que a população comece a ser vacinada logo e, efetivamente, possamos superar esse vírus que castigou e tem castigado o mundo inteiro, tanto na saúde das pessoas quanto na parte econômica”, afirmou.

A próxima classificação ordinária do Plano SP acontecerá no dia 05 de fevereiro, porém o Centro de Contingência do COVID-19, novamente, poderá reclassificar extraordinariamente as regiões, em caso de aumento na incidência de casos pelas regiões.

MUNDO - Depois de quatro anos lidando com o presidente dos EUA Donald Trump, a Ásia pode esperar que o presidente eleito Joe Biden melhore os laços com as nações que tradicionalmente apóiam e ponha fim a uma “guerra comercial boba” com a China, disse o ex-premiê da Malásia, Mahathir Mohamad.

“Espero que seja diferente de Trump, porque Trump não sabia praticamente nada sobre o Sudeste Asiático”, disse Mahathir em uma entrevista gravada em 7 de janeiro e transmitida na conferência Reuters Next na quinta-feira.

“Trump costumava ser contra quase todos os países, mas agora acho que Biden gostaria de reverter essa política e ter algum entendimento ou relações amigáveis ​​com muitos dos países, que no passado apoiaram bastante a América”.

Biden disse em novembro que os Estados Unidos estarão "prontos para liderar" novamente no cenário global quando ele formalmente assumir o controle em 20 de janeiro, depois que o mundo se debateu com a política "América em Primeiro Lugar" de Trump, que antagonizou aliados e desencadeou uma guerra comercial com a China.

“Não acredito que ele vá continuar com essa guerra comercial boba com a China. Deve haver alguma tentativa de talvez resolver alguns dos problemas de desequilíbrio no comércio, mas ter a guerra comercial não é algo que eu acho que Biden continuará ”, disse Mahathir, que em 2018 se tornou o primeiro-ministro mais antigo do mundo a tomar escritório aos 93 anos de idade.

As duas maiores economias do mundo estão em desacordo desde julho de 2018 sobre as demandas dos EUA para que a China adote mudanças nas políticas que protejam melhor a propriedade intelectual americana e tornem o mercado chinês mais acessível às empresas americanas.

Sua guerra comercial prejudicou o crescimento global e derrubou as cadeias de suprimentos nos últimos dois anos.

Mahathir disse que a Malásia, como a maioria dos países, precisa ser mais sensível ao que a China deseja, já que a potência asiática é grande demais para ser confrontada em questões como desequilíbrios comerciais ou violações dos direitos humanos.

“A China não tratou bem os muçulmanos, mas não podemos enfrentá-los ... temos que ter muito cuidado com a forma como lidamos com a China”, disse ele.

 

Para obter mais informações sobre a conferência Reuters Next, clique www.reuters.com/business/reuters-next

 

 

*Por: REUTERS

Mesmo diante das dificuldades impostas pela pandemia, faturamento do setor aumentou R$ 885 milhões, puxado pelo bom desempenho das atividades essenciais

 

ARARAQUARA/SP - As vendas do comércio varejista na região de Araraquara atingiram aproximadamente R$ 22,6 bilhões em 2020, com elevação média de 4,1% em relação ao faturamento de 2019. Apesar do ano atípico em meio à pandemia de covid-19 e os impactos negativos causados pelas medidas restritivas, as atividades essenciais performaram acima do esperado e registraram alta de 5,8% na comparação interanual, faturando R$ 16,5 bilhões – 73% de tudo que foi vendido pelo comércio varejista na região.

De acordo com análise do Núcleo de Economia do Sincomercio Araraquara, feita a partir dos dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), elaborada pela FecomercioSP com base nas informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP), sete das nove atividades pesquisadas obtiveram expansão no faturamento, com destaque para os setores relacionados à construção civil. As lojas de móveis e decoração faturaram R$ 171,8 milhões em 2020, alta de 65,5% em relação a 2019. No mesmo período, as vendas de materiais de construção cresceram 18,2%, atingindo R$ 1,51 bilhão. Ainda, as lojas de eletrodomésticos e eletrônicos faturaram aproximadamente R$ 2 bilhões no ano – faturamento 11,2% maior do que 2019.

Faturamento do Varejo na Região de Araraquara – jan/dez 2020

 

Fonte: Sefaz-SP / FecomercioSP. Elaboração: Sincomercio Araraquara.

* Valores a preços de set/20

 

Quando analisada a variação anual no faturamento total do comércio varejista, Araraquara registrou o quinto melhor resultado entre as regiões analisadas: 4,1% ou, aproximadamente, R$ 885 milhões acima dos números de 2019 – ficando atrás apenas das regiões de Sorocaba (5,2%), Litoral Paulista (5,9%), Osasco (11,1%) e Jundiaí (11,5%).

Em relação às atividades que sofreram algum tipo de restrição durante a pandemia, o município teve o terceiro melhor resultado entre as regiões avaliadas: faturamento de R$ 6,1 bilhões e queda de -0,3% (R$ 21 milhões) em relação a 2019, ficando atrás apenas das regiões de Osasco (0,2%) e Jundiaí (18,5%). Os empreendimentos classificados como não essenciais foram responsáveis por, aproximadamente, 27% do total faturado pela região em 2020.

Já o setor das atividades essenciais elevou o seu faturamento anual em 5,8% e atingiu a casa dos R$ 16,5 bilhões em vendas. Apesar do bom resultado, o segmento teve desempenho menos expressivo na comparação regional, ficando em décimo lugar no ranking que foi liderado por Osasco (14%), Litoral Paulista (13,1%) e Sorocaba (12,3%).

Variação no faturamento do varejo por região – Comparativo 2020/2019

Fonte: Sefaz-SP / FecomercioSP. Elaboração: Sincomercio Araraquara

 

Perspectivas para 2021

Apesar dos resultados positivos de 2020, João Delarissa, analista econômico do Sincomercio, pontua que é evidente que o novo ano trará uma série de novos desafios ao setor varejista. “As longas tratativas sobre os programas de imunização contra a Covid-19 e a possibilidade de novas medidas restritivas ao comércio aumentam a imprevisibilidade do desempenho do setor e dificultam o planejamento de curto prazo das empresas, sejam elas grandes, sejam pequenas.”

Delarissa também afirma que o fim do auxílio emergencial provocará uma redução significativa no rendimento das famílias, sobretudo na camada da população que direciona a maior parte de seus recursos para o consumo, e que foram determinantes para alavancar as vendas do varejo e viabilizar o desempenho observado no ano passado. “O fim do programa de transferência de renda iniciado em abril – que distribuiu R$ 288,7 bilhões para aproximadamente 68 milhões de brasileiros – interrompe a injeção de liquidez que vinha absorvendo parte das perdas econômicas causadas pela pandemia”, avalia.

Com esse cenário, o Sincomercio alerta que é indispensável o olhar atento dos gestores ao fluxo de caixa das empresas, o que envolve manter o controle redobrado sobre as despesas, procurar negociar reajustes e outros aumentos de custos, pesquisar as melhores alternativas para a captação de recursos, entre outros fatores. “São ações fundamentais para a sobrevivência dos negócios em tempos de recuperação econômica”, diz o analista.

Metodologia - A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PCCV) tem como objetivo produzir indicadores mensais do desempenho do comércio varejista e dos seus vários ramos de atividade. A partir de dados do faturamento bruto real, as informações produzidas pela pesquisa permitem mensurar e projetar a atividade econômica geral de curto prazo em todas as 16 regiões do Estado. A 15ª Delegaria Regional Tributária (DRT-15) delimita a região de Araraquara que conta com mais 15 municípios, qual sejam, Américo Brasiliense, Analândia, Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Corumbataí, Descalvado, Dobrada, Dourado, Fernando Prestes, Gavião Peixoto, Ibaté, Ibitinga, Ipeúna, Itápolis, Itirapina, Matão, Monte Alto, Motuca, Nova Europa, Pirangi, Pirassununga, Porto Ferreira, Ribeirão Bonito, Rincão, Rio Claro, Santa Cruz das Palmeiras, Santa Ernestina, Santa Gertrudes, Santa Lúcia, Santa Rita do Passa Quatro, São Carlos, Tabatinga, Tambaú, Taquaritinga, Trabiju e Vista Alegre do Alto.

BRASÍLIA/DF - Depois da inflação dos alimentos, no segundo semestre, o brasileiro enfrentou uma nova pressão sobre os preços no fim de 2020. O gás de cozinha encerrou o ano passado com alta de 9,24%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta 3ª feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso representa mais que o dobro da inflação de 4,52% registrada no ano passado.

Usado principalmente pelas famílias mais pobres, que vivem em domicílios com menos estrutura, o gás de cozinha terminou em alta na comparação com outros tipos de derivados de petróleo. O gás encanado, usado pelas famílias de maior renda, terminou 2020 com recuo de 1,29%. O gás veicular fechou o ano passado com alta de 1,66%.

Atualmente, o preço do botijão de 13 quilogramas (kg) custa entre R$ 59,99 e R$ 105, com preço médio de R$ 75,04, segundo o levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No início da pandemia de covid-19, o preço médio estava em R$ 69.

Em vigor desde 2019, a política atual de preços do gás de cozinha prevê reajustes sem periodicidade definida. O preço está atrelado a dois componentes: dólar e cotação internacional do petróleo. Em 2017, o botijão inicialmente foi reajustado mensalmente, mas passou a ter o preço revisado a cada três meses, numa política que vigorou até o fim de 2018.

Embora seja controlado nas refinarias, o preço do gás de cozinha é liberado no varejo. Somente nos últimos 40 dias, a Petrobras promoveu dois aumentos no gás liquefeito de petróleo (GLP): de 5% no início de dezembro e 6% no último dia 6.

 

Queda na demanda

A alta no preço do botijão de gás reflete-se no consumo das famílias. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, que tem divulgado relatórios semanais com o consumo de energia e de combustíveis desde o início da pandemia, o consumo do botijão de 13 kg caiu 20% na última semana de dezembro em relação ao mesmo período do ano anterior. A demanda pelo botijão de mais de 13 kg, usado por indústrias, academias, comércio e condomínios, caiu ainda mais: 32,5%.

Professor de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), Mauro Rochlin afirma que a redução de demanda pelo GLP é insuficiente para fazer os preços retornarem ao normal. Apesar dos esforços, ele diz que o consumidor tem poder limitado para controlar o preço do gás, diferentemente do que ocorre com alguns alimentos.

“O preço do gás de cozinha é determinado por variantes externas, como o dólar e a cotação do petróleo. O petróleo recuperou-se no fim do ano passado depois de experimentar uma queda considerável de preço no início da pandemia. O dólar está atrelado a fatores internacionais e a expectativas sobre a economia brasileira”, explica.

Outro fator que dificulta o controle dos preços do gás, explica o professor, é a dificuldade em trocar o GLP por outros produtos. Para escaparem do gás mais caro, as famílias de baixa renda estão recorrendo ao carvão vegetal ou à lenha. As famílias de classe média podem substituir o gás por fogões elétricos e, caso usem o botijão para aquecer a água, podem recorrer à energia solar, mas esses investimentos são caros e exigem tempo.

“O gás de cozinha é um produto com baixa elasticidade de demanda. Trata-se de um bem essencial, que não pode ser substituído facilmente”, diz o professor.

 

Governo

Como sugestão para conter a alta do gás, o presidente Jair Bolsonaro, defendeu há dois dias a realização de estudos para ampliar o número de engarrafadoras, empresas especializadas em encher botijões vazios.

“No Brasil existem poucas engarrafadoras. O botijão anda centenas de quilômetros para ser enchido e, depois, mais uma centena até o consumidor. Com dezenas de centrais nos estados e mais empresas, essa verdadeira viagem do botijão deixaria de existir, teríamos mais competição e o preço cairia”, postou Bolsonaro na rede social Twitter.

Para o Ministério da Economia, duas medidas para liberalizar o mercado de gás natural podem se refletir em preços mais baixos para o consumidor doméstico. Isso porque o GLP contém cerca de 20% de gás natural. A primeira é a votação do novo marco regulatório do gás, aprovado pelo Senado no fim do ano passado e que voltou para a Câmara. A segunda é a privatização de até oito refinarias da Petrobras, o que, segundo a equipe econômica, estimulará a competição e deverá gerar preços menores.

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

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