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SÃO PAULO/SP - Para quem aproveitou o fim de semana para participar da Mega-Sena de sábado (18), saiba que nenhuma aposta registrada conseguiu acertar os seis números extraídos, fazendo com que o prêmio principal acumule novamente.

 

Veja a seguir o resultado da Mega-Sena 2492:

10 - 30 - 31 - 33 - 42 - 52.

 

Dessa maneira, no próximo concurso, que acontece quarta-feira (22), o valor da faixa principal estará estimado em R$70 milhões, e você não pode perder esta oportunidade de ficar milionário.

Nas faixas secundárias, muitos apostadores terão motivos para comemorar. Todas as 6.645 apostas que acertaram quatro números irão ganhar R$1.001,01 cada, enquanto que as 65 apostas que acertaram cinco números irão faturar cerca de R$71.634,15.

 

 

SORTE ONLINE

CHINA - O investimento estrangeiro foi um dos pilares do "milagre econômico" na China, país que em quatro décadas tirou 850 milhões de pessoas da pobreza.

Após a morte de Mao Tsé-tung em 1976, o comunismo mais ortodoxo deu lugar a uma abordagem pragmática do desenvolvimento econômico e, três anos depois, o país abriu suas portas ao investimento estrangeiro.

Nas décadas seguintes, a entrada de capitais cresceu exponencialmente, com o PIB chinês expandindo a uma taxa média superior a 9% ao ano.

Mas agora essa tendência de longo prazo começou a se reverter.

O investimento estrangeiro na China vem despencando desde o início deste ano, especialmente desde a invasão russa da Ucrânia.

Somente entre janeiro e março, investidores estrangeiros retiraram cerca de US$ 150 bilhões (cerca de R$ 760 bilhões) em ativos financeiros em yuan, principalmente em títulos.

"Embora a China tenha registrado entradas (de capitais) em janeiro, as saídas de fevereiro e março foram tão grandes que tornaram o primeiro trimestre o pior já registrado. A fuga continuou em abril", indica o relatório de maio do Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês).

A entidade com sede em Washington prevê uma saída de ativos da China de US$ 300 bilhões este ano, mais que o dobro dos US$ 129 bilhões em 2021.

Analisamos quais são as quatro principais causas desta tendência, se ela veio para ficar, que consequências terá e como as autoridades chinesas estão reagindo.

 

1. A estratégia "covid zero"

"As políticas de 'covid zero' estão levando a China a uma contração semelhante à da primeira onda da pandemia", disse à BBC o economista espanhol Juan Ramón Rallo.

Mais de dois anos após o início da pandemia, a maioria dos países retirou as restrições devido à covid. Mas na China é diferente.

Pequim, que antes sempre priorizava o crescimento econômico acima de tudo, desta vez colocou isso de lado para evitar uma possível crise de saúde, apesar de a maioria de sua população estar vacinada.

O governo impôs confinamentos rígidos em Xangai — que responde por 5% do PIB nacional. E em outras cidades, ele reforçou medidas anticovid, reduzindo a atividade empresarial.

Assim, o desemprego nas cidades ultrapassou 6%, sua economia contraiu 0,68% em abril e poucos acreditam que a China atingirá a meta de crescimento para este ano de 5,5%, número que já é discreto em relação aos anos anteriores.

"Muitas empresas ainda veem a China como um mercado importante, mas hoje é difícil manter esse otimismo enquanto o resto do mundo se abre e a China permanece fechada", diz Nick Marro, analista da Economist Intelligence Unit (EIU) em Hong Kong.

Marro acredita que a estratégia "covid zero" não estimula investidores a apostarem na China "já que as regras podem mudar repentinamente, sem aviso prévio, o que dificulta ainda mais o planejamento e as decisões sobre investimentos futuros".

"A grande questão é se os investidores estrangeiros veem o 'Covid Zero' como um problema temporário que podem tolerar. Quanto mais tempo essa política continuar, maior será essa intolerância."

 

2. A crise imobiliária

A construção de casas tem sido um dos motores de crescimento da economia chinesa nas últimas décadas.

No entanto, o setor está em crise desde o ano passado devido ao forte endividamento das gigantes locais, como a Evergrande.

Embora a crise imobiliária na China venha de antes, os temores dos investidores estrangeiros sobre suas consequências na saúde econômica do país em combinação com os efeitos do "covid zero" e outros fatores são mais recentes.

"Nos últimos 10 anos, a China cresceu com base no crédito barato e na bolha imobiliária", lembra o professor Rallo.

Após o estouro dessa bolha, explica ele, o país está imerso em uma mudança no modelo produtivo que ele descreve como "complicada".

"A digestão de uma bolha imobiliária de tal magnitude é um processo lento e doloroso, ainda mais se não se permite um ajuste rápido, como o Partido Comunista Chinês parece estar fazendo."

Conscientes deste problema, as autoridades chinesas tomaram algumas medidas para revitalizar o mercado imobiliário, incluindo vários cortes nas taxas de juro do financiamento habitacional através de decreto do banco central do país.

Isso coloca a China como um dos poucos países que vai contra a maré: enquanto o Banco Central Europeu (BCE) e o Federal Reserve anunciam aumentos de juros para combater a inflação, Pequim recorre a estímulos para aliviar sua crise imobiliária e revitalizar sua economia — aposta que muitos considerar arriscado em plena escalada de preços em nível global.

 

3. Rússia, tensões geopolíticas e direitos humanos

A invasão da Ucrânia custou à Rússia o isolamento econômico do Ocidente com sanções de magnitude que ninguém imaginaria para um país tão importante.

A guerra levou muitos investidores a se perguntarem o que aconteceria com seus ativos na China se Xi Jinping lançasse uma operação militar em Taiwan, reprimisse um levante popular em Hong Kong pela força ou decidisse resolver disputas territoriais com vizinhos pela força das armas.

A posição da China no conflito ucraniano — mais próxima da Rússia — também não ajuda.

"Os mercados estão preocupados com os laços da China com a Rússia — isso está assustando os investidores e a aversão ao risco está em evidência desde o início da invasão", disse Stephen Innes, sócio-gerente do serviço de investimentos SPI Asset Management, para a Bloomberg.

"Todo mundo começou a vender títulos chineses, então estamos felizes por não termos comprado nenhum."

O professor Rallo, por sua vez, destaca a tendência de regionalização do comércio global com duas grandes áreas de influência: Europa-EUA, por um lado, e China-Rússia, por outro.

Assim, para as empresas ocidentais "ter parte de sua cadeia de valor no outro bloco pode ser uma desvantagem", então algumas delas optariam por abrir mão desses mercados.

O analista Nick Marro também destaca "o aprofundamento do cisma entre a China e o Ocidente em questões como competição econômica e estratégica, bem como valores democráticos e direitos humanos".

Um bom exemplo disso é o Norges Bank Investment Management, da Noruega, o maior fundo soberano do mundo que administra ativos de 1,3 trilhão de dólares. Em março, o fundo excluiu as ações da empresa chinesa de roupas esportivas Li Ning pelo "risco inaceitável" que "contribui para graves violações dos direitos humanos".

 

4. A ofensiva contra o setor privado

Tanto o "milagre econômico" chinês quanto a avalanche de fluxos de capital que em grande parte o tornaram possível vieram junto com reformas voltadas para o livre mercado e o desenvolvimento de empresas privadas.

No entanto, observa Nick Marro, "muito da agenda de reformas que poderia beneficiar tanto as empresas privadas estrangeiras quanto as locais estagnou".

A tendência recente de protecionismo e intervenção acontece em vários setores, mas sobretudo na tecnologia, "onde as preocupações de segurança nacional superam todo o resto", diz.

O exemplo mais claro é a ofensiva iniciada em 2021 contra as grandes empresas de tecnologia chinesas, que os críticos atribuem à vontade do Estado de controlar o setor. Isso afetou o valor de empresas de renome mundial, incluindo o Alibaba.

A corporação do bilionário Jack Ma foi uma das mais atingidas pela campanha regulatória de Pequim, que em abril do ano passado impôs a maior multa antitruste da história do país, no valor de cerca de US$ 2,8 bilhões.

Segundo o analista, o governo chinês está dando cada vez mais poder às entidades estatais, o que pode contrariar seu objetivo de reanimar o crescimento econômico.

Nas últimas semanas, a agência Reuters e a Bloomberg citaram fontes do setor que dizem que Pequim planeja corrigir sua política sobre empresas de tecnologia, embora o governo não tenha confirmado isso oficialmente.

Desinvestimento tem limite?

Os índices de ações chineses também não têm dado bons retornos aos investidores nos últimos meses.

O Shanghai CSI300 atingiu o fundo do poço no final de abril e desde então se recuperou ligeiramente, embora ainda esteja longe de seus níveis no início do ano.

A moeda local, o yuan, foi negociada em seus níveis mais baixos em dois anos em relação ao dólar em maio.

A curva descendente dos índices chineses não é muito mais acentuada do que a de seus equivalentes nos EUA e na Europa, que também se depreciaram desde o início do ano após atingirem máximas em 2021.

O superávit comercial da China ultrapassou US$ 200 bilhões no primeiro trimestre. Embora isso aconteça em parte por causa da queda nas importações, a reserva é considerável e ajuda o país a resistir melhor às retiradas de investimentos estrangeiros.

Nesse contexto, descreve o IIF em seu relatório, as saídas de capitais da China não estão colocando em risco a solvência do país, que não necessita de moeda estrangeira para cumprir suas obrigações externas.

A instituição também considera que a onda de desinvestimentos na China tem limites.

"Embora vejamos empresas de alto perfil anunciando planos para deixar o mercado, não devemos entender isso como um êxodo. Muitas dessas empresas estão na China há décadas e elas não será fácil ou rápida a decisão delas de deixar esse mercado ," ele diz.

Em editorial recente, a revista The Economist aponta para o próximo Congresso Nacional do Partido Comunista da China (PCC), marcado para outubro, como o ponto de virada que pode dar um novo foco à economia chinesa e apresentar uma perspectiva diferente para os investidores estrangeiros.

"A visão otimista é que esse período sombrio de ideologia, erros políticos e crescimento lento faz parte da preparação para o congresso do partido. Quando isso passar, os pragmáticos terão mais controle da política, a 'covid zero' acabará e voltará o apoio à economia e à tecnologia".

 

 

- Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61809852

SÃO PAULO/SP - Algumas pessoas optam por não pagar a Previdência Social, seja por falta de conhecimento ou por questões financeiras. Daí vem a pergunta: é possível receber aposentadoria sem contribuir para a previdência? A resposta é não.

A seguridade social é dividia em três seguimentos: previdência social, assistência social e saúde. A previdência social é um seguro em que o trabalhador participa por meio de contribuições mensais. O objetivo é garantir a renda quando o cidadão não for mais capaz de trabalhar por problema de saúde, acidente ou tempo de serviço. O Brasil possui mais de 21,8 milhões de aposentados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Outros benefícios são cobertos pelo INSS, mas não são considerados aposentadoria. É o caso do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que garante um salário mínimo por mês ao idoso com idade igual ou superior a 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade.

“No caso da pessoa com deficiência, esta condição tem de ser capaz de lhe causar impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo (com efeitos por pelo menos 2 anos), que a impossibilite de participar de forma plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais pessoas”, esclarece o Ministério da Cidadania.

Para ter direito ao BPC, não é preciso ter contribuído para o INSS. É necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja igual ou menor que 1/4 do salário-mínimo.

“É um benefício assistencial que não tem décimo terceiro, não fica para o companheiro em caso de falecimento e o beneficiário também não pode fazer empréstimo”, explica o advogado previdenciário Gabriel Guaraná, do escritório Stuppello Guaraná & Azevedo.

 

 

Daniela Quitanilha / ISTOÉ DINHEIRO

BRASÍLIA/DF - A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (17) reajustes de 5,2% no preço da gasolina e de 14,2% no preço do diesel. Os novos valores passam a vigorar a partir deste sábado (18). 

A empresa informou que o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras passará de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro. O último ajuste ocorreu em 11 de março, há 99 dias.

Para o diesel, o reajuste ocorre 39 dias depois do aumento anterior. O preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro. O último ajuste ocorreu no dia 10 de maio. 

O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, não sofreu reajuste. Em nota para divulgar os aumentos, a Petrobras afirmou que tem buscado o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio. 

"Esse posicionamento permitiu à Petrobras manter preços de GLP estáveis por até 152 dias; de diesel por até 84 dias; e de gasolina por até 99 dias. Esta prática não é comum a outros fornecedores que atuam no mercado brasileiro que ajustam seus preços com maior frequência, tampouco as maiores empresas internacionais que ajustam seus preços até diariamente".

Repercussão

Já pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro fez duras críticas à Petrobras pelo novo reajuste. 

"O Governo Federal como acionista é contra qualquer reajuste nos combustíveis, não só pelo exagerado lucro da Petrobras em plena crise mundial, bem como pelo interesse público previsto na Lei das Estatais", postou o presidente. 

Em seguida, ele citou a possibilidade de uma greve de caminhoneiros, em decorrência do preço dos combustíveis. 

"A Petrobras pode mergulhar o Brasil num caos. Seus presidente, diretores e conselheiros bem sabem do que aconteceu com a greve dos caminhoneiros em 2018, e as consequências nefastas para a economia do Brasil e a vida do nosso povo".

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, também criticou o reajuste anunciado nesta sexta-feira e pediu a renúncia imediata do presidente da Petrobras, José Mauro Ferreira Coelho.

"O presidente da Petroras tem que renunciar imediatamente", tuitou Lira. "Ele só representa a si mesmo e o que faz deixará um legado de destruição para a empresa, para o país e para o povo. Saia!!!"

Na última quarta-feira (15), a Câmara dos Deputados concluiu a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, que limita a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, fixando-a no patamar máximo de 17% a 18%, abaixo dos valores atuais aplicados pelos estados.

A medida tem o objetivo de reduzir o preço dos combustíveis para o consumidor, mas os aumentos da Petrobras podem anular os efeitos dessa desoneração. O texto aguarda sanção presidencial para entrar em vigor. 

 

 

Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil 

BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira, 17, a parcela de auxílio-gás para as famílias beneficiadas em todo o País. O valor de R$ 53 será depositado junto com o Auxílio Brasil e pode ser consultado no aplicativo da Caixa Tem. Os primeiros a receber são os beneficiários com final 1 no Número de Identificação Social (NIS), de acordo com o calendário da Caixa.

Segundo o Ministério da Cidadania, 5,68 milhões de famílias serão contempladas pelo vale-gás em junho, a partir de um repasse de R$ 301,2 milhões. A parcela anterior, paga no mês de abril, foi de R$ 51 e atendeu 5,39 milhões de famílias. Desta vez, os pagamentos serão feitos até o dia 30 de junho.

O valor estipulado para o auxílio-gás é definido de acordo com o preço nacional do botijão de 13 quilos de gás liquefeito de petróleo (GLP) nos últimos seis meses, com base em levantamento da Agência Nacional de Gás, Petróleo e Biocombustíveis (ANP). De acordo com o Ministério da Cidadania, o vale-gás corresponde a 50% da média do preço do botijão.

O benefício é concedido a cada dois meses e será depositado na conta junto com o Auxílio Brasil, conforme o NIS. O saque pode ser feito com o cartão social, pelo aplicativo Caixa Tem, para aqueles que possuem a poupança social da Caixa, ou pela poupança fácil que o banco abre em nome do cidadão.

 

Calendário de pagamento do auxílio-gás, segundo o número final do NIS e a data de pagamento:

  • 1 - 17/06 (sexta-feira)
  • 2 - 20/06 (segunda-feira)
  • 3 - 21/06 (terça-feira)
  • 4 - 22/06 (quarta-feira)
  • 5 - 23/06 (quinta-feira)
  • 6 - 24/06 (sexta-feira)
  • 7 - 27/06 (segunda-feira)
  • 8 - 28/06 (terça-feira)
  • 9 - 29/06 (quarta-feira)
  • 0 - 30/06 (quinta-feira)

Para receber o vale-gás, não é necessário inscrição no programa. O Ministério da Cidadania seleciona os beneficiários de acordo com os seguintes critérios:

  • Famílias inscritas no Cadastro Único com renda per capita menor ou igual a meio salário mínimo;
  • Integrantes do Benefício de Prestação Continuada (BPC);
  • Mulheres chefes de família e vítimas de violência têm prioridade para receber o benefício.
  • O recebimento de outros auxílios não é impedimento para o auxílio-gás, afirmou a Cidadania.

 

 

Giovana Frioli, especial para o ‘Estadão’

BRASÍLIA/DF - A partir de hoje (15), cerca de 3,3 milhões de trabalhadores nascidos em dezembro receberão até R$ 1 mil das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A Caixa Econômica Federal depositará o dinheiro na conta poupança digital, usada para o pagamento de benefícios sociais e previdenciários.

Com o lote de dezembro, a Caixa conclui o pagamento do saque extraordinário do FGTS, que beneficiou perto de 42 milhões de pessoas. A nova rodada de saques foi anunciada pelo governo em março para estimular a economia e fornecer uma ajuda para os trabalhadores após a pior fase da pandemia de covid-19.

Os valores só podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas e a realização de compras virtuais em estabelecimentos não conveniados. O Caixa Tem também dá direito ao saque em caixas eletrônicos e transferência para a conta de terceiros.

O trabalhador precisa ficar atento. A maioria está recebendo o dinheiro automaticamente na conta poupança social digital da Caixa. No entanto, em caso de dados incompletos que não permitam a abertura da conta digital, a pessoa terá de pedir a liberação dos recursos.

Todo o processo para pedir o saque é informatizado. O beneficiado não precisa ir a uma agência da Caixa, bastando entrar no aplicativo oficial do FGTS, disponível para smartphones e tablets, e inserir os dados pedidos.

O aplicativo está dando a opção para o trabalhador pedir o crédito em qualquer conta-corrente ou poupança de qualquer banco. A possibilidade, no entanto, só vale para quem aceitar fornecer a foto de um documento oficial com fotografia para cadastrar a biometria.

O calendário foi divulgado em março. A liberação dos recursos seguiu um cronograma baseado no mês de nascimento. O dinheiro foi liberado em etapas entre 20 de abril e hoje.

Retirada

Outro ponto a que o beneficiado precisa ficar atento é a retirada do dinheiro. Os recursos estarão disponíveis até 15 de dezembro e voltarão para a conta vinculada do FGTS depois dessa data, caso o dinheiro não seja gasto, retirado ou transferido para uma conta-corrente.

O dinheiro não movimentado será restituído ao FGTS com correção pelo rendimento do Fundo de Garantia correspondente ao período em que ficou parado na conta poupança digital.

Consulta

Para saber se receberá automaticamente o dinheiro ou se precisará pedir o saque, a pessoa precisa fazer uma consulta. O processo pode ser feito pelo aplicativo FGTS. A ferramenta informa a data da liberação e se o crédito será feito de forma automática. O aplicativo também permite a consulta aos valores, a atualização dos dados da conta poupança digital e o pedido para desfazer o crédito e manter o dinheiro na conta do FGTS.

Calendário de depósitos:

Mês de nascimento            Data da liberação

  • Janeiro                                 20 de abril
  • Fevereiro                             30 de abril
  • Março                                  4 de maio
  • Abril                                    11 de maio
  • Maio                                   14 de maio
  • Junho                                  18 de maio
  • Julho                                   21 de maio
  • Agosto                                25 de maio
  • Setembro                            28 de maio
  • Outubro                               1º de junho
  • Novembro                           8 de junho
  • Dezembro                           15 de junho

 

 

Por Welton Máximo - Repórter da Agência Brasil  

SÃO PAULO/SP - A rede de farmácias Droga Raia – do grupo RD, que inclui outra gigante, a Drogasil – vai tirar o “Droga” do nome da bandeira, seguindo de perto um movimento já visto em negócios como Porto Seguro (agora Porto) e Ponto Frio (hoje, simpelesmente, Ponto). Para dar o pontapé inicial nessa transformação, a empresa inaugurou a primeira unidade Raia no Jardim Paulista, em São Paulo, com a nova identidade visual. “‘Raia já é a forma que os nossos clientes se referem a nós, então é só uma atualização”, disse o presidente da RD, Marcílio Pousada.

Com uma segunda unidade já em reforma, também em São Paulo, a atualização da da Raia ainda não tem data para chegar às demais lojas. De acordo com o executivo, o projeto, em fase piloto, o passará por aprimoramentos e mudanças até ser replicado nas 1,1 mil farmácias pelo País. Por ora, as transformações poderão ser vistas nos aplicativos de celular e no serviço de e-commerce da empresa.

Para o especialista em marcas Eduardo Tomiya, da TM20 Branding, a atualização feita pelo grupo reflete as mudanças no tempo sem perder a identidade e relação criada com os consumidores ao longo dos seus mais de 100 anos. “As pessoas tendem a simplificar os nomes para justamente criar uma conexão com a marca”, avalia Tomiya.

Além da mudança no nome, a rede de farmácias quer repaginar o ambiente interno das lojas na tentativa de abandonar o visual estéril e todo branco, que remete a um ambulatório hospitalar e à venda de medicamentos.

Segundo Pousada, a reforma é mais um passo na estratégia do negócio de expandir sua atuação para além dos medicamentos. “Nós estamos trazendo elementos que aquecem o ambiente, que demonstrem que somos uma empresa que vende bem estar, saúde integral e qualidade de vida”, afirmou o executivo.

Recentemente, a Raia Drogasil adquiriu uma participação societária no laboratório de exames Labi e investiu na abertura de unidades “coladas” a duas farmácias da rede, unindo os serviços de atendimento médico, análises clínicas e venda de produtos de saúde.

O novo modelo de loja também quer aproximar os conceitos de ESG (sigla em inglês para ambiental, social e de governança) do consumidor. O formato, conta Pousada, trará mudanças no sistema de iluminação e refrigeração, redução de impressão de cupons fiscais e um totem para empréstimos de sacolas retornáveis.

“Nós queremos trazer a natureza para dentro do negócio. Essa ação faz parte das nossas metas de redução de emissões de carbono, porque até uma rede de farmácias pode diminuir seu impacto”, diz o executivo.

 

 

Wesley Gonsalves / ESTADÃO

SÃO PAULO/SP - A Volkswagen pode colocar mais 3.000 trabalhadores da unidade de São Bernardo do Campo em recesso de 27 de junho a 7 de julho.

As férias coletivas foram protocoladas, mas ainda não estão confirmadas e podem ser canceladas até a véspera do prazo anunciado, segundo a montadora.

Se ocorrer, a paralisação de dez dias será por falta de peças e componentes eletrônicos para finalizar os veículos.

Em maio, a Volkswagen já havia colocado cerca de 2.500 metalúrgicos em férias pelo mesmo motivo.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, um acordo vigente entre montadora e trabalhadores garante previsibilidade sobre o futuro da fábrica.

Para o coordenador-geral da representação na Volks, José Roberto Nogueira da Silva, a falta de uma política industrial e de desenvolvimento no país têm causado a falta de estrutura na cadeia produtiva nacional.

A Volks tem hoje cerca de 8.200 trabalhadores, sendo 4.500 deles alocados na produção.

 

 

ANA PAULA BRANCO / FOLHA 

Olá, Sophia, fiz o cancelamento do saque extraordinário do FGTS. Posso fazer novamente a solicitação?

PERGUNTA DA INTERNAUTA JESSICA

 

SÃO PAULO/SP - Resposta: Não. A Caixa informa que o cancelamento do crédito do saque extraordinário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) — chamado de "desfazimento" pelo banco — não pode ser desfeito.

Por isso quem está em dúvida se utiliza ou não esse dinheiro não deve pedir cancelamento. Melhor não fazer nada. Isso porque o valor fica disponível até 15 de dezembro de 2022. Caso não haja saque até esse dia, ele voltará para a conta do FGTS corrigido.

 

O que é o saque extraordinário do FGTS?

É um saque de até R$ 1.000 que pode ser feito por trabalhadores com saldo no FGTS. Os créditos estão sendo liberados de acordo com a data de aniversário dos trabalhadores e feitos via conta poupança digital. O dinheiro poderá vir tanto de contas ativas (do emprego atual) quanto de contas inativas (de empregos anteriores) que o trabalhador tenha.

O valor fica disponível até 15 de dezembro de 2022. Caso não haja saque até esse dia, ele voltará para a conta do FGTS corrigido.

 

Como consultar o saldo do FGTS

A consulta do valor do saque extraordinário do FGTS pode ser realizada por meio do app FGTS.

 

Onde o dinheiro vai ser depositado?

O dinheiro é depositado de forma automática, em nome do trabalhador, na conta poupança social digital, que é movimentada pelo aplicativo Caixa Tem. Todos os trabalhadores que têm conta do FGTS com saldo disponível terão direito ao saque extraordinário, com exceção daqueles que anteciparam o saque-aniversário.

 

Confira o calendário do saque extraordinário

  • Nascidos em janeiro – 20 de abril
  • Nascidos em fevereiro – 30 de abril
  • Nascidos em março – 4 de maio
  • Nascidos em abril – 11 de maio
  • Nascidos em maio – 14 de maio
  • Nascidos em junho – 18 de maio
  • Nascidos em julho – 21 de maio
  • Nascidos em agosto – 25 de maio
  • Nascidos em setembro – 28 de maio
  • Nascidos em outubro – 1º de junho
  • Nascidos em novembro – 8 de junho
  • Nascidos em dezembro – 15 de junho

________________________

 

Se tiver dúvidas sobre economia, dinheiro, direitos e tudo o mais que mexe com o seu bolso, envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?” pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

Sophia Camargo, do R7

BRASÍLIA/DF - A partir de hoje (8), cerca de 3,2 milhões de trabalhadores nascidos em novembro receberão até R$ 1 mil das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A Caixa Econômica Federal depositará o dinheiro na conta poupança digital, usada para o pagamento de benefícios sociais e previdenciários.

Os valores só podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas e a realização de compras virtuais em estabelecimentos não conveniados. O Caixa Tem também permite o saque em caixas eletrônicos e a transferência para a conta de terceiros.

O trabalhador precisará ficar atento. A maioria dos cerca de 42 milhões de trabalhadores está recebendo o dinheiro automaticamente, na conta poupança social digital da Caixa. No entanto, em caso de dados incompletos que não permitam a abertura da conta digital, o trabalhador terá de pedir a liberação dos recursos.

Todo o processo para pedir o saque é informatizado. O trabalhador não precisa ir à agência da Caixa, bastando entrar no aplicativo oficial do FGTS, disponível para smartphones e tablets, e inserindo os dados pedidos.

O aplicativo está dando a opção ao trabalhador de pedir o crédito em qualquer conta corrente ou poupança de qualquer banco. A possibilidade, no entanto, só vale para quem aceitar fornecer um documento oficial com foto para cadastrar a biometria.

Pelo calendário divulgado em março, a liberação dos recursos segue um cronograma baseado no mês de nascimento do trabalhador. O dinheiro está sendo liberado em etapas até 15 de junho, quando recebem os nascidos em dezembro.

Retirada

Outro ponto a que o trabalhador precisa ficar atento é a retirada do dinheiro. Os recursos estarão disponíveis até 15 de dezembro e voltarão para a conta vinculada do FGTS depois dessa data, caso o dinheiro não seja gasto, retirado ou transferido para uma conta corrente.

O dinheiro não movimentado será restituído ao FGTS com correção pelo rendimento do Fundo de Garantia correspondente ao período em que ficou parado na conta poupança digital.

Consulta

Para saber se receberá automaticamente o dinheiro ou se precisará pedir o saque, o trabalhador precisa fazer uma consulta. O processo pode ser feito pelo aplicativo FGTS. A ferramenta informa a data da liberação e se o crédito será feito de forma automática. O aplicativo também permite a consulta aos valores, a atualização dos dados da conta poupança digital e o pedido para desfazer o crédito e manter o dinheiro na conta do FGTS.

Confira o calendário de depósitos:

Mês de nascimento        Data da liberação
Janeiro                            20 de abril
Fevereiro                        30 de abril
Março                             4 de maio
Abril                                11 de maio
Maio                               14 de maio
Junho                             18 de maio
Julho                               21 de maio
Agosto                            25 de maio
Setembro                        28 de maio
Outubro                          1º de junho
Novembro                       8 de junho
Dezembro                      15 de junho

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

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