EUA - Na madrugada desta segunda-feira (5 de fevereiro), o rapper Killer Mike foi detido após se envolver em uma confusão com um segurança dentro da arena Crypto.com, local da premiação do Grammy Awards. A detenção aconteceu logo após o artista ter ganhado três prêmios.
A informação foi confirmada pela polícia de Los Angeles à Associated Press. Segundo relatos, o rapper americano, de 48 anos, se envolveu em uma briga com um segurança. Ele recebeu uma multa por transgressão e foi libertado posteriormente, mas terá que comparecer ao tribunal no final deste mês de fevereiro.
Um vídeo publicado no X, antigo Twitter, mostra Mike, aparentemente algemado, sendo escoltado pela polícia para fora do edifício. Vale destacar que o artista venceu nas três categorias para as quais estava nomeado: Melhor Álbum de Rap do Ano, Melhor Música Rap e Melhor Performance de Rap.
Hip Hop police arrested Mike at the Grammys pic.twitter.com/rlTXUamxcR
— JA EL (@JAELBEY) February 5, 2024
EUA - O Senado dos Estados Unidos revelou neste domingo o texto de um acordo entre democratas e republicanos que desbloqueia bilhões de dólares em novos fundos para a Ucrânia e Israel e endurece as leis fronteiriças. Suas perspectivas de se converter em lei, no entanto, são incertas.
O pacote legislativo inclui um financiamento total de US$ 118,3 bilhões de dólares, sendo US$ 60 bilhões para ajudar a Ucrânia, igualando o pedido feito pela Casa Branca, e US$ 14,1 bilhões para Israel, segundo o resumo divulgado pela presidente da Comissão de Orçamento do Senado, Patty Murray.
O acordo também contempla US$ 20,2 bilhões para a segurança das fronteiras americanas e uma série de mudanças na política migratória acordadas pelos negociadores democratas e republicanos.
Não está claro se o projeto conta com os 60 apoios necessários para passar na primeira votação no Senado (controlado pelos democratas), esperada para acontecer até a próxima quarta-feira.
Os senadores negociam há meses um acordo para combater a imigração ilegal, com os republicanos insistindo em reforçar a segurança na fronteira em troca da aprovação de um pedido da Casa Branca de um financiamento para Kiev.
O presidente americano, Joe Biden, disse que apoia "fortemente" o acordo e pediu ao Congresso para aprová-lo. “Chegamos a um consenso sobre um acordo bipartidário de segurança nacional que inclui o conjunto de reformas fronteiriças mais duro e justo em décadas", declarou.
EUA - A economia dos Estados Unidos criou 353 mil empregos em janeiro, em termos líquidos, segundo relatório publicado na sexta-feira, 2, pelo Departamento do Trabalho do país. O resultado ficou bem acima do teto das expectativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que variavam de 150 mil a 290 mil postos de trabalho, com mediana de 195 mil.
O relatório, conhecido como payroll, mostrou ainda que a taxa de desemprego dos EUA ficou em 3,7% em janeiro, inalterada em relação a dezembro. A previsão era de que a taxa subiria a 3,8% no mês passado.
O Departamento do Trabalho também revisou para cima os números de criação de empregos de dezembro, de 216 mil para 333 mil, e de novembro, de 173 mil para 182 mil.
Em janeiro, o salário médio por hora teve alta de 0,55% em relação a dezembro, ou US$ 0,19, a US$ 34,55, variação que ficou acima da projeção do mercado, de 0,30%. Na comparação anual, houve ganho salarial de 4,48% no último mês, superior à previsão de 4,10%.
EUA - Demi Moore já tem 61 anos, mas parece que a idade não passa por ela. Prova disso são as fotos que mostram a atriz de Hollywood chegando aos estúdios do "The Late Show With Stephen Colbert", na quarta-feira, 31 de janeiro, em Nova York.
Nas imagens, Demi aparece usando um vestido de estilo blazer, com detalhes em renda transparente, que lhe confere um visual elegante e sofisticado. A ex-mulher de Bruce Willis completou o look com sapatos pretos clássicos.
Demi Moore é uma das atrizes mais bem-sucedidas de Hollywood. Ela estrelou filmes como "Ghost", "Proposta Indecente" e "Striptease". A atriz também é conhecida por sua beleza e estilo.
RÚSSIA - O presidente Vladimir Putin disse na quarta (31) que o míssil que derrubou um avião de transporte com 74 pessoas a bordo em Belgorodo, no sudoeste da Rússia, foi disparado por um sistema antiaéreo americano Patriot.
O russo não apresentou as evidências de sua acusação, embora os primeiros relatos das autoridades que investigavam o abate ocorrido há uma semana eram de que fragmentos sugeriam que arma usada era de fabricação ucraniana.
Putin pediu, assim como a Ucrânia fizera antes, uma investigação internacional sobre o incidente -algo inusual para o líder, que sempre desprezou conclusões externas, como no caso do abate de um Boeing-777 sobre a Ucrânia em 2014, atribuído por uma apuração holandesa a separatistas pró-Rússia.
Há muitas implicações na fala de Putin, que ocorre em meio ao pior momento para os ucranianos na guerra, salvo o início da invasão de fevereiro de 2022.
Isso porque os Estados Unidos e a Otan, clube militar liderado por Washington, sempre condicionaram a entrega de material bélico para Kiev ao compromisso de não empregá-lo contra território russo. O medo era o de dar um motivo para Putin escalar o conflito, acusando o Ocidente de atacar diretamente a Rússia.
Como Putin presumivelmente não vai querer arriscar começar a Terceira Guerra Mundial agora, até porque está em um momento de vantagem no conflito como vizinho, é provável que sua fala tenha mirado o ânimo ocidental em apoiar Kiev com mais armamentos.
Ela ocorreu um dia depois da divulgação, pela imprensa americana, que o governo Joe Biden autorizou o envio de um novo tipo de artilharia que vai dobrar para 150 km o alcance das armas atuais dos ucranianos. Trata-se da GLSDB (sigla inglesa para Bomba de Pequeno Diâmetro Lançada do Solo), uma arma que adapta guiagem nova à munição antiga, que por ser mais barata pode ser entregue em grande quantidade.
Não está claro, contudo, sob qual rubrica orçamentária virão tais bombas, dado que os EUA anunciaram não ter mais dinheiro novo para fornecer armas à Ucrânia se o Congresso não aprovar um pacote de R$ 300 bilhões proposto por Biden no ano passado e vetado pela oposição republicana.
A acusação de Putin também é feita sob medida para dissuadir a Alemanha de fornecer mísseis de cruzeiro avançados Taurus, arma que o governo de Volodimir Zelenski vem fazendo lobby para ter. Com capacidade de atingir alvos a 500 km, eles dobrariam o alcance de armas semelhantes que Reino Unido e França deram para a Ucrânia.
Berlim foi quem forneceu duas baterias Patriot para a Ucrânia, e se comprometeu a repassar mais desses sistemas em um anúncio no ano passado. Ao menos uma delas foi destruída por um míssil hipersônico Kinjal russo no fim do ano passado.
A escassez do vital armamento, o mais sofisticado sistema antiaéreo a serviço da Ucrânia, joga dúvida sobre a afirmação do presidente russo. Parece improvável que a Ucrânia deslocaria sua única bateria remanescente para a longe da capital, seu centro nervoso a ser defendido, para atacar alvos dentro da Rússia.
Se quisesse fazer isso, poderia usar o sistema americano-norueguês Nasams ou o alemão Iris-T, que tem em maior quantidade. Ou algum dos remanescentes de seu arsenal antiaéreo soviético, notadamente os lançadores S-300, embora haja relatos de que falta munição para o modelo.
No abate do grande Il-76, modelo que é a espinha dorsal da aviação de transporte militar russa, morreram 74 pessoas. Dessas, 65 seriam prisioneiros de guerra ucranianos que rumavam para uma troca naquele dia por detentos russos no país vizinho, segundo Moscou. Kiev não confirma, mas também não desmente a informação, assim como a autoria do disparo.
Nesta quarta, houve a primeira troca de prisioneiros de guerra desde o incidente, com 195 russos e 207 ucranianos voltando para seus países.
Politicamente, a pressão fica redobrada sobre Zelenski, que adicionou uma crise militar doméstica à lista de seus problemas -que começam pela inapetência dos EUA e da Europa em renovar o apoio militar ao país depois do fracasso de sua contraofensiva, no ano passado, e o recrudescimento dos ataques aéreos russos neste inverno do Hemisfério Norte.
Na segunda (29), o presidente pediu a cabeça do comandante das Forças Armadas, Valeri Zalujni, que declinou da oferta de fazê-lo voluntariamente. Com o ônus da demissão do popular general na mão, Zelenski ainda viu a notícia vazar, e manteve o suspense sobre o que irá ocorrer.
Este relato, feito por diversos políticos ucranianos e com pelo menos um aliado de Zalujni o confirmando em público, não foi desmentido. O presidente e o general se estranhavam há meses, com declarações contraditórias de lado a lado, e o entorno de Zelenski vê o o militar como uma estrela em ascensão política com pretensões maiores.
A cisão não passou despercebida em Moscou, onde o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que o caso está sendo "monitorado" e que revelaria "os problemas de Kiev".
POR FOLHAPRESS
EUA - Os Estados Unidos informaram que não vão renovar a medida de alívio às sanções contra o setor de petróleo e gás da Venezuela – a General License 44, anunciada em outubro passado. O motivo, disse o governo americano em comunicado, foram ações do governo Nicolás Maduro como a prisão de membros da oposição democrática e a proibição de candidatos da disputa eleitoral deste ano.
“Sem progresso entre Maduro e seus representantes e a Plataforma Unitária da oposição, particularmente em permitir que todos os candidatos presidenciais concorram nas eleições deste ano, os Estados Unidos não renovarão a licença quando ela expirar em 18 de abril de 2024”, declarou o porta-voz Matthew Miller, do Departamento de Estado dos EUA.
A Casa Branca também está revogando a licença General License 43, que liberava transações envolvendo a Minervan, mineradora estatal venezuelana de ouro. “Os cidadãos dos EUA terão 14 dias para encerrar quaisquer transações que tenham sido previamente autorizadas por essa licença”.
EUA - A Apple disponibilizou a versão beta da próxima atualização para o iPhone, o iOS 17.4, e permite assim ver algumas das novidades que estarão disponíveis quando acontecer a versão final.
Entre estas novidades está um novo pacote de emojis, composto na grande maioria por pequenas alterações a símbolos já lançados em atualizações anteriores. A exceção está nos seis emojis que pode ver abaixo e que representam duas caras a anuir positiva e negativamente, uma fênix, uma fatia de limão, um cogumelo e também uma corrente se quebrando.
Acredita-se que o iOS 17.4 será lançado oficialmente no segundo trimestre, pelo que teremos ainda de esperar um pouco até termos a oportunidade de fazer uso destes novos emojis.
First Look: new emojis in the latest Apple beta update (iOS 17.4 beta 1)https://t.co/SDoFqvHe4p pic.twitter.com/tziyGD8geE
— Emojipedia (@Emojipedia) January 25, 2024
EUA - Um jovem piloto de 23 anos morreu na última quarta-feira (24/01) após roubar um avião de uma escola de aviação em Dallas, nos Estados Unidos. Logan Timothy James, que havia obtido seu certificado de piloto privado apenas alguns dias antes, decolou com o Cessna 172 Skyhawk da ATP Flight School no Aeroporto de Addison, mas perdeu o controle da aeronave e caiu em um campo aberto a cerca de 130 quilômetros de distância.
De acordo com o Departamento de Segurança Pública do Texas, James foi autorizado a realizar manobras de toque e arremetida no aeroporto, mas após o primeiro pouso e decolagem, ele afirmou que não obedeceria mais as instruções do controlador de voo. "Estou subindo e vou em direção a tudo. A essa altura, vocês provavelmente perceberam que não vou ouvir as instruções de vocês e estou apenas indo para o leste do Texas", diz o rapaz em áudio divulgado pela VasAviation.
A escola de aviação ATP Flight School afirmou que James era um aluno certificado e que o acidente ocorreu numa área remota e não houve outros feridos. As autoridades locais e federais ainda estão investigando o incidente.
EUA - Pela primeira vez desde o século 19, duas grandes ninhadas de cigarras estão prestes a emergir simultaneamente do solo nos Estados Unidos, prometendo uma visita peculiar. Estima-se que triliões desses insetos andarão pelo país durante aproximadamente seis semanas, marcando o início da primavera no hemisfério norte, antes de colocarem ovos e morrer.
De acordo com o Daily Mail, isto acontece 12 vezes a cada 221 anos, mas esta é a primeira vez desde 1803 que estas diferentes ninhadas de insetos surgirão em simultâneo.
Os dois grupos de cigarras são conhecidos por Brood XIX e Brood XIII, o primeiro surge a cada 17 anos, e o segundo a cada 13 anos.
De acordo com o alerta do professor da Tennessee Tech Univesity, a invasão de cigarras está prevista para atingir 16 estados e poderá fazer com que árvores sejam "danificadas sem possibilidade de recuperação".
As espécies da Brood XIX começarão a surgir no sul do país em maio, enquanto as espécies da Brood XIII começarão a vida adulta no norte desde abril até à segunda semana de maio.
O evento raro já está a ser apelidado nas redes sociais de "apocalipse das cigarras".
EUA - Com a segunda vitória consecutiva de Donald Trump nas primárias republicanas, a campanha de Joe Biden já trata o empresário como seu rival em novembro. Isso estando definido, a estratégia é convencer o eleitor de que o que está em jogo é a democracia.
"À medida que nos sentamos à beira do precipício que será os republicanos Maga [Make America Great Again] coroarem Donald Trump como seu candidato, essa ameaça aumenta a cada dia", afirmou na quarta-feira (24) a gerente de campanha de Biden, Julie Chavez Rodriguez, um dia depois do sucesso do republicano em New Hampshire.
"Desde o início, estamos conduzindo uma campanha como se o destino de nossa democracia dependesse disso. Isso só vai se intensificar nas próximas semanas e meses", completou.
O enfoque é uma mudança em relação à estratégia que vinha sendo adotada no ano passado, que priorizava a economia. O presidente passou meses viajando pelo país para alardear os feitos de sua "Bidenomics", mas aparentemente não conseguiu convencer os americanos, insatisfeitos com a inflação ainda elevada.
O desempenho econômico e a percepção de que as fronteiras do país estão abertas, com a entrada recorde de imigrantes nos últimos anos, estão entre as maiores fraquezas de Biden -temas que nem sequer foram citados pelos coordenadores da campanha na conversa com jornalistas desta terça.
"Nós vamos garantir que as pessoas saibam a diferença [entre Biden e Trump]. Que as pessoas saibam o histórico dos candidatos e o que elas têm a perder", afirmou o deputado Cedric Richmond, codiretor da campanha.
Aproveitando falas recentes de Trump, os coordenadores de campanha insistiram em caracterizá-lo como um candidato vingativo, que "já prometeu governar como um ditador" -o que o empresário disse que não faria, "exceto pelo dia um"- e que pretende usar a máquina de governo contra seus inimigos.
Além da ameaça à democracia, a campanha democrata ainda mira outros dois temas. O primeiro é o direito ao aborto, atribuindo a Trump a revogação do direito ao aborto pela Suprema Corte em 2022 e afirmando que, se o republicano for eleito, vai banir o procedimento em todo o país.
Esse foi inclusive o tema do primeiro comício conjunto do ano de Biden e sua vice, Kamala Harris, na Virgínia na terça (23). Na ocasião, os dois prometeram que, se reeleitos, aprovarão uma lei no Congresso para legalizar a interrupção da gravidez a nível federal.
O segundo alvo é a economia. A ideia é colar em Trump o rótulo de um governante voltado para os mais ricos, acusando-o de querer cortar impostos para a elite e prejudicar a classe média com mudanças na Previdência Social -o que, ironicamente, o empresário tem acusado a sua adversária nas primárias, Nikki Haley, de fazer.
Em resposta ao fortalecimento de Trump nas primárias, com duas vitórias consecutivas, a campanha de Biden tenta encontrar fragilidades nos resultados para argumentar que, apesar de o empresário ter o apoio incontestável de sua base Maga, isso não se repetiria com outros grupos, como independentes e jovens.
"Ele está tendo problemas para se mostrar palatável para esses grupos-chave que, em última análise, vão decidir essa eleição em novembro", defendeu Quentin Fulks, diretor-adjunto da campanha. "Além disso, Trump e os republicanos estão queimando muitos recursos no curso de suas primárias. Enquanto isso, o time Biden-Harris está ampliando sua operação", completou.
Mas o democrata também está sofrendo para obter apoio dos jovens, como os protestos pró-Palestina durante seu comício na terça mostraram. Questionados sobre esse problema, a campanha desconversou, respondendo que manifestações são naturais e que o respeito do presidente a elas é apenas "mais um contraste com Trump".
"Joe Biden está lidando com a situação no Oriente Médio não pela lente da política, mas como um comandante-chefe deste país que prioriza a segurança nacional dos EUA e do globo", disse o diretor de comunicação, Michael Tyler.
"Ele está fazendo isso com a sabedoria, o julgamento e a experiência que vêm com sua idade, e a empatia e decência que situações complexas exigem", acrescentou, aproveitando para tentar colocar aquele que é considerado o maior ponto fraco de Biden -sua idade- sob uma ótica positiva.
De acordo com Fulks, nunca uma campanha democrata teve tanto dinheiro em caixa a essa altura do ciclo eleitoral quanto a de Biden.
Esses recursos estão sendo utilizados principalmente nas operações em campo nos chamados "estados de batalha", aqueles em que um candidato não tem liderança clara e que devem ser decisivos para o resultado da eleição. A outra prioridade são propagandas eleitorais.
Questionado sobre as pesquisas de intenção de voto, que mostram ora o empate entre Trump e Biden, ora o republicano à frente (inclusive nesses estados-chave), a campanha tentou minimizar os dados e não demonstrar preocupação.
"Na política, você faz campanha como se estivesse atrás, não importa se você está ganhando ou perdendo", afirmou Richmond.
POR FOLHAPRESS
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