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FRANCA/SP - O Vice-Governador Rodrigo Garcia anunciou nesta semana, o repasse de mais de R$ 61 milhões para a saúde, ações de geração de emprego e empreendedorismo e infraestrutura urbana da região de Franca, sendo R$ 38,5 milhões extras para 13 serviços de saúde da região, entre eles a Santa Casa da cidade que está entre os beneficiados com o novo programa estadual “Mais Santas Casas”.

“Esse programa aumentou o valor daquelas Santas Casas que já recebiam apoio do Estado e também prevê recursos para todos os hospitais filantrópicos da região para que possam continuar prestando esse grande serviço à população”, afirmou o Vice-Governador.

Garcia também participou da 4ª edição do Retoma SP, ação que oferta serviços de qualificação, investimentos, emprego e renda para toda população paulista e soma investimentos na região de Franca da ordem de R$ 10 milhões. Na ocasião, autorizou repasse de R$ 250 mil para elaboração de estudos técnicos para a viabilização do primeiro Centro de Inovação Tecnológica do Estado na região de Franca. Pela Secretaria de Desenvolvimento Regional, mais de R$ 13 milhões foram autorizados para obras de infraestrutura e aquisição de equipamentos em 17 cidades da região.

 

Mais Santas Casas

Com o novo aporte destinado à Santa Casa, o recurso anual destinado pelo Governo de São Paulo à entidade salta de R$ 29,6 milhões para R$ 33,9 milhões, um acréscimo superior a R$ 4,2 milhões.

A Santa Casa é um serviço filantrópico, atende casos de média e alta complexidade e possui 344 leitos, mais de 89% deles destinados ao SUS. Entre as especialidades, estão as áreas de oncologia, neurocirurgia, oftalmologia, nefrologia, ortopedia, cardiologia, cirurgia geral, pediatria clínica, obstetrícia, entre outras. Com a expansão dos recursos, poderá fortalecer o atendimento à população local.

Além da Santa Casa, outros 12 serviços da região serão contemplados pelo programa Mais Santas Casas. Nove entidades não recebiam nenhum recurso do Governo de SP e passam a receber agora mensalmente (confira a lista completa no link: https://www.saopaulo.sp.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/MaisSantasCasas_Franca.pdf). A região teve um acréscimo de 5,5 milhões e investimentos com o novo programa.

 

Retoma SP

Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o Governo de São Paulo realizou em Franca a quarta edição do Retoma SP. A ação visa ofertar serviços de qualificação, emprego e renda para toda população paulista, principalmente para os cidadãos que foram mais afetados pela pandemia da Covid-19. O investimento do Estado na região administrativa de Franca para impulsionar a retomada da atividade econômica é de R$ 10 milhões.

A iniciativa acontece com o apoio da InvestSP, Agência Estadual de Promoção de Investimentos e Competitividade, e a parceria da Prefeitura de Franca. Trabalhadores, desempregados, estudantes e pequenos empreendedores que necessitam de auxílio neste momento de retomada poderão ter acesso a serviços como Empreenda Rápido, Mutirão do Emprego, Poupatempo, Cursos Novotec e Via Rápida, entre outros.

Durante o evento, Rodrigo Garcia entregou de maneira simbólica benefícios do Banco do Povo, Bolsa Empreendedor e Bolsa do Povo. Estas ações fazem parte de iniciativas com foco na retomada da economia.

“O Bolsa do Povo é o programa mais abrangente do país. Ele dá oportunidade para quem mais precisa, dá uma bolsa para as pessoas de baixa renda que perderam entes queridos na pandemia, ajuda o empreendedor a retomar seu negócio. É a esperança para apoiar as pessoas que mais precisam”, destacou Garcia.

Na região de Franca, 980 pessoas foram selecionadas para o Bolsa Trabalho, que vai oferecer bolsas no valor de R$ 535 por mês aos cidadãos que realizarem atividades de trabalho em órgãos públicos municipais e estaduais. Os participantes também terão acesso a um curso de qualificação profissional e receberão apoio à empregabilidade, por meio dos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs).

LIMA - O presidente do Peru, Pedro Castillo, empossou Mirtha Vásquez, ex-líder de esquerda do Congresso, como primeira-ministra nesta semana no lugar de um antecessor que renunciou depois de dois meses no posto, num momento em que seu governo enfrenta uma instabilidade política.

A medida mantém Castillo, membro do partido marxista-leninista Peru Livre, à esquerda do espectro político, mas modera o gabinete como um todo. Ele manteve o ministro da Economia de centro-esquerda, Pedro Francke, e nomeou um novo ministro das Minas e Energia, Eduardo González Toro.

A mineração é um setor crucial do Peru, que só perde para o vizinho Chile na produção de cobre. Castillo disse que quer elevar a coleta de impostos do setor para financiar programas sociais.

O ex-premiê Guido Bellido era pouco conhecido antes de ocupar o cargo, mas seu estilo ríspido incomodou o Congresso de maioria opositora e os investidores se inquietaram com o governo de esquerda.

Vásquez serviu como chefe do Congresso entre 2020 e 2021. Ela é advogada e defendeu Máxima Acuña, uma agricultora camponesa, em um caso de destaque contra a mina de ouro de Yanacocha da Newmont Mining Corp, que rendeu manchetes em todo o mundo.

CUBA - Todas essas histórias sobre os cubanos que mantêm carros americanos antigos em uso são absolutamente verdadeiras. É por necessidade: os embargos comerciais impedem que tanto os carros quanto as peças dos EUA cheguem à ilha, e os veículos estrangeiros disponíveis – novos e usados – estão fora do alcance financeiro de todos, exceto dos cubanos mais ricos. Por isso, eles são os melhores recicladores, fabricantes e mecânicos de veículos.

Em uma viagem a Havana em janeiro de 2018, nosso guia era uma mulher afável que dirigia um Chevrolet dos anos 50, magnificamente decorado. Uma noite, a caminho do jantar, entramos no grande carro amarelo e pegamos a estrada. Um quarteirão depois, a alavanca do câmbio quebrou.

A motorista chamou um táxi, e chegamos à nossa refeição sem saber quem nos pegaria assim que tivéssemos terminado. Quase duas horas depois, fomos surpreendidos ao ver o Chevy amarelo nos esperando no estacionamento, com o câmbio totalmente consertado.

Nos EUA, um conserto tão rápido só seria possível se houvesse uma transmissão totalmente compatível em determinada oficina, pronta para ser rapidamente instalada, mas tal cenário seria bem incomum. Em Cuba, a história é diferente. "Conheço pessoas que têm todas as peças de substituição disponíveis em sua garagem no caso de o carro quebrar", afirmou Paolo Spadoni, professor associado da Universidade Augusta, na Geórgia, com experiência em assuntos cubanos.

À medida que os carros do mundo se tornam elétricos, pode ser lógico presumir que a magia mecânica necessária para reparar um clássico de combustão interna em duas horas se tornará uma habilidade profundamente desvalorizada. Afinal, o presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou que gostaria de ver os veículos elétricos chegando a 50 por cento de todas as vendas de carros novos nos Estados Unidos até 2030. Atualmente, os veículos totalmente elétricos representam cerca de dois por cento das vendas de carros novos no país.

Embora a causa não sejam os embargos comerciais, mas sim essa próxima mudança para carros elétricos, especialistas dizem que é possível que as estradas dos EUA possam se assemelhar a Cuba por algum tempo, com carros mais antigos rodando com motores a gasolina e mantidos em circulação muito depois de terem sido trocados por outro modelo de combustível. "Achamos que será como Cuba, especialmente nas áreas rurais dos EUA", comentou Michelle Krebs, analista executiva da Cox Automotive, acrescentando que os avanços das baterias serão cruciais para aumentar o número de carros elétricos na estrada: "O alcance é muito importante para as pessoas em lugares distantes; você tem de dirigir longas distâncias só para chegar ao supermercado."

O tema da reunião foi a mobilização pela vacinação contra a COVID-19

 

SÃO CARLOS/SP - O Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus de São Carlos se reuniu na tarde desta quarta-feira (06/10) com diversos representantes das atividades econômicas, religiosas, da sociedade civil organizada e da Câmara Municipal. A pauta da reunião foi a mobilização de todos os segmentos para incentivar a vacinação contra a COVID-19.

O coordenador do Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus, Mateus de Aquino, abriu a reunião pedindo o apoio de todas as categorias para que adotem estratégias para incentivar seus colaboradores, clientes, familiares e amigos para que finalizem a imunização, criando uma rede para incentivar a vacinação.

“A força tarefa no momento não é mais para garantir o distanciamento, o isolamento e o cumprimento de restrições. Agora, precisamos de um movimento de união pela vacina. Alguns municípios implantaram o passaporte da vacina, porém não tiveram êxito por ferir o código do consumidor e a Constituição. Queremos evoluir com conscientização, com informação, utilizando os formadores de opinião das atividades religiosas, do comércio e de todo o setor de serviços”, explicou o coordenador.

Já a diretora de Vigilância em Saúde, Crislaine Mestre, fez uma apresentação dos números relativos aos faltosos, ou seja, das pessoas que deixaram de tomar a segunda dose da vacina. “Hoje, em São Carlos, 17.607 pessoas deixaram de tomar a segunda dose, sendo que 4.213 não compareceram para tomar a segunda dose da AstraZeneca, 6.176 da Coronavac e 7.218 da Pfizer. Somente na faixa etária de 20 a 59 anos são mais de 16 mil pessoas. De acordo com declaração do Hospital Emílio Ribas, de 10 pessoas internadas neste momento com COVID-19, 9 não tomaram a segunda dose do imunizante. Por isso, pedimos o apoio de toda a sociedade civil para que incentivem seus colaboradores a finalizar a imunização”.

Para o vereador Lucão Fernandes, presidente da Comissão de Saúde do Legislativo, é difícil entender porque muitas pessoas deixaram de finalizar a imunização. “No começo da vacinação as pessoas reclamavam que o número de doses disponíveis era muito pequeno e agora não completam a imunização. A atitude do Comitê é positiva e sensata, porque, na verdade, a vacina é o melhor mecanismo para prevenir formas graves da doença”, avaliou o vereador.

O vereador Gustavo Pozzi também participou da reunião e falou da audiência pública que pretende realizar na Câmara Municipal. “A nossa intenção é debater ainda mais esse assunto, reunindo todos os demais setores para analisarmos também todas as formas de incentivo à vacinação”.

O secretário de Segurança Pública lembrou das dificuldades que os setores passaram e que muitos tiveram que fechar as portas. “No início não tínhamos outra possibilidade, era preciso fechar e aguardar a vacina. Agora que conseguimos o retorno das atividades econômicas, não podemos correr o risco de retroceder”.

O secretário de Saúde, Marcos Palermo, apresentou o vacinômetro atualizado. A vacinação avançou e hoje 382.619 doses da vacina contra a COVID-19 já foram aplicadas no município, sendo 215.854 relativas a primeira dose, o que representa 84,82% da população, e com as duas doses 162.288, ou seja, 63,77% da população. Mesmo assim, temos mais de 17 mil faltosos”, alertou Palermo.

“Gestantes não conseguem fazer pré-natal, falta de profissionais afeta também testes preventivos e tratamentos”

 

SÃO CARLOS/SP - O vereador Elton Carvalho (Republicanos) criticou na tribuna da última sessão da Câmara Municipal de São Carlos, realizada nesta terça-feira (5), a falta de atendimentos ginecológicos na atenção básica de saúde. O parlamentar reforçou que o problema é antigo e que, muitos parlamentares já cobraram, mas a solução depende da intervenção da Prefeitura.

“Ano após ano, nós cobramos a Prefeitura por providências no atendimento à saúde das mulheres, mas não viabilizam uma solução. É complicado, em pleno outubro rosa, uma gestante não conseguir fazer seu pré-natal, não ter suporte da rede de saúde, tanto em procedimentos preventivos, quanto em tratamentos de problemas mais graves. É lamentável”, afirmou Elton.

Segundo consta, houve a contratação de ginecologistas e psiquiatras com dispensa de licitação em junho, relatou o parlamentar. No entanto, três meses depois, os profissionais deixaram de atender na atenção básica. Segundo o parlamentar, estão sendo apurados os motivos, mas especula-se que seria por falta de pagamento ou da ausência da entrega das documentações solicitadas à empresa.

BRASÍLIA/DF - A Câmara aprovou na quarta-feira um projeto de lei que prevê a volta de gestantes ao trabalho presencial após elas se imunizarem contra a covid-19. O texto altera a Lei 14.151/21, que garantiu o afastamento da gestante do trabalho presencial com remuneração integral durante a pandemia, e segue para análise do Senado.

O projeto aprovado é um substitutivo da relatora, deputada Paula Belmonte (Cidadania-DF) e garante o afastamento apenas se a gestante não tiver sido totalmente imunizada, ou seja, tenha se passado um prazo de 15 dias paós a segunda dose. Atualmente não há este critério. O empregador também tem a opção de manter a trabalhadora em teletrabalho com remuneração integral.

Se a opção for pelo retorno ao presencial, a empregada gestante deverá retornar ao trabalho nas hipóteses de encerramento do estado de emergência; após sua imunização completa; se ela se recusar a se vacinar contra o novo coronavírus, assinado um termo de responsabilidade; ou se houver aborto espontâneo com recebimento da salário-maternidade nas duas semanas de afastamento garantidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Para a relatora, o texto garante o afastamento enquanto não há a proteção da imunização e resolve o problema do setor produtivo. “Hoje, 100% está sendo pago pelo setor produtivo e, muitas vezes, o microempresário não tem condições de fazer esse pagamento. Várias mulheres querem retornar ao trabalho, pois muitas vezes elas têm uma perda salarial porque ganham comissão, hora extra”, disse Paula Belmonte.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Ubirajara Teixeira - Bira (PSD) recebeu na Câmara Municipal nesta terça-feira (5) a visita do deputado federal Marco Bertaiolli (PSD-SP), que anunciou o encaminhamento, a seu pedido, de uma emenda parlamentar no valor de R$ 200 mil para a Saúde de São Carlos.

O dinheiro público será destinado à aquisição de equipamentos permanentes para unidades de saúde. “A liberação desse valor foi uma clara demonstração de empenho e força e a convicção que juntos poderemos trabalhar melhorando as vidas das pessoas, tornando São Carlos uma cidade cada vez melhor. Vale destacar que o valor já está empenhado e em breve deverá estar à disposição da Prefeitura de São Carlos”, observou o deputado.

Câmara Municipal terá seu canal na multicanalização que agrega a TV Senado e TV Alesp

 

SÃO CARLOS/SP - Os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e da Câmara Municipal de São Carlos, Roselei Françoso, assinaram na tarde de terça-feira (5), em Brasília, o acordo de cooperação para contemplar São Carlos com quatro novos canais de transmissão digital: TV Assembleia, TV Senado, Rádio Câmara Brasília e Câmara Municipal de São Carlos.

Assim que assumiu a presidência da Câmara, em janeiro deste ano, o vereador Roselei manifestou o interesse em integrar a Rede Legislativa de TV Digital. “Ampliar o acesso da população aos atos legislativos é fundamental, ainda mais em uma cidade como São Carlos”, frisou Roselei.

“Essa assinatura com o presidente Arthur Lira é um marco histórico para a nossa cidade e uma grande conquista para a democracia que praticamos em São Carlos”, argumentou. O acordo já foi assinado pelo presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Carlos Pignatari.

BRASÍLIA/DF - Representantes dos estados e municípios defendem a rejeição da proposta do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para que o ICMS (imposto estadual) incida sobre o preço médio dos combustíveis nos últimos dois anos.

A medida foi apresentada por Lira a líderes governistas e da oposição para reduzir o valor da gasolina.

ARGENTINA - As medidas entrarão em vigor a partir de 19 de outubro porque o país imunizou a metade da população contra a Covid-19. Com o fim de todas as restrições, o número de voos entre Brasil e Argentina deve aumentar.

O governo argentino anunciou na terça-feira (5) o fim do sistema de cotas de pessoas que podem entrar diariamente no país e a eliminação dos testes de antígenos pelos quais todos os passageiros devem passar ao aterrissar. As duas imposições limitavam o número de voos e o funcionamento das companhias aéreas - situação que deve mudar a partir do dia 19 à medida que a demanda por viagens a Buenos Aires aparecer.

A maior expectativa está entre os brasileiros, principais turistas estrangeiros que visitam anualmente a Argentina (1,4 milhão em 2019). Na via contrária, os argentinos são os principais viajantes a visitar o Brasil (2,5 milhões em 2019), representando 40% de todos os estrangeiros.

O fim às restrições estava condicionado ao objetivo mínimo de 50% da população argentina completamente vacinada, limiar atingido no último sábado (2), mas só confirmado nesta terça-feira (5). Os 50% de vacinados são a média nacional. Buenos Aires tem 65% da sua população completamente vacinada.

A partir do anúncio oficial, abre-se um período de 14 dias até que o mais recente vacinado desenvolva anticorpos, permitindo, assim, que as medidas entrem em vigência a partir do próximo dia 19.

"Atingido o limiar de 50% da população vacinada com o esquema completo [duas doses], no dia 19 de outubro de 2021, será eliminada a cota de quantidade de passageiros que chegam ao país por via aérea", anunciou a Administração Nacional de Aviação Civil (Anac).

A restrição entrou em vigor em 25 de dezembro de 2020, impondo um limite diário de 2.000 pessoas através de Buenos Aires, único aeroporto habilitado para a entrada no país. Esse fluxo havia sido reduzido em junho a apenas 600 pessoas (2% do volume de passageiros diários de 2019), deixando 25 mil argentinos retidos no exterior.

A cota foi revisada nos últimos meses e estava em 2.300 pessoas até o final de semana passado, quando subiu para 3.000. A partir do dia 11 e até a sua extinção no dia 19, o limite diário será de 4.000 pessoas.

Os turistas estrangeiros de países vizinhos (Brasil, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Chile) não podiam entrar no país desde 25 de dezembro passado, depois de um intervalo de 53 dias (entre 2 de novembro e 25 de dezembro) durante os quais puderam visitar somente Buenos Aires. Esses turistas obtiveram permissão para entrar novamente no país em 1º de outubro.

Os viajantes de outras nacionalidades só poderão entrar na Argentina a partir de 1º de novembro.

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