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SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta (PL), que é membro da Comissão de Educação e Cultura do Legislativo, tem realizado, desde o início de seu mandato, uma série de visitas nas escolas da rede municipal com o objetivo de averiguar in loco a real situação e encaminhar as demandas existentes em busca de soluções. Ele visitou unidades escolares em todas as regiões da cidade.   

O parlamentar mais jovem desta legislatura fez algumas considerações: “Estou visitando nossas escolas municipais para entender de perto o que está acontecendo e mais do que isso, ouvir os professores, os pais e alunos, para juntos, realizarmos as mudanças necessárias. Além de todos os protocolos sanitários que precisam ser cumpridos à risca, as mudanças estruturais também precisam acontecer. Um ambiente escolar adequado e bem estruturado favorece a aprendizagem. Sei do esforço realizado por todos os professores, porém, a Secretaria de Educação precisa ser mais ágil para realizar as mudanças”, argumentou Bruno Zancheta.

Ele destacou que teve recentemente um requerimento de sua autoria aprovado no legislativo, cobrando a inspeção nas escolas da Vigilância Sanitária e da Defesa Civil. “O retorno precisa acontecer, porém, de forma segura para todos os envolvidos (pais, professores e alunos). Tenho cobrado, assim como outros Vereadores, que seja realizada uma inspeção geral em todas as escolas. Para exemplificar, apenas doze CEMEIs receberam um laudo da Vigilância, precisamos ampliar para todas as escolas. Estes doze laudos efetuados nos trazem um quadro muito claro: a situação é muito preocupante. Como Professor e Vereador, coloco mais uma vez meu mandato à disposição para que possamos avançar”, finalizou Bruno Zancheta.

Além dos acordos com 30 municípios, foram entregues benefícios do Banco do Povo, Bolsa Empreendedor e Bolsa do Povo na cidade

 

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Roselei Françoso (MDB), participou na sexta-feira (1º) da terceira edição do Retoma SP, realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico na Praça do Mercado Municipal, em São Carlos, ao lado do vice-governador Rodrigo Garcia, dos secretários estaduais Patricia Ellen (Desenvolvimento Econômico) Itamar Borges (Agricultura e Abastecimento) o deputado federal Baleia Rossi (MDB), o prefeito de São Carlos Airton Garcia, o vice-prefeito Edson Ferraz e demais secretários municipais.

A ação visa ofertar serviços de qualificação, emprego e renda para toda população paulista, principalmente para os cidadãos que foram mais afetados pela pandemia da Covid-19. O investimento do Estado na região Central para auxiliar na retomada da atividade econômica é de R$ 11 milhões.

“O Retoma SP é uma política pública com várias ações, como orientações, crédito, cursos profissionalizantes, para ajudar a população a ter o seu emprego e a ter o seu negócio de volta”, afirmou Garcia.

“É fundamental ações como essa para abrir oportunidades para as pessoas prejudicadas com a pandemia”, destacou o presidente da Câmara.

A iniciativa acontece com o apoio da InvestSP, Agência Estadual de Promoção de Investimentos e Competitividade, e a parceria da Prefeitura de São Carlos. Trabalhadores, desempregados, estudantes e pequenos empreendedores que necessitam de auxílio neste momento de retomada poderão ter acesso a serviços como Empreenda Rápido, Mutirão do Emprego, Poupatempo, Cursos Novotec e Via Rápida, entre outros.

Durante o evento também foram entregues de maneira simbólica benefícios do Banco do Povo, Bolsa Empreendedor e Bolsa do Povo. Estas ações fazem parte de iniciativas com foco na retomada da economia.

Na região Central, 1.020 pessoas foram selecionadas para o Bolsa Trabalho, que vai oferecer bolsas no valor de R$ 535 por mês aos cidadãos que realizarem atividades de trabalho em órgãos públicos municipais e estaduais. Os participantes também terão acesso a um curso de qualificação profissional e receberão apoio à empregabilidade, por meio dos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs).

O evento virtual teve duração de três dias e debateu os desafios de envelhecer no século XXI e o papel das políticas públicas

 

BRASÍLIA/DF - A 5ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa foi encerrada na sexta-feira (1), Dia Nacional do Idoso. O evento contou com a participação da titular do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Damares Alves. Os delegados participantes debateram, durante três dias, os desafios de envelhecer no século XXI e o papel das políticas públicas.

A ministra destacou o cuidado do Governo Federal com a pauta, com ações de proteção e garantia dos direitos da população com mais de 60 anos. “Reiteramos o compromisso do governo Bolsonaro com a garantia dos direitos da pessoa idosa. Estamos focados em entregar para o Brasil políticas públicas estruturantes e permanentes. É um desafio grande e prazeroso”, afirmou.

“Em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, realizamos a Operação Vetus, contra agressores de idosos, que prendeu mais de 500 pessoas e agora faz parte do calendário de operações para proteção da pessoa idosa. Também tivemos transferência direta para manutenção de Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPIs) durante a pandemia: foram R$ 160 milhões investidos”, lembrou a gestora.

Saiba mais sobre a Operação Vetus 

Entenda o auxílio emergencial para ILPIs

Durante a Conferência, os delegados chegaram a 25 propostas nacionais a serem priorizadas. Elas foram divididas em eixos, subeixos e ordem de priorização e tratam de temas como saúde, assistência social e previdência; moradia, transporte, cultura, esporte e lazer; educação, enfrentamento à violação de direitos da pessoa idosa, entre outros.

Ainda durante o encerramento da 5ª Conferência Nacional, o titular da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (SNDPI/MMFDH), e presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (CNDI), empossou os novos conselheiros para o biênio 2021-2023. “Hoje temos o que comemorar porque demos posse ao novo CNDI, com 12 novos representantes e com representações da sociedade civil e do governo. Quero, nesta oportunidade, saudar os novos conselheiros”, disse o secretário.

Conheça os nomes

Outras etapas

Antes da etapa nacional, a conferência teve a realização de etapas regionais nos meses de agosto e setembro. Na região Norte (4 a 6 de agosto), participaram os estados do Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e o palestrante foi o professor Luiz Sinésio Silva Neto. Já no Nordeste (9 a 11 de agosto), a palestra foi da procuradora Yélena Monteiro Araújo e reuniu participantes de Alagoas, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina (18 a 20 de agosto), o encontro teve como palestrante a Dra. Carla Giacomim. Na etapa da região Sudeste (23 a 25 de agosto), que reuniu os quatro estados, a apresentação magna foi do Dr. Renato Veras. No Centro-Oeste (30 de agosto a 1º setembro), o Dr. Isandir Oliveira Rezende palestrou para os integrantes do Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Saiba mais

As Conferências Nacionais dos Direitos da Pessoa Idosa são uma instância de debate, de formulação e de avaliação sobre temas específicos e de interesse público, com a participação de representantes do governo e da sociedade civil, são espaços amplos e democráticos de reflexão, discussão e articulação coletivas em torno de propostas e estratégias que apontam diretrizes para as várias políticas setoriais.

ARGENTINA - A Argentina reabriu na sexta (1º) as fronteiras aéreas para turistas brasileiros. Aqueles que quiserem visitar o país vizinho terão que comprovar vacinação completa. Só será possível entrar em território argentino 14 dias após a segunda dose ou a dose única. A informação foi divulgada pelo governo argentino.

O país também vai exigir um teste PCR negativo realizado até 72 horas antes do embarque, além de um teste rápido com antígeno no momento de entrar no território. Também será exigido outro PCR entre o quinto e sétimo dia já dentro das fronteiras argentinas.

As autoridades sanitárias do país vizinho também limitaram a entrada diária pelos aeroportos a 2,3 mil pessoas nos primeiros dias até chegar a 28 mil passageiros diários a partir do dia 11 de outubro. Esse limite será revogado quando 50% da população argentina alcançar a vacinação completa.

A reabertura das fronteiras aéreas da Argentina, neste primeiro momento, é destinada apenas a turistas de países limítrofes, entre eles, o Brasil.

A partir do dia 1º de novembro, o governo argentino deve abrir as fronteiras para todos os turistas. No início desta semana, a Argentina já havia autorizado a entrada de turistas pelas fronteiras terrestres do Brasil e do Chile.

Os aeroportos do país estavam fechados para turistas de todo o mundo desde dezembro do ano passado. Em março deste ano, o governo argentino proibiu todos os voos com destino ou origem do Brasil, México e Chile, na tentativa de conter a disseminação do novo coronavírus.

 

 

 

*Colaborou Lucas Pordeus León, da Rádio Nacional

Por Marcelo Brandão* - Repórter da Agência Brasil

SÃO PAULO/SP - Os protestos pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) marcados para este sábado (2) prometem ser os de maior variedade ideológica entre os convocados por setores da esquerda desde maio, mas não devem vencer o desafio de mobilizar a direita ou de reunir em um só palco todos os presidenciáveis de 2022.

O esforço dos organizadores para a ampliação dos atos que costumam pintar de vermelho a avenida Paulista, em São Paulo, se deu a partir ainda dos ecos do 7 de Setembro bolsonarista e da avaliação geral de que a pressão pelo impeachment na Câmara dos Deputados só será efetiva se furar bolhas.

Desta vez, além da Campanha Nacional Fora Bolsonaro, que reúne diversas associações da sociedade civil e já promoveu cinco edições de protestos nacionais, as manifestações também são organizadas por uma aliança de nove partidos e pelo Direitos Já, fórum a favor da democracia que reúne líderes de 19 partidos e já congregou mais de 200 entidades em seus eventos.

Ainda assim, a maior parte dos políticos, partidos e organizações envolvidas nesta rodada de protestos é identificada com a esquerda.

O grupo de nove partidos -PT, PSOL, PC do B, PSB, Cidadania, PV, Rede, PDT e Solidariedade- é majoritariamente de esquerda e reúne siglas que já participavam, totalmente ou em parte, das ações anteriores.

Para os organizadores, porém, é um avanço significativo que todos esses partidos entrem de cabeça na convocação dos protestos, cujas edições anteriores tinham protagonismo mais evidente de PT, PSOL e PC do B e dos movimentos populares ligados a eles -o que deu o tom de pré-campanha de Lula (PT) e afastou setores da sociedade.

A esperada presença de políticos ou alas de siglas da chamada terceira via é outra vitória apontada pelos coordenadores dos atos -embora partidos como DEM, PSDB, MDB e PSD não tenham aderido ao impeachment em si, algo considerado crucial para que a remoção de Bolsonaro vingue de fato.

Para nacionalizar o protesto e tentar salvá-lo da contaminação eleitoral, a ideia é concentrar os principais líderes partidários em São Paulo, em um só palco, e resgatar o uso do verde e amarelo, identidade dos apoiadores de Bolsonaro.

Na capital paulista, o protesto está marcado para as 13h em frente ao Masp, na avenida Paulista. A programação prevê um ato ecumênico, apresentação de indígenas e artistas e encerramento com o hino nacional. Estão previstos 260 atos em 251 cidades de 16 países.

Assim como as manifestações dos movimentos de direita MBL (Movimento Brasil Livre) e VPR (Vem Pra Rua) pelo impeachment de Bolsonaro no último dia 12 ensaiaram uma frente ampla com adesões da esquerda, mas tiveram ausências notáveis, os atos de sábado também são um passo a mais na promessa de união de rivais contra um presidente considerado golpista.

Por um lado, haverá representantes da direita. Por outro lado, faltarão nomes que caracterizariam uma nova edição das Diretas Já -o próprio MBL afirma que ficará de fora. Também não devem comparecer o ex-presidente Lula e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Desta vez, no entanto, são esperados uma série de presidenciáveis e outros políticos de peso para estrear nos atos da Campanha Nacional Fora Bolsonaro depois de terem comparecido ao protesto de MBL e VPR, como Ciro Gomes (PDT), Alessandro Vieira (Cidadania), João Amoêdo (Novo) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) -embora os dois últimos não tenham confirmado presença.

A lista divulgada pela Campanha Nacional Fora Bolsonaro inclui ainda Randolfe Rodrigues (Rede), Alessandro Molon (PSB), Eliziane Gama (Cidadania), Tabata Amaral (PSB) e Carlos Lupi (PDT).

Outros nomes de esquerda que têm participado a cada ato desde maio também são esperados, como Gleisi Hoffmann (PT), Fernando Haddad (PT), Guilherme Boulos (PSOL), Juliano Medeiros (PSOL), Orlando Silva (PC do B) e Manuela D'Ávila (PC do B).

Em São Paulo, no total, são esperados representantes de 21 partidos --Cidadania, DEM, MDB, PC do B, PDT, PL, Podemos, Solidariedade, PSD, PSB, PSDB, PSL, PSOL, PT, PV, Rede, UP, PCB, PSTU, PCO e Novo.

No campo da direita, indicaram presença os deputados Júnior Bozzella (PSL-SP), José Nelto (Podemos-GO) e Fábio Trad (PSD-MS).

Entre as entidades, fazem parte do ato a Central de Movimentos Populares, UNE, MST, MTST, Coalizão Negra por Direitos, Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, movimento Acredito, entre outras.

Também aderiram aos protestos de sábado as centrais sindicais -CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, CSP-Conlutas, Intersindical Central da Classe Trabalhadora, Intersindical Instrumento de Luta e Pública.

No Rio, participarão as juventudes de PSD e PSDB, além do Avante, Livres e UJL. Em São Paulo, o diretório do PSDB da capital promete comparecer, como fez em outras edições.

Para o sociólogo Fernando Guimarães, coordenador do Direitos Já, os protestos de sábado são um marco político.

"Esse é um ato que vira a chave, passa a dar uma amplitude necessária para uma construção de impeachment. Nem todos os partidos estão pedindo impeachment, mas esse é um processo de acumulação de forças", afirma.

Ele diz que estão convidados "todos que quiseram somar, deixando de lado divergências do passado e a questão eleitoral para convergir pela democracia". "Toda a população que vá às ruas, deve ir com espírito de acolher mesmo os líderes de um campo político diferente do seu", completa.

Coordenador da Central de Movimentos Populares, Raimundo Bonfim afirma que os protestos deste sábado serão mais amplos que os anteriores. O desafio é encher as ruas com público cada vez maior.

"Esse ato tem um diferencial em comparação com os outros, o que demonstra que a gente está num caminho que é possível acreditar. Bolsonaro é a própria crise, com ele não tem solução, vamos nos arrastar até 2023 e o Brasil não aguenta" diz.

"Pelo impeachment, seria fundamental expandir [os atos] para o mundo empresarial, para os partidos de direita com grandes bancadas. A nossa tarefa é ir criando um caldo. Bolsonaro falou em ultimato ao STF, vamos dar um ultimato para que Arthur Lira [PP-AL] instale a comissão [do impeachment]", completa.

Além do impeachment e da defesa da democracia, movimentos populares pretendem levar às ruas reivindicações a respeito da crise econômica e sanitária, denunciando o desemprego, a fome e as revelações da CPI da Covid sobre o negacionismo do governo Bolsonaro que acabou orientando o procedimento da rede Prevent Senior.

As quase 600 mil mortes na pandemia, o desemprego, a inflação e o desmatamento também estão entre as causas levantadas pelas centrais sindicais.

"Para derrubar Bolsonaro, é preciso ir além do nosso campo, pois precisamos de 342 votos na Câmara dos Deputados para aprovar o impeachment. Não é questão de ideologia, mas sim de matemática. [...] É necessário focar no que nos une, e não no que nos separa. Para podermos continuar a ter o direito de discordar, de disputar eleições livres e de manter a nossa democracia, Bolsonaro tem que sair já", afirma nota das centrais.

"Isso tudo é uma injeção de ânimo nos protestos, porque vai gerando uma indignação", afirma Bonfim.

Segundo a pesquisa Datafolha divulgada em setembro, 56% da população apoia o impeachment. A dificuldade de unir todos os líderes favoráveis, independentemente de sua ideologia, é uma questão para os organizadores dos atos de sábado, como foi nos anteriores, de esquerda e de direita.

Num cenário de polarização do país desde 2014 e marcado pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT) em 2016, a aliança tática entre partidários da esquerda e da direita precisaria passar por cima de mágoas e remorsos.

A um ano do pleito de 2022, o viés eleitoral também pesa. O mote "nem Lula nem Bolsonaro" afastou petistas do ato de MBL e VPR. Desta vez, o MBL chegou a participar de uma reunião de preparação dos protestos de sábado, mas não convocou seus seguidores.

Com a confirmação de outros presidenciáveis no palanque, Lula foi estimulado a comparecer. No entanto, sua avaliação, como das outras vezes, é a de que sua ida provocaria uma contaminação eleitoral que prejudicaria a mobilização pelo impeachment. Há ainda uma preocupação em não gerar aglomeração na pandemia.

Com o fracasso de público no último dia 12 e a ausência de um "palanque de Diretas Já" naquele dia e também no sábado, aumenta a expectativa de que um novo protesto no dia 15 de novembro seja unificador e funcione como resposta ao dia 7 de Setembro.

A espécie de reedição das Diretas Já, vontade expressa por boa parte dos agentes políticos que têm trabalhado por um consenso entre diferentes em nome da derrubada de Bolsonaro, seria construída com mais tempo até o dia 15. A ideia é, até lá, criar um sentimento de ato grandioso e histórico.

 

ATOS CONTRA BOLSONARO

Números de atos

Em 24 de julho: 488 atos no total, em 432 cidades no Brasil e 39 cidades no exterior (previsão até a noite desta sexta-feira)

Em 3 de julho: 387 atos no total, em 312 cidades no Brasil e 34 cidades no exterior

Em 19 de junho: 457 atos no total, em 407 cidades no Brasil e 19 cidades no exterior

Em 29 de maio: 227 atos no total, em 210 cidades no Brasil e 14 cidades no exterior

Em 7 de setembro: 200 atos, em 191 cidades de 7 países

(algumas cidades realizam mais de um ato)

 

Organizações envolvidas

Direitos Já

frentes Povo sem Medo, Brasil Popular e Coalizão Negra por Direitos

MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)

MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto)

UNE (União Nacional dos Estudantes)

CMP (Central de Movimentos Populares)

centrais sindicais, como CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores)

movimentos Acredito e Livres

 

Partidos envolvidos

PT

PSOL

PC do B

PSB

Cidadania

PV

Rede

PDT

Solidariedade

PCB

UP

PCO

PSTU

instâncias internas e líderes de: DEM, MDB, PL, Podemos, PSD, PSDB, PSL e Novo

Bandeiras

fora, Bolsonaro

por emprego e renda

contra a carestia e a fome

apoio à CPI da Covid e denúncia de quase 600 mil mortes

 

Locais em SP, RJ e DF

São Paulo:

Às 13h, no Masp, na avenida Paulista

Rio de Janeiro:

Às 10h, caminhada da Candelária até Cinelândia

Brasília:

Às 15h30, no Museu Nacional

 

 

*Por: CAROLINA LINHARES / FOLHA

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos encaminhou na quinta-feira, dia 30 de setembro, o projeto que prevê a Lei Orçamentária Anual À Câmara Municipal. A estimativa de arrecadação para o exercício de 2022 é de R$ 1.024.556.274,26. O texto base e todos os anexos foram entregues pelo secretário municipal de Planejamento e Gestão, Luís Antônio Panone e pelo secretário de Fazenda, Mário Luiz Duarte Antunes ao presidente da Câmara Municipal, Roselei Françoso e ao presidente da Comissão de Finanças e Orçamento do Legislativo, vereador Marquinho Amaral.

O resultado da LOA 2022 foi consolidado pelo Departamento de Planejamento e Orçamento (DPO), da Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão. As estimativas de receita foram elaboradas em conjunto com a Secretaria Municipal da Fazenda.
As projeções de crescimento para o próximo ano foram pequenas, sendo que a proposta orçamentária para o exercício 2022 saiu de R$ 962.911.274,19 para R$ 1.024.556.274,26.

O total da despesa para o próximo ano está dividido entre os poderes Legislativo e Executivo, ficando a Câmara Municipal com 2,44% (R$ 24.996.000,00) e o Executivo com 97,56% (R$ 999.560.274,26), sendo 82,67% (R$ 847.026.871,90) para a Administração Direta (Prefeitura) e 14,89 % (R$ 152.533.402,36) para a Administração Indireta (Autarquia e Fundações).

O percentual de aplicação da receita resultante de impostos para a Saúde, conforme determina a Emenda Constitucional nº 29, foi de 25,78%, índice superior aos 15% exigido pela lei. Já o percentual de aplicação para manutenção e desenvolvimento do ensino, previsto no artigo 212 da Constituição Federal, que é de 25%, foi de 26,19%, cumprindo a meta do programa do atual governo, sem contar os recursos destinados à alimentação escolar, ao transporte de alunos, e às atividades de educação desenvolvidas pela Fundação Educacional São Carlos (FESC). O percentual com despesas de pessoal foi de 47,83%.

Para o exercício de 2022, estão orçados recursos para a implantação do Plano de Carreira do Servidor Públicos, que totalizam R$ 3,6 milhões e para novas contratações que representam R$ 4,0 milhões, recursos alocados na Secretaria Municipal de Gestão de Pessoas que serão remanejados para as alíneas de despesas correlatas, caso necessário, após a efetivação. Também estão previstos valores para a revisão anual dos salários e dos demais benefícios existentes.

Foram computados na despesa com pessoal os valores referentes ao exercício de 2022 dos benefícios que foram extintos pela Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelo Ministério Público, no exercício de 2021, e que ainda estão em processo judicial. A manutenção dessa previsão garante recursos orçamentários para caso exista uma decisão favorável à manutenção dos benefícios ou até mesmo para a criação de novos mecanismos de valorização dos servidores públicos do município.

Na LOA 2022 foram disponibilizados recursos para atendimento de processos judiciais, caso do processo da Santa Casa de São Carlos relativo aos anos de 2010 a 2016 e que está em fase de acordo na Vara da Fazenda.

A LOA 2022 contempla recursos para uma série de outras ações, entre elas: R$ 12,9 milhões para recape de diversas fontes de recursos e para ações de combate às enchentes com recursos obtidos recursos junto ao Governo Estadual em 2021 e investimento com recursos do próprio Tesouro Municipal no valor de R$ 1 milhão, além de mais R$ 3,5 milhões para projetos e obras de passivos ambientais.

Os valores aplicados na Lei Orçamentária Anual foram fornecidos pelas secretarias e órgãos da administração direta que detalharam suas despesas baseadas em seus contratos atuais, bem como as projeções futuras.
Diversas despesas previstas na peça orçamentária estão sustentadas por recursos provenientes de convênios e contratos firmados com os governos Federal e Estadual.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Djalma Nery (PSOL) esteve com sua equipe de trabalho em visita à Fábrica de Artefatos de Cimentos (FAC) e à Usina de Reciclagem de Entulhos (URE) da Prohab (Progresso e Habitação de São Carlos), onde foram recebidos pelo diretor-presidente  Walcinyr Bragatto, acompanhado da diretora de projetos Jéssica Seabra e do responsável pelo local, Dourado.

Na visita, realizada no último dia 24,  os vereador e equipe puderam conhecer um pouco do importante trabalho de reciclagem de material de construção realizado, os artefatos desenvolvidos pela fábrica e suas aplicações, como blocos, bancos e canaletas, que são majoritariamente destinados às secretarias municipais, como as de Secretaria de Obras e Serviços Públicos.

“Fomos muito bem recebidos e, durante a visita, foram também abordados os  desafios e as perspectivas da Prohab para o ano que vem, com foco na questão da Habitação de Interesse Social, tendo em vista o déficit habitacional do município, que não é pequeno”, afirmou Djalma.

BRASÍLIA/DF - O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) cobrou pedido de desculpas sobre comentários homofóbicos feitos contra ele pelo empresário Otávio Fakhoury, que depôs nesta quinta-feira (30) na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado. Uma publicação de Fakhoury no Twitter ironizou um erro gramatical em uma postagem do senador e insinuou que Contarato teria se “cativado” por algum outro parlamentar, destacando sua orientação sexual. "O delegado, homossexual assumido, talvez estivesse pensando no perfume de alguma pessoa ali daquele plenário. Quem seria o perfumado que lhe cativou?", tuitou o empresário.

A colocação do parlamentar veio logo depois da fala inicial do empresário, que destacou valores familiares como constituintes de sua atuação político-partidária. “O senhor não é um adolescente. É casado, tem filhos. Sua família não é melhor do que a minha”, reagiu o parlamentar, primeiro senador assumidamente gay da história. Ao fazer o desabafo, o senador capixaba disse que não estava sendo fácil estar ali se expondo. “Que tipo de imagem eu vou deixar para os meus filhos? Que tipo de imagem o senhor enquanto pai deixa para os seus filhos?”, questionou o senador.

Contarato acrescentou que orientação sexual, cor da pele e poder aquisitivo não definem caráter. “Se o senhor faz isso comigo como senador, imagine no Brasil que mais mata a população LGBTQIA+. O mínimo que o senhor deveria fazer é pedir desculpas a toda a população LGBTQIA+”, cobrou.

Em resposta, Fakhoury classificou a postagem como "infeliz", pediu desculpas e disse que "não teve a intenção de ofender".

O vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), determinou a autuação de Otávio Fakhoury por "eventual crime de homofobia por parte do depoente contra o senador da República" e pediu que a denúncia seja encaminhada para o Ministério Público Federal (MPF).

Randolfe também exibiu postagens em que Otávio Fakhoury se refere a ele como “gazela”. “O senhor pode me atacar como quiser, como senador da República, à vontade, é seu direito de expressão, de opinião; agora, como o senhor começou esse depoimento pedindo respeito à família, o senhor deveria respeitar a família dos outros do mesmo jeito”, completou o senador, que pediu que os ataques sejam juntados à denúncia feita por Fabiano Contarato “para eventual representação ao Ministério Público”.

 

 

Por Karine Melo - Repórter da Agência Brasil

EUROPA - A União Europeia (UE) enviará uma missão de observação eleitoral à Venezuela, pela primeira vez em 15 anos, para acompanhar as eleições regionais de 21 de novembro, informou o bloco em comunicado nessa nesta semana.

A presença de uma missão de observação eleitoral da UE não ocorre desde 2006 e acontecerá no momento em que a oposição vai participar das eleições de governadores e prefeitos, depois de ficar ausente das presidenciais de 2018 e das eleições legislativas de 2020, argumentando que não havia garantias suficientes.

“Será realizado um processo eleitoral sem precedentes, com a concorrência da maioria das forças políticas pela primeira vez nos últimos anos, para eleger mais de 3 mil representantes regionais e municipais na Venezuela”, disse Josep Borrell, alto representante da UE para Assuntos Exteriores e Política de Segurança e vice-presidente da Comissão Europeia.

A UE nomeou Isabel Santos, integrante do Parlamento Europeu, como principal observadora da missão eleitoral na Venezuela.

A equipe central da missão será composta por 11 especialistas que chegarão a Caracas em outubro, e até o fim do próximo mês serão até 62 observadores que estarão nas regiões. A equipe ficará no país sul-americano até que o processo eleitoral seja concluído.

 

 

*Reportagem de Mayela Armas / REUTERS

SÃO CARLOS/SP - Na manhã de quinta-feira (30), a vereadora Professora Neusa (Cidadania) acompanhada do vice-prefeito Edson Ferraz  e do secretário de Obras Thiago Jesus, compareceu ao Jardim Munique, na zona leste da cidade, para verificar as providências a serem tomadas quanto à erosão em uma área do bairro que tem causados transtornos e provocado riscos aos moradores da região.

A vereadora apresentou ao Executivo uma solicitação em caráter emergencial para buscar uma solução para o problema, tendo em vista que a erosão pode atingir as casas dos munícipes. 

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