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MUNDO - A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse nesta 4ª feira (16) que há um "caminho muito estreito" para um acordo comercial pós-Brexit com o Reino Unido, e que a responsabilidade da União Europeia (UE) deve ser procurar concretizá-lo.

"Como as coisas estão, não posso dizer se haverá acordo ou não. Mas posso dizer que agora há caminho para um acordo. O caminho pode ser muito estreito, mas está lá. E, como está lá, a nossa responsabilidade é continuar a tentar", afirmou Ursula durante sessão plenária do Parlamento Europeu.

Diante dos eurodeputados, a presidente da Comissão Europeia destacou que "houve progressos na maioria dos assuntos", mas que ainda existem dois pontos de bloqueio entre o Reino Unido e a União Europeia: condições de concorrência justa e a pesca.

"Estamos agora numa situação em que estamos muito perto mas, ainda assim, demasiado longe uns dos outros", disse ela.

Sobre as condições de concorrência, a presidente do executivo comunitário lembrou que, para a UE, a questão é "simples": "assegurar uma concorrência justa" no mercado único europeu. Reforçou que a "arquitetura" europeia se baseia em dois pilares: as ajudas de Estado e os padrões de mercado.

"Nas ajudas de Estado, fizemos progressos, baseados em princípios comuns, garantias de execução doméstica e a possibilidade, de maneira autônoma, de remediar a situação quando for preciso", acrescentou.

Em relação aos padrões de mercado, a presidente da comissão disse que foi dado grande passo com o acordo de um "mecanismo robusto de não regressão" entre os parceiros, mas que se mantêm "as dificuldades acerca da maneira de como chegar a uma concorrência justa e que se mantenha no futuro".

Mesmo tendo realçado que a criação de um mecanismo de resolução de diferenças "está agora largamente resolvida", Ursula lembrou que a questão da pesca se mantém "muito difícil".

"Na pesca, as discussões continuam a ser muito difíceis: não questionamos a soberania do Reino Unido nas suas águas, mas pedimos previsibilidade e estabilidade para os nossos pescadores e pescadoras. Com toda a honestidade, às vezes parece que não conseguiremos resolver essa questão, mas temos de continuar a tentar".

Perante uma assembleia que terá de ratificar um acordo antes do fim do ano caso ele seja negociado -  levando em conta que o período de transição do Reino Unido termina em 31 de dezembro -,  a presidente da Comissão Europeia afirmou que "os próximos dias serão decisivos".

"O relógio põe-nos numa situação muito difícil, sobretudo este Parlamento, devido ao seu direito de escrutínio e de ratificação. É por isso que quero agradecer com sinceridade pelo apoio e a compreensão. Sei que, caso consigamos chegar lá, posso contar com o seu apoio para um bom resultado", concluiu.

 

Saída da UE

O Reino Unido deixou a UE em 31 de janeiro, tendo entrado em vigor medidas transitórias que caducam no próximo dia 31 de dezembro.

Na ausência de um acordo, as relações econômicas e comerciais entre o Reino Unido e a UE passam a ser regidas pelas regras da Organização Mundial do Comércio e com a aplicação de taxas aduaneiras e cotas de importação, além de mais controles alfandegários e regulatórios.

As duas partes preparam-se para o cenário de ausência de acordo (no deal), apontado como o mais provável, e tanto a UE quanto o Reino Unido aceleram seus planos de contingência.

A Comissão Europeia publicou, quinta-feira passada (10), planos de contingência para que não sejam interrompidas a circulação rodoviária, o tráfego aéreo e as atividades de pesca, enquanto o Reino Unido confirmou, no fim de semana, que quatro navios da Marinha britânica estão a postos para proteger as águas de pesca do Reino Unido se não houver acordo com a UE.

 

 

*Por RTP

ITIRAPINA/SP - Em reunião realizada na sede da Prefeitura, o município de Itirapina firmou um acordo de cooperação com a instituição Ação Educacional Claretiana, mantenedora do Claretiano – Centro Universitário de Rio Claro, para a utilização do Hospital Municipal São José no desenvolvimento de atividades práticas, acompanhadas de Professores Orientadores, voltadas aos alunos do curso de Medicina da respectiva instituição de ensino superior.

CAPACITAÇÕES

De acordo com o prefeito José Maria Candido, também estão previstas capacitações dos médicos de todo o sistema de Saúde, com o objetivo de avançar no atendimento da comunidade, com a instalação de equipamentos modernos e protocolos unificados. “Com isso a população ganha, e muito, pois os profissionais serão devidamente treinados e qualificados para realizar atendimentos com perfil acadêmico e profissional”, comentou.

ECONOMIA

O prefeito ressaltou também que, com tais medidas, o hospital passará a ser referência educacional na unidade de urgência e emergência e, futuramente, os serviços estendidos às unidades básicas de Saúde (UBS) com especialidades como: fisioterapeutas, nutricionista, entre outros. “A parceria resultará em grande economia para o município que, atualmente, tem dificuldade financeira para realizar contratações vultosas nas áreas de especialidades médicas, por meio de concurso público ou ainda terceirização desses serviços, pois o Estado e União repassam cada vez menos dinheiro à saúde municipal”, considerou.

 

 

*Por: PMI

MUNDO - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste último sábado (19) que deu sua “benção” à parceria do TikTok, da ByteDance, pela Oracle e pelo Walmart nos Estados Unidos.

“A segurança será 100%. Conceitualmente, é 1 bom negócio para os Estados Unidos. Dei minha benção ao acordo”, afirmou o líder norte-americano a jornalistas na Casa Branca.

Segundo Trump, a parceria criará a TikTok Global, terá sede no Texas e contratará “pelo menos” 25.000 pessoas. Atualmente, a TikTok tem escritórios em Los Angeles. De acordo com a Bloomberg, Oracle e Walmart controlarão 20% da companhia.

A nova empresa deve contribuir com até US$ 5 bilhões para 1 fundo de educação a pedido do próprio presidente norte-americano. O governo receberia parte do pagamento.

“A parceria resolverá as preocupações de segurança da administração dos EUA e resolverá questões sobre o futuro da TikTok nos Estados Unidos”, disse 1 porta-voz da TikTok ao site The Verge.

O Departamento do Tesouro afirmou, em nota, que a aprovação está sujeita à entrega de documentação, ou seja, a formalização do acordo ao CFIUS (em português, Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos).

 

O CASO

O governo Trump tem assumido postura mais dura em relação à China conforme as eleições norte-americanas se aproximam. Cita preocupações com a segurança nacional sobre dados que os cidadãos norte-americanos fornecem a apps chineses e o potencial de usá-los para fins de espionagem, por exemplo.

A pressão sobre o TikTok se arrasta há meses. Segundo o presidente dos EUA, comitê do Executivo concluiu que havia “evidências confiáveis” de que a ByteDance, controladora do aplicativo, poderia agir para prejudicar a segurança dos Estados Unidos.

O Departamento de Comércio dos EUA emitiu na 6ª feira (18) ordem para bloquear qualquer tipo de transação com TikTok, ByteDance e WeChat a partir de domingo (20.set.2020). O anúncio da aprovação de Trump sugere a suspensão dessa proibição.

 

 

*Por: PODER360

MUNDO - O Reino Unido anunciou nesta sexta-feira um acordo de livre comércio com o Japão, o primeiro grande acordo pós-Brexit do país.

O Departamento do Comércio Internacional afirma em um comunicado que o acordo aumentará o comércio com o Japão em 15,2 bilhões de libras (19,5 bilhões de dólares).

O Acordo de Associação Econômica Global entre Reino Unido e Japão foi objeto de um acordo de princípio entre a secretária do Comércio Internacional, Liz Truss, e o ministro das Relações Exteriores do Japão, Motegi Toshimitsu, durante uma videoconferência.

O pacto foi alcançado a partir do acordo entre UE e Japão que entrou em vigor no ano passado, mas que não será mais aplicado ao Reino Unido a partir de 31 de dezembro.

O Reino Unido abandonou a UE em janeiro, mas estabeleceu um período de transição até o fim do ano e tenta concluir novos acordos antes da data.

"Este é um momento histórico para o Reino Unido e o Japão com o nosso primeiro grande acordo comercial pós-Brexit", disse Truss.

"O acordo que negociamos - em tempo recorde e em circunstâncias difíceis - vai muito além do atual acordo da UE, pois assegura novas vitórias para as empresas britânicas em nossas grandes indústrias manufatureiras, de alimentos e bebidas, e de tecnologia", completou.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - A Rússia aguarda o sinal verde para começar a produção e distribuição de uma vacina contra a covid-19 —doença causada pelo novo coronavírus. Para atender aos mercados da América Latina, o país quer firmar acordos com laboratórios do Brasil.

O CEO do Fundo Soberano da Federação Russa, Kirill Dmitriev, que coordenou o desenvolvimento da vacina, confirmou as negociações ao Valor. “Grande parte da população brasileira poderá ser já vacinada neste ano, se tivermos 1 acordo com produtores brasileiros”, afirmou.

Dmitriev explicou que a aprovação da Rússia para o começo da produção deve vir em agosto. Será a 1ª vacina a receber o aval. Caso consiga firmar acordo com o Brasil, a produção nos laboratórios brasileiros começaria em outubro ou novembro. “Estamos em conversações tanto com laboratórios do setor público como privado no Brasil, e nosso interesse é também de fazer testes clínicos e produzir drogas contra a covid-19 no país“, disse, sem mencionar quais laboratórios foram procurados para a parceria.

A Rússia planeja produzir 30 milhões de doses no país e 170 milhões em outros lugares. O Brasil seria responsável pela produção para a América Latina.

O plano da Rússia vai contra as previsões da OMS (Organização Mundial da Saúde), que disse que uma vacinação em massa deve ocorrer apenas em 2021. “Sendo otimista, estamos acelerando o máximo possível, mas temos de garantir segurança, tomar toda precaução para ter resultado seguro. Mas, sendo realista, será na 1ª parte do próximo ano até que comecemos a ver pessoas sendo vacinadas”, disse o diretor-executivo, Michael Ryan.

A vacina russa se baseia em uma plataforma de adenovírus. Essa base teve sucesso na produção da vacina contra o Ebola, o que é visto pelos russos como vantagem sobre as outras vacinas em desenvolvimento. O adenovírus está presente no vacina da Universidade de Oxford, considerada uma das mais promissoras. A Rússia diz, no entanto, que o Reino Unido usa 1 tipo de adenovírus como vetor e isso reduz a capacidade de imunização.

Dmitriev falou da acusação dos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá que que a Rússia teria roubado informações sobre as pesquisas de vacinas. “Essa acusação ironicamente acabou jogando positivamente para nós, porque vários países descobriram a existência da vacina russa e querem trabalhar conosco”, disse, completando que “é uma acusação infeliz, porque torna político algo que deveria ser para salvar vidas”.

 

 

*Por: PODER360

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