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SÃO PAULO/SP - Batman finalmente chegou aos cinemas do Brasil e de várias outras regiões do mundo. Em cerca de três horas, o público tem a oportunidade de assistir a desenvoltura de Robert Pattinson como o herói, a partir do olhar afiado de Matt Reeves.

Um dos destaques do longa, Paul Dano interpreta o vilão Charada. Entre as diversas curiosidades sobre a construção do projeto, o diretor revelou em entrevista ao The Hollywood Reporter que, em determinado dia de filmagem, o ator realizou cerca de 200 tomadas da mesma cena.

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Para filmar um momento em que o antagonista conversa com o Batman por uma chamada de vídeo, Dano ficou longe da equipe, em uma sala separada. Portando um iPhone e com um ponto de escuta ligado ao diretor, o ator se empolgou com as possibilidades criativas da cena.

“Ele dizia, 'OK, deixe-me tentar um [ângulo] em que estou fora da câmera e mostro minha cabeça'”, disse Reeves. “'Deixe-me tentar um onde eu já estou sentado lá.' Ele estava dirigindo esta peça de um homem só com um iPhone. Foi a vertigem que realmente me pegou. Avisando que o tempo está passando [ao Batman], como se ele fosse um apresentador de um game show. Ele foi tão inventivo e criativo. Também é muito crítico consigo mesmo.”

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Sobre o vilão, Paul compreende que o surgimento do Charada foi a forma como o personagem encontrou refúgio de seus problemas. “Este é um cara que sobreviveu encontrando uma maneira de focar seu cérebro em algo além de seus próprios pensamentos, trauma e dor”, comentou o ator. “Isso realmente foi muito importante para minha história de sustentação, mas a ideia de que os quebra-cabeças eram o único lugar em que ele receberia qualquer forma de feedback positivo em sua vida. Eles foram a única coisa que lhe disse em toda a sua vida: 'Você venceu'“.

 

O BATMAN DE ROBERT PATTINSON NOS CINEMAS

A história tem início dois anos após Bruce Wayne (Pattinson) encarnar o manto de Batman, protegendo as ruas de Gotham City e causando medo nos corações dos criminosos. Assim como afirma a sinopse oficial, o herói tem apenas alguns aliados de confiança, como Alfred Pennyworth (Andy Serkis) e o Tenente James Gordon (Jeffrey Wright). Entre a rede corrupta de funcionários e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus concidadãos.

Quando um assassino atinge a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação sobre o submundo, onde ele encontra personagens como Selina Kyle, a Mulher-Gato (Zoë Kravitz), Oswald Cobblepot, o Pinguim (Colin Farrell), Carmine Falcone (John Turturro) e Edward Nashton, o vilão Charada (Dano).

Batman já está disponível nos cinemas brasileiros.

 

 

Diego Souza Carlos / ADOROCINEMA

EUA - O Batman de Robert Pattinson dirigido por Matt Reeves será o mais longo de todos os filmes já lançados do herói da DC Comics -- e um dos maiores dentre os filmes de super-heróis como um todo.

No total, Batman terá 175 minutos ou duas horas e 55 minutos (2h55), incluindo aproximadamente oito minutos de créditos. A informação foi confirmada pelo Hollywood Reporter.

A título de comparação, confira abaixo a minutagem de filmes anteriores do Batman:

Batman (1989): 2h06 Batman: O Retorno (1992): 2h06 Batman Eternamente (1995): 2h01 Batman e Robin (1997): 2h05 Batman Begins (2005): 2h20 Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008): 2h32 Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012): 2h44 Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016): 2h32

Como você pode reparar, o maior filme do Batman até então era Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, com 2h44. Na DC (e provavelmente em na categoria geral de filmes de super-heróis), o mais longo já feito é Liga da Justiça de Zack Snyder (Snyder Cut), com 4h02 -- mas lembre-se que ele não foi lançado nos cinemas, e sim na HBO Max.

EUA - O cineasta Matt Reeves revelou um cartaz animado do próximo longa de Batman, que faz com que a figura do homem-morcego se misture com o símbolo do vilão Charada.

Na imagem, Robert Pattinson, que interpretará o anti-herói, aparece na chuva, e o diretor legendou o post com “questione tudo”.

O novo Batman passou por alguns problemas na produção, incluindo adiamentos causados pela pandemia da Covid-19.

EUA - Depois de 81 anos da sua primeira aparição nos quadrinhos de Batman, Robin, o menino-prodígio, se assumiu como bissexual no sexto e mais recente volume de Batman: Urban Legends. Nos quadrinhos, Tim Drake, o terceiro a assumir o manto de Robin, tem um "momento de iluminação" enquanto luta para salvar um colega e percebe que, na verdade, está interessado nele. O herói também já namorou a personagem Stephanie Brown.

Depois que ele finalmente resgata Bernard, Robin se questiona: “Você já teve um momento de iluminação?” Como se algo lá fora estivesse te empurrando, te provocando. Como se você soubesse que deveria estar na mesma página que o seu cérebro, mas nem tudo faz sentido. As pessoas ficam me perguntando o que eu quero. Mas eu não conseguia entender. O que quer que fosse, sempre parecia fora de alcance. Até agora”, diz ele ao colega.

Pouco depois, Tim vai até o apartamento de Bernard e diz que não sabe exatamente o que aquela noite significou, mas está disposto a descobrir. “Eu esperava que você dissesse isso. Tim Drake você quer sair comigo?", convida Bernard, que recebe um "Sim, eu acho que eu quero" como resposta do herói. A continuação da história acontecerá na edição número 10, com previsão de lançamento para dezembro deste ano. Além de aparecer nas próximas edições do quadrinho, onde sua sexualidade deve ser melhor explorada, Robin também estará na terceira temporada de Titans, interpretado por Jay Lycurgo, de I May Destroy You.

“Eu queria prestar uma homenagem ao fato de que a sexualidade é uma jornada”, disse a autora Meghan Fitzman ao site especializado Polygon. “Para deixar claro, seus sentimentos por Stephanie foram e são 100% reais, assim como seus sentimentos por Bernard. No entanto, Tim ainda está se descobrindo. Não acho que ele tenha uma linguagem para tudo”, complementou.

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Os questionamentos sobre a sexualidade de Robin não são recentes, eles remontam à criação do personagem, em 1940, com o ajudante de Batman sendo frequentemente alvo de insinuações e piadas. De acordo com uma reportagem do site Slate, Dr. Fredric Wertham, um psiquiatra convencido de que os quadrinhos eram os culpados pelos problemas da juventude chegou a testemunhar perante um Subcomitê de Delinquência Juvenil do Senado Americano, em 1954, classificando os quadrinhos de Batman como "um sonho de dois homossexuais vivendo juntos". A DC Comics mantinha a retórica de que o personagem era hétero, mas os autores eram abertos à ideia, assim como parte dos fãs, que comemoraram a representatividade.

 

 

*Por: Amanda Capuano / VEJA.com

EUA - Depois de 81 anos da sua primeira aparição nos quadrinhos de Batman, Robin, o menino-prodígio, se assumiu como bissexual no sexto e mais recente volume de Batman: Urban Legends. Nos quadrinhos, Tim Drake, o terceiro a assumir o manto de Robin, tem um "momento de iluminação" enquanto luta para salvar um colega e percebe que, na verdade, está interessado nele. O herói também já namorou a personagem Stephanie Brown.

Depois que ele finalmente resgata Bernard, Robin se questiona: “Você já teve um momento de iluminação?” Como se algo lá fora estivesse te empurrando, te provocando. Como se você soubesse que deveria estar na mesma página que o seu cérebro, mas nem tudo faz sentido. As pessoas ficam me perguntando o que eu quero. Mas eu não conseguia entender. O que quer que fosse, sempre parecia fora de alcance. Até agora”, diz ele ao colega.

Pouco depois, Tim vai até o apartamento de Bernard e diz que não sabe exatamente o que aquela noite significou, mas está disposto a descobrir. “Eu esperava que você dissesse isso. Tim Drake você quer sair comigo?", convida Bernard, que recebe um "Sim, eu acho que eu quero" como resposta do herói. A continuação da história acontecerá na edição número 10, com previsão de lançamento para dezembro deste ano. Além de aparecer nas próximas edições do quadrinho, onde sua sexualidade deve ser melhor explorada, Robin também estará na terceira temporada de Titans, interpretado por Jay Lycurgo, de I May Destroy You.

“Eu queria prestar uma homenagem ao fato de que a sexualidade é uma jornada”, disse a autora Meghan Fitzman ao site especializado Polygon. “Para deixar claro, seus sentimentos por Stephanie foram e são 100% reais, assim como seus sentimentos por Bernard. No entanto, Tim ainda está se descobrindo. Não acho que ele tenha uma linguagem para tudo”, complementou.

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Os questionamentos sobre a sexualidade de Robin não são recentes, eles remontam à criação do personagem, em 1940, com o ajudante de Batman sendo frequentemente alvo de insinuações e piadas. De acordo com uma reportagem do site Slate, Dr. Fredric Wertham, um psiquiatra convencido de que os quadrinhos eram os culpados pelos problemas da juventude chegou a testemunhar perante um Subcomitê de Delinquência Juvenil do Senado Americano, em 1954, classificando os quadrinhos de Batman como "um sonho de dois homossexuais vivendo juntos". A DC Comics mantinha a retórica de que o personagem era hétero, mas os autores eram abertos à ideia, assim como parte dos fãs, que comemoraram a representatividade.

 

 

*Por: Amanda Capuano / VEJA.com

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