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SÃO PAULO/SP - Em 2026, o Nubank anunciou uma expansão do Pix no crédito, funcionalidade que ficou popularmente conhecida entre clientes como Pix fiado. O banco confirmou que o recurso passou a permitir transferências via Pix utilizando o limite do cartão de crédito, com um teto de até R$ 15.000 por ciclo de fatura. Com isso, a operação pode ser feita mesmo sem saldo disponível na conta: o valor é descontado do limite do cartão e chega instantaneamente à conta de quem recebe, mantendo a agilidade tradicional do Pix, mas com uma fonte diferente de pagamento.

De acordo com o Nubank, o Pix no crédito funciona de forma semelhante a uma compra no cartão. Antes de finalizar a transferência, o cliente precisa selecionar essa modalidade dentro do aplicativo. Após o envio, o valor entra diretamente na fatura, com a possibilidade de parcelamento, dependendo das condições oferecidas no momento da transação.

Apesar da praticidade, o banco reforçou que o serviço envolve cobrança de juros. A taxa é exibida antes da confirmação, permitindo que o usuário visualize as condições completas e decida se deseja prosseguir. Essa etapa de transparência, com a apresentação antecipada dos custos, passou a ser um dos principais pontos destacados pelo Nubank em sua comunicação oficial.

Sobre o limite, o banco explicou que o valor disponível considera o limite total do cartão do cliente. No entanto, mesmo para usuários com limites mais altos, existe um teto máximo de R$ 15.000 por ciclo. Assim, quando o cliente atinge esse valor, precisa esperar o fechamento da fatura para voltar a utilizar a funcionalidade.

O apelido Pix fiado ganhou força em redes sociais e reportagens por seguir a lógica do crédito, em que o pagamento acontece depois. Ainda assim, o Nubank destacou que não se trata de um produto novo, mas apenas de uma modalidade de Pix no crédito já existente.

O processo no aplicativo é simples: o cliente escolhe a chave Pix ou QR Code, seleciona a opção de pagamento no crédito e, antes de confirmar, visualiza juros, valor total e opções de parcelamento. Segundo o banco, isso garante maior controle da operação.

Por fim, o Nubank passou a apresentar o Pix no crédito como uma alternativa para necessidades pontuais de organização financeira, deixando claro que a ferramenta não substitui planejamento. O uso responsável é o que define se o recurso ajuda ou se pode gerar dívidas, mas a funcionalidade ganhou espaço entre as soluções digitais oferecidas pela instituição.

 

 

por Notícias ao Minuto Brasil

BRASÍLIA/DF - Os rumores sobre uma possível falência do Nubank ganharam espaço nas redes sociais nos últimos dias, impulsionados pela liquidação extrajudicial do Will Bank determinada pelo Banco Central. Diante da repercussão, o Nubank se manifestou oficialmente para negar qualquer instabilidade financeira e reforçar que segue operando normalmente no Brasil. Em comunicado publicado em seu site, a instituição classificou os boatos como falsos e afirmou que conteúdos do tipo são recorrentes e sensacionalistas.

“A gente vira e mexe se depara com posts mentirosos, fake news ou chamadas apelativas que questionam: ‘o Nubank vai falir?’, ‘o Nubank está falindo?’, ‘o Nubank vai sair do Brasil?’ ou ‘Banco Nubank faliu?’. A resposta para todas essas perguntas é não”, declarou o banco digital.

As especulações aumentaram após o Banco Central decretar, na quarta-feira (21/1), a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, controladora do Will Bank e ligada ao Banco Master. A fintech atendia cerca de 12 milhões de clientes e atuava nos segmentos de cartão de crédito, empréstimos e investimentos. No último ano, movimentou aproximadamente R$ 7,5 bilhões e mantinha cerca de 1,1 mil funcionários.

Antes mesmo da decisão oficial, a Mastercard já havia suspendido os cartões do Will Bank. Com a liquidação, todos os cartões foram cancelados, impossibilitando seu uso. Os recursos dos clientes, no entanto, contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre valores de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, conforme as regras vigentes.

Estimativas indicam que o impacto da liquidação pode chegar a R$ 6,5 bilhões para o FGC, considerando os depósitos a prazo registrados pela fintech em setembro de 2025. Ainda assim, o valor final dependerá do cálculo individual de cada cliente. Especialistas orientam que os correntistas acompanhem apenas comunicados oficiais e mantenham o pagamento de suas obrigações em dia.

Com a retirada da empresa do mercado, as operações são interrompidas e os investimentos ficam congelados. Um liquidante é nomeado para avaliar ativos, dívidas e créditos da instituição. Apesar disso, contratos seguem válidos. Como explica o especialista André Franco: “A fatura do cartão de crédito não é perdoada, tá registrado no sistema financeiro nacional. Então, o não pagamento vai causar inadimplência e você ter ali a sua conta colocada no Serasa e no SPC.”

 

 

por Notícias ao Minuto Brasil

EUA - O fundador e presidente global do Nubank, David Veléz, vendeu 33 milhões de ações da companhia na última sexta-feira (15), segundo registros na SEC (Securities and Exchange Commission, o equivalente à Comissão de Valores Mobiliários nos Estados Unidos).

A operação somou US$ 435,6 milhões, isto é, cada ação foi vendida por US$ 13,2. O valor unitário dos papéis fechou em US$ 13,1 na sexta, quando o Nubank disparou 9,08% depois da divulgação do balanço corporativo do segundo trimestre.

O montante representa cerca de 3,5% das ações de Vélez no capital social da companhia e 0,7% do total de papéis emitidos, segundo informou a fintech, que afirmou que a venda foi motivada "unicamente por fins de planejamento patrimonial".

Além da operação de sexta-feira, Vélez fez ao menos outras duas vendas de ações desde o IPO (oferta pública inicial, na sigla em inglês) de 2021 -ambas também na esteira do balanço do segundo trimestre.

No ano passado, também no dia 15 de agosto, o CEO global do Nubank vendeu 31 milhões de ações da mesma categoria -a Classe A-, o equivalente a 3% do total detido por ele. Já em agosto de 2023, o total vendido foi de 25 milhões de papéis.

 

 

por Folhapress

COLÔMBIA - O banco digital Nubank anunciou na segunda-feira, 15, um lucro líquido ajustado no valor de US$ 17 milhões no 2º trimestre, um aumento de US$ 0,5 milhões um resultado estável em 1 ano. Falando só das movimentações brasileiras, maior mercado para a fintech, a operação passou a ficar no azul, com resultado positivo de US$ 13 milhões.

O Nubank chegou a 65,3 milhões de clientes, onde a maioria deles estão no Brasil, cerca de 62 milhões, os outros clientes estão na Colômbia (314 mil clientes) e no México (2,7 milhões de mexicanos). No crédito, ficou mais conservador nos últimos meses nas linhas de empréstimo pessoal. A carteira total chegou a US$ 9,2 bilhões, expansão de 4,5% em um trimestre.

A inadimplência, que os analistas previam que fosse dar um salto na fintech, por conta da alta dos juros, ficou praticamente estável, em 4,1%, considerando os atrasos acima de 90 dias.

SÃO PAULO/SP - O banco digital Nubank anunciou oficialmente nesta terça-feira (1º), o lançamento gradual do Nubank Celular Seguro. Conforme adiantado pelo TecMundo em janeiro, o novo serviço é oferecido em parceria com a Chubb e o preço da assinatura varia de acordo com o modelo do dispositivo. O seguro ainda pode ser personalizado para se adequar às necessidades do cliente.

De acordo com o Nubank, o novo serviço oferece cobertura nacional e internacional. Toda a contratação é feita pelo celular, com opções de seguro que cobrem roubos, furtos e danos acidentais. No ato da contratação, o cliente fica sabendo o valor mensal da cobertura e do adicional de franquia, de pagamento único, a partir das opções selecionadas. Além disso, uma equipe do banco deverá oferecer atendimento 24 horas aos assinantes.

 

Quem já pode assinar?

Neste momento de lançamento, apenas uma parcela de clientes do Nubank terá acesso ao novo serviço. O banco também criou uma lista de interesse para que os clientes possam se cadastrar e receber o acesso no futuro.

A assinatura do contrato do Nubank Celular Seguro possui um período de carência de 30 dias — que são contados a partir da data da contratação.

“O Brasil está entre os maiores mercados de smartphones do mundo, com mais de 240 milhões de celulares, mas também tem uma taxa de furtos e roubos muito alta”, disse em nota Livia Chanes, vice-presidente de Produtos do Nubank. Segundo uma pesquisa de 2020, mais de 60% da população já teve o celular roubado alguma vez.

O seguro do Nubank para celular também deixa claro que não cobre danos intencionais, falhas anteriores à vigência do seguro, defeitos causados por manutenção ou instalação de acessórios, além de problemas ocasionados por software e outros.

 

 

Wellington Arruda / TECMUNDO

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