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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BERLIM - A Alemanha está forte o suficiente para enfrentar a crise causada pela invasão russa da Ucrânia e sairá dela mais robusta graças a uma nova abordagem para políticas de energia, defesa e comércio na maior economia da Europa, disse o chanceler Olaf Scholz nesta quarta-feira.

"Estamos acabando com as falhas de uma política energética e comercial que nos levou a uma dependência unilateral da Rússia e da China, em particular", disse Scholz à câmara baixa do Parlamento, acrescentando que seguir como antes não é uma opção.

"A Alemanha tem força para dominar a crise e sair mais forte dela", disse o chanceler, acrescentando que seu governo fará mais do que manter o status quo.

Desde a invasão da Ucrânia por Moscou, os alemães têm enfrentado alta nos preços de energia devido à interrupção do fornecimento da Rússia.

O governo não será capaz de interromper completamente o aumento dos preços de energia por meio de subsídios, mas pode reduzi-los a um nível suportável, disse Scholz.

Os limites aos preços da eletricidade e do gás a serem adotados por Berlim no próximo ano levarão os custos de energia a um nível que os especialistas não esperavam ver antes de 2024, acrescentou.

 

 

 

Reportagem de Rachel More e Riham Alkousaa / REUTERS

EUA - A Food and Drug Administration (FDA, equivalente à Anvisa nos Estados Unidos) avaliou como seguro para alimentação humana, pela primeira vez, o consumo de carne cultivada a partir de células e sem matar animais. A análise foi sobre o produto de frango cultivado da Upside Foods, da Califórnia.

“A FDA está comprometida em apoiar a inovação no fornecimento de alimentos”, aponta o comunicado do órgão americano. A expectativa é de que o aval da FDA dê impulso à indústria de carne cultivada. Na prática, a Upside Foods ainda tem muitos obstáculos a superar, incluindo as inspeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, antes de poder vender seus produtos.

Para o presidente do Good Food Institute, um centro de estudos sem fins lucrativos com foco na expansão da carne cultivada e baseada em vegetais, Bruce Friedrich, a aprovação da FDA é um marco para o futuro dos alimentos.

“A carne cultivada estará disponível em breve para os consumidores nos EUA que desejam que seus alimentos favoritos sejam produzidos de modo mais sustentável, com a produção exigindo uma fração da terra e da água da carne convencional quando produzida em escala”, afirmou ele.

Uma das maiores críticas à pecuária em relação ao meio ambiente é a quantidade de gás metano emitida pelo gado. A concentração de metano, um dos responsáveis pelo efeito estufa, atingiu níveis recordes, segundo relatórios feitos pela Organização das Nações (ONU) divulgado neste mês. Estratégias para reduzir essa poluições têm sido discutidas na Cúpula do Clima (COP-27), em Sharm el-Sheik, no Egito.

Concorrente da Upside Foods, a start-up Eat Just foi a primeira a receber autorização para comercializar carne artificial em Singapura, em 2020. Em maio deste ano, ela fechou acordo com uma fabricante de equipamentos para desenvolver tanques gigantes onde pretende produzir frango e carne bovina em larga escala.

Enquanto esperam poder servir carne de laboratório para os humanos – o que ainda é muito complicado, além de caro – , outras empresas querem conquistar o mercado de alimentos para animais de estimação, a priori menos difícil de satisfazer do que a seus donos.

Em países como Holanda, Portugal e Espanha, diferentes iniciativas também tentam produzir carne cultivada em células para atender à demanda de consumidores que rejeitam a ideia de sacrificar animais para se alimentar. COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS E THE WASHINGTON POST

 

 

ESTADÃO

EUA - Na última segunda-feira, 22, Elon Musk disse em reunião com os funcionários do Twitter que a empresa tem planos de criptografar as mensagens diretas (também conhecidas como DMs) trocadas dentro da rede social, método que codifica os recados enviados para que apenas o emissor e o destinatário possam acessar o conteúdo. As informações foram obtidas pelo site especializado The Verge, que teve acesso ao áudio da gravação do encontro.

O projeto de criptogramas das DMs foi interrompido, mas Musk quer dar continuidade e concluir esse plano para o que o bilionário vem chamando de Twitter 2.0, que seria uma versão melhorada do Twitter que conhecemos, sob a sua liderança.

”Deve ser o caso de eu não poder olhar para as DMs de ninguém se alguém colocar uma arma na minha cabeça”, reforçou Musk. Atualmente, engenheiros, executivos e autoridades podem ler mensagens trocadas entre usuários, o que não ocorreria com a criptografia de ponta a ponta, adotada por outros aplicativos, como WhatsApp e Instagram.

Segundo a gravação obtida pelo Verge, Musk detalhou que quer criptografar não só as mensagens de texto, mas que a empresa também trabalharia em ligações e envio de vídeos criptografados, dois recursos ainda não estão disponíveis no app.

“Queremos permitir que os usuários possam se comunicar sem se preocupar com sua privacidade, sem se preocupar com uma violação de dados no Twitter [..] Isso obviamente não seria legal e já aconteceu algumas vezes antes”, disse o CEO na reunião.

Além disso, Musk explicou que o aplicativo de bate-papo criptografado Signal exige o compartilhamento de um número de telefone com o app para permitir ligações, mas os planos do Twitter são diferentes e quer que seja possível realizar chamadas na rede social em “que você não precise fornecer seu número de telefone a alguém”.

O CEO do Twitter chegou a elogiar o Signal e contou que conversou com o seu criador, Moxie Marlinspike, que agora estaria disposto a ajudá-lo com o plano de criptografia. “Ironicamente, Moxie Marlinspike trabalhou no Twitter e realmente queria fazer DMs criptografadas há muitos anos, (mas) isso foi negado e então ele criou o Signal”, disse Elon Musk.

A respeito da declaração de Musk sobre as violações da privacidade dos usuários do Twitter que já aconteceram algumas vezes, é possível citar duas ocasiões em que isso ocorreu.

No início deste ano, o governo dos EUA acusou um ex-funcionário de acessar dados de perfis a pedido da Arábia Saudita. Ainda, em 2018, a rede social alertou os usuários sobre DMs entre empresas e seus clientes que estavam com acessos externos permitidos há mais de um ano.

 

 

ESTADÃO

CHINA - As autoridades de Zhengzhou, que possui uma das maiores fábricas de IPhone do país, anunciaram o lockdown de quase metade da população nesta quinta-feira (24). Em todo o país, o número de casos diários de covid-19 na China atingiu um novo recorde desde o início da pandemia, com um total de 31.454 novas contaminações nesta quarta-feira, sendo 27.517 assintomáticos.

As autoridades sanitárias organizaram uma campanha de testes em vários distritos, onde as pessoas deverão ficar trancadas a partir desta sexta-feira (25), à meia-noite. Os moradores do centro da cidade não poderão mais deixar a área sem um teste PCR negativo e autorização. A autoridades os aconselharam a sair de casa apenas "em caso de necessidade." As medidas atingem vários bairros da cidade.

Os trabalhadores da fábrica já vinham sendo submetidos a várias restrições. Nesta quarta-feira, os operários se reuniram em frente à fábrica para protestar contra as medidas anticovid e a diminuição de um valor de um bônus prometido pela direção. Eles criticam as condições de trabalho "caóticas", geradas pelas restrições.

No mês passado, os trabalhadores, temendo o lockdown "repentino" da fábrica, fugiram a pé do local. A política adotada pela China contra a propagação do vírus, conhecida como "zero covid", leva o país a adotar medidas drásticas, como o lockdown de cidades inteiras e a imposição de quarentenas para casos positivos.

A estratégia, que continua sendo defendida pelo presidente Xi Jinping, vem gerando descontentamento de parte da população. O número de infecções vem batendo recordes no país.

O Ministério da Saúde anunciou, na quinta-feira, um novo recorde de casos em 24 horas, com mais de 31 mil casos, ultrapassando o número de contaminações registrado em abril, quando ocorreu o lockdown de Xangai.

Esses dados, entretanto, parecem irrisórios levando em consideração o tamanho da população chinesa, de 1,4 bilhão de habitantes.

 

Restrições em outras cidades

A nova onda de contaminações levou o governo a impor restrições em outras grandes cidades: Pequim, Xangai e Chongqing. A capital agora exige um PCR negativo de menos de 48 horas para autorizar a entrada em locais públicos, como centros comerciais, hotéis e prédios da administração.

Pequim anunciou quase 1.500 novos casos nesta quarta-feira, a grande maioria assintomática, em uma população de 22 milhões. É o número mais alto da cidade, embora muito baixo em comparação com os padrões internacionais.

Várias escolas voltaram a adotar o ensino à distância e a maioria dos restaurantes, bares e estabelecimentos comerciais foram fechados. Em Cantão, no sul, onde está o epicentro da atual onda epidêmica, o governo construiu milhares de quartos temporários para receber os pacientes.

O governo anunciou em 11 de novembro o relaxamento de várias medidas, mas as novas altas de casos levaram à retomada das restrições. A China ainda não aprovou a utilização das vacinas à base de RNA mensageiro, mais eficazes, e apenas 85% das pessoas com mais de 60 anos receberam duas doses.

 

 

 

(Com informações da AFP)

por RFI

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