Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos realizará concurso público para contratar 29 agentes de trânsito, incluindo 2 vagas PcD e 6 vagas para cota racial. As inscrições serão abertas às 10h do próximo dia 23 de setembro e se encerram às 23h59 do dia 07 de novembro.
Todas as informações constam no EDITAL Nº 003/2024 que será publicado na edição desta quinta-feira (12/09) do Diário Oficial do Município. O salário inicial dos novos agentes de trânsito será de R$ 3.522,00 por 40h semanais, além de benefícios trabalhistas.
A inscrição, no valor de R$ 70,00, somente poderá ser realizada via Internet, no endereço eletrônico www.nossorumo.org.br. Para realizar a inscrição o candidato deverá acessar o site Nosso Rumo e selecionar o certame desejado no campo “Inscrições abertas”. Uma nova tela será aberta com as informações do certame escolhido e o interessado deverá selecionar a opção “Inscreva-se já”, e informar o número do CPF.
Para participar do concurso é necessário ter ensino médio completo; Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Categorias “A e B” no mínimo; possuir altura mínima de 1,65m para candidatos homens e 1,60m para mulheres, ter idoneidade moral comprovada por investigação social e certidões expedidas perante o Poder Judiciário Federal, Estadual e Distrital.
Cabe ao agente de trânsito executar a fiscalização do trânsito no município, autuando e aplicando multa aos infratores. Planejar, coordenar e executar ações que visem a melhoria do fluxo viário e a educação no trânsito; fiscalizar o transporte público, coletivo, de taxi, de escolares e fretados, bem como o transporte de cargas.
As avaliações do concurso terão 5 fases. Da primeira fase faz parte a prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório; da segunda fase constam o exame antropométrico e teste de aptidão física, também de caráter eliminatório; a avaliação psicológica (com a análise de perfil para o emprego), de caráter eliminatório, faz parte da terceira fase; na quarta fase serão realizados exames médicos específicos e toxicológico e da quinta e última fase consta a investigação social e comportamental.
Evento reforça o papel da instituição como um espaço de acolhimento e apoio aos pacientes
SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos realiza semanalmente uma roda de conversa em apoio aos acompanhantes dos pacientes internados. Na quarta-feira (11), o encontro foi especial, em alusão ao Setembro Amarelo, mês dedicado à valorização da vida. A atividade, que normalmente conta com a presença de pacientes, psicólogos e estagiários de gerontologia da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), ganhou um enfoque ainda maior na saúde mental, oferecendo um ambiente seguro e acolhedor para que os participantes pudessem expressar suas emoções e trocar experiências. O evento contou também com a participação da Central de Relacionamento da instituição, que reforçou seu papel de escuta ativa e apoio à comunidade hospitalar.
A coordenadora do Centro Integrado de Humanização (CIH), Juliana Tedesco, destacou a importância de momentos como esse. "O Setembro Amarelo nos lembra da necessidade de falar sobre saúde mental, e este é um tema que deve ser tratado não apenas neste mês, mas sempre que houver uma necessidade emocional. Nosso objetivo com essas rodas de conversa é fortalecer o acolhimento e promover a escuta ativa, para que todos se sintam ouvidos e cuidados. A saúde mental é parte fundamental do processo de cura", afirmou.
O provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, ressaltou o compromisso da instituição em promover ações que vão além do cuidado físico dos pacientes. "A Santa Casa está comprometida com a humanização no atendimento e com o cuidado integral de nossos pacientes. A roda de conversa é um exemplo desse trabalho, que envolve não apenas os profissionais de saúde, mas também o suporte emocional e psicológico, essenciais para uma recuperação completa", disse.
SÃO CARLOS/SP - São Carlos se destacou como a cidade com o maior número de focos de incêndio no estado de São Paulo nas últimas 24 horas, segundo dados do Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Dos 327 focos registrados em todo o estado de SP, 52 ocorreram no município.
A situação em São Carlos é especialmente preocupante, uma vez que a cidade figura na lista de áreas com focos ativos de incêndio, o que mobilizou uma atenção especial da Defesa Civil local para ações de combate. A fumaça resultante das queimadas pode se intensificar e se espalhar pelo estado nos próximos dias.
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), uma frente fria se deslocará pela região no fim de semana, com ventos moderados a fortes, que podem atingir até 50 km/h. Esses ventos, previstos para sexta-feira (13) e, principalmente, no sábado (14), devem soprar em uma direção que favorece o transporte de mais fumaça para outras áreas do estado, agravando a qualidade do ar.
A Defesa Civil alerta para os impactos potenciais dessas queimadas, não só para a saúde da população, que pode enfrentar aumento de problemas respiratórios devido à fumaça, como também para os riscos ambientais e a segurança das áreas afetadas.
BRASÍLIA/DF - O Ministério de Minas e Energia estuda a volta do horário de verão como uma medida para reduzir os impactos da atual crise hídrica sobre o setor elétrico.
A ideia ainda é analisada pela pasta, mas a avaliação é que depende de uma decisão política do governo.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, confirmou a informação em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira (11).
Segundo Silveira, o horário de verão ajuda a impulsionar a economia, além de ajudar o sistema em um "momento realmente crítico" na geração causado pela seca, junto ao forte calor e ao forte consumo de energia no horário de pico.
"É aquele horário que o cidadão vai para casa, liga o ar-condicionado, liga o ventilador. Ele vai tomar banho, vai tomar todo mundo quase que junto, abre a televisão para assistir um jornal, para poder assistir um filme, e naquele horário nós temos um grande pico, e é exatamente no momento onde nós estamos perdendo as energias intermitentes", disse.
Segundo apurou o g1, a medida é encarada como uma decisão política do governo, e não técnica.
Isso porque a retomada do horário de verão não traz uma economia significativa de energia. Na verdade, a mudança se dá no horário em que as pessoas consomem mais.
Dessa forma, a medida poderia ajudar a operação do sistema elétrico ao deslocar o pico de consumo, que costuma ocorrer no início da noite.
Nesse horário, a geração de energia solar cai por causa da falta de sol. Ao mesmo tempo, a geração eólica sobe porque há maior incidência de ventos à noite e em determinadas épocas do ano.
No intervalo entre a queda da solar e o aumento da eólica, há um pico de consumo que precisa ser suprido por energia hidrelétrica ou térmica.
Com a redução dos reservatórios e menor geração por usinas hidrelétrica, por causa da seca, é necessário acionar mais termelétricas — caras e que poluem mais — para atender ao pico de consumo.
"A solar não está mais produzindo, no início da noite normalmente a eólica produz menos, então nós precisamos de despachar a térmica. Se a gente puder diluir isso no horário de verão, talvez seja um ganho que vá dar a robustez, inclusive ao sistema", disse Alexandre Silveira.
A afirmação de Silveira foi endossada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, no início da tarde desta quarta.
Alckmin mencionou que o horário de verão "pode ser uma boa alternativa para poupar energia" e que "procurar evitar o desperdício" e "fazer uma campanha" ajudam também.
Horário permanente desde 1985
O horário de verão foi instituído pela primeira vez em 1931, no governo de Getúlio Vargas. Mas só passou a ser adotado com constância a partir de 1985.
A medida foi criada para aproveitar a iluminação natural durante o verão, quando os dias são mais longos e as noites mais curtas. Dessa forma, há economia de energia e redução do risco de apagões.
Suspensão no governo Bolsonaro
Em 2019, no governo do então presidente Jair Bolsonaro (PL), o horário de verão foi suspenso. A medida já era avaliada no governo de Michel Temer (MDB).
Na ocasião, o governo afirmou que o adiantamento dos relógios em uma hora perdeu "razão de ser aplicado sob o ponto de vista do setor elétrico", por conta de mudanças no padrão de consumo de energia e de avanços tecnológicos, que alteraram o pico de consumo de energia.
A suspensão do horário de verão resistiu inclusive à crise hídrica de 2021. Na época, o governo chegou a estudar a retomada da política, solicitando um parecer do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
Por Lais Carregosa, Guilherme Mazui, Letícia Sena, g1
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