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Radio Sanca Web TV - Sexta, 25 Janeiro 2019

SÃO CARLOS/SP - A ativista Bianca Casale postou em sua rede social uma campanha denominada “S.O.S Brumadinho”.

Brumadinho pede socorro, e você pode fazer a diferença na vida de alguém! Precisamos da sua ajuda, para ajudarmos nossos irmãos de Brumadinho. Itens para doação. -Roupas; -Alimentos não perecíveis ; -Produtos de Higiene; -Fraudas para bebês; -Brinquedos; -Leite; -Ração para os animais (gatinhos e cachorrinhos) Quem puder e quiser contribuir com algum valor, para nos ajudar com a viagem (1.500km) ida e volta, prestaremos contas das despesas *Compromisso com o próximo através de atos de generosidade e bondade é a definição de solidariedade* Locais de arrecadação:

?Vila Monteiro ?Rua Raimundo Corrêa, 1108 (das 7 às 19:00hs)

?Cidade Jardim ?Aiello Tur Alameda dos crisantemos, 724 -(das 9 às 20:00hs). 
?Centro?A.A.S.P.M Rua: Raimundo Correa, 370 (das 9 às 18:00hs)
?Praça Itália- Av São Carlos, 340 (24 horas).

NOTA 

Considerando o grande volume de doações e ajuda humanitária voluntária as vítimas do Rompimento da Barragem de Brumadinho/MG, conforme solicitação da Defesa Civil daquele município estamos temporariamente suspendendo as arrecadações. Não sendo necessário o envio dos matériais arrecadados até o presente momento, os mesmos serão encaminhados à entidades do nosso município.

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RIO DE JANEIRO/RJ - O apresentador e deputado estadual (PRB/RJ) Wagner Montes morreu neste sábado (26), aos 64 anos.

Wagner era casado com a também apresentadora Sonia Lima e estava internado há dois dias para tratamento de uma infecção urinária.

Em novembro de 2018, o deputado estadual foi internado no Hospital Barra D'Or, com um quadro de infecção urinária. Montes teve um infarto ao entrar em um avião em Foz do Iguaçu, em 13/11, e foi retirado da aeronave.

O apresentador foi atendido em um hospital na cidade, mas foi liberado para seguir tratamento no Rio de Janeiro, onde foi internado para tratar uma infecção urinária.

Natural de Duque de Caxias, Wagner Montes era advogado, deputado estadual (PRB/RJ) e apresentador. Iniciou sua carreira em 1974, na rádio Tupi.

Em 1981, Wagner Montes sofreu um acidente de triciclo e teve de amputar a perna direita.

Como apresentador, ganhou fama no programa 'Aqui Agora', que apresentou na extinta TV Tupi, em 1989. Atualmente, ele trabalhava como apresentador do 'Balanço Geral' da Record TV, no Rio de Janeiro.

A saúde de Wagner Montes estava fragilizada. Em 2017, chegou a ficar afastado por causa de uma arritmia cardíaca. Passou 48 dias internado, 37 deles na UTI.

A causa da morte não foi divulgada.

A Record TV divulgou nota de pesar pela morte do apresentador. Veja a íntegra.

"A Record TV lamenta o falecimento do nosso querido amigo e apresentador Wagner Montes neste sábado, 26 de janeiro de 2019.Conhecido pela irreverência e luta social que marcou seu trabalho ao longo de 35 anos como jornalista de TV, Wagner Montes foi um campeão de audiência e um dos apresentadores de maior sucesso na televisão brasileira. Expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores do trabalho deste profissional que ajudou a escrever a história da televisão brasileira”.

 

*Por:Deborah Bresser/ R7

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SÃO CARLOS/SP - Na madrugada deste sábado (26), na Rua Lázaro Santos, no bairro Cidade Aracy, um jovem de 23 anos foi preso por tráfico de drogas.

De acordo com informações, o Cabo Isaias e o Soldado Ivan, faziam patrulhamento preventivo pelo bairro, quando avistaram M.W.L.P, com atitude suspeita em um terreno. O rapaz foi abordado e ao ser revistado foi encontrado em seu poder dois pinos de cocaína e duas porções de maconha, além de R$ 102,00 em espécie.

No terreno onde o jovem estava foi localizado 35 porções de maconha e 96 pinos de cocaína.

Diante dos fatos, M.W.L.P, foi encaminhado ao Plantão Policial onde ficou à disposição do delegado.

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Resultados apontam que fatores como gênero e raça ainda são determinantes de desigualdade social

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com outras instituições, aponta que mulheres pretas ou pardas, dentro da amostra do estudo, concentram os piores indicadores sociais tanto do ponto de vista econômico quanto de escolarização. De acordo com os pesquisadores João Paulo Ferreira e Vivian Melhado, ambos da UFSCar, e George Lesson, da Universidade de Oxford, esse apontamento permite reconhecer que marcadores como gênero e raça/etnia ainda operam como características inerradicáveis de diferença social.
O estudo "Atendimento ao idoso em um hospital universitário: percepções da equipe de saúde à luz da Política Nacional de Humanização" foi realizado entre os anos de 2015 e 2016 com 500 idosos, com mais de 60 anos, residentes em São Carlos e microrregião, no interior paulista, e atendidos no Hospital Universitário (HU) da UFSCar. Além do HU, estiveram envolvidos no trabalho o Instituto de Envelhecimento Populacional da Universidade de Oxford e o Departamento de Gerontologia (DGero) da UFSCar, por meio do Núcleo de Pesquisa Aplicada em Gerontologia e Envelhecimento (Nupage). A realização da pesquisa também teve apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Pró-Reitoria de Extensão (ProEx) da UFSCar.
O principal objetivo do estudo foi aplicar o modelo gerontológico de atendimento ao idoso com 60 anos ou mais. De acordo com João Paulo Ferreira, vice-coordenador do Nupage e integrante do grupo que desenvolveu a pesquisa, o modelo gerontológico insere uma nova maneira de atender o público considerado idoso e envelhescente, levando em conta aspectos biopsicossociais que integram as necessidades básicas de vida das pessoas. O modelo, que se diferencia da lógica dos protocolos - muito difundida na área da Saúde e, inclusive, na própria gerontologia brasileira - é analítico e reflexivo, ao passo que os profissionais são estimulados a (re)pensar o plano de ação a partir de situações concretas relatadas pela pessoa atendida, visando assisti-la de maneira multidimensional e interdisciplinar.
Dentro do escopo da pesquisa, Ferreira relata que foi feito um recorte na amostra de idosos atendidos selecionando aqueles residentes na área rural de São Carlos. "Acreditamos que os dados da população rural são importantes precisamente porque se trata de uma população que utiliza os serviços principais ofertados pela cidade de São Carlos, e que tem características demográficas específicas, uma vez que é composta por pessoas que migravam no século passado  para as fazendas e indústrias próximas, a maioria vinda de outros estados em busca de trabalho, e que foram incorporadas à população de São Carlos e região", relata Ferreira.
Outro recorte foi o de gênero e raça/etnia. Os marcadores "gênero" e "raça/etnia" não foram pensados para formar amostras de sujeitos, mas dada a importância que mostraram diante dos dados e do montante do material acumulado, os pesquisadores decidiram equacionar a amostra em grupos por critérios de raça/etnia e gênero. Ferreira explica que "a combinação desses marcadores é pouco trabalhada na Gerontologia e trata-se, evidentemente, de uma discussão importante e que deve ser aprofundada pela área da Saúde e correlatas, pois esses marcadores reiteram processos de desigualdades que são fundamentais para as questões de saúde coletiva e políticas públicas contemporâneas".
Os resultados desse recorte reforçam as desigualdades de gênero e raça/etnia, revelando que as mulheres autodeclaradas pretas são mais vulneráveis do ponto vista econômico e de escolaridade em relação às mulheres autodeclaradas brancas e aos homens autodeclarados brancos ou pretos na mesma faixa etária. De acordo com os pesquisadores, os dados sobre renda e escolarização em relação às mulheres idosas pretas ou pardas - os quais apontam um crescimento de rendimento via trabalho informal e uma diminuição no número de trabalhadoras que obtêm renda mediante trabalho assalariado formal e pensão somente após o falecimento do cônjuge, além da predominância de mulheres com Ensino Fundamental incompleto -, permitem contrapor a tese de que a Constituição de 1988 e suas políticas adjacentes teriam provocado um corte das desigualdades e uma equiparação de tais indicadores em termos geracionais. Também em termos históricos, há continuidades sobre esses dados, especialmente porque existem ainda desigualdades tocantes no acesso ao mercado de trabalho formal entre homens e mulheres, às políticas de previdência social e às políticas públicas direcionadas aos idosos brasileiros. 
Para Ferreira, a importância do levantamento realizado consiste em conhecer o retrato da população que é atendida atualmente nos serviços de saúde de São Carlos, no contexto do HU-UFSCar. Além disso, o estudo levanta questões críticas sobre os aspectos sociais e históricos que envolvem esse segmento da população, com o processo de cidadanização dos imigrantes desde a modernização do campo, suas condições de vida e de saúde atuais e sobre como perceber esses processos como caminhos que revelam desigualdades em termos raciais e de gênero. "Os resultados podem ser aplicados em estratégias de atenção e na construção de políticas municipais ou regionais, além de fomentar hipóteses para novos estudos que desejem investigar a velhice rural e urbana de São Carlos sob o prisma de gênero e/ou racial/étnico", pontua ele.
Um artigo sobre a pesquisa foi recentemente publicado na Revista "Trabalho, Educação e Saúde" da Fundação Oswaldo Cruz, e pode ser acessado em https://bit.ly/2S3AOvC. Além disso, será lançado um livro que reunirá capítulos analíticos e teóricos sobre velhice e envelhecimento no Brasil e no mundo, com ênfase no modelo de atendimento ao idoso.
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CURITIBA/PR - Luiz Inácio Lula da Silva não pode mais receber visitas de Fernando Haddad – seu substituto na disputa à Presidência de 2018 – em qualquer dia da semana, nem mais receber visitas de líderes religiosos toda tarde de segunda-feira, em sua cela especial na sede da Polícia Federal, em Curitiba. Em decisão desta sexta-feira, 25, a juíza federal Carolina Lebbos Moura endureceu as condições do ex-presidente no cárcere. O petista está preso desde 7 de abril de 2018, no berço da Operação Lava Jato, condenado a doze anos e um mês de prisão.

“Claramente não se vislumbram indicativos da necessidade e utilidade na defesa dos interesses do executado na condição de pré-candidato. Como visto, a sua candidatura foi substituída pelo próprio partido. As eleições, ademais, já se findaram, não tendo a defesa comprovado nos autos a existência de processo ou qualquer medida concreta impugnativa que efetivamente conte com a atuação do procurador em questão.”

Responsável pela execução da pena de Lula, a juíza substituta da 12ª Vara Federal acolheu parecer do Ministério Público Federal (MPF) e caçou os dois “benefícios” que o petista gozava na prisão. Ela cancelou o direito especial para que Haddad fosse nomeado como defensor jurídico do ex-presidente – o ex-prefeito de São Paulo é bacharel em direito – e ainda determinou que as visitas todas as segundas-feiras fossem suspensas. Agora, o petista terá direito a uma visita religiosa por mês, como os demais encarcerados que estão na PF.

A juíza registra que a “procuração outorgada a Fernando Haddad” data de 3 de julho de 2018 e confere poderes “amplos para atuação em juízo ou fora dele (extensão)” do ex-prefeito de São Paulo “especialmente para a adoção das medidas necessárias para assegurar os direitos do outorgante na condição de pré-candidato à Presidência (finalidade)”.

E que a decisão desta sexta-feira “se restringe à impossibilidade” de Fernando Haddad de visitar Lula “na qualidade de procurador” – o que lhe permitia ir até a carceragem todos os dias úteis da semana.

“Efetivamente se vislumbra o término da eficácia do mandato outorgado. Logo, não se pode autorizar a visitação do outorgado na condição de representante do ora apenado”, decidiu a juíza.

“Ainda que se mantivesse a eficácia do mandato – o que se cogita exclusivamente para fins argumentativos – não se identificou qual seria a necessidade e utilidade jurídicas de contato direto e constante de Fernando Haddad com o apenado.”

A magistrada voltou a destacar que “as prerrogativas da advocacia, que se destinam à efetiva proteção do cidadão, não podem nem devem ser invocadas e/ou utilizadas em abuso de direito, com o propósito de burlar as regras e controles da unidade prisional”.

Amigo

Haddad poderá visita Lula a partir de agora somente às quintas-feiras. “Não há aqui vedação à visitação ao detento, desde que observado o regime próprio das visitas sociais.”

Preso principal da Lava Jato, Lula teve o direito a condições especiais em sua cela – um antigo dormitório de policiais, com banheiro privativo e sem grades, improvisada na PF a pedido do então juiz federal Sérgio Moro. Uma delas é o direito a receber visitas de amigos em dia especial. Toda quinta-feira, por uma hora, o petista pode ver dois amigos, meia hora cada.

Em seis meses de prisão, Lula recebeu 572 visitas em sua cela especial montada na PF. Haddad visitou 21 vezes o ex-presidente nesse período. A reunião com o ex-presidente foi o primeiro compromisso de campanha petista no segundo turno.

Lula, mesmo preso e inelegível, tentou disputar as eleições. O PT registrou Lula como candidato e Haddad como vice, mas o pedido foi indeferido no dia 31 de agosto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Religiosos

Lula também obteve em 2018 o direito de receber visitas religiosas toda segunda-feira. Nos seis primeiros meses, foram 17 de líderes religiosos que estiveram com o petista. O mais assíduo, o pai de santo Antonio Caetano de Paula Júnior, o Caetano de Oxossi (3 visitas), da Cabana Pai Tobias de Guiné, conhecida como Terreiro Tulap.

O Ministério Público Federal questionou em junho de 2018 a realização de visitas de caráter religioso “em dia e horário diversos da visitação comum” e afirmou que “tais visitas deveriam ocorrer na mesma data em que realizadas as demais”.

A PF informou à Justiça que foi dada permissão de visitação “uma vez por semana, às segundas-feiras, no período da tarde e por no máximo uma hora”, “mediante requerimento da defesa, com indicação do religioso”. Explicou que os demais presos podem receber um padre “uma vez por mês, preferencialmente na primeira sexta-feira de cada mês”.

A juíza destaca que Lula “tem recebido visitas de diversos líderes religiosos, das mais diversas crenças, fora, portanto, do serviço de prestação de assistência religiosa ofertado pelo estabelecimento prisional”.

“A manutenção dessas visitas não se mostra compatível com os princípios e as regras que regem a execução da pena.”

A juíza afirma que “o dever jurídico estatal vem sendo cumprido no âmbito da carceragem da Superintendência da Polícia Federal no Estado do Paraná”. “Conforme informação policial, organizou-se serviço de prestação de assistência religiosa, com atendimento periódico de representante religioso qualificado.”

Segundo ela, “o ordenamento jurídico não outorga ao detento o direito subjetivo de ter serviço de atendimento religioso que bem lhe aprouver, com exclusividade e alheio à organização do estabelecimento prisional”.

“Não cabe ao executado estabelecer forma de atendimento religioso próprio, em paralelo ao existente, mormente sem que apresente qualquer incompatibilidade deste com as suas crenças. Além disso, e especialmente, não se pode, a pretexto da garantia ao atendimento religioso, buscar burlar o regime de visitação existente no estabelecimento prisional.”

A magistrada destaca que nos seis primeiros meses da pena Lula recebeu visitas de líderes de “diversas religiões (frades, padres, freiras, bispos, pastores, monges, pais de santo, rabino)”. “Tais circunstâncias comprovam não se cuidar de assistência religiosa, nos termos legais, mas de visitas de religiosos. Evidente o desvio da finalidade da norma.”

“Determino a imediata suspensão das denominadas visitas de religiosos realizadas às segundas-feiras”, decidiu a juíza. “Registre-se ficar assegurada ao detento a assistência religiosa nos moldes permitidos aos demais presos.”

 

*Por: ESTADÃO CONTEÚDO 

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Sábado, 26 Janeiro 2019 10:19

Os chifres da gazela

RIO DE JANEIRO/RJ - A manchete do jornal do último domingo gritava: “Mercado da bala, uma disputa de R$12 bilhões”. O título não poderia ser mais opinativo. Como boa parte dos meios de informação, o jornal demonstrava estar contra o direito de autodefesa das pessoas e a favor de dar tranquilidade aos bandidos. Insegurança para os leitores e audiência; segurança para os que forem assaltar suas casas e lojas. A mesma mídia que fez barulho contra o decreto que ampliou a validade do registro de arma, fingiu não ter lido o decreto que, além disso estabeleceu que arma deve ficar inacessível a menores de idade e mentalmente incapazes, o que o Exército já exigia. O resto ficou igual. Comprar quatro armas? Você já podia registrar duas na Polícia Federal e duas no Exército.

Na verdade, o “mercado da bala” é o mercado da autodefesa e certamente será bem menor que o mercado que forma o arsenal dos bandidos, sem pagar impostos, gerando, sim balas, inclusive as perdidas, que matam crianças e pessoas dormindo em casa. O parágrafo único do primeiro artigo da nossa Constituição, diz que todo poder emana do povo. Pois desde 2003 se sente, com o Estatuto do Desarmamento, a vontade de usurpar, do povo, o poder da posse de arma, que representa o direito natural da autodefesa e da defesa de sua família e seus bens. A arma em casa ou na empresa é a primeira linha de defesa contra invasão de bandido. Depois, e nas ruas, é com a polícia.

Na vigência do Estatuto, os homicídios só aumentaram, e deram mais segurança aos assaltantes de residências, lojas e propriedades rurais, confiados de que não haverá resistência. O referendo de 2005 vetou a proibição do comércio de armas, na proporção de dois em cada três eleitores. Os governos fingiram desconhecer a vontade do povo. No Rio Grande do Sul, com a tradição de ser a primeira linha de defesa da Pátria, 80% foram favoráveis às armas, no referendo. Até o Exército mantém essa cultura: 90% dos blindados do Brasil estão no Comando Militar do Sul.

Armas de fogo, como carros, não matam; é a violência humana que mata – com faca, pau, pedra, veneno, arma de fogo. Por que querem a população desarmada, impotente na defesa de seu direito à vida, propriedade e liberdade? Na Venezuela, em Cuba, na Alemanha de Hitler, foi assim. Tiranos – bandidos ou ditadores – dominam se não houver resistência. Como lembrou o “presidente virtual” dos Estados Unidos, Bill Whittle: se o leopardo ataca a gazela, não deve ela usar os chifres para se proteger? Ou devemos cortar-lhe os chifres?

 

*Texto escrito Por: Alexandre Garcia.

Alexandre é jornalista, apresentador e colunista político brasileiro.

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SÃO CARLOS/SP - O vereador Sérgio Rocha protocolou na Câmara Municipal nesta sexta-feira (25) uma moção de apelo ao prefeito pedindo a melhoria do escoamento de águas pluviais no bueiro da rua Pascoal Meca próximo ao número 295 e ao cruzamento com a rua Luiz Lázaro Zamenhof, no bairro Jardim Real.

Conforme relatou o parlamentar, ele tem recebido constantes reclamações sobre a situação e esteve no local, acompanhado do secretário municipal de Serviços Públicos, Mariel Olmo, verificando o problema. O vereador Sérgio Rocha destacou que o bueiro entupido exala mau cheiro e não consegue escoar as águas.

No local há ainda um templo religioso que é frequentado por muitas pessoas e por vezes é impossível o acesso devido à situação. Além disso, o problema afeta aqueles que frequentam a praça e os campinhos de areia próximos ao local.

Uma das causas do entupimento do bueiro é a falta de asfalto na rua Luiz Lázaro Zamenhof, argumentou o vereador. Com as chuvas, o barro e a lama são levados e acumulam no bueiro, fazendo o mesmo problema retornar constantemente.

No documento, Sérgio Rocha pede que a Prefeitura diligencie o departamento competente a tomar providências que resolvam a situação permanentemente, para que não cause mais transtornos à população.

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SÃO SIMÃO/SP - Em São Simão, se mantém a tradição há anos desta típica festa nacional e, em 2019, a proposta está voltada para apresentações com bandas ao vivo. Durante as três noites e duas matinês acontecerão shows de banda de axé regional e, como atração principal, na segunda-feira (4), o grupo nacional de pagode Negritude Junior subirá ao palco.

Todos os custos com shows, estrutura e segurança são os mesmos já utilizados na edição de 2018 e na questão administração do dinheiro público, existe uma verba destinada para ser aplicada na Cultura, departamento responsável pela organização do Carnaval, que não compromete os demais departamentos municipais.

“Estamos atendendo uma solicitação de grande parte da população simonense que gosta, aproveita e festeja este movimento cultural e nos solicitava um incremento no Carnaval com apresentação de palco e banda”, informa o coordenador de Cultura, Eduardo Pretel.

Já o prefeito Marcos Bonagamba ressalta o custo-benefício da festa. “Trazer uma banda conhecida nacionalmente impulsiona o Carnaval. Vamos receber simonenses que moram fora e que aproveitam o feriado para se divertir na cidade e visitar a família, além de trazer pessoas de outros municípios, assim movimentado o comércio local e abrindo oportunidades para novas visitas fora deste período”, diz.

Além das apresentações na Rodoviária “Félix Bacan”, São Simão ainda terá apresentação, na Rua Deodoro da Fonseca, de três escolas de samba, “Ouro e Prata”, “Batucada Independente” e a estreia da Império Simonense. E, ainda, as conhecidas repúblicas que funcionarão normalmente os cinco dias e os blocos. Em breve será divulgada programação completa.

 

*Por: PROGRAMA DAQUELE MODELO

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ITIRAPINA/SP - Certamente mais de 300 moradores de Itirapina deram um importante passo para o futuro, ao concluíram os cursos promovidos pelo Senac e Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho (Governo Estadual).

As modalidades oferecidas foram: operador de computador, recreador, cuidador de idosos, salgadeiro, vendedor, depilador, almoxarife, auxiliar de contabilidade, assistente de logística, atendimento e recepção e assistente administrativo.

Parabéns aos formandos, aos professores, ao prefeito Zé Maria (hoje representando pela presidente do Fundo Social de Solidariedade Mari Leila) e a todos os que trabalham para um presente digno e um futuro com maiores e melhores oportunidades no mercado de trabalho, seja como funcionário ou empreendedor, garantindo emprego, renda e desenvolvimento pessoal e comunitário.

 

*Por: PMI

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TAMBAÚ/SP - Na última semana, a Administração Municipal se reuniu com os representantes do SESI, Laor, Maurício e Adelmo, e junto da Chefe de Esportes, Cintia Eduardo para renovação do Programa Atleta do Futuro. E

Essa renovação de contrato garante a permanência do projeto por mais um ano, dessa forma, os 200 atletas poderão continuar praticando as modalidades futsal e basquete durante 2019. “Essa é mais uma parceria entre Prefeitura Municipal e SESI em prol da nossa cidade e estamos muito satisfeitos com o resultado de mais essa parceria”, afirmou o Prefeito Roni Astorfo.

Para mais informações sobre essa ou outras atividades esportivas, entre em contato através do telefone 3673.9501 ou vá até o gabinete e se informe.

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