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Radio Sanca Web TV - Quarta, 09 Janeiro 2019

SÃO CARLOS/SP - Eles prometem uma grande festa e o melhor: sem tem hora pra acabar! Com um repertório repleto de sucessos que os brutos do Brasil, Carreiro e Capataz, se apresentam no dia 12, em São Carlos, no Banana Brasil, “Alô moçada! Logo logo a gente se vê! Estão preparados? Não vemos a hora de encontrar vocês para este show tão especial”, diz Carreiro. “Alguma dúvida que será emoção do início ao fim? Vocês estão convidados para participar de um grande tributo a música sertaneja. Ansiosos por este show que, sem dúvidas, será histórico”, completa Capataz.

No repertório, todos os sucessos de carreira, ‘Homem Chucro’, ‘Estouro da Boiada’, ‘A Mala Foi Desfeita’, ‘É Pra Cabá’ ‘ e, a mais recente, ‘Sarra Viola’, canção que dá nome ao último álbum lançado e a turnê.

Pra falar de amor, os brutos emendam ‘Prefácio’, ‘Promessa’, ‘Vai Ser Sempre Assim’, Sábado a Noite’ e ‘Dona’. “É pra festar, mas é pra apaixonar também. Nosso show tem de tudo que é pra curtir do início ao fim”, explica Capataz.

Carreiro e Capataz traduzem a essência do sertanejo raiz, não apenas pelo gosto musical, mas pela história particular entre eles. Nascidos respectivamente em Esmeralda (SP) e Cuiabá (MT), se conheceram por intermédio de um amigo em comum. Pronto! Era o que o destino precisava para unir a viola caipira com as vozes inconfundíveis que o país aprendeu a amar.

Se o Brasil é sertanejo, Carreiro e Capataz fazem parte do time dos que levam no peito a bandeira do segmento, preservando a cultura caipira. “Somos modernos, mas não perdemos a tradição! Esse é o nosso lema”, brinca Carreiro.

Em cada apresentação de Carreiro e Capataz, o público dá um show a parte com o coral que se forma a cada música de sucesso interpretada. E claro, em São Carlos não será diferente! “Tá todo mundo convidado! No palco daremos o nosso melhor e queremos vocês com a gente, que é pra festa ficar bonita de verdade”, encerram.

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BRASÍLIA/DF-  Uma versão preliminar do novo decreto para facilitação da posse de arma, que deverá ser assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) nos próximos dias, prevê a exigência de cofre nas residências que tenham crianças, adolescentes ou pessoas com deficiência mental e libera a posse para moradores das áreas rurais e cidades com índice de criminalidade mais alto. O texto ainda prevê a declaração de necessidade para a posse e o limite de duas armas por interessado, de acordo com informações do jornal SBT Brasil, que teve acesso ao documento, na noite desta quarta-feira, 9.

Segundo apuração de VEJA, a exigência de cofre nas residências não é bem vista pela equipe de governo.

Além de moradores de áreas rurais, agentes públicos de segurança, policiais e moradores de área urbana com mais de 10 homicídios a cada 100 000 habitantes, donos de estabelecimentos comerciais e colecionadores seriam os beneficiados pelo decreto para adquirir a posse de arma. A posse prevê o direito aos selecionados de possuir a arma apenas em suas residências ou estabelecimentos comerciais. As mudanças não envolvem o porte, que permite uma pessoa andar armada na rua.

Menores de 25 anos e pessoas com antecedentes criminais ficam impossibilitados de possuir armas. Para adquirir a posse, ainda é necessário um exame psicológico e um curso de tiro obrigatórios. O presidente Jair Bolsonaro ainda deseja o aumento do prazo de validade da autorização da posse de armas, dos atuais 5 para 10 anos, que é um dos pontos já aprovados pelo Ministério da Justiça.

Nesta quarta-feira, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, elaborou uma minuta de decreto encaminhada ao Palácio do Planalto que prevê esclarecer o que é a “efetiva necessidade” para posse de armas, que consta na lei como requisito. Conforme membros do governo que participaram da elaboração da minuta, a legislação atual deixa espaço para “subjetividades” na hora de avaliar uma solicitação de posse. A ideia é fixar critérios mais objetivos.

Na elaboração da minuta no Ministério da Justiça, Moro levou em conta não só os assessores da pasta como também um parecer da Polícia Federal. O órgão desempenha o papel de emitir parecer concordando ou não com a concessão da licença para ter o equipamento.

 

*Por: VEJA.com

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População encontrará itens de artesanato com variedade de preços

São Carlos/SP – Pela primeira vez, o Cantinho Espiritual Amor e Caridade Filhos do Peregrino ou Ceac como é popularmente conhecido, participa do Balcão da Cidadania, uma iniciativa do Shopping Iguatemi São Carlos para dar visibilidade às causas sociais na cidade.
Até o dia 13 de janeiro, os clientes que passarem pelo balcão reservado à instituição encontrarão uma variedade de itens feitos por artesãs do município e também poderão esclarecer dúvidas e conhecer mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Ceac.
Fundado em 2005, o Ceac promove o bem-estar, a inclusão social e o desenvolvimento de pessoas de bairros periféricos de São Carlos. Atualmente, atende famílias de baixa renda, principalmente dos bairros Planalto Verde, São Carlos Oito, Jardim Santa Maria e Vila São José. Para isso, conta com a ajuda de uma equipe de 20 pessoas que trabalham de segunda à sexta-feira.
“Para nós, toda ajuda é bem-vinda, pois precisamos dos outros para alcançar nossos objetivos: cultivar o bem e a caridade”, explica Pompéia Rogeli Martins, responsável pela iniciativa.
Os interessados em efetuar doações ou saber mais informações sobre o Ceac Filho dos Peregrinos podem acessar a página oficial no facebook: https://pt-br.facebook.com/filhosdoperegrino/

Balcão da Cidadania
O Balcão da Cidadania, criado em 2001, é um projeto do Shopping Iguatemi São Carlos que tem como objetivo contribuir com o desenvolvimento da comunidade onde atua, prestando serviços de natureza social.
O projeto concede, gratuitamente, um stand para divulgação de entidades do terceiro setor sem fins lucrativos e não governamentais. Captação de voluntários, de recursos (doações), comercialização de trabalhos manuais e divulgação do trabalho das entidades junto ao público estão entre os objetivos deste projeto.
Mais informações estão disponíveis no site www.iguatemisaocarlos.com.br.

Sobre o Shopping Iguatemi São Carlos

O Iguatemi São Carlos é o segundo shopping da Iguatemi Empresa de Shopping Centers no interior de São Paulo. Inaugurado em setembro de 1997, consolidou-se como um polo de compras e entretenimento da cidade e região, reunindo o melhor do varejo nacional, opções gastronômicas diferenciadas, lazer e serviços.

Localizado no bairro Parque Faber, área nobre de São Carlos, são mais de 100 lojas que formam um mix completo para quem deseja realizar suas compras com comodidade e segurança. O shopping conta ainda com um cinema e desenvolve uma série de atividades culturais para toda a família e realiza iniciativas sociais para o município.

Serviço
Balcão da Cidadania – Ceac Filho dos Peregrinos
Data: 2 janeiro a 13 de janeiro de 2019.
Horário: de segunda a sexta-feira, das 12h às 20h e aos domingos, das 12h às 20h.

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SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar de São Carlos, deteve quatro homens e uma mulher, acusados de tráfico de drogas.

Informações são de que na tarde desta 5ª feira (10), a PM recebeu uma denúncia através do 190, com as informações os PMs foram até a Rua Joffre Augusto Ribeiro de Souza, no Jardim das Torres. Quando a Polícia estava chegando, uma mulher chegou em um gol para adentrar a residência e foi abordada pelos Militares. Os PMs ao entrar na residência com a mulher, os policiais encontraram quatro homens.

Em vistoria pela residência os Policiais encontraram dois pés de maconha, material para embalar entorpecentes, dinheiro e um caderno de anotações.

Os cinco envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) e ficaram à disposição do delegado.

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Quinta, 10 Janeiro 2019 14:53

PM detém menor com drogas no Douradinho

SÃO CARLOS/SP  - A Polícia Militar deteve um jovem de apenas 16 anos com drogas no bairro Douradinho, em São Carlos.

Segundo informações, uma viatura da PM fazia patrulhamento pela Rua Luciano Eduardo Félix, quando avistou o jovem em atitude suspeita, ao abordar e revistar o adolescente foi localizado drogas em seu poder. Ao ser questionado sobre a procedência o menor disse que em sua casa havia mais entorpecentes.

Os Militares foram até a casa do menor na Rua Domingos de Angelis, no bairro Jardim São Rafael, e lá os PMs encontraram mais entorpecentes, balança de precisão, material para embalar as drogas e dinheiro.

O material foi apreendido e o adolescente encaminhado à Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) e ficou à disposição do delegado.

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Quinta, 10 Janeiro 2019 14:11

O Azul e o Rosa

RIO DE JANEIRO/RJ - Eu não pretendia ocupar meus leitores com essa história gerada por uma conversa da ministra Damares, falando em “menino veste azul, menina veste rosa.” Não pretendia, mas vi que em apenas duas mensagens que postei no Twitter, em menos de três dias tinham, as duas 3.560 opiniões, 21.300 retuitadas, 100.500 likes e 2.050.000 visualizações. Já que senti tanto interesse sobre um tema que passaria despercebido num mundo normal, vou dar mais alguns pitacos sobre o assunto.

A reação mais amistosa à frase foi chamá-la de polêmica. Onde alguns viram polêmica, eu vejo obviedade, chavão, lugar-comum. Pois todo mundo sabe dessa cultura popular, que leva a vestir o bebê menino de azul e o bebê menina de rosa. Quem tiver dúvida, por favor junte 100 casais que tiveram um bebê menino, e pergunte se enfeitariam o cabelinho dele com uma fita rosa. Se houver alguém disposto a fazê-lo, que saia para a rua com ele e a fitinha rosa e vá contando quantas pessoas vão elogiar “que linda menininha”. Ora bolas, é tão óbvio isso!

O que me preocupa é que a atitude de julgar a frase polêmica, ironizá-la, demonstra alienação em relação à cultura do povo, das pessoas comuns; desconhecimento quase alienígena, como se expressassem essa estranheza com a frase por morar na lua, como selenitas. É como se não conversassem com as pessoas ditas comuns. Quando me referi, no Twitter, sobre a campanha Outubro Rosa, que trata do câncer de mama, e Novembro Azul, para prevenir câncer de próstata, deixei no ar a pergunta se alguém associaria a próstata ao rosa e a mama ao azul.

Agora que tenho me dedicado mais às redes sociais, tenho podido identificar reações do mesmo viés. No domingo, a bandeira de minha casa tremulava ao vento tendo ao fundo um horizonte verde e ao alto um belo céu azul e branco, como se fossem a projeção das cores do nosso pavilhão nacional. Fotografei e postei no Twitter com a mensagem “Acima de tudo, o símbolo de todos”. Entre as 700 mensagens recebidas, algumas me xingavam pela foto: “Puxa-saco dos militares”. As mais de 400 mil visualizações e os 34 mil likes compensaram a tristeza de perceber que, para alguns, a bandeira nacional não é de todos nós brasileiros, mas apenas dos militares. Onde será que aprenderam isso?

 

*Texto escrito Por: Alexandre Garcia.

Alexandre é jornalista, apresentador e colunista político brasileiro.

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Segundo pesquisa realizada pela Entidade em parceria com a Ebit/Nielsen, contudo, vendas do setor atingem R$ 4,09 bilhões

 

São Paulo/SP – As vendas do comércio eletrônico no Estado de São Paulo caíram 6,9% no terceiro trimestre de 2018 em comparação ao mesmo período de 2017, com o faturamento de R$ 4,09 bilhões, ante R$ 4,38 bilhões do ano anterior. Já na comparação com o segundo trimestre, o recuo foi de 0,5%. Nos nove meses de 2018, a taxa de crescimento real das vendas do setor se manteve estável em 0,1%.
 
Os resultados compõem a Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE) elaborada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), por meio do seu Conselho de Comércio Eletrônico, em parceria com a Ebit/Nielsen. A pesquisa traz dados sobre faturamento real, número de pedidos e tíquete médio e permite mensurar a participação do e-commerce nas vendas totais do varejo (eletrônico e físico) no Estado de São Paulo, segmentado em 16 regiões.
 
A participação do e-commerce nas vendas do varejo paulista no terceiro trimestre ficou em 2,4%, estável em relação ao mesmo período de 2017. O número de pedidos foi de 10,01 milhões, queda de 0,03% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O tíquete médio no terceiro trimestre de 2018 foi de R$ 407,61, ligeiramente inferior do notado no segundo trimestre deste ano (-0,02%), que havia apontado uma média de R$ 415,93 em todo o Estado de São Paulo.
 
De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, o faturamento real do varejo online mostrou sinais tímidos de desaceleração. No acumulado dos três trimestres disponíveis, apontou estabilidade no contraponto com o mesmo período do ano anterior. Para a Federação, o varejo online tende a sentir menos efeitos da retomada da atividade econômica brasileira por comercializar, em sua maioria, bens duráveis, que possuem maior valor agregado.
 
“Tivemos no fim de maio de 2018 a paralisação dos caminhoneiros com impacto negativo nas vendas do comércio eletrônico tanto no Estado de São Paulo como em todo o País. As vendas foram prejudicadas ao longo da paralisação e se agravaram durante os meses de junho e julho em razão das incertezas do não recebimento das mercadorias compradas por meio do varejo digital. Muitos consumidores preferiram adquirir os produtos diretamente nas lojas físicas. Algumas redes de varejo que já ofereciam a compra online e retirada nas lojas físicas sofreram menos durante esse período”, afirma o presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP, Pedro Guasti.
 
A previsão da Entidade é que o último trimestre de 2018 reverta a tendência de desaceleração, já que conta com a realização da Black Friday, um dos melhores períodos para o setor. A injeção do décimo terceiro na renda das famílias também deve favorecer o aumento das vendas. Além disso, o recuo das taxas de juros exerce um efeito positivo nas expectativas dos consumidores.
 
Bens de consumo
Desde janeiro de 2018, a PCCE também traz informações sobre as vendas de três categorias de bens de consumo: duráveis, semiduráveis e não duráveis. Segundo a assessoria econômica da Entidade, ainda que neste momento não seja possível estabelecer uma trajetória das vendas, dada a ausência de dados anteriores, a pesquisa permite traçar um quadro geral do comércio eletrônico.
 
No terceiro trimestre de 2018, os bens duráveis tiveram grande peso no faturamento do setor, concentrando 71% das receitas e 42% do número de pedidos, com um tíquete médio de R$ 684,33. O comércio de bens semiduráveis representa 17% das vendas, 32% do total de pedidos, com um valor médio de R$ 213,48, enquanto os não duráveis têm uma parcela de 12% do faturamento, 25% dos pedidos e tíquete médio de R$ 193,75.
 
Capital
O faturamento real do comércio eletrônico na capital recuou 1,8% no terceiro trimestre de 2018 em relação ao trimestre anterior, atingindo R$ 1,51 bilhão, o maior entre as 16 regiões do Estado. Já o número de pedidos superou 3,9 milhões, com um tíquete médio de R$ 378,96. A participação da capital no e-commerce em relação ao faturamento total do varejo foi de 2,9%.
 
De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, a capital tem o menor tíquete médio entre todas as demais regiões avaliadas, em virtude do seu enorme número de pedidos. Cerca de 40% dos pedidos realizados no Estado de São Paulo se dão na capital, o que colabora para reduzir o gasto médio por transação. Além disso, o faturamento real das vendas do comércio eletrônico da capital chega a representar 37% de todo faturamento do comércio eletrônico no Estado.
 
Nota metodológica
A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE) é realizada trimestralmente pela FecomercioSP a partir de informações fornecidas pela Ebit|Nielsen. Além dos dados de faturamento real, número de pedidos, tíquete médio, a pesquisa permite mensurar a participação do comércio eletrônico nas vendas totais do varejo paulista. As informações são segmentadas em 16 regiões que englobam todos os 645 municípios paulistas e abrangem todas as atividades varejistas constantes do código CNAE 2.0.
 
Este ano, a PCCE passa a trazer também informações sobre as vendas de três categorias de bens de consumo: duráveis, semiduráveis e não duráveis. Entre os bens duráveis estão automóveis e veículos, Blu-ray, brinquedos, casa e decoração, CDs, colecionáveis, construção e ferramentas, discos de vinil, DVDs, eletrodomésticos, eletrônicos, fotografia, games, informática, instrumentos musicais, joias e relógios, telefonia e celulares. Os semiduráveis são compostos por itens de arte e antiguidade, artigos religiosos, bebês e cia, esporte e lazer, indústria, comércio e negócios, livros, moda e acessórios, natal, papelaria e escritório. Já entre os não duráveis estão: alimentos e bebidas, assinaturas e revistas, perfumaria e cosméticos, petshop, saúde, serviços, sexshop e tabacaria.
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SÃO CARLOS/SP - Moradores da Rua Alberto Martins, do bairro Cruzeiro do Sul em São Carlos, estão revoltados com tantos buracos, aliás, acham que a lua tem menos buracos que a rua onde moram. E nesta 5ª feira resolveram por a boca no trombone.

“Não aguentamos mais essas crateras, será que são buracos de estimação do prefeito? Pois esses buracos estão aqui dês de quando ele entrou na prefeitura” disse internauta nas redes sociais.

Nas fotos postadas pela internauta é nítido que os moradores já tentaram fechar os buracos com restos de materiais de construção, mas não adiantou. A internauta questiona a prefeitura. “Cadê a equipe de tapa-buracos? Essa rua será recapeada?” questionou moradora.

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SÃO PAULO/SP - A Secretaria da Fazenda e Planejamento assinou nesta última quarta-feira (09) convênio com duas operadoras financeiras que permitirá ao contribuinte realizar o parcelamento do Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2019 por meio do cartão de crédito, contemplando também o pagamento do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) e o Licenciamento. É importante ressaltar que essa forma de pagamento é válida apenas para os débitos não inscritos na dívida ativa, ou seja, para o calendário deste ano, e já começa a valer a partir de quinta-feira (10).

A medida, regulamentada pela resolução SF130/18, publicada na edição do dia 17 de dezembro de 2018 do Diário Oficial do Estado, cria um ambiente seguro para os proprietários de veículos, que têm a garantia de que o imposto recolhido foi repassado a Secretaria Estadual da Fazenda e Planejamento. As empresas credenciadas emitem dois comprovantes: o da transação do crédito e da quitação do débito. Segurança para o Estado e o cidadão.

Os valores pagos ao correspondente bancário são repassados ao governo do Estado de forma imediata, e sem qualquer desconto ou encargo. As empresas credenciadas terão autonomia para definir o número de parcelas e o valor dos juros que será cobrado dos contribuintes.

Os recursos do imposto são investidos pelo governo estadual em obras de infraestrutura e melhoria na prestação de serviços públicos como os de saúde e educação.

Para realizar o pagamento, é preciso comparecer a um dos endereços de atendimento das empresas – que será disponibilizado até o fim do dia no site da secretaria – com o Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor). Após a transação, serão emitidos dois comprovantes: o da transação do crédito e da quitação dos encargos pagos.

As empresas terão autonomia para definir o número de parcelas e adequar a melhor negociação com o contribuinte. Para consultar os endereços das credenciadas, acesse https://portal.fazenda.sp.gov.br (a lista de endereços estará disponível no portal até o final do dia).

*Por: Governo do Estado de SP

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BRASÍLIA/DF - O governo federal vai fazer uma auditoria em 2 milhões de benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que têm indícios de irregularidade. O anúncio foi feito pelo secretário Especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, após reunião, no Palácio do Planalto, para tratar da medida provisória de combate a fraudes no INSS, que deve ser editada pelo presidente Jair Bolsonaro até segunda-feira (14).

Marinho se reuniu com os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Paulo Guedes (Economia) para avaliar o texto da medida provisória. "Há mais de 2 milhões de benefícios que precisam ser auditados, porque têm algum indício de ilicitude. Por isso há necessidade de fazer uma espécie de mutirão para zerar esse estoque", disse Marinho.

Segundo o secretário, o mutirão poderá gerar "uma economia significativa", aos cofres públicos. "Há relatórios de ações anteriores, inclusive convalidados pelo TCU [Tribunal de Contas da União], que demonstram uma incidência de 16% a 30% de fraude nesse tipo de benefício".

Assinatura da MP

O secretário disse que, até segunda-feira, o presidente deve assinar a MP. “Eu acredito que até segunda-feira o presidente vai assinar. Assinando, passa a ser do conhecimento público e a gente vai poder explicar em detalhes o que a gente pretende nesse projeto, que combate a fraude, aperfeiçoa os mecanismos de validação de benefício em todo o país e atende uma preocupação da sociedade como um todo”.

O texto da MP foi submetido à avaliação do presidente. “O presidente já teve conhecimento do teor da MP, mas enquanto ele não assinar, vamos aguardar um pouco”, disse Marinho, acrescentando que as regras da medida provisória devem provocar uma economia na casa de “bilhões de reais”, sem especificar os valores.

Segurança jurídica

Conforme o secretário, a MP também vai trazer “segurança jurídica” para o INSS. “Estamos prevendo algumas alterações na legislação que vão dar uma segurança jurídica ao próprio trabalho do INSS. Ao longo dos últimos anos, várias ações feitas pelo INSS para aperfeiçoar o sistema esbarraram na falta de fundamentação legal. Essas dificuldades que foram identificadas estão sendo corrigidas”.

Após assinada, a MP terá validade imediata, mas precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional para se transformar definitivamente em lei. O Congresso tem um prazo de 60 dias, podendo ser prorrogado por mais 60, para votar o texto, aprovando-o ou decidindo pela sua rejeição.

Paralelamente, a equipe econômica faz simulações para definir a proposta de emenda à Constituição (PEC) para a reforma da Previdência, para ser encaminhada para o Congresso Nacional. As simulações envolvem idade mínima para aposentadoria e prazo de transição para os trabalhadores que já contribuem para o atual modelo previdenciário.

 

*Por: Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

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