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ARGENTINA - A Fitch Ratings elevou a classificação de crédito da Argentina, de C para CC. A agência também reafirmou o rating de longo prazo em moeda local em CCC-. A agência informa em comunicado que em geral não atribui perspectivas para ratings no nível CCC+ ou abaixo disso.

A Fitch afirmou que a melhora no rating reflete sua perspectiva revisada de que o país não iniciou um processo de calote. O motivo, disse, é que as autoridades argentinas desistiram de realizar um swap, anunciado em março, que constituiria um default pelas definições da agência.

A Fitch falou, no entanto, que o rating CC significa que um calote ou um evento do tipo nos próximos anos parece provável, independentemente do resultado das eleições gerais deste ano.

Em comunicado, a agência comentou que as autoridades estão usando medidas heterodoxas para lidar com a situação econômica negativa neste ano, agravada por uma forte seca, e para renegociar um programa do Fundo Monetário Internacional (FMI) para conseguir novo financiamento. Isso deverá sobrecarregar o próximo governo e criar um cenário difícil para a governabilidade do próximo presidente.

“Assim, na visão da Fitch, é cada vez mais difícil vislumbrar um plano de ajuste pós-eleitoral suficiente para garantir um acúmulo sustentado de reservas e recuperação do acesso ao mercado”, disse a agência.

A projeção da Fitch é de uma contração de 3,4% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2023, em função da seca e de um aperto no mercado de câmbio. A agência prevê ainda que o déficit primário do governo federal aumente para 3,2% do PIB neste ano, de 2,6% em 2022, e que o déficit nas contas externas suba a 2,8% do PIB, de 0,6% no ano passado.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

ARGENTINA - A Ford anunciou nesta terça-feira, 13, um investimento de US$ 660 milhões (R$ 3,2 bilhões) para fabricar a nova geração do modelo Ranger na Argentina.

Os recursos serão destinados à “completa transformação” da planta da empresa na cidade de Pacheco, para aumentar a capacidade de produção dos carros e de baterias para equipar o novo modelo.

O anúncio contou com a participação do ministro da Economia argentino, Sérgio Massa. Nas últimas semanas, ele tem lançado iniciativas para auxiliar a recuperação econômica do país.

Segundo comunicado do governo argentino, o projeto da Ford irá exportar pelo menos 70% da sua produção para a América do Sul.

A nota também explica que o plano foi desenvolvido sob a Lei de Promoção de Investimentos na Indústria de Autopeças Automotivas, que visa promover o aumento da integração das autopeças locais e uma maior inserção internacional do setor para aumentar as exportações argentinas.

 

 

por Laís Adriana / ESTADÃO

ARGENTINA - O Itaú Unibanco, maior banco da América Latina em ativos, está em conversas preliminares com o Banco Macro para vender sua operação na Argentina – o que deve marcar a sua saída do país. A negociação foi revelada pela imprensa local e confirmada ontem em fato relevante publicado pela própria instituição brasileira. Apesar de ter uma história de aquisições, o Itaú deu prioridade às operações no Chile e na Colômbia, por meio da compra do Corpbanca, mas não evoluiu na mesma proporção na Argentina. Seu banco no país representa cerca de 1% do lucro do conglomerado, de R$ 8,4 bilhões no primeiro trimestre.

A confirmação das negociações com o Itaú deu impulso às ações do Banco Macro, listado na Argentina e nos EUA, com alta de mais de 10% ontem. A instituição é um dos principais bancos privados no país vizinho. Procurado para detalhar as conversas, o Itaú não se pronunciou.

O Itaú desembarcou na Argentina em 1998, com a compra do Banco Del Buen Ayre. Primeiro, operou com o nome Itaú Buen Ayre e, posteriormente, com Itaú Argentina. A filial tinha cerca de 1,5 mil funcionários em março e 71 agências – estrutura menor do que as vistas no Chile, onde o conglomerado contava 5,2 mil funcionários, e na Colômbia, onde tinha 2,3 mil. Na carteira de crédito, a unidade era a menor, com R$ 9,6 bilhões em operações e crescimento de 7,9% em um ano, abaixo da média do conglomerado.

Os bancos argentinos têm sido desafiados pela constante disparada da inflação no país vizinho, que pesa sobretudo na qualidade do crédito. Esse fator tem sido apontado por analistas como um problema, inclusive, para o potencial comprador do Itaú Argentina. “Os resultados do Banco Macro foram sequencialmente mais fracos e continuaram a ser afetados pelos altos patamares de inflação, uma condição que não parece ter solução no curto prazo”, disse o BTG Pactual, em maio.

Esse ambiente fez com que o lucro do Macro caísse 20% no primeiro trimestre, para 9,7 bilhões de pesos (o equivalente a R$ 195 milhões). Apesar disso, o banco continuava bem capitalizado, com excesso de liquidez. Em uma economia inflacionária, a instituição prefere manter recursos em títulos do governo argentino, em tese mais seguros do que os empréstimos a pessoas físicas e empresas.

 

MENOR APETITE

Diante das recorrentes crises na Argentina, o apetite dos brasileiros pelo setor bancário local minguou nos últimos anos. Antes do Itaú, o Banco do Brasil fez algumas tentativas de se desfazer de sua fatia no argentino Patagônia. Mas, justamente por conta do cenário macroeconômico local, o valor pelo ativo não agradou, o que acabou inviabilizando sua venda

No caso do Itaú, o movimento feito na Argentina é oposto ao que existe no Chile, em que o conglomerado quer comprar todas as ações em circulação do Corpbanca, ou seja, se tornar o único proprietário. A operação chilena é a maior do Itaú fora do Brasil e está no centro das atenções do banco na América Latina após uma virada operacional – conduzida, em grande parte, pelo atual presidente do conglomerado, Milton Maluhy.

Segundo pessoas que acompanham o assunto, não há relação entre as duas operações. No Chile, o Itaú vive um dilema de curto prazo na tesouraria: “comprado” em inflação, o banco teve de anotar perdas nos títulos atrelados à alta de preços nos últimos trimestres. O Itaú faz proteção cambial da posição de capital nos bancos que controla no exterior, e no último ano esse conservadorismo pesou nos números. O banco estima perder R$ 500 milhões por trimestre na tesouraria com a atual política de hedge.

Em solo argentino, o Itaú tem presença bem mais tímida do que no Brasil. É apenas o 18.º maior banco em volume de ativos, se considerados os dados de janeiro do Banco Central da Argentina. Já o Macro é o quinto maior e, na hipótese de ficar com os ativos do banco brasileiro, se distanciaria do espanhol BBVA (que é o sexto colocado) e se aproximaria do Santander Rio (o quarto maior). O líder de mercado é o estatal Banco de la Nación Argentina.

 

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

ISTOÉ DINHEIRO

PEQUIM - A China assinou um acordo de cooperação com a Argentina para promover a construção conjunta da "Nova Rota da Seda", disse o órgão de planejamento estatal chinês na sexta-feira.

O acordo aprofundará a cooperação entre China e Argentina em áreas como infraestrutura, energia, economia e comércio, bem como finanças, disse a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma em um comunicado.

 

 

REUTERS

Região localizada na Argentina é conhecida pelo vinho, gastronomia, aventura e cultura

 

ARGENTINA - Salta é o nome de uma cidade localizada na Argentina e segundo pesquisa foi escolhido como o terceiro destino turístico mais competitivo do mundo. Situada no noroeste da Argentina, a região de Salta pode servir como ponto de partida para outras cidades ou ser seu acampamento base para passeios curtos de um dia na região. Segundo o relatório do estudo Singerman & Makón,  a província de Salta é a mais competitiva do país, na comparação com 28 destinos turísticos do mundo. Já na categoria gastronomia situa-se em 1º lugar e em hotéis e city tours em 3º lugar.A região é uma das apostas do Instituto Nacional de Promoção Turística (Inprotur)da Argentina.

A região vinícola de Salta encanta com seus vinhedos e três países fazem fronteira com a província: Paraguai e Bolívia ao norte e Chile a oeste. Entre os altos picos da Cordilheira dos Andes, Salta possui os vinhedos de maior altitude do mundo, alguns com mais de 3.000 metros acima do nível do mar. As uvas tintas Malbec e Torrontes, emblemas dos vinhos argentinos de alta qualidade, também são os vinhos de assinatura da região. O tempo e o clima de Salta proporcionam grandes amplitudes térmicas diurnas, criando vinhos de sabor intenso, acidez equilibrada e maturação fenólica.

A história da região vinícola começou no século XVI, quando os missionários jesuítas começaram a plantar vinhas com sementes de uvas do Peru. As condições climatéricas foram a chave do sucesso destas vinhas originalmente primitivas. Além disso, as colinas de grande altitude permitem o desenvolvimento de deliciosos perfumes e cores intensas nas uvas. Comumente chamada de Salta la Linda (Salta “a bonita”), a cidade oferece aos visitantes a oportunidade de experimentar a cultura quechan e andina, além de experimentar comidas regionais como empanadas, que são consideradas as melhores do país. 

Espalhadas pelas terras férteis do Vale Calchaquí, as sub-regiões vinícolas essenciais de Salta são Cafayate, Cachi e Molinos. A sub-região mais importante da região vitivinícola de Salta é Cafayate , o principal produtor de vinho. Cerca de 60% dos vinhedos do Vale Calchaquí estão ali. A elevação dos vinhedos de Molinos atinge até 3.000 metros acima do nível do mar. Este vale particular tem chamado a atenção por seus vinhos de alta qualidade e terroir excêntrico. 

Além  de vinho, gastronomia e cultura, Salta apresenta também uma natureza exuberante. Há três Parques Nacionais na região  (Baritú, El Rey e Los Cardones) e há inúmeras possibilidades de explorar o local através de passeios á cavalo, travessias em 4×4, rafting, trekking, montanhismo em locais como o vulcão Llullaillaco, ciclismo, tirolesa, bungee jumping, etc. Outras duas atrações turísticas do local são o  sítio arqueológico de Tastil e o trem nas nuvens, que sobe a 4.200 metros e é uma das três maiores ferrovias do mundo. “Visitar Salta é bem simples, já que há voos diretos saindo de São Paulo três vezes na semana (segundas, quartas e sábados) operado pela Aerolineas Argentinas”, destaca o Ministro de Turismo e Esportes da Província de Salta, Mario Peña.

ARGENTINA - A vice-presidente argentina, Cristina Kirchner, líder do governismo peronista, pediu na última quinta-feira (25), diante de uma multidão reunida na Praça de Maio, o abandono do acordo de crédito com o FMI, no primeiro grande ato de campanha governista para as eleições presidenciais de outubro.

"Se não conseguirmos que esse programa que o Fundo impõe a seus devedores seja deixado de lado e nos permita elaborar um próprio, de crescimento e industrialização e desenvolvimento tecnológico, será impossível pagar a dívida", assinalou a ex-presidente (2007-2015), inabilitada a se candidatar pela Justiça, que a considerou culpada de corrupção.

Cristina, 70, evocou uma frase de seu falecido marido, o ex-presidente Néstor Kicrhner (2003-2007), para se referir ao acordo com o Fundo: “Os mortos não pagam dívidas.”

O governo de Alberto Fernández e Cristina Kirchner renegociou com o FMI um empréstimo que o país contraiu durante a administração anterior, do liberal Mauricio Macri, em 2018, no âmbito do qual tem que cumprir metas fiscais e monetárias. O crédito foi, então, o maior da história da instituição, de US$ 57 bilhões, cujas parcelas foram interrompidas por Fernández após a remessa de US$ 44,5 bilhões. A Argentina havia quitado sua dívida com o FMI durante a gestão de Néstor Kirchner.

No feriado chuvoso do Dia da Pátria em Buenos Aires, em frente à sede do governo, dezenas de milhares de apoiadores cantaram "Cristina presidente", apesar de ela ter sido condenada a seis anos de prisão e estar inabilitada. "Sem uma única prova no julgamento", clamou a vice-presidente hoje, durante o ato. Atrás dela no palco, estavam o ministro do Interior, Eduardo De Pedro, e o ministro da Economia, Sergio Massa, possíveis candidatos à presidência.

A Argentina enfrenta uma inflação de 108% em 12 meses, escassez extrema de dólares e um índice de pobreza de 40%.

 

 

AFP

BUENOS AIRES - O governo da Argentina anunciou um pacote de medidas para conter a alta da inflação e apoiar o cambaleante peso cambial no domingo, incluindo ajustes nas taxas de juros, mais intervenções no mercado de câmbio e acordos acelerados com os credores.

As medidas incluem um aumento da taxa de juros pelo banco central, disse o Ministério da Economia em um comunicado. O ministério não deu mais detalhes, mas uma fonte oficial disse à Reuters que o aumento seria de 600 pontos-base, elevando a taxa para 97%.

O aumento da taxa entrará em vigor na segunda-feira, acrescentou a fonte.

O país está lutando para reduzir a inflação, que atingiu 109% anualmente em abril. A Argentina também enfrenta a queda da confiança no peso e a diminuição das reservas em moeda estrangeira, que ameaçam as finanças do governo.

O banco central também aumentará sua intervenção no mercado de câmbio e dobrará seu plano de desvalorização da moeda, disse o ministério. Um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para distribuir fundos para o país também será acelerado, acrescentou o ministério.

Mais medidas devem ser anunciadas nos próximos dias, segundo o ministério.

O governo do presidente Alberto Fernandez está tentando controlar a situação econômica à medida que as eleições se aproximam, com pesquisas de opinião mostrando apoio fraco ao partido peronista no poder.

O próprio Fernandez já anunciou que não será candidato, mas o governo tenta melhorar a situação econômica para evitar uma vitória da oposição.

 

 

Reportagem de Jorge Otaola e Maximilian Heath / REUTERS

ARGENTINA - Diante da perda de poder aquisitivo da população por causa da inflação alta, o ministro da Economia da Argentina, Sergio Massa, anunciou, no último domingo, 7, um alívio fiscal para os trabalhadores que pagam Imposto de Renda.

“Decidimos aumentar, a partir de maio, o piso do Imposto de Renda para 506.230 pesos (aproximadamente R$ 11 mil no câmbio oficial), gerando um alívio fiscal para mais de 250 mil trabalhadores que deixarão de pagar o imposto a cada mês”, escreveu Massa no Twitter.

A mudança vinha sendo pedida pelos sindicatos de trabalhadores. Isso porque os reajustes salariais negociados pelos sindicatos por causa da inflação permitem que os rendimentos aumentem, mas fazem com que mais trabalhadores tenham de pagar Imposto de Renda.

“Esse novo alívio fiscal é chave para que o imposto não afete os aumentos salariais e é parte do nosso compromisso constante para melhorar o poder aquisitivo da população”, afirmou Massa.

No mês passado, o governo de Alberto Fernández já tinha decidido isentar do Imposto de Renda cerca de 600 mil trabalhadores. O salário médio na Argentina no setor privado é de 226.675 pesos (cerca de R$ 4.700, no câmbio oficial), segundo dados de janeiro do Ministério do Trabalho.

 

 

por EFE

ARGENTINA - Depois do Brasil, em março, a Argentina segue o exemplo e anuncia que pagará por suas importações chinesas em yuan, a moeda comercial chinesa. Buenos Aires está, portanto, fazendo infidelidades ao dólar em favor da moeda asiática. A partir de maio, a Argentina poderá pagar o equivalente a US$ 1 bilhão de importações chinesas diretamente em yuan. Se Pequim busca internacionalizar sua moeda, o que a Argentina ganha com isso?

"Manter o nível de atividade e o volume de importações" é o objetivo declarado pelo governo argentino. Para os importadores, a compra em yuans acelerará o comércio. Os yuans são mais rápidos de se obter porque a demanda por eles é menor, explica o jornal argentino Clarín.

A ativação de um mecanismo de troca monetária, que Pequim e Buenos Aires já tinham, também deve aliviar um pouco a pressão sobre as reservas cambiais do país latino-americano.

Esse abandono do dólar nas transações com a China melhora as perspectivas das reservas líquidas da Argentina. As reservas internacionais se deterioraram ainda mais desde o início de 2022, caindo de US$ 44 para US$ 36 bilhões.

 

Dólar ainda é um porto seguro para os argentinos

A seca que a Argentina está enfrentando está agravando a tensão econômica. A menor produção agrícola significa menos exportações e mais de US$ 15 bilhões não entrarão no país. O acordo negociado com o Fundo Monetário Internacional (FMI) limita sua margem de manobra.

As compras de importações de yuans são anunciadas em um momento em que o peso está se desvalorizando drasticamente em relação ao dólar. Com a inflação em alta, o dólar segue sendo um porto seguro para os argentinos.

Em transações informais, o dólar estava sendo negociado a 500 pesos no início da semana, contra 227 pesos por um dólar na taxa oficial, perdendo 20% em uma semana.

 

 

por RFI

BUENOS AIRES  – Os três últimos presidentes da Argentina desistiram de disputar as eleições presidenciais marcadas para outubro, deixando a disputa aberta e o resultado incerto, com o único candidato certo sendo um libertário de extrema-direita que quer desmantelar o banco central.

A incerteza política tem agitado os já frágeis mercados financeiros da Argentina, com o peso atingindo na última semana mínimas recordes nos populares mercados clandestinos. A inflação é de 104,3% e quase uma em cada quatro pessoas está na pobreza.

“É um cara ou coroa”, disse Shila Vilker, diretora do instituto de pesquisas Trespuntozero, à Reuters sobre a disputa. “O que vemos é muita fragmentação no que é oferecido politicamente.”

O presidente Alberto Fernández, cuja popularidade despencou, descartou na semana passada uma candidatura à reeleição. Seu antecessor, Mauricio Macri, um dos líderes do principal partido da oposição, também ficará de fora da disputa.

A poderosa vice-presidente Cristina Kirchner, uma esquerdista que divide opiniões, mas tem uma base de apoio fervorosa e também já presidiu o país, disse em dezembro que não concorrerá a nada nas eleições de 2023 depois de ser condenada por corrupção.

A coalizão de oposição Juntos pela Mudança continua na liderança, mostram as pesquisas. Mas o que parecia uma vitória certa no ano passado agora parece mais nebuloso, com o economista libertário Javier Milei atraindo eleitores dos principais partidos de esquerda e direita.

“Há uma tendência ascendente de eleitores muito irritados com a política que aparentemente estão optando por essa nova força”, disse Facundo Nejamkis, diretor da pesquisa de opinião Opina Argentina.

Vilker coloca o Juntos Pela Mudança com um total de 33% dos votos prováveis, a coalizão peronista governista em entre 28% e29% e Milei com 24%. A Opina estima 31%, 26% e 23%, respectivamente. Milei, no entanto, encabeça a lista de candidatos individuais em vez de partidos.

Quem serão os outros candidatos deve ser definido nas primárias de agosto. Os favoritos da oposição conservadora são o atual prefeito da cidade de Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta, e a ex-ministra da Segurança, Patricia Bullrich.

Os peronistas, cambaleando com a crise econômica, estão ainda mais divididos. Os candidatos em potencial são o ministro da Economia, Sergio Massa, o veterano político Daniel Scioli e o ministro do Interior, Eduardo de Pedro. A vice-presidente Kirchner pode até fazer um retorno surpreendente, com apoiadores pedindo que ela concorra.

 

 

 

Reportagem de Nicolás Misculin; Reportagem adicional de Jorge Otaola e Reuters TV

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