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SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura Municipal de São Carlos, por meio do Departamento de Artes e Cultura, realiza o Projeto Dançar como uma iniciativa permanente voltada à formação artística em dança no município.

Voltado para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, o Projeto Dançar oferece aulas gratuitas no Centro municipal de Artes e Cultura (CEMAC – São Carlos). As inscrições já podem feitas exclusivamente por formulário online, pelo link https://forms.gle/Vd84iRAks744gTq5A. No momento da inscrição, é possível consultar as turmas por faixa etária e período, sendo fundamental a leitura atenta de todas as orientações antes do preenchimento.

As aulas têm início previsto para o dia 2 de março e as vagas são limitadas, preenchidas por ordem de inscrição. Após o cadastro, os responsáveis devem aguardar a confirmação da vaga por e-mail.

A Prefeitura de São Carlos, por meio do Departamento de Artes e Cultura, realiza o Projeto Dançar como uma iniciativa permanente voltada à formação artística em dança no município.

O projeto trabalha as danças criativas, estimulando a expressão corporal, a imaginação e o protagonismo dos participantes em um processo artístico lúdico, colaborativo e inclusivo. A proposta valoriza a construção coletiva, o desenvolvimento da autonomia e a vivência da arte como ferramenta de formação cultural.

Ao final do ano, os alunos participam da tradicional Mostra de Dança, com apresentação de espetáculo aberto ao público, marcando o encerramento das atividades e celebrando o processo artístico desenvolvido ao longo do ano.

O Projeto Dançar reafirma o compromisso da Prefeitura de São Carlos com o acesso democrático à cultura e à formação artística de crianças e adolescentes, fortalecendo a arte como instrumento de desenvolvimento social e humano.

SÃO PAULO/SP - Os 3,1 milhões de estudantes das mais de 5.000 unidades estaduais de São Paulo retornam às salas de aula nesta segunda-feira (2). Para o ano letivo de 2026, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) organizou uma série de mudanças e ajustes com foco na melhoria da aprendizagem dos alunos, incluindo expansão de vagas do Ensino Médio Técnico, início das atividades das escolas cívico-militares e ampliação do projeto de tutoria e recomposição de aprendizagem a classes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

“Começamos mais um ano letivo com a continuidade de projetos exitosos da pasta como os programas Provão Paulista, Prontos pro Mundo e Alfabetiza Juntos SP. Ao mesmo tempo, planejamos ajustes e novidades que devem impactar positivamente no aprendizado e no avanço dos índices educacionais de nossos estudantes do Ensino Fundamental ao Ensino Médio”, afirma o secretário da Educação de São Paulo, Renato Feder.

Confira algumas das iniciativas:

Ensino Médio Técnico: mais vagas e mais estágios

Neste ano, a soma de alunos na educação profissional chegará a 231 mil matrículas em 2.212 escolas em todo o Estado — em 2023, eram 35 mil vagas. Outra novidade é a ampliação do número de cursos. A partir de agora, são 11 opções: os novos eletrônica e meio ambiente, além de administração, agronegócio, ciência de dados, desenvolvimento de sistemas, enfermagem, farmácia, hospedagem, logística e vendas. Há ainda outras 60 formações ofertadas em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-SP).

Em São Paulo, estudantes matriculados na 2ª e 3ª série do itinerário formativo técnico do Ensino Médio também participam do Programa BEEM (Bolsa Estágio Ensino Médio). A Seduc-SP fechou o ano de 2025 com 10 mil estudantes contratados por empresas parceiras. Os estagiários recebem bolsas mensais de até R$ 851,46, de acordo com o curso. A expectativa é que sejam abertas mais 30 mil oportunidades até o segundo semestre.

100 unidades do programa Escola Cívico-Militar (ECM)

Após três rodadas de consulta pública com toda comunidade escolar (estudantes, responsáveis, diretores, professores e funcionários), 100 unidades dão início ao modelo Escola Cívico-Militar (ECM). As escolas do programa ofertam vagas no Ensino Fundamental e Médio e estão distribuídas em 89 municípios.

As unidades selecionadas seguirão as diretrizes do Currículo Paulista e a gestão escolar terá apoio de monitores e monitores-chefes na segurança, disciplina, acolhimento e na promoção de valores cívicos.

Todos os militares do Programa Escola Cívico-Militar serão avaliados periodicamente, por diretores e alunos, e submetidos ao processo semestral de avaliação de desempenho para verificar adaptação e permanência no modelo.

Tutoria e recomposição de aprendizagem

Para recompor a aprendizagem em língua portuguesa e matemática, a Seduc-SP vai expandir o programa de tutoria para alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Enquanto para as classes dos anos iniciais (1º ao 5º ano) o foco é o apoio à alfabetização e ao letramento matemático, nos anos finais a atenção é para estudantes com alta defasagem nas duas disciplinas — componentes estruturantes da educação básica. Do 6º ao 9º ano, o número de escolas participantes vai aumentar de 2.800 para 3.400 em toda rede.

São selecionados para o projeto docentes tutores com experiência em alfabetização e letramento. Em colaboração com os professores regentes de turma, serão definidos os estudantes que participarão das aulas após resultados no Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), Prova Paulista e avaliações de sondagem. A proposta é identificar dificuldades específicas e níveis de aprendizagem em cada uma das duas disciplinas. As aulas com tutores são ofertadas no mesmo turno em que o estudante está matriculado.

Para o Ensino Médio, professores de orientação de estudos (língua portuguesa e matemática) têm o apoio de estagiários do programa Aluno Monitor do BEEM. Em 2025, mais de sete mil estudantes da 3ª série foram selecionados e atuaram como monitores dos próprios colegas de turma com dificuldades nas disciplinas. Os candidatos devem ter registrado, obrigatoriamente, frequência escolar superior a 85% no último ano letivo. Para a classificação geral são consideradas as notas do Saresp e o desempenho na entrevista com a banca examinadora da escola. Neste ano, alunos da 1ª à 3ª série podem concorrer a uma vaga. A seleção para 2026 está prevista para começar no dia 9 de fevereiro.

Alfabetiza Juntos: próximos da meta

A rede estadual de São Paulo dá início ao novo ano letivo mais próxima de alcançar a meta de 90% dos estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental alfabetizados aos sete anos de idade. A última edição da Avaliação de Fluência Leitora, aplicada no fim de 2025 e divulgada em janeiro, mostra que 76% dos participantes — estudantes das escolas estaduais e das 645 prefeituras paulistas — têm leitura adequada (fluentes e iniciantes) para a idade.

Na comparação com o primeiro ano da iniciativa, em 2023, as redes públicas avançaram em 50% a quantidade de crianças leitoras. Na época eram 220 mil nos melhores níveis de aprendizado, enquanto agora são 330,5 mil considerados alunos leitores. Por outro lado, no mesmo período, o número de estudantes nos níveis mais críticos de pré-leitura caiu de 26% para 7%.

A Avaliação da Fluência Leitora faz parte do Alfabetiza Juntos, programa do governo de São Paulo em colaboração com os municípios paulistas. Em 2025, de maneira inédita, estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental de todas as 645 cidades participaram das provas, uma no primeiro bimestre e outra ao fim do quarto bimestre. Além dos testes de mensuração do nível de leitura e das provas do Saresp, o Alfabetiza inclui um conjunto de ações de apoio para o cumprimento das metas de alfabetização, como material didático, acesso à plataforma Elefante Letrado e Matific e formação de professores.

Equipe gestora ampliada

A partir deste ano, as escolas da rede estadual de São Paulo passarão a ter o número de gestores diretamente vinculado ao total de alunos atendidos. Quanto maior o porte da unidade, maior será o quadro de direção e coordenação pedagógica. Com a mudança, escolas com até 200 estudantes terão a garantia de um quadro composto por, no mínimo, um diretor, um coordenador pedagógico (CGP) e um gerente de organização escolar (GOE).

Na faixa entre 201 e 500 alunos, a pasta prevê o reforço da equipe com um vice-diretor. A partir de 501 matrículas, o número de gestores cresce progressivamente. Outra mudança é em relação ao número de agentes de organização escolar (AOE). Todas as escolas terão, no mínimo, dois AOEs.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação está concluindo os preparativos nas 62 escolas da rede municipal para o início do ano letivo, marcado para o dia 12 de fevereiro. As unidades estão recebendo serviços de limpeza geral, troca de extintores, capinação dos pátios e áreas do entorno, dedetização, substituição da areia dos playgrounds e manutenção estrutural.

Entre as ações realizadas, sete escolas tiveram as caixas d’água substituídas, além de reparos em telhados — com troca total da estrutura e das telhas quando necessário. Também estão sendo executados pequenos reparos em diversas unidades, como substituição de pisos, reforma de sanitários, troca de portas, sifões, torneiras e vasos sanitários, além de pintura interna e externa.

A Secretaria realiza uma operação de vistoria completa nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e nos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs), com o objetivo de garantir um início de aulas tranquilo para cerca de 1.300 professores e mais de 16 mil alunos da rede.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Lucas Leão, os trabalhos ocorrem simultaneamente em várias frentes. “Na área de dedetização, todas as unidades já foram atendidas, assim como a troca da areia dos playgrounds. Também concluímos a substituição das caixas-d’água de amianto em sete escolas que ainda utilizavam esse tipo de reservatório”, explicou.

Segundo o secretário, as melhorias estruturais fazem parte de um planejamento contínuo. “Finalizamos recentemente as obras nos telhados das escolas Amélia Botta e Ruth Bloem Souto. As intervenções já começaram na escola Bento Prado e, na sequência, seguirão para a escola Renato Jensen”, destacou.

Lucas Leão também informou que as obras na escola Ulysses Picolo estão em fase final. “Além da substituição das caixas-d’água de amianto, estamos realizando a limpeza de todos os reservatórios das unidades escolares, garantindo mais segurança e qualidade para alunos e profissionais da educação”, concluiu.

As aulas na rede municipal de ensino de São Carlos terão início no próximo dia 12 de fevereiro.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos está com inscrições abertas até 5 de dezembro para o Processo Seletivo Simplificado para contratação de professor em caráter temporário para emprego de Professor II e Professor III – áreas Educação Física, História, Inglês, Língua Portuguesa, Geografia, Ciências Físicas e Biológicas, Arte e Educação Especial.

A inscrição deverá ser efetuada exclusivamente pela internet até o dia 05/12/2024 por meio do link https://cidadao.saocarlos.sp.gov.br/. No ato da inscrição o candidato deve anexar a Cédula Oficial de Identidade ou Carteira e/ou cédula de identidade expedida pela Secretaria de Segurança, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar, pelo Ministério das Relações Exteriores ou Carteira de Trabalho e Previdência Social ou Certificado de Reservista ou Passaporte ou Cédulas de Identidade fornecidas por Órgãos ou Conselhos de Classe, que por lei federal, valem como documento de identidade (OAB, CRC, CRA, CRQ etc.) ou Carteira Nacional de Habilitação (com fotografia na forma da Lei n.º 9.503/97) e documentos que comprovem os requisitos mínimos para o emprego (diploma/licenciatura), não sendo aceitas declarações.

A jornada de trabalho será distribuída da seguinte forma: Professor II - jornada semanal de 33 horas, sendo 22 horas em atividades com alunos, 02 horas de trabalho pedagógico coletivo, 03 horas de trabalho pedagógico individual e 06 horas de trabalho pedagógico livre e Professor III - jornada semanal de acordo com as necessidades da Secretaria Municipal de Educação.

Poderá haver suplementação da jornada de trabalho, a critério da Administração. Os horários de cumprimento da jornada de trabalho serão estabelecidos pela Secretaria Municipal de Educação podendo, inclusive, ser cumpridos aos sábados e feriados, e em períodos diurnos ou noturnos.
Para o emprego de Professor II, com 33 horas, o vencimento é de R$ 4.452,00. Já para o emprego de Professor III – áreas Educação Física, História, Inglês, Língua Portuguesa, Geografia, Ciências Físicas e Biológicas, Arte e Educação Especial, a jornada semanal é variável e o vencimento é de R$ 30,75 a hora trabalhada. 

As contratações poderão ocorrer durante o ano letivo de 2025, de acordo com a necessidade da Prefeitura e à medida que surgirem vagas.

SÃO CARLOS/SP - Depois de realizar o planejamento com as equipes profissionais, a Secretaria Municipal de Educação (SME), retoma nesta terça-feira (23/07) as aulas na Rede Municipal de Ensino para cerca de 17 mil alunos.
Em São Carlos a Rede Municipal de Ensino é composta por 62 unidades escolares, sendo 51 Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEI’s), 10 Escolas Municipais de Ensino Básico (EMEB’s) e uma Escola Municipal de Jovens e Adultos (EMEJA).
Para atender todos os estudantes, a Prefeitura dispõe de aproximadamente 2,1 mil profissionais entre professores, diretores, supervisores, coordenadores pedagógicos, agentes educacionais e merendeiras. Além disso, em 2024, também foram contratados mais 250 professores. 
A secretária municipal de Educação, Paula Knoff, ressalta que neste ano a pasta já adquiriu notebooks individuais para os novos professores, TVs de LED 50 polegadas para diversas escolas e tablets para os alunos do sexto ao nono ano do Ensino Fundamental, além de ter entregue o material escolar e uniformes. 
Outra conquista importante é que as unidades escolares vão receber equipamentos para reconhecimento facial, uma ação que visa manter a gestão escolar constantemente atualizada. A SME iniciou a instalação dos equipamentos pelas escolas CEMEI Dario Rodrigues, EMEB Prof. Afonso Fiocca Vitali (CAIC) e a EMEB Arthur Natalino Deriggi. No total serão investidos R$ 2,04 milhões com recursos próprios do município.
O equipamento permite o controle de frequência dos alunos e de maneira integrada acompanhar outras ações administrativas da escola. O projeto visa modernizar diversos aspectos da administração escolar, trazendo mais eficiência, segurança e conforto para alunos, pais, professores e gestores. 
Uma das principais inovações é a frequência digital escolar facial. Com essa tecnologia, os alunos não precisam mais responder à chamada feita pelos professores. Assim que chegam à escola, a presença é registrada por meio de um leitor de reconhecimento facial, economizando tempo e reduzindo o consumo de papel. Em casos de ausência, os pais ou responsáveis são notificados por SMS, push e e-mail, o que aumenta a segurança e tranquilidade das famílias. 
Além disso, a solução permite ao gestor público melhorar o planejamento e realizar intervenções imediatas em escolas com baixos índices de frequência. O sistema também integra informações de assiduidade com o Conselho Tutelar. 
Os dados sobre frequência dos alunos são compartilhados, permitindo ao Conselho Tutelar visualizar as informações e receber notificações de ausências injustificadas. Isso facilita intervenções rápidas e eficazes para combater a evasão escolar. 
O projeto inclui outras importantes funcionalidades como matrículas online, facilita o processo de novas matrículas, pré-matrículas e gerenciamento de filas de espera, gestão de secretaria da unidade escolar; abrange serviços como rematrícula, transferência, geração de turmas, lançamento de notas e frequências. 
O Aplicativo Mobile é compatível com iOS e Android, permite a comunicação entre alunos, responsáveis, funcionários e professores via push, SMS e e-mail. Tem também benefícios para a gestão pedagógica, gerência das informações pedagógicas da Educação Básica, de Jovens e Adultos, de Profissional e Tecnológica; infraestrutura das unidades escolares, cadastro e consulta de informações sobre a infraestrutura das escolas. 
“A implantação desses recursos nas escolas municipais de São Carlos promete transformar a administração escolar, trazendo mais segurança, cuidado com os alunos, otimizando as buscas ativas de ausências injustificadas e outros benefícios significativos para toda a comunidade educativa”, avalia Paula Knoff, secretária de Educação.
De acordo com a secretária a instalação dos equipamentos representa um avanço inovador na educação municipal. “Neste momento estão sendo instalados os equipamentos e com o retorno das aulas será agendado o registro fotográfico e cadastro dos alunos no sistema de reconhecimento fácil”, finalizou Knoff.
Importante salientar que os dados armazenados ficarão em posse da administração de cada escola, ou seja, ninguém terá acesso aos dados gerados, somente os funcionários que já manipulam os dados do alunado hoje, obedecendo a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
Todas as escolas municipais de São Carlos também contam com câmeras, sensores de monitoramento internos e externos, novos alarmes e sensores de fumaça. Cada unidade, dependendo do tamanho, recebeu de 8 a 10 sensores externos. A partir do disparo do equipamento, as imagens são enviadas em tempo real para a Central de Monitoramento da Guarda Municipal que envia a viatura na hora para o local.
Desenvolvido pelo Departamento de Operações, Inteligência e Tecnologia da Secretaria Municipal de Segurança Pública em parceria com a Agência de Inovações da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a Rede Municipal de Ensino também conta com o “SOS Escolar”, aplicativo de acionamento emergencial, desenvolvido para utilização de diretores, professores e servidores das escolas em caso de ocorrências graves nas unidades, com acionamento imediato da Guarda Municipal.

BRASÍLIA/DF - O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou na segunda-feira (29) que o governo vai insistir no Programa Juros por Educação para renegociar as dívidas dos estados com a União. A medida prevê a redução da taxa de juros real desses débitos, em troca da ampliação das vagas de ensino médio profissionalizante nesses estados. Alguns governadores já sinalizaram discordância, de acordo com Ceron, pois preferem ter liberdade para decidir em que áreas vão alocar esses recursos.

“O ensino médio é majoritariamente responsabilidade dos estados e é onde há maior deficiência no avanço do ensino. O ensino profissionalizante no Brasil é muito abaixo da média de outros países da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico]. Com do programa, o governo federal estaria abrindo mão dos juros para que os jovens pudessem ter profissões de nível médio e técnico. Seria muito saudável e colocaria o país em outro patamar”, disse o secretário.

No fim de semana, o governo do Rio de Janeiro anunciou que entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal para suspender os pagamentos da dívida em caráter liminar, enquanto o montante total não é recalculado. Durante entrevista coletiva nesta segunda-feira, Ceron declarou que considera a medida “muito preocupante”.

“O estado do Rio de Janeiro está no regime de recuperação fiscal, no qual tem vedações para incremento de despesas de pessoal e renúncia de receitas, e teve, entre 2021 e 2023, mais de 30%, salvo engano, de aumento de despesas com pessoal. Um dos maiores aumentos entre todos os estados da federação. É muito difícil ter um processo de recuperação fiscal com expansão de despesas nesses patamares.”

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Atualmente, o estado fluminense deve R$ 191 bilhões à União, e está sob a vigência do regime de recuperação fiscal assinado em 2017. O pacto concedeu condições especiais para o pagamento da dívida em parcelas, em troca de condicionantes fiscais.

Mas o governo fluminense argumenta que sua dívida têm subido ao longo das últimas décadas, porque foram impostas condições abusivas. Por isso, pede que os valores indevidos sejam excluídos do saldo devedor. Ainda de acordo com o governo, desde a década de 90, o estado já pagou R$ 108 bilhões à União, apenas em juros e encargos.

“Quando se iniciaram as primeiras renegociações, na década de 1990, a dívida estadual com a União estava em R$ 13 bilhões. Desde então, já foram pagos R$ 155 bilhões - sendo cerca de R$ 108 bilhões só de juros e encargos. Apesar do valor já pago, o Rio ainda deve R$ 160 bilhões à União e R$ 30 bilhões por empréstimos garantidos por ela. Há ainda R$ 1 bilhão em operações não garantidas pelo Governo Federal”, disse o governo do estado em nota divulgada no fim de semana.

O governo fluminense afirma que também foi prejudicado por políticas implementadas pelo governo federal, como a redução do ICMS de energia, telecomunicações e combustíveis, que levaram a uma perda de receita de R$ 9 bilhões por ano.

“A verdade é que há uma dívida multibilionária, impagável, que cresce muito mais do que a possibilidade de crescimento do nosso estado e até do país”, disse o governador Cláudio Castro. “Tentamos a renegociação, o diálogo e ainda não conseguimos chegar a um entendimento. São como juros do cartão rotativo: pagamos, pagamos e a dívida só aumenta. Seguiremos em discussão com o Governo Federal, em busca de uma solução.”

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - Você conhece alguma pessoa com mais de 60 anos e que não sabe mexer em um smartphone? Se você conhece agora, nós temos uma dica top, e assim essas pessoas vão aprender a ficar conectadas com a modernidade de hoje.

Até o dia 1º de março, ou até quando durarem as vagas, você poderá se inscrever para as aulas do curso Práticas com Smartphones. O curso é gratuito e acontecerá no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), na USP São Carlos.

As aulas começam no próximo dia 13 de março e vão até dia 19 de junho, todas as quartas-feiras, das 14h às 16h. Os requisitos para se inscrever são:

  • Ter 60 anos ou mais;
  • Ter um celular com sistema Android versão 8.0 ou superior
  • Possuir algum conhecimento de aplicativos de Smartphones

 

Para mais informações, entre em contato com a coordenadora, a professora Kamila Rodrigues, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou se inscreva clicando aqui.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação de São Carlos vai realizar na próxima sexta-feira (02/02), às 7h30, no anfiteatro da CENACON, no Hotel Nacional Inn, o acolhimento de todos os profissionais da rede municipal de ensino, incluindo professores da Educação Infantil, do Fundamental I, do Fundamental II, da Educação de Jovens e Adultos (EJA), merendeiras, agentes educacionais, auxiliares administrativos, diretores e coordenadores, pós período de recesso escolar.
Para essa aula inaugural de apresentação do calendário letivo e de projetos que serão desenvolvidos em 2024, a SME convidou para palestrar o professor, historiador e apresentador Leandro Karnal que vai falar sobre o tema “Educadores: construindo futuros”. Ainda na sexta-feira (02/02), às 19h, no Auditório Bento Prado Júnior, no Paço Municipal, acontece a palestra de Sônia Couto.
“Era um desejo da rede municipal. Vários professores tiveram a oportunidade de se manifestar pelo interesse dessa aula inaugural e então estamos trazendo uma personalidade reconhecida pela crítica, um dos maiores e mais respeitados pensadores brasileiros contemporâneos, abrilhantando essa retomada do período letivo, um momento de socialização entre os profissionais da Educação”, ressaltou Roselei Françoso, secretário municipal de Educação.
Na segunda-feira (05/02), também será feito o planejamento e no dia (06/02), retornam as aulas. A SME informa que já está providenciando os uniformes, material escolar, assim como já fez as compras de material esportivo, materiais de higiene e limpeza, contratação de professores e demais profissionais que compõe as equipes da Rede Municipal de Ensino.
No total serão atendidos cerca de 17 mil alunos. Fazem parte da Rede Municipal 62 unidades escolares, sendo 51 Centro Municipais de Educação Infantil (CEMEI’s), 10 Escolas Municipais de Ensino Básico (EMEB’s) e 1 Escola Municipal de Jovens e Adultos (EMEJA).
Para atender toda a Rede a Prefeitura tem hoje disponíveis cerca de 1.600 profissionais entre professores, diretores, supervisores, coordenadores pedagógicos, agentes educacionais e merendeiras.

LEANDRO KARNAL - Foi professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) até abril de 2020, é especializado em história da América, escritor, palestrante e apresentador de TV. Foi também curador de diversas exposições, como “A Escrita da Memória”, em São Paulo, tendo colaborado ainda na elaboração curatorial de museus, como o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo. Graduado em história pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e doutor pela Universidade de São Paulo (USP), Karnal tem publicações sobre o ensino de história, história da América e história das religiões. É membro da Academia Paulista de Letras desde abril de 2021.
Em julho de 2020, passou a apresentar, junto com Mari Palma, Gabriela Prioli e Rita Wu, o recém-lançado talk show CNN Tonight no canal pago CNN Brasil. Em 6 de abril de 2023, Karnal anunciou sua saída da CNN Brasil, onde também apresentava o programa Universo Karnal.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPDMR) promoveu na tarde da última terça-feira, 26 de setembro, uma aula experimental de sapateado para as crianças surdas que estão matriculadas na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEB) “Dalila Galli”. O workshop ministrado pela professora Nayara Lopes marcou a comemoração do Dia Nacional dos Surdos.
A proposta foi reunir os estudantes na sede da SMPDMR para uma atividade lúdica diferente, fora da sala de aula. Com o apoio da coordenadora do Programa Bilíngue da unidade escolar, Nathália Rigo, foi possível desenvolver a disposição física, mental e social, contribuindo para a melhora da qualidade de vida.
“Agradecemos a oportunidade de transformar o cotidiano dessas crianças, de levar a elas uma experiência nova que trabalha com o movimento, o uso do espaço, as vibrações ao tocar o sapato na madeira e brincar com a música”, afirmou Nathália. “E elas adoraram”.
A aula experimental foi acompanhada pelos membros da Associação dos Surdos de São Carlos, pela equipe pedagógica que atua com os estudantes na EMEB “Dalila Galli”, que é uma referência na rede municipal de ensino na educação voltada para as crianças com deficiência e crianças com mobilidade reduzida e pela equipe técnica da SMPDMR.
“Essas oficinas de dança ajudam na formação inclusiva das pessoas, criando uma forma para que eles se sintam integrados à sociedade, sendo respeitadas suas especificidades, pois são muitos os benefícios que melhoram o desenvolvimento de cada uma delas. É essencial pensar na inclusão como forma de dar as mesmas oportunidades a todas as crianças, reconhecendo que as diferenças podem ajudar a melhorar a vida de todas elas, construindo espaços de liberdade que permitam maior acesso à cultura”, finaliza a secretária Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Lucinha Garcia.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Esportes e Cultura abriu as inscrições para a população infanto-juvenil que deseja aprender e praticar aulas de judô, arte marcial japonesa e de defesa pessoal que oferece diversos benefícios para o desenvolvimento físico, mental e social.
As aulas serão ministradas pelo Prof. Sebastião Alexandre da Cunha na academia “ADC Fábrica de Campeões”, localizada no Centro da cidade, e não têm qualquer tipo de cobrança – seja de inscrição ou mensalidade –. Podem se inscrever as crianças e adolescentes nascidos entre 2010 e 2016, masculino e feminino, que aprenderão as técnicas de iniciação e aperfeiçoamento da modalidade.
Neste primeiro momento, serão 96 vagas oferecidas para a comunidade em quatro turmas: Turma 1 – segundas e quartas-feiras, das 9h às 10h; Turma 2 – segundas e quartas-feiras, das 15h às 16h; Turma 3 – terças e quintas-feiras, das 9h às 10h e; Turma 4 – sextas-feiras, das 15h às 16h.
Para participar das atividades, a criança ou adolescente deve comparecer à Secretaria Municipal de Esportes e Cultura (Rua Dom Pedro II, nº 1296 – Centro), acompanhada dos pais ou responsáveis, e preencher a ficha de inscrição. O endereço é o mesmo para esclarecimentos e retirada de dúvidas.

JUDÔ NA VILA IZABEL – Recentemente, a Secretaria Municipal de Esportes e Cultura também retomou as aulas de judô na grande Vila Izabel ao fechar uma parceria com o SESI. A prática da modalidade, igualmente sem qualquer tipo de cobrança, contemplará até 200 crianças e adolescentes de 6 a 17 anos.
Neste caso, para praticar judô por meio da parceria entre Prefeitura e SESI, o aluno deve fazer a inscrição presencialmente no próprio SESI (Rua Coronel José Augusto de Oliveira Salles, 1325 – Vila Izabel). No local, Prefeitura e SESI também disponibilizam aulas de kung fu e basquete para as mesmas faixas etárias.

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