Atribuição será realizada de 14 a 18 de dezembro, de forma presencial, obedecendo as medidas preventivas contra o novo Coronavírus
IBATÉ/SP - A Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Ibaté realiza, de 14 a 18 de dezembro, o processo de atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do Magistério para o ano de 2021, de acordo com o Decreto nº 2.902, de 01 de dezembro de 2020.
Respeitando a classificação geral dos docentes da Rede Municipal de Ensino, a atribuição será realizada, presencialmente, na escola "Julio Benedicto Mendes", localizada na Rua Totó Pessente, 100, no Centro de Ibaté, obedecendo todas as medidas preventivas contra o Coronavírus.
Segundo a Secretária Adjunta de Educação e Cultura de Ibaté, Andréa Samora Soares Falvo, a atribuição normalmente é realizada em único dia. "Porém, como estamos em pandemia e para evitar aglomeração, estamos fazendo o mesmo processo em cinco dias, de 14 a 18 de dezembro, de segunda a sexta-feira. Também pedimos que o docente leve sua própria caneta, de cor azul, para preenchimento e assinatura do documento".
Ainda em relação aos cuidados relacionados à pandemia de Covid-19, o docente deverá preencher um Termo de Responsabilidade, declarando que não se enquadra no grupo de risco da doença. "Já os docentes integrantes do grupo de risco, ou que estejam com sintomas gripais, não deverão comparecer e poderão ser representados por procurador", alertou a Secretária.
SÃO CARLOS/SP - Desde 1º de junho de 2020 a Rede Municipal de Ensino iniciou suas atividades pedagógicas de forma não presencial. A Secretaria de Educação, em conjunto com as unidades escolares, não tem medido esforços com o objetivo de garantir a aprendizagem de todos diante da pandemia do novo coronavírus.
Para as crianças da Educação Infantil de 0 a 5 anos, semanalmente os professores têm disponibilizado atividades e vivências lúdicas que contemplam os direitos de aprendizagem de acordo com a Base Nacional Comum Curricular.
Dentro desse contexto, a participação e a colaboração dos pais e familiares são importantíssimas e a Rede Municipal de Ensino agradece todos pelo empenho e dedicação para o desenvolvimento das potencialidades das crianças.
No Ensino Fundamental do 1º ao 9º ano e para Educação de Jovens e Adultos, o mesmo movimento tem ocorrido, porém as atividades pedagógicas não presenciais desse nível e modalidade de ensino são planejadas pelos professores diariamente. As competências e habilidades propostas nas atividades aos estudantes são essenciais para ajudar a desenvolverem pensamento científico, crítico e criativo, comunicação, empatia, entre outras habilidades e atitudes essenciais para o mundo contemporâneo. Também é fundamental salientar que estas atividades têm caráter obrigatório.
É importante destacar que as atividades pedagógicas têm sido disponibilizadas por diferentes meios de comunicação e plataformas digitais: site da Secretaria Municipal de Educação, facebook das unidades escolares, grupos de whatsapp, canais no Youtube, material impresso entregue diretamente na escola, entre outros. Tudo para garantir o direito a Educação previsto na Constituição.
Por este motivo, a Rede Municipal de Ensino conta com o empenho e disposição de cada família que possui estudantes nesse nível de ensino para a organização de uma rotina de estudo, em que os estudantes possam realizar as atividades propostas pelas unidades escolares. Como podemos observar é uma responsabilidade compartilhada entre gestão e comunidade escolar.
“As aulas continuam, o ano letivo termina somente dia 23 de dezembro de 2020, ainda temos uma caminhada pela frente para que os objetivos sejam alcançados em relação ao ensino e aprendizagem dos estudantes. Vale destacar que a escola não parou, o trabalho continua, mesmo em tempos em que a tecnologia ganha destaque e a parceria entre escola e família são primordiais, existem tarefas compartilhadas dentro desse contexto”, destaca Cilmara Seneme Ruy, secretária de Educação de São Carlos.
Nesse momento a Secretaria Municipal de Educação está definindo diretrizes e medidas educacionais para proteger os direitos de aprendizagem dos estudantes e mitigar os impactos causados pela pandemia, de forma a garantir o resgate e a continuidade do processo de ensino e aprendizagem, com a reorganização do currículo escolar e um programa de recuperação e reforço escolar para o ano letivo de 2021.
Em caso de dúvidas os pais ou responsáveis devem procurar a escola em que o filho (a) está matriculado.
SANTA RITA DO PASSA QUATRO/SP - A Prefeitura de Santa Rita do Passa Quatro confirmou na última segunda-feira (5) que as aulas presenciais nas redes municipal, estadual e particular não serão retomadas este ano.
Segundo o Poder Executivo: "Após análise dos nossos departamentos de Educação e Saúde, do nosso Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, baseada nas normas estaduais (decretos e resoluções), decidimos pelo NÃO retorno das atividades presenciais na rede pública (municipal e estadual) e privada".
O Decreto está disponível da Edição 3232, do Diário Oficial Eletrônico do Município e pode ser conferido no endereço eletrônico:
SÃO PAULO/SP - A reabertura das escolas públicas e particulares na capital paulista nesta quarta-feira, apenas para atividades extracurriculares limitadas a 20% do público, representa o primeiro passo de uma retomada gradual. A previsão de retorno às aulas na capital é dia 3 de novembro, de acordo com a Prefeitura, mas algumas escolas só devem retomar as atividades curriculares em 2021. Nesta quarta-feira, haverá o primeiro teste.
Por isso, o cuidado com as medidas de prevenção e distanciamento físico e a preocupação com o lado emocional de crianças e adolescentes depois de um longo período de isolamento encabeçam a lista de tarefas do dia dos educadores e diretores. Haverá na maior parte dos casos atividades de acolhimento e reconhecimento da escola após a quarentena.
O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieeesp) afirma que 80% das escolas particulares devem reabrir - cerca de 3,2 mil estabelecimentos. “Muitas famílias ainda têm receio da contaminação. Elas só vão se sentir seguras quando perceberem que todos os cuidados estão sendo tomados e não há riscos”, afirma Benjamim Ribeiro da Silva, presidente do sindicato.
Na rede da Prefeitura, apenas uma das 4 mil unidades educacionais optou pela retomada. “O retorno é facultativo e a decisão foi tomada pelos Conselhos Escolares de cada unidade, compostos por professores, direção, estudantes e famílias”, esclarece a gestão municipal, que espera adesão maior a partir do dia 19. Uma pesquisa com mais de 380 famílias conduzida por escolas municipais de São Miguel Paulista e Itaim, na zona leste, aponta que 80% delas não pretendem enviar os filhos.
Já na esfera estadual 100 dos 1.086 centros educacionais da cidade devem retomar as atividades. No restante do Estado, porém, onde houve concordância dos municípios, começam aulas presenciais limitadas ao ensino médio e Educação de jovens e adultos (EJA). O retorno dos estudantes do ensino fundamental só deverá acontecer em 3 de novembro.
Além dos protocolos de distanciamento e da adoção do uso obrigatório de máscaras e oferta de álcool em gel, as escolas poderão receber presencialmente até 20% do total de alunos em todas as séries. A participação nas atividades não é obrigatória e os estudantes do grupo de risco para a covid-19 não podem voltar. Professores e servidores públicos só voltam se assinarem um termo de responsabilidade.
Exemplos
A Stance Dual School, escola bilíngue na Bela Vista, região central, fará um sistema de revezamento. Dos 25 alunos do 9.º ano, por exemplo, 18 confirmaram o retorno. Para garantir o distanciamento, as atividades serão ministradas para grupos de seis ou sete. “É o momento de repensar a convivência”, explica a professora Ana Cláudia Esteves Correa, orientadora educacional do fundamental 2.
Outros colégios renomados marcaram a volta para a semana que vem. O Colégio Nossa Senhora das Graças, por exemplo, na zona oeste paulistana, só vai adotar atividades de acolhimento e reforço a partir de 13 de outubro. Serão atividades de interação, diferentes para cada faixa etária. No Colégio Equipe, outro da zona oeste, a primeira atividade será a pintura tradicional de um muro pelos estudantes da 3.ª série do ensino médio.
As atividades extracurriculares permitidas incluem reforço escolar - preferencialmente de Língua Portuguesa e Matemática -, atividades culturais, cursos de idiomas, atividades esportivas que não demandem contato físico e organização coletiva, acolhimento, musicalização, contos literários, oficina de culinária, teatro de fantoches e atividades recreativas.
*Por: Gonçalo Junior / ESTADÃO
SÃO CARLOS/SP - Os vereadores Gustavo Pozzi (PL) e Roselei Françoso (MDB) protocolaram moção de apelo ao governador do Estado de São Paulo, João Dória, para que não torne obrigatório o retorno presencial às aulas da rede pública estadual nesse ano letivo de 2020. A moção deve ser apreciada em regime de urgência na sessão desta terça-feira (15) pelos demais vereadores.
Entre as informações consideradas pelos parlamentares para elaborar a moção está a de que na próxima semana o governo estadual deve decidir se haverá ou não o retorno às aulas regulares a partir do dia 7 de outubro, como previsto anteriormente. O retorno ao regime de plantão já está autorizado.
A tomada de decisão do governo de São Paulo leva em conta o Plano São Paulo de retomada econômica do Estado, que está dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição (Vermelha), às etapas de controle (Laranja), flexibilização (Amarela), abertura parcial (Verde) até normal controlado (Azul). “Até o momento nenhuma cidade está na fase verde ou azul, portanto os cuidados devem ser mantidos”, frisa Gustavo Pozzi.
“O retorno às aulas regulares presencialmente é um dos temas mais polêmicos em todos os Estados”, observa Roselei. “Ainda enfrentamos a pandemia e as pessoas estão com muitas dúvidas e medos”, completa.
Os vereadores também destacaram ainda no texto que está em curso o último trimestre letivo do ano e que, portanto, dois terços deste ano letivo já transcorreram. “As aulas poderiam continuar sendo realizadas de forma remota”, registram. Eles salientam ainda que o regime de plantão pode ser mantido.
Projeto, que era realizado presencialmente na unidade, ganha novo formato e chega até as casas dos alunos
IBATÉ/SP - A equipe escolar da EMEI "Ruth Zavaglia Gomes", localizada no Jardim Nossa Senhora Aparecida em Ibaté, está conseguindo dar continuidade a um projeto da unidade relacionado à leitura. A creche atende cerca de 225 alunos de 04 meses a 03 anos de idade.
Apesar da suspensão das aulas presenciais na rede municipal de ensino desde o fim de março, devido à pandemia do novo Coronavírus, os professores da creche estão contando com a ajuda dos pais e responsáveis para dar continuidade ao projeto, que foi adaptado para que pudesse ser desenvolvido em casa.
A diretora da escola, Ana Lúcia Peruchi Grazziano, explicou que mensalmente são impressas historinhas, acompanhadas por palitoches representando os personagens, que são entregues ao pais. "Essas atividades, assim como as atividades didáticas de rotina, são entregues impressas para os pais ou responsáveis quando eles vêm até a escola retirar o kit merenda. As orientações para realizar a leitura são dadas, detalhadamente, e também são postadas na página do facebook da escola".
O retorno da atividade realizada em casa, com fotos e vídeos dos pais fazendo a leitura da historinha para as crianças, também é postado no facebook da escola, onde cada sala tem um espaço. "Nossos alunos são crianças pequenas e, por isso, o envolvimento das famílias neste processo tem sido muito importante para a continuidade do desenvolvimento educacional da criança. Estamos usando o recurso imprenso e o virtual juntos e temos obtido resultados muito positivos. Pelo face, os professores também postam contação de histórias em vídeos, que ficam disponíveis para os alunos assistirem e fazem a chegassem de todas as atividades realizadas".
A historinha entregue neste mês foi "Patinho, você grasna demais", com o palitoche do patinho saindo do ovo para tornar a leitura mais lúdica. "Cada crianças recebeu o seu e já estamos recebendo retorno dos pais sobre a atividade desde mês. Com isso estamos atingindo nosso objetivo de mostrar a importância do ato de ler e suas consequências positivas no desenvolvimento infantil, principalmente, durante a primeira infância", finalizou Ana Lúcia Peruchi Grazziano.
BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (18) a Medida Provisória (MP) 934, que desobriga as escolas de educação básica e as universidades do cumprimento da quantidade mínima de dias letivos neste ano em razão da pandemia de covid-19. A MP havia sido aprovada no Senado Federal no dia 23 de julho e aguardava a sanção presidencial.
Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que, "com vistas à adequação do projeto à constitucionalidade, bem como ao interesse público", e após manifestação técnica de outros ministérios, o presidente decidiu vetar seis dispositivos do texto da MP. Segundo a pasta, os vetos serão detalhados na publicação do ato no Diário Oficial da União, na edição de quarta-feira (19).
De acordo com o texto aprovado pelo Congresso Nacional, a MP determina que os estabelecimentos de educação infantil serão dispensados de cumprir tanto os 200 dias obrigatórios do ano letivo quanto a carga mínima de 800 horas exigidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Já as escolas de ensino fundamental e médio terão de cumprir a carga horária exigida em lei, mas ficam dispensadas de cumprir o mínimo de 200 dias letivos.
As instituições de ensino superior também não serão obrigadas a cumprir os 200 dias letivos, mas a carga horária prevista da grade curricular de cada curso deve ser cumprida. Pelo projeto, não deverá haver prejuízo aos conteúdos essenciais para o exercício da profissão e as atividades pedagógicas não presenciais também serão admitidas para completar a carga horária.
Formatura antecipada
A MP, agora convertida em lei, também autoriza a antecipação da conclusão de cursos específicos da área de saúde, desde que cumpridos alguns requisitos. No caso de medicina, o aluno precisa ter cumprido 75% da carga horária do internato. Nos cursos de enfermagem, farmácia, fisioterapia e odontologia, o mínimo corresponde a 75% da carga horária dos estágios curriculares obrigatórios.
A mesma regra será aplicada aos cursos de educação profissional técnica de nível médio caso tenham relação ao combate à pandemia. O estudante precisará ter cumprido pelo menos 75% da carga horária dos estágios curriculares obrigatórios.
*Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil
SÃO CARLOS/SP - Por iniciativa do vereador Gustavo Pozzi (PL) e agendada pelo presidente Lucão Fernandes (MDB), a Câmara Municipal realizou na noite de quinta-feira (13), uma audiência pública online para discutir a retomada das aulas presenciais em escolas do município. O evento, com duração de mais de duas horas, foi acompanhado nas plataformas digitais por 2.058 pessoas. As opiniões contrárias dominaram as falas de autoridades e manifestações das pessoas que se manifestaram durante o evento.
Gustavo Pozzi, que presidiu a audiência, justificou a ausência da dirigente regional de Ensino, Debora Gonzales Costa Blanco, que enviou informação de que a rede estadual de ensino segue orientações do Plano São Paulo, com retorno opcional para atividades de reforço no dia 8 de setembro das escolas em cidades há 28 dias na fase amarela, e possibilidade de retorno presencial no dia 7 de outubro.
Participaram das discussões do tema o secretário municipal de Educação Secretário municipal de Educação, Nino Mengatti, o secretário municipal de Saúde Marcos Palermo, o vereador Roselei Françoso, o diretor da Apeoesp Ronaldo Motta, a gerente de atenção à Saúde do Hospital Universitário da UFSCar,Valéria Gabassa, o diretor do Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos Municipais Gilberto Rodrigues Antunes e a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino e Educação de São Carlos e Região Dinorá Franco Antunes. Os debates tiveram participações de dirigentes de escolas particulares, e professores e profissionais de educação das redes municipal e estadual.
Os participantes apontaram a falta de condições para que as aulas presenciais sejam retomadas durante a pandemia. Pozzi, que é professor na rede pública estadual, apontou a dificuldade de garantir o distanciamento social nas salas de aula e elogiou o empenho dos professores no trabalho realizado de forma remota.
O secretário Nino Mengatti, da Educação, assegurou que as aulas na rede municipal só retornarão após a vacina contra Covid-19. Ele informou que pesquisa da secretaria com 6.940 pais de alunos indicou que 96% são contrários ao retorno de aulas presenciais neste ano. O secretário de Saúde Marcos Palermo também se manifestou contrário à reabertura das escolas. Ele sustentou que o isolamento se faz necessário diante do atual quadro de evolução do contágio da doença na cidade. Na mesma direção se posicionou Valéria Gabassa, do Hospital Universitário da UFSCar. Ela citou a ocupação atual de 70% dos leitos do hospital CE disse que crianças em escolas aumentam o risco de contaminação.
Ronaldo Motta, da APEOESP, abordou os problemas existentes nas escolas estaduais e defendeu que professores da rede estadual sejam ouvidos pelo governo sobre a volta das aulas presenciais. Ele qualificou como uma calamidade a proposta de retomada a partir do próximo mês.
Foram apresentadas propostas para oficializar o anúncio não retorno das aulas neste ano, fazer moção de apelo ao Estado pela não reabertura das escolas, buscar alternativas de incentivo do município a escolas particulares durante a pandemia, e também estabelecer formas de ajuda aos motoristas do transporte escolar.
No final da audiência, o vereador Gustavo Pozzi voltou a destacar o esforço dos professores nas aulas à distância e enfatizou que todos neste momento atípico estão se dedicando ao máximo. Ele agradeceu a participação dos debatedores e a grande participação de profissionais de educação.
SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal realizará nesta quinta-feira (13) às 19 horas, uma audiência pública online para discutir a possível retomada das aulas presenciais e as medidas e protocolos sanitários a serem adotados no município de São Carlos para enfrentamento e combate ao contágio e propagação da Covid-19.
A realização da audiência pública foi solicitada pelo vereador Gustavo Pozzi (PL) por meio de requerimento aprovado por unanimidade na sessão plenária do último dia 4. O vereador manifestou preocupação com a perspectiva de retorno às aulas e disse que o assunto deve ser amplamente debatido.
Devido à pandemia, para participar da audiência virtual os interessados deverão acessar o link do evento: https://zoom.us/j/92299232706?
Preocupação – Ao propor que o tema seja discutido com a comunidade, Pozzi expressou sua preocupação diante da perspectiva de volta das aulas durante a pandemia. Professor desde 2010, o parlamentar conhece o dia a dia de aula e das escolas e reconhece que será difícil controlar o distanciamento de 2m entre um aluno e outro e fazer com que todos usem máscara. Em sua opinião, “não será possível evitar a aglomeração dos alunos”.
Porém, observou que não foi eleito para manifestar somente a sua opinião, por isso entende que a eventual retomada das aulas presenciais no município deve ser discutida de maneira aprofundada.
O vereador também fez questão de ressaltar que nesse período de pandemia os professores estão trabalhando muito mais do que se estivessem em sala de aula. Ele observou que "o trabalho remoto dos professores e equipe gestora é motivo de reconhecimento de todos e do aplauso da coletividade".
SÃO PAULO/SP - O governo de São Paulo adiou para 5 de outubro a volta às aulas no Estado todo, mas vai permitir que as instituições que estão em regiões já na fase amarela há mais de 28 dias possam reabrir seus espaços no dia 8 de setembro. As escolas poderão decidir se querem ou não voltar a funcionar nesses lugares. O modelo vai favorecer instituições particulares, que já se declaram prontas para funcionar, e têm feito pressão para a abertura.
A informação será anunciada nesta sexta-feira pelo governador João Doria em coletiva às 12h45.
Segundo o Estadão apurou, o prefeito Bruno Covas não pretende abrir as escolas em 8 de setembro. Há uma discussão sobre se as particulares teriam a liberdade de abrir na capital com essa decisão do Estado ou não. Na prática, elas precisam de uma licença da prefeitura para funcionar. Cidades do ABC também já declararam que só voltarão às aulas no ano que vem.
O novo plano para abertura de escolas foi apresentado na quinta-feira pelo secretário Rossieli ao Centro de Contingência. A regionalização da abertura das escolas já era discutida no governo há algum tempo, mas a área da educação defendia que ela levaria a mais desigualdades educacionais porque escolas públicas não abririam.
Com a nova regra, o governo deixa a decisão de abertura na mão dos municípios e até dos diretores de escolas, que podem sofrer pressão dos pais para voltarem. Na rede pública, sindicatos de professores defendem que as escolas só retornem quando houver uma vacina para o coronavírus.
*Por: Renata Cafardo / ESTADÃO
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