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EUA - A administração do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomou medidas nesta semana, para preencher as lacunas legais que permitem que pessoas vendam armas sem a licença de um revendedor, o que significaria a revisão dos antecedentes dos compradores.

O Departamento de Justiça divulgou regras mais detalhadas após a aprovação pelo Congresso em junho de 2022 da Lei de Comunidades mais Seguras, em resposta à grande quantidade de ataques a tiros mortais e em massa em todo o país.

As regras visam esclarecer a definição de pessoas "envolvidas no comércio" de armas, exigir que os vendedores obtenham uma licença e, assim, obrigar a verificação dos antecedentes criminais e psicológicos dos compradores.

Também endurece as regras aplicadas a colecionadores que compram e vendem armas, assim como a vendedores falidos que vendem seus estoques.

O objetivo, de acordo com o Departamento de Justiça, é forçar os vendedores a verificar os antecedentes dos potenciais compradores em um banco de dados nacional, a fim de impedir que criminosos e outras pessoas não aptas ou autorizadas obtenham armas.

Além disso, permitirá ao governo rastrear melhor as armas registradas à medida que mudam de proprietário.

"É apenas senso comum, porque sabemos que a verificação de antecedentes é uma das melhores ferramentas que temos para manter as armas longe das mãos dos criminosos", disse a porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre.

"Esta administração respeita os direitos dos proprietários responsáveis de armas, ao mesmo tempo em que acredita que os americanos têm o direito de viver livres da violência armada. Essas duas coisas podem coexistir", acrescentou.

De acordo com a organização não governamental Gun Violence Archive, 44.374 pessoas morreram devido a armas de fogo nos Estados Unidos no ano passado.

 

 

AFP

 Autoridades da Flórida, nos EUA, anunciaram nesta quarta-feira, 30 duas mortes decorrentes do furacão Idalia, que atingiu o estado norte-americano. Após os óbitos e outros acidentes na região, o Centro Nacional de Furacões dos EUA afirmou que o furacão reduziu a intensidade de ventos – antes a 200 km/h – e está no estágio 1. O nível máximo de força é categoria 5.

Entre as vítimas, estava um homem de 40 anos, cujo veículo perdeu controle nas chuvas e atingiu uma árvore. Em Alachua, a um homem de 59 anos também sofreu acidente em meio ao furacão e perdeu a vida. A Divisão de Gestão de Emergências da Flórida criou uma linha especial para atender vítimas do furacão.

Mais de 1 milhão de pessoas receberam ordem de retirada imediata da Flórida. Um pronunciamento oficial do governador do estado, Ron DeSantis, foi publicado nas rede sociais. “À medida que o furacão Idalia atinge a costa, não saia de casa se estiver no caminho da tempestade. (…) As condições podem piorar rapidamente”, reforçou.

DeSantis afirmou que Idalia será provavelmente o furacão mais forte a atingir a região em mais de um século.

Antes de tocar o solo na Flórida, Idalia era classificado como furacão de categoria 4 ao avançar pelo Golfo do México, antes de ser rebaixado para magnitude 3 na escala Saffir-Simpson (que vai até 5), como geralmente acontece quando os fenômenos ciclônicos avançam por terra firme.

 

 

Com informações da AFP

por Edda / ISTOÉ

EUA - O setor privado dos Estados Unidos criou 177 mil empregos em agosto, segundo pesquisa com ajustes sazonais divulgada nesta quarta-feira, 30, pela ADP.

O resultado veio abaixo da expectativa de analistas consultados pela FactSet, de geração de 200 mil postos de trabalho. A pesquisa da ADP, que adotou nova metodologia no ano passado, também mostrou que os salários no setor privado tiveram expansão média anual de 5,9% em julho.

Segundo a nota da ADP, a desaceleração foi causada principalmente pelos componentes de lazer e hospitalidade.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

EUA - Em uma entrevista ao Real América, o economista Peter Schiff repetiu mais uma vez suas advertências sobre uma possível catástrofe econômica desencadeada pelas políticas econômicas do presidente dos EUA, Biden.

Ele disse que as políticas da Bidenomics são um desastre e que a inflação continuará a subir enquanto o governo continuar a tomar empréstimos e gastar.

Questionado sobre a desaceleração do IPC nos últimos meses, o economista apontou que o indicador foi deliberadamente modificado na década de 1990 para subestimar a inflação de preços.

"Acho que é mais preciso dobrar qualquer que seja a taxa oficial, que provavelmente é uma estimativa próxima da taxa real. Portanto, se estivermos em 3,1, provavelmente será 6,2", disse ele.

Ele continuou dizendo que a única razão pela qual o IPC oficial caiu de pouco mais de 9% para 3% é o colapso no preço do petróleo, que é o resultado da decisão sem precedentes de Biden de acessar a Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA, enquanto o dólar subiu acentuadamente no câmbio como resultado do aumento da taxa do Fed.

No entanto, ele ressaltou que o aumento do dólar parece ter acabado e que não há muito petróleo restante na reserva, destacando que essa talvez seja "a razão pela qual os preços do petróleo subiram cerca de 30% em relação às mínimas de alguns meses atrás, e cerca de 15% no último mês", prevendo que devemos esperar "ver os números do IPC retrocederem para o outro lado".

Ele citou o exemplo do setor imobiliário, com os aluguéis subindo rapidamente, enquanto a aquisição de uma casa própria se torna muito mais difícil devido ao aumento do custo das hipotecas.

"Se você não tem dinheiro para comprar, terá que alugar, e os proprietários sabem disso. Portanto, eles podem aumentar os aluguéis porque seus inquilinos não têm mais a alternativa de uma hipoteca a 3,5%", explicou o economista, ressaltando que os proprietários estão enfrentando um aumento em seus pagamentos mensais de hipoteca, o que se reflete nos aluguéis que cobram.

Ele lamentou o fato de o presidente Biden e os porta-vozes do governo estarem exaltando o sucesso da "Bidenomics", dizendo que o presidente não fez nada "exceto aumentar os gastos públicos e adicionar mais regulamentações à economia", descrevendo a situação como "um verdadeiro desastre" e prevendo que a situação só pioraria com o tempo, à medida que a inflação se acelerasse e a economia entrasse em colapso.

 

 

Investing.com

EUA - Os Estados Unidos adotaram o modelo de pagamento instantâneo brasileiro, chamado Pix, e o nomearam FedNow.

O CEO da C&M Software, Orli Machado, especialista em liquidação interbancária, que atua no setor financeiro do Brasil, acompanha a implementação do FedNow.

“Assim como no Pix, o FedNow será muito mais barato do que outros meios de pagamento. Quando se fala em pagamento instantâneo, está envolvendo o tomador de dinheiro, o financiador e a liquidez da operação, que são três interessados”, comentou Machado.

Machado lembrou da tradição do Brasil em tecnologia financeira após um longo período de instabilidade econômica e o desenvolvimento de sistemas de conta-corrente, compensação de cheque e DOC, automação de agências e o sistema de pagamento brasileiro com integração e controle do Banco Central (BC) nas operações realizadas no país.

Tanto no Brasil como nos Estados Unidos, mesmo com diferenças nos sistemas e produtos, a economia nas operações é fundamental.

“A redução de custo também é uma obrigação por conta do consumismo extensivo”, acrescentou Machado.

Após os Estados Unidos, o Canadá e outros países da América Latina demonstram interesse na modalidade de pagamento via Pix.

 

 

JETSS

EUA - Estamos a menos de dez dias para setembro, o mês em que a linha iPhone 15 será lançada! A Apple está preparando uma nova leva de smartphones que virão com algumas novidades a seus usuários mais assíduos. E, é claro, uma das maiores preocupações é o valor de cada aparelho, que vez ou outra pode assustar os consumidores, principalmente os que não pagam em dólar. Confira logo a seguir o valor vazado de cada modelo da nova linha!

 

Valor do iPhone 15!

De acordo com os rumores, a Apple vai lançar o iPhone 15 (versão normal), um iPhone 15 Max (que é o normal, só que com a tela maior), um iPhone 15 Pro (mesmo tamanho do normal, mas com algumas especificações melhores que o modelo de entrada, como processador e câmeras) e por fim o iPhone 15 Pro Max (que seria a versão Pro, mas fisicamente do mesmo tamanho que a versão Max). Lembrando ainda que há outras especulações que o modelo “Pro Max” possa ter o seu nome alterado e começar a se chamar “Ultra“, mas aí só aguardando a nossa cobertura no mês que vem para confirmar.

Após o anúncio de uma nova linha de iPhones, sabemos quando eles serão lançados no exterior, e apenas algum tempo depois chegam oficialmente ao Brasil — e é bem possível que o feito se repita este ano. No ano passado a linha de iPhone 14 chegou ao Brasil no próprio site da Apple com os seguintes valores:

 

iPhone 14

  • 128 GB: R$ 7.599;
  • 256 GB: R$ 8.599;
  • 512 GB: R$ 10.599.

 

iPhone 14 Plus

  • 128 GB: R$ 8.599;
  • 256 GB: R$ 9.599;
  • 512 GB: R$ 11.599.

 

iPhone 14 Pro

  • 128 GB: R$ 9.499;
  • 256 GB: R$ 10.499;
  • 512 GB: R$ 12.499;
  • 1 TB: R$ 14.499.

 

iPhone 14 Pro Max

  • 128 GB: R$ 10.499;
  • 256 GB: R$ 11.499;
  • 512 GB: R$ 13.499;
  • 1 TB: R$ 15.499.

 

E para este ano, espera-se que os valores vistos no ano passado se mantenham ou sejam um pouco maiores. O preço da linha de iPhone 15 será a seguinte:

  • iPhone 15 Pro Max: US$ 1.299. Aproximadamente R$ 6.400 em conversão direta;
  • iPhone 15 Pro: US$ 1.099. Aproximadamente R$ 5.400 em conversão direta;
  • iPhone 15 Plus: US$ 899. Aproximadamente R$ 4.400 em conversão direta;
  • iPhone 15: US$ 799. Aproximadamente R$ 3.900 em conversão direta.

Infelizmente essa é só uma ideia de quanto ficarão os valores, uma vez que o preço altera de acordo com a quantidade de memória RAM e também conforme impostos e taxas necessários para a comercialização do produto em cada país.

 

O que esperar do iPhone 15?

Ao que tudo indica, a grande novidade nos modelos premium do iPhone 14 (Pro e Pro Max), a Ilha Dinâmica, se manterá nos novos aparelhos, com a diferença que não será um recurso exclusivo para os dois mais robustos, mas para toda a linha do iPhone 15. Em contrapartida, os modelos Pro e Pro Max ainda assim serão agraciados com um recurso exclusivo: o processador A17. Enquanto isso os dois modelos de entrada ficarão com a geração atual do processador, o A16.

Outra grande novidade fica por conta da remoção da entrada Lightning e aderência à entrada USB tipo C, tão aguardada por vários fãs da marca. Um dos principais motivos para a mudança foi a legislação europeia, que não permite mais aparelhos que são contenham essa entrada.

E além de tudo isso, ainda separamos algumas características que já são bastante esperadas para os modelos premium do iPhone 15. Dá só uma olhada:

 

  • Chip A17: acredita-se que essa nova versão do processador da Apple esteja disponível apenas nos modelos iPhone 15 Pro. Se confirmado, esse seria o segundo ano consecutivo que apenas os modelos Pro teriam o chip mais recente da empresa. De acordo com relatórios da Nikkei Asia, os novos chips serão fabricados no processo conhecido como N3E, que promove melhor desempenho e eficiência de enérgica em comparação aos anteriores;
  • Armação de titânio: segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, semelhante à linha da Apple Watch Ultra, a armação dos modelos Pro do novo iPhone serão em titânio ao invés de aço inoxidável do restante dos outros modelos da linha. Essa alteração no projeto foca o fato de o titânio possuir uma maior dureza que o aço inoxidável tornando o aparelho mais resistente a arranhões e deformações;
  • Molduras curvas ultrafinas: seguindo a tendência do Apple Watch, a tela do novo iPhone 15 Pro sera plana com molduras curvas ultrafinas, segundo um leaker chamado “ShrimpApplePro“. Segundo ele, as bordas traseiras do iPhone 15 serão arredondas semelhantes às bordas inferiores dos modelos MackBook Pro de 14 e 16 polegadas. Não vemos um modelo com bordas curvas desde o iPhone 11;
  • Porta USB-C mais rápidas: a série de iPhone 15 terá uma porta USB-C limitada a velocidade USB 2.0, porem os modelos Pro terão suporte para no mínimo USB 3.2 ou Thunderbolt 3, de acordo com Ming-Chi Kuo, analista conhecido por prever de tecnologias. Enquanto as portas USB 2.0 são limitadas a 480 Mb/s, as portas USB 3.2 suportam uma velocidade de até 20 GB/s, já as Thunderbolt 3 alcançam a velocidade de até 40 GB/s;
  • Wi-Fi 6E: conforme o esquema vazado do projeto, seguindo as linhas de Macs e iPad Pro mais recentes, o iPhone 15 Pro terá suporte para Wi-Fi 6E que consegue alcançar velocidades maiores em conexões sem fio. Publicado pelo leaker “Unknownz21” o modelo padrão do iPhone 15 virá com o Wi-Fi 6, sistema capaz de reconhecer bandas de 2,4 e 5 GHz, diferente do Wi-Fi 6E que reconhece, além dessas bandas, a de 6GHz e tem cobertura para um maior fluxo de dados;
  • Aumento de RAM: segundo pesquisas da taiwanesa TrendForce, enquanto os modelos iPhone 15 e iPhone 15 Plus terão penas 6 GB de RAM, o modelo Pro possuirá 8 GB de RAM, o que permitirá que mais aplicativos sejam mantidos abertos simultaneamente, no aparelho. Essa mudança reflete mais claramente em aplicativos como o Safari, que conseguirá manter mais páginas abertas em segundo, plano sem que o aplicativo recarregue o conteúdo quando reaberto;
  • Botões de estado solido: de acordo com um analista, semelhante ao botão HOME presentes no mais recente iPhone SE ou ao trackpad nos MacBooks mais recentes. O iPhone 15 Pro terá dois botões Taptic Engines que fornecem uma sensação tátil de pressionar botões sem se moverem fisicamente. Seriam os botões de volume e energia, um em cada lado do aparelho, acredita-se que a mudança para botões de estado solido melhoram a resistência a água e ocupam menos espaço;
  • Aumento do zoom óptico para o iPhone 15 Pro Max: segundo o mesmo analista citado anteriormente, o modelo iPhone 15 Pro Max contará também com uma lente periscópio, fazendo com que o modelo tenha um zoom óptico de pelo menos 6x. O sistema periscópio faz com que a luz que entra na lente seja refletida por um espelho inclinado até o sensor que permite um maior alcance de zoom sem qualquer sinal de desfoque na fotografia.

E você, acha que o valor esperado do iPhone 15 vale a pena? Está ansioso pelo seu? Conta pra gente nos comentários!

 

 

por Lucas Gomes / SHOWMETECH

EUA - O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump tem uma liderança folgada sobre seus rivais republicanos no Estado de Iowa, onde a disputa presidencial do partido começa em janeiro, de acordo com uma pesquisa de opinião divulgada nesta segunda-feira.

A pesquisa Des Moines Register/NBC News/Mediacom de prováveis ​​participantes do caucus republicano (assembleias de eleitores que discutem as candidaturas) de Iowa mostra que Trump tem o apoio de 42%, enquanto o governador da Flórida, Ron DeSantis, atingiu 19% e o senador Tim Scott ficou em terceiro lugar com 9%.

Outros candidatos republicanos que desejam enfrentar o presidente Joe Biden nas eleições de novembro de 2024 pontuaram em apenas um dígito.

Mesmo assim, J. Ann Selzer, a veterana pesquisadora de Iowa cuja empresa conduziu a pesquisa, disse que a disputa não está decidida e pode estar "mais acirrada do que parece à primeira vista".

A maioria -- ou 52% -- disse que tinha uma primeira escolha para presidente, mas ainda poderia ser persuadida a apoiar um candidato diferente, enquanto 40% disseram que já estavam decididos.

Entre os apoiadores de Trump, no entanto, 66% disseram que seu voto estava definido, enquanto 34% disseram que poderiam ser persuadidos a mudar de ideia.

As quatro acusações judiciais contra Trump mostraram poucos sinais de dissuadir seus apoiadores. A pesquisa mostrou que 65% dos prováveis ​​participantes do caucus republicano não achavam que Trump havia cometido crimes graves, em comparação com os 26% que acreditavam que sim.

A pesquisa foi realizada de 13 a 17 de agosto, coincidindo com a notícia de 14 de agosto de que um grande júri da Geórgia havia emitido um indiciamento acusando o ex-presidente de realizar esforços para reverter sua derrota nas eleições de 2020 para Biden no Estado.

A sondagem ocorreu antes do primeiro debate das primárias republicanas na quarta-feira, que Trump disse que não vai comparecer, citando sua grande vantagem nas pesquisas.

Uma pesquisa nacional da CBS mostrou no domingo que Trump era o candidato preferido de 62% dos eleitores republicanos, com DeSantis atrás, com 16%.

 

 

Por David Ljunggren / REUTERS

EUA - Dono de quatro títulos da NBA, duas vezes MVP, nove vezes no All-Star Game e maior pontuador em cestas de três da história do basquete americano, Stephen Curry se considera o melhor de todos os tempos na sua posição. Em entrevista ao podcast do ex-jogador Gilbert Arenas, o astro do Golden State Warriors ainda brincou com Magic Johnson, considerado por muitos o maior armador da história.

- Sim, eu me considero o melhor - disse Curry, quando questionado sobre o tema no programa. - Eu e Magic (Johnson), é essa a conversa? Obviamente, tenho que responder dessa maneira... O currículo de Magic é ridículo. Então, o fato de estarmos tendo essa conversa é o lugar que eu nunca pensei que estaria - completou em tom irônico o atleta de 35 anos.

Arenas, por sua vez, colocou Magic Johnson acima de Curry. Apesar da opinião, o ex-jogador afirma que o impacto do astro do Golden State Warriors na dinâmica de jogo é mais significativo.

Com cinco títulos da NBA, três vezes MVP e 12 participações no All-Star, Magic Johnson tem 64 anos e jogou na NBA de 1979 a 1996, tendo vestido apenas a camisa do Los Angeles Lakers na principal liga do planeta.

 

 

Por Redação do ge

ALEMANHA - EUA concordaram com a venda do sistema de defesa antimísseis israelense Arrow 3 para a Alemanha, um contrato de defesa no valor de US$ 3,5 bilhões (aproximadamente 17,5 bilhões de reais, na cotação atual), apresentado como "o maior já assinado" por Israel. O anúncio deste acordo foi feito pelo Ministério da Defesa de Israel.

O sistema Arrow (que signifca flecha, em inglês) é desenvolvido e fabricado pela Israel Aerospace Industries (IAI) em colaboração com a fabricante americana de aeronaves Boeing. Já o Arrow 3, o nível superior deste sistema antimísseis, destina-se a interceptar dispositivos acima da atmosfera com um alcance que pode chegar a 2.400 km.

"O Ministério da Defesa de Israel, o Ministério Federal da Defesa da Alemanha e o IAI devem assinar o histórico acordo de defesa de US$ 3,5 bilhões, marcando o maior acordo de defesa já assinado por Israel", disse o funcionário.

"Este projeto de abastecimento é essencial para poder proteger a Alemanha de ataques com mísseis balísticos no futuro", disse o ministro da Defesa, Boris Pistorius, em Berlim.

Além disso, o sistema "deve proteger os céus europeus, e estamos visando sua integração no escudo de defesa da OTAN", disse ele em sua conta no X (ex-Twitter).

 

"Virada histórica"

A Alemanha decidiu reinvestir maciçamente em seu exército de soldados voluntários das Forças Armadas Alemãs, o Bundeswehr, após a invasão russa da Ucrânia há um ano e meio. Foi criado um fundo especial de 100 bilhões de euros para a sua modernização, dois terços dos quais serão comprometidos até ao final de 2023, segundo dados oficiais.

Berlim lançou o projeto European Sky Shield em outubro, que conta com os sistemas antiaéreos alemães Iris-T para defesa antiaérea de curto alcance, o American Patriot para médio alcance e o americano-israelense Arrow 3 para longo alcance. Até agora, o projeto reuniu pelo menos 17 países.

O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, chamou o acordo de "o mais importante na história de Israel" que "ajudará a fortalecer Israel e sua economia". Segundo ele, o contrato final deve ser assinado até o final de 2023 após sua aprovação pelos parlamentos alemão e israelense, com entrega prevista para o final de 2025.

Em um aceno para a história, Netanyahu lembrou em seu comunicado à imprensa que "75 atrás, o povo judeu foi reduzido a cinzas na Alemanha nazista, 75 depois, o Estado judeu dá à Alemanha, outra Alemanha, ferramentas para se defender (...) Que virada histórica!" ele disse, referindo-se ao Holocausto, a tentativa da Alemanha de Hitler de exterminar os judeus europeus durante a Segunda Guerra Mundial.

 

Puramente defensivo

 A IAI vai instalar uma nova infraestrutura para o programa alemão e contratará novos engenheiros e funcionários em Israel e nos Estados Unidos, disse o diretor da Organização de Defesa contra Mísseis de Israel, Moshe Patel.

"O governo alemão quer que seja exatamente o mesmo sistema que usamos", disse ele a repórteres.

A Alemanha está comprando "a estrutura completa" do sistema que pode proteger todos os cidadãos alemães, disse ele, acrescentando que outros países, principalmente na Europa, estariam interessados ​​no sistema.

Para o presidente do IAI, Boaz Levy, o Arrow 3 é um "sistema variável". "Ele pode ser modificado de acordo com as ameaças, e é por isso que a Alemanha está comprando o sistema que pode ser usado de acordo com suas próprias necessidades", detalhou Levy em comunicado.

Este acordo torna Israel um jogador "importante", não apenas regionalmente, mas também globalmente, disse à AFP Miri Eisin, ex-oficial da inteligência militar israelense, lembrando que é puramente "defensivo".

O Arrow 3, que foi projetado para lidar com as crescentes capacidades dos adversários regionais de Israel, como Irã e Síria, foi testado com sucesso no passado, segundo as autoridades israelenses.

 

 

(Com AFP)

por RFI

EUA - Uma corte federal de apelações dos Estados Unidos impôs na quarta-feira (16) limites ao uso de uma pílula abortiva amplamente comercializada no país, mas sua decisão ficou em suspenso enquanto a Suprema Corte decide se analisa o caso.

Tomada por um painel de três juízes da Corte de Apelações do Quinto Circuito, com sede em Nova Orleans, estado da Louisiana (sul), a decisão limita o uso da mifepristona às primeiras sete semanas de gravidez, em vez de dez, e proíbe a sua distribuição pelo correio.

Também pede que a pílula, utilizada em mais da metade dos abortos nos Estados Unidos, seja receitada por um médico. Apesar da decisão do painel de juízes conservadores, dois dos quais foram indicados pelo ex-presidente Donald Trump, o medicamento será mantido no mercado por enquanto.

Apesar de seu prolongado uso e validação médica no país, grupos antiaborto tentam proibir a mifepristona, alegando que a mesma não é segura.

Trata-se da mais recente disputa na batalha pelos direitos reprodutivos nos Estados Unidos. Em uma audiência em maio, os três juízes rejeitaram os argumentos do governo para que a decisão sobre a permissão do uso do medicamento ficasse com a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), que aprovou o seu uso há mais de duas décadas.

A FDA evitou emitir comentários sobre essa decisão, alegando que se trata de um processo que está em andamento.

Para a organização feminista Women’s March, essa decisão “está claramente baseada nos pontos de vista antiaborto de ativistas judiciais de extrema direita”. O grupo pediu à Suprema Corte que “proteja a mifepristona”.

O caso resulta da decisão de um juiz conservador de um tribunal distrital do Texas, que, inicialmente, proibiu o uso da mifepristona. Em seguida, um Tribunal do Quinto Circuito vetou essa proibição, ainda que tenha imposto restrições de acesso ao medicamento. Depois, o tema seguiu para a Suprema Corte, onde os conservadores têm maioria de 6-3.

A Suprema Corte manteve temporariamente o acesso à mifepristona, congelou as decisões dos tribunais inferiores e devolveu o caso ao Quinto Circuito, cuja última decisão também permanecerá em suspenso até que a mais alta corte do país decida se analisará o caso.

Esse seria o processo sobre aborto mais significativo a chegar à Suprema Corte desde que o tribunal anulou o direito constitucional ao procedimento em junho do ano passado.

 

– Consenso sobre segurança –

Para a ONG Centro de Direitos Reprodutivos (CRR, sigla em inglês), há um consenso científico sobre a segurança e eficácia da mifepristona. “O aborto com medicamentos é usado em mais da metade de todos os casos nos Estados Unidos, e a imposição de restrições obsoletas e não científicas irá prejudicar milhões de gestantes mais vulneráveis”, ressaltou.

A CRR apoia 13 mulheres que processaram o estado do Texas porque não tiveram autorização para abortar, apesar de a gestação ter colocado em risco a sua vida ou de que o feto não sobreviveria.

O aborto era considerado um direito nos Estados Unidos, mas a Suprema Corte o reverteu no ano passado, levando mais de uma dezena de estados a proibir, penalizar ou restringir esse procedimento.

Katie Daniel, diretora do grupo antiaborto Susan B. Anthony Pro-Life America, saudou a decisão do tribunal: “A FDA ignorou a ciência e suas próprias regras quando aprovou esse plano imprudente dos democratas de ‘aborto pelo correio’. Não descansaremos até que a FDA e a indústria do aborto, movida pelo lucro, prestem contas pelo sofrimento que causaram a mulheres e meninas, bem como pela morte de incontáveis crianças que iriam nascer.”

“A mifepristona ainda está disponível segundo a regulação existente, mas essa decisão está completamente arraigada na ideologia política e na ciência lixo”, manifestou o grupo de pesquisas para a Promoção de Novos Padrões em Saúde Reprodutiva.

A mifepristona é um dos componentes de um tratamento composto por dois medicamentos, que pode ser usado nas primeiras dez semanas de gravidez. O remédio tem um longo histórico de segurança e a FDA estima que 5,6 milhões de americanas tenham usado a pílula para interromper gestações desde que foi aprovada no ano 2000.

 

 

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